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NETFLIX APRESENTA
Põe na casa um ar festivo
Ramos verdes a brilhar
Ergue a taça, faz um brinde
Lembra canções de Natal
Véspera de Natal em Londres!
Quem lhe consegue resistir?
Eu adoro o Natal
Eu adoro o Natal
É a minha altura preferida do ano
É encantador Ver flocos de neve ao nosso redor
E ouvir as crianças a espalhar Versos alegres aprendidos
É música para os meus ouvidos
Toca flautas e trompetes
Canta um coro de harmonia
Esquece o tempo já passado
Jovens de qualquer idade
Os sinos da igreja tocam E as pessoas cantam
Canções de Natais passados
Memórias que nos deixam emocionados
O riso e o amor Fazem-me recordar com fervor
Porque adoro o Natal
Os sinos estão a tocar As pessoas têm vontade de se juntar
As crianças começam a fantasiar
Ao imaginar o Pai Natal E o seu trenó sem igual
Na sua viagem imaginária Que os faz sonhar
Os sinos da igreja tocam E as pessoas cantam
Canções de Natais passados
Memórias que nos deixam emocionados
O riso e o amor Fazem-me recordar com fervor
Porque adoro
O Natal!
Sim!
Põe na casa um ar festivo
Ramos verdes a brilhar
Kathy, a moeda!
- Depressa, Tim. Apanha-a! - Não.
Não a vejo.
Ei, mau-feitio!
Vê lá onde pões os pés, seu desajeitado.
Desculpe, Sr. Scrooge. Não sabia que era o senhor.
Linda menina.
Prudence, não lambas o rapaz.
Não sabes onde ele andou.
Scrooge.
Vamos, Prudence.
Adeus.
Tio?
Tio Ebenezer, é o senhor?
Foi por um triz.
Tio, é o senhor! Eu sabia!
Feliz Natal!
E onde está ela? Onde está a senhora mais distinta de Londres?
Prudence, minha menina.
Estás cada vez mais bonita.
O tio Scrooge cuida bem de ti?
Não tens saudades do Jacob Marley?
Ia agora ao seu escritório. Foi uma sorte cruzarmo-nos.
Bom, Harry, nós fazemos a nossa própria sorte.
Por isso, a culpa deste encontro é apenas minha.
Acabou o tempo, Jenkins.
À NOSSA FELICIDADE
Linda menina. Sim!
Isso mesmo.
Sim. Linda menina.
- Quer fazer um donativo? - Para ajudar os pobres?
- Só para terem um Natal feliz. - Ou talvez um pouco mais.
MUITO OBRIGADA
- Têm licença para atuar aqui? - Não sabia que era preciso. Sabias?
Não. Nós não sabíamos que era preciso.
Bom, agora já sabem.
Arrumem os trompetes ou chamo a polícia…
… para vos prender, deixando-me em paz.
Boa continuação, senhoras.
Scrooge.
Mal-educado!
Tio!
Excelente!
Aqui têm.
Obrigada, senhor. É tão generoso.
É tão generoso. Muito obrigada, senhor.
Ora essa.
Quem não seria caridoso no Natal?
Boa pergunta!
Tio! Espere por nós.
Eu tinha o seu dinheiro ontem, Sr. Scrooge.
Mas a minha mãe adoeceu e tive de chamar um médico.
Mais uma história fascinante, Jenkins. Mas eu sei uma melhor.
Era uma vez um senhor chamado Tom Jenkins, você,
que me devia, ao Ebenezer Scrooge, 25 libras.
O Jenkins pagou o dinheiro que devia e o Scrooge viveu feliz para sempre.
Fim.
Vá lá, Sr. Scrooge. Eu não tenho o dinheiro agora.
Mas consigo arranjá-lo em três ou quatro dias.
Cinco dias. Uma semana. Vá lá. Afinal, é Natal.
Mais alto.
Mais depressa.
Ele toca mal.
É Natal? A sério? Não sabia. Isso muda tudo.
Muito bem, no espírito festivo, Sr. Tom Jenkins,
tem até ao dia 26 para me pagar.
Tem mais dois dias. O que acha?
Dois dias é melhor do que nada.
Muito obrigado, Sr. Scrooge. É muito caridoso.
- O Pai Natal não se compara a si. - Sem dúvida.
Vejamos.
Tendo em conta o transtorno e os dois dias extra,
digamos que me deve mais 25 libras?
- Isso dá… - 50 libras.
É um número redondo, não concorda?
Bom, 30 também é um número redondo.
Tem razão, tal como 60.
Dito dessa forma, 50 soa bastante melhor.
Dois dias, Jenkins, e eu voltarei
Para receber as minhas 50 libras
As melhoras para a sua mãe.
E, Tom,
feliz Natal.
50 libras. Dois dias.
Cuidado.
Feliz Natal!
Scrooge.
Sr. Jenkins, faz entregas?
Sr. Jenkins?
MARLEY E SCROOGE BANCO PRIVADO E USURÁRIO
ESPETÁCULO DE NATAL COM LOTTIE MILLIGAN
Tretas!
Para a esquerda. Direita. Esquerda de novo.
Para cima. Não. Cima.
Esquerda. A outra esquerda.
Aí, perfeito. És um artista, Mickey.
Um artista receberia mais do que um péni para afixar mil posters, Beryl.
Vocês aí. Sim, vocês.
- O que acham que estão a fazer? - Quem, nós?
Somos crianças sem-abrigo a tentar encontrar o nosso lugar no mundo.
Depressa. Fujam!
Feliz Natal!
Crianças de um raio.
Sr. Scrooge! Céus.
Viva, senhor. Tenho de lhe dizer uma coisa.
Essa tinta vai ser deduzida no teu ordenado.
O quê? A tinta? A tinta. Claro, senhor.
Trabalha, Cratchit.
- Se não for inconveniente. - Mas…
- Não quero ser incomodado. - Sim.
Já atingi o meu limite de pessoas para um dia.
- Ganhámos! - Como é que…
- A Prudence conhece um atalho, certo? - Muito bem. Vamos lá despachar isto.
Como é mesmo?
Já sei, a pergunta:
"Tio, janta comigo amanhã, na consoada?"
A resposta:
"Não, Harry. Não vou jantar.
O Natal é uma treta. Odeio-o e tudo o que representa."
A mesma resposta e pergunta de todos os anos.
Não tenho tempo para estar alegre. O meu sócio morreu, mas estou ocupado.
O Jacob Marley morreu faz hoje, exatamente, sete anos
e apenas me deixou trabalho.
Certo. E a ti também.
Vá lá, tio. Eu e a Hela adorávamos recebê-lo.
A Hela? Quem é a Hela?
A minha esposa Hela.
Ela ficou triste por não ter ido ao casamento
e quer muito conhecê-lo.
Venha visitar-nos logo. Vamos celebrar a época com alguns amigos.
Adeus, Harry.
Tio, sou o seu único familiar. Porque tem de ser assim?
Acho que a mãe ficaria desiludida por passarmos os Natais separados.
Harry, a vida está repleta de desilusões.
Uma dessas desilusões aconteceu num glorioso Dia de Natal
quando tu chegaste a este mundo.
O mesmo Dia de Natal em que a tua mãe,
a minha querida irmã, o deixou.
Não vou jantar com vocês na consoada nem celebrarei esta maldita época.
Vai-te embora, por favor, antes que diga algo de que te arrependas.
Scrooge.
O meu convite mantém-se. É sempre bem-vindo.
- Adeus. - Feliz Natal, Prudence!
- Bob. - Feliz Natal, senhor!
Desculpe, senhor. São quase seis.
Seis horas.
Pode pagar-me, por favor?
Cratchit…
Só serves para me chatear.
Sim.
Cinco, dez, quinze xelins.
- Obrigado, senhor. - Tiro cinco.
Mas deve-me 15.
Tirei os cinco que me deves.
- De quê, senhor? - Da tinta.
E da folga que insistes ter amanhã.
Bom, senhor, é Natal.
Sim. Toda a gente me tem dito isso.
Isto não chega. A minha família, os meus filhos…
- O meu filho precisa de medicação. - Tens filhos? Claro que tens.
Cratchit, vivemos em tempos difíceis. E eu tenho grandes encargos financeiros.
Devo aumentá-los sustentando toda a tua família?
Scrooge.
- Parece-te justo? - Não, senhor.
Não é mesmo. Agora, podes ir-te embora.
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