Defendor

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Zveřejněno: 2023-01-18
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Prvních 200 řádků.

Arthur?

- Arthur. - Olá.

A pensar na pergunta?

- É japonesa? - Não.

Mieko Tatsuri é japonesa.

Quem é Mieko Tatsuri?

É a líder do Blowback.

O pai é ninja e a mãe é alienígena do Sector Gama.

Muito bem. Eu sou coreana. Da Terra.

Isso vai sair no teste?

- Não há teste nenhum. - Achei que...

Achei que estava a ser testado.

Não. Isto é uma avaliação, Arthur. É diferente de um teste.

Podemos voltar à pergunta?

Porque atacou o Sr. Debrofkowitz?

Debrofkowitz. Debrofkowitz. Debrofkowitz. Debrofkowitz. Debrofkowitz?

Destruiu a lavandaria dele.

Isso é confidencial.

Adaptação Pt-Pt: Deejaypt

Atenção, térmitas. É hora do extermínio.

Temos algumas possibilidades.

Um: os polícias desta cidade são incompetentes.

Dois: não têm muitos recursos, o que é bem provável.

E três: são corruptos.

Como surgiu o apelido da cidade, "Hammer"?

Que tal um pouco de música?

- Eu gosto deste tipo. - Claro que sim. É um parvo.

Vais trabalhar para isto ou vais pagar?

- O que é isto? - Um presente. Tens que desembrulhar.

Para mim não dá, querida.

Bem, comigo não há nada se não usares.

Com quem achas que estás a falar?

O que foi isso?

O que foi isso? Aonde vais?

Lembra-te dos dias da recolha do lixo.

Pára! Estás a magoar-me o braço.

Ossos do ofício, querida.

- Pára, Dooney! Acalma-te. - Vamos.

Vamos com calma. Não te apresses.

- É isso que eu quero. - Está bem, calma!

- É o que eu quero. - Está bem.

Devagar. Com calma. Isso.

Ei, houve um mal-entendido.

Saia do carro.

Amigo, essa deixa é minha.

Chuck Dooney, dos Narcóticos.

- Que merdas és tu? - O teu pior pesadelo.

Vamos desaparece. Rapidinho.

Estragaste tudo.

- Quero o Capitão Indústria. - Quem?

Não sei de quem falas, imbecil.

Resposta errada.

Aqui está, meu bem.

É só um intervalo. Vou voltar para o trabalho.

A todas as patrulhas. Homem branco, 1,80 m, veste uma malha preta com enfeites prata.

Procurado por 245A.

Ataque a polícia com arma. - Aqui está.

- Obrigado. Cuidado ao detê-lo.

- Companheiro? - Com leite e açúcar, Mikey.

Mãos ao ar, agora mesmo! Largue o café...

Rápido. Atrás da cabeça, anda!

- É essa a câmara? - É, manda a imagem para a cassete vídeo.

- É assunto do Dooney. - Ele vai apresentar queixa?

Não. Disse que queria fazer à moda antiga.

- Claro que sim. - Polícias idiotas.

- Nome? - Não me disse nada.

Capitão, esse tipo é muito estranho.

Disse que quer tréguas.

- É um vigilante? - Não, é um super-herói.

Diz que se chama Defendor.

Com D-O-R no fim, capitão. Defendor.

E fica fulo se escrever o nome mal. É muito estranho.

- Comissário, isto é uma afronta. - É, claro que sim.

Acalme-se e sente-se, por favor.

O meu avô esteve nas trincheiras da Primeira Grande Guerra.

Lembro-me dele me mostrar um desses.

O seu avô era da infantaria?

Era sim.

Provavelmente está no seu descanso eterno, não?

Há vinte...

Vinte e seis anos.

Queria saber se o seu avô e o meu

se encontraram lá em cima.

- Como se chamava? - Henry Poppington.

Não ficava surpreendido.

Você tem uma arma resistente.

Tem o sangue de mil alemães.

Tem o sangue de um agente secreto também?

Atacou um dos meus homens com isto?

Não.

Quando você infringe a lei, torna-se bandido.

Quando infringe a lei com um distintivo, é um bandido de distintivo.

Não ataco polícias.

Mas bandidos? A história é outra.

Parece um homem de grande integridade.

Os grandes homens conhecem-se pelo nome.

Roger Fairbanks.

Arthur Poppington.

Belo trabalho, senhor. Parecia o Columbo.

Pesquisa Arthur Poppington no sistema, a ver o que aparece.

Confisca o cassetete, e devolve os berlindes

e as outras coisas e deixa-o ir embora.

Muito bem, aqui estão os berlindes. Não se meta noutra encrenca.

As encrencas encontram-me sempre. O meu cassetete?

Esqueça.

Vá embora e durma um bocado, Defendor.

SALA DE INTERROGATÓRIO

Há pelo menos oito formas de fugir daqui. Vou usar a porta da frente.

Acho que foi mal compreendido a maior parte da vida.

E, neste altura, mais gente...

Tudo bem, sente-se.

Lembra-se do que falávamos?

Garanto uma coisa, Arthur: o que disser aqui

será ouvido apenas pelo juíz. E por mim, é claro.

- Sigilo total? - Total.

A sério, quando vou para casa, passo por alguns bairros.

Vejo umas meninas. Não devem ter mais de 16 anos.

Acham que brinco? Não estou a brincar.

Somos a Tailândia? Se vamos tolerar isso, é melhor publicitá-lo.

"Venha a Hammer e coma as nossas crianças."

Pelo menos atraímos os turistas.

Vamos chamar os peritos e ver o que se pode fazer.

Linha três, pode falar. - Você devia ter vergonha

de sugerir a exploração das pobres miúdas. É nojento.

Senhora, isso chama-se sarcasmo.

Alô? Tudo bem, desligou. Próximo ouvinte, está no ar.

PERIGO INFLAMÁVEL

SOMENTE PESSOAL AUTORIZADO Porta do Defendor

Cão do Defendor

- Desgraçado! - Ei, meu! Só estou a falar.

- Caramba! - Saiam daqui agora!

- Só te estou a provocar. - Vou matar-te, Dooney!

Precisas melhorar o humor, Cliff.

Calma aí, calma!

O que estás a fazer com a nossa parede?

Ei, vem cá.

Alguém chame a polícia!

Socorro, polícia!

Estamos fartos de gente como tu destruir as nossas paredes.

Por que não se mete com alguém do seu tamanho?

Rapazes, este é...

É o atrasado de que falei.

Achei que tinha sido preso.

Porque não solta o rapaz?

Quem escreve as tuas falas? O Super Homem?

Não. Eu mesmo.

Sabes uma coisa? Precisas de um escritor fantasma.

- Alguém com talento. - Não.

Você precisa de um escritor fantasma.

Porque é isso que vai ser depois de eu o pulverizar.

- O que é isso? - Um frasco.

- É suposto fazer o quê? - Muito pouco.

Só que contém um enxame de vespas zangadas.

Apanhem o atrasado!

Vamos! Acende as luzes, Cão! As luzes!

As luzes, Cão. As luzes!

As luzes! As luzes! Mandei acender!

Quem quer ser o primeiro? Muito bem.

Por que não eu?

... o meu cotovelo.

Fay! Vamos lá!

Só um segundo. Quero despedir-me.

Ei, Arthur.

Seu fedorento.

Olá.

Acorda.

Precisas de te levantar. Vamos.

Vou embora uns tempos. Ganhar dinheiro.

Vamos. Consegues. Muito bem. Consegues.

Isso mesmo.

Quando voltas?

Em breve, pequenino. O avô vai tratar de ti.

São só uns meses.

Muito bem. Vem cá. Já és crescido.

- O que vês lá fora? - A lua.

Onde quer que eu esteja, é só olhar para a lua.

É sempre a mesma lua que vemos.

Mãe? Mãe?

Claro. O que quiseres que eu seja. Mas não é caridade. Precisas de dinheiro.

É só olhares para a lua, pequenino.

- É lá que vou estar. - Vamos, gata.

Queres que seja tua mãe, é?

Vamos para tua casa. Isso mesmo. Muito bem.

Que lugar é este?

Uma base secreta.

Moras aqui? Altamente.

Sabes, criaste-me um problema no outro dia.

Um problema... Quem é você?

- Angel. - Angel?

"Vamos desaparece. Rapidinho." Lembras-te? Era eu, génio.

Estragaste tudo naquela noite.

O que faz?

Isto? É uma pequena jóia. Queres experimentar?

É como remédio. Vais sentir-te muito bem. Toma.

Isso é mau.

Foi a tua mãe que disse?

Ela morreu. Chamava-se Fay.

Lamento.

Há outra maneira de te fazer sentir bem. Estás pronto?

Pronto para quê?

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