Indian Predator: The Diary of a Serial Killer

Indian Predator: The Diary of a Serial Killer

इंडियन प्रीडेटर: एक सीरियल किलर की डायरी

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الموسم 1

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🟩 𝑶𝒇𝒇𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍 𝑺𝒖𝒃𝒕𝒊𝒕𝒍𝒆𝒔 🟩

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نشرت في: 2022-10-20
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أول 200 سطر.

A polícia local da zona Karchuliyan de Rewa

encontrou o corpo de um jovem.

Diz-se que a cabeça e as partes íntimas foram mutiladas

e toda a roupa foi arrancada.

Os curiosos que viram o corpo ficaram perplexos

com a brutalidade deste homicídio.

O Kumbh Mela estava a chegar em Allahabad nessa altura.

CENAS DA AGLOMERAÇÃO DE MAUNI AMAVASYA

Com uma atmosfera tão espiritual,

um grande pecador escondia-se entre os peregrinos

e ninguém suspeitava.

Nos 34 anos da minha carreira,

este foi um caso importante,

cuja grande brutalidade nos chocou a todos.

Isto é obra de um predador.

Ainda acredito.

O meu pai não fez nada disto.

Era um criminoso psicopata.

Para ele, homicídio não é crime.

Homicídio é algo que a vítima merece.

Ele é um monstro disfarçado de humano.

Um assassino em série é um tipo muito específico de predador.

Essas pessoas não merecem ser julgadas

nem ser ouvidas em tribunal.

Deviam ser abatidas imediatamente.

UMA SÉRIE DOCUMENTAL NETFLIX

O DIÁRIO DE UM ASSASSINO EM SÉRIE

ANTIGA ALLAHABAD

Chamo-me Veerendra Singh.

A nossa aldeia chama-se Bairi.

Toda a gente nesta aldeia é família.

Todos descendemos dos mesmos antepassados.

Éramos quatro irmãos.

Dheerendra era o mais novo.

Dheerendra tinha uma licenciatura.

A nossa situação financeira não era a melhor.

Devido às circunstâncias,

ajudei-o a arranjar emprego numa revista chamada News Plus, em Allahabad.

Depois, graças ao seu trabalho árduo e aos seus contactos,

foi para o jornal hindu Aaj .

AAJ JORNAL DIÁRIO HINDU

Dheerendra ainda era um bom homem

quando tinha trinta e poucos anos.

Trigueiro, de baixa estatura…

Ele tinha arrendado um quarto

na zona de Kydganj, em Allahabad.

Ele costumava lutar pelos direitos das pessoas da sua comunidade.

Era um bom jornalista, com muito potencial.

Ele tentava ajudar toda a gente

o melhor que podia.

Nunca teve rivalidades nem conflitos com ninguém.

Naquela altura, no nosso bairro,

as operações de mineração ilegais estavam a aumentar.

Escreveu um artigo acutilante sobre isso.

SAQUE DESENFREADO EM PLENO DIA

Em breve, a mineração ilegal acabou.

FRAUDE NAS LICENÇAS DE MINERAÇÃO

A máfia da mineração estava irritada com ele.

Dheerendra visitava o escritório no jornal regularmente.

Foi lá na noite de 13 de dezembro.

Disse aos colegas que ia à sua aldeia

e não iria trabalhar no dia seguinte.

A mulher dele estava grávida.

Ele queria levá-la para ser examinada em Allahabad.

Dois dos nossos tios moravam mesmo ao lado de Dheerendra.

Ele informou-os antes de ir para a aldeia.

Diz-se que se ofereceu para levar mensagens para casa.

BAIRI

Depois saiu de lá a 14 de dezembro de 2000.

14 DE DEZEMBRO DE 2000

Dheerendra só contactou no dia 15.

O meu tio, que trabalha nos correios, chegou a casa no dia 16.

Quando perguntámos, disse que Dheerendra tinha partido há dois dias.

Ele até tinha dito aos colegas repórteres que regressaria no dia 15,

mas não apareceu.

Tentaram ligar-lhe,

mas tinha o telefone desligado.

Com o passar do tempo, fiquei ansioso.

Receava que Dheerendra tivesse tido algum percalço.

Numa grande cidade como Allahabad,

quando o Kumbh Mela é organizado,

a administração entra em alerta máximo porque vem gente de todo o mundo.

Então, o desaparecimento de um jornalista num ambiente destes era coisa séria.

Mesmo muito séria.

Em Uttar Pradesh, a propagação e a extensão da criminalidade

sempre foi um tópico de discussão.

Falando unicamente de casos de homicídio,

de acordo com os dados da NCRB,

entre 1993 e 2018,

o Uttar Pradesh foi o número um da nação.

REPÓRTER DESAPARECE EM CIRCUNSTÂNCIAS MISTERIOSAS

REPÓRTER DO AAJ DESAPARECE

Por essa altura, falei com PK Tiwari, o superintendente-chefe da polícia.

Ele disse-me que estava ao corrente e que a polícia estava a agir.

Como o incidente tinha sido participado na esquadra de Kydganj,

ele chamou o SN Tripathi, o oficial da esquadra de Kydganj,

e pediu-lhe que investigasse o assunto a fundo.

Em 2000,

eu era o OE de Kydganj.

INVESTIGADOR

O oficial da esquadra.

O superintendente percebeu que era a minha jurisdição.

Ele mandou-me ir lá.

Apresentou-me aos jornalistas

e pediu-me para investigar o assunto.

Como investigador responsável,

estudei atentamente o quarto dele.

Procurava algo que indicasse para onde ele tinha ido.

Até falei com as pessoas à volta.

O irmão tinha-me dito que ele tinha um telemóvel.

E o carregador do telemóvel continuava na tomada.

Pensei que já tinham passado dois dias e que, se ele fosse para fora,

teria levado o carregador.

Entretanto, o seu colega repórter, Satyendra Singh Chauhan,

ajudou a obter os detalhes das chamadas do telemóvel de Dheerendra.

Foi quando o relatório chegou.

Obtivemos os dados das chamadas

e alguns números.

A investigação adicional revelou que falara

com uma antiga legisladora daquele número.

Havia um número de telefone fixo para o qual falara durante cinco minutos.

E um número de informações ferroviárias. Só estes três números.

Um número de telemóvel pode ter uma morada falsa, mas não um número fixo.

Liguei para aquele número fixo.

Liguei do número da minha esquadra.

A pessoa do outro lado disse que se chamava Phoolan Devi

e que era membro do conselho distrital.

A morada que ela deu era perto do lago Ramsagar.

Foi onde ela disse que vivia.

Perguntei ao irmão de Dheerendra, que estava lá,

de quem era aquele número?

Ele respondeu logo que era de uma mulher da aldeia dele.

E que ela era membro do conselho distrital e que o marido…

… se chamava Raja Kolander.

Quando o número foi rastreado até ao nome de Raja Kolander,

o meu tio disse ao SN Tripathi

que ele estava no caminho certo.

Ao que ele perguntou ao meu tio porque é que achava isso.

O meu tio explicou que,

apesar de ter 20 hectares de terras agrícolas

e de trabalhar a tempo inteiro,

não tinha dinheiro para compra uma mota.

Enquanto um funcionário de grau 4 tinha um Tata Sumo, um Jeep Commander

e uma mota.

A televisão e os gravadores VHS eram a grande moda na altura.

E este homem tinha isso tudo

e viajava de Naini para Allahabad com muita frequência.

Tinha de estar a fazer algo ilegal.

Pensei logo numa coisa.

Se fizeram uma chamada para este número do telemóvel de Dheerendra,

ou ela sabia onde Dheerendra estava,

ou o que estava a ser discutido ou quem tinha agora o telemóvel dele.

E quem tinha o telemóvel sabia de certeza onde estava Dheerendra.

Em primeiro lugar,

pedi a Veerendra que fosse a casa dela, já que a conhecia.

Eu segui-o de perto.

Lá, conhecemos Phoolan Devi.

Perguntei-lhe se Dheerendra a visitara.

Ela respondeu: "Não, irmão", com o seu sotaque rústico.

Até então, o oficial SN Tripathi

tinha estado na rua, lá fora.

Viu um Tata Sumo a aproximar-se, vindo da estrada de Naini.

À época, os SUV Sumo eram raros, e este tinha uma cor única.

Os brancos eram os mais comuns na altura.

Isto chamou-me a atenção.

Não nos conhecíamos um ao outro.

Eu estava fardado.

Mandei parar o veículo.

O veículo tinha uma placa de "Membro do Conselho Distrital" na frente.

Perguntei-lhe que relação tinha com o membro do conselho distrital.

Ele respondeu: "Sou o marido dela."

Por muito experiente que um criminoso seja,

os criminosos gaguejam quando confrontados com a polícia.

Uma pessoa inocente falaria normalmente.

O SN Tripathi perguntou-lhe:

"Já o vi antes.

O seu nome é…"

Ele disse: "Ram Niranjan".

E o Tripathi: "Não há outro?"

Depois perguntou: "É Raja Kolander?" e ele assentiu.

Era tão ambicioso que mudou o nome para Raja Kolander.

Raja Kolander era um empregado de grau quatro

no Departamento Civil

do Arsenal Central, em Chheoki.

E também tinha uma quinta de porcos.

Raja Kolander nunca se envolvia em discussões.

Parecia simples, mal falava e era reservado.

Era do círculo de Shankargarh,

onde houve eleições para o conselho distrital.

Era um círculo eleitoral reservado.

Por isso, mudou o nome da mulher de Gomati Devi para Phoolan Devi.

Todos conheciam a ladra Phoolan Devi.

Phoolan Devi tornou-se então legisladora do Partido Samajwadi.

Ele queria que a mulher fosse famosa, como Phoolan Devi.

Então, mudou o nome da mulher de Gomati Devi para Phoolan Devi

e fê-la concorrer às eleições para o conselho distrital, que ganhou.

Basicamente, Kolander disputou as eleições em nome dela.

MEMBRO DO CONSELHO DISTRITAL

A polícia prendeu-o.

O cunhado, Vakshraj, também ia no carro.

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