Prvních 200 řádků.
Arthur?
- Arthur. - Olá.
A pensar na pergunta?
- É japonesa? - Não.
Mieko Tatsuri é japonesa.
Quem é Mieko Tatsuri?
É a líder do Blowback.
O pai é ninja e a mãe é alienígena do Sector Gama.
Muito bem. Eu sou coreana. Da Terra.
Isso vai sair no teste?
- Não há teste nenhum. - Achei que...
Achei que estava a ser testado.
Não. Isto é uma avaliação, Arthur. É diferente de um teste.
Podemos voltar à pergunta?
Porque atacou o Sr. Debrofkowitz?
Debrofkowitz. Debrofkowitz. Debrofkowitz. Debrofkowitz. Debrofkowitz?
Destruiu a lavandaria dele.
Isso é confidencial.
Adaptação Pt-Pt: Deejaypt
Atenção, térmitas. É hora do extermínio.
Temos algumas possibilidades.
Um: os polícias desta cidade são incompetentes.
Dois: não têm muitos recursos, o que é bem provável.
E três: são corruptos.
Como surgiu o apelido da cidade, "Hammer"?
Que tal um pouco de música?
- Eu gosto deste tipo. - Claro que sim. É um parvo.
Vais trabalhar para isto ou vais pagar?
- O que é isto? - Um presente. Tens que desembrulhar.
Para mim não dá, querida.
Bem, comigo não há nada se não usares.
Com quem achas que estás a falar?
O que foi isso?
O que foi isso? Aonde vais?
Lembra-te dos dias da recolha do lixo.
Pára! Estás a magoar-me o braço.
Ossos do ofício, querida.
- Pára, Dooney! Acalma-te. - Vamos.
Vamos com calma. Não te apresses.
- É isso que eu quero. - Está bem, calma!
- É o que eu quero. - Está bem.
Devagar. Com calma. Isso.
Ei, houve um mal-entendido.
Saia do carro.
Amigo, essa deixa é minha.
Chuck Dooney, dos Narcóticos.
- Que merdas és tu? - O teu pior pesadelo.
Vamos desaparece. Rapidinho.
Estragaste tudo.
- Quero o Capitão Indústria. - Quem?
Não sei de quem falas, imbecil.
Resposta errada.
Aqui está, meu bem.
É só um intervalo. Vou voltar para o trabalho.
A todas as patrulhas. Homem branco, 1,80 m, veste uma malha preta com enfeites prata.
Procurado por 245A.
Ataque a polícia com arma. - Aqui está.
- Obrigado. Cuidado ao detê-lo.
- Companheiro? - Com leite e açúcar, Mikey.
Mãos ao ar, agora mesmo! Largue o café...
Rápido. Atrás da cabeça, anda!
- É essa a câmara? - É, manda a imagem para a cassete vídeo.
- É assunto do Dooney. - Ele vai apresentar queixa?
Não. Disse que queria fazer à moda antiga.
- Claro que sim. - Polícias idiotas.
- Nome? - Não me disse nada.
Capitão, esse tipo é muito estranho.
Disse que quer tréguas.
- É um vigilante? - Não, é um super-herói.
Diz que se chama Defendor.
Com D-O-R no fim, capitão. Defendor.
E fica fulo se escrever o nome mal. É muito estranho.
- Comissário, isto é uma afronta. - É, claro que sim.
Acalme-se e sente-se, por favor.
O meu avô esteve nas trincheiras da Primeira Grande Guerra.
Lembro-me dele me mostrar um desses.
O seu avô era da infantaria?
Era sim.
Provavelmente está no seu descanso eterno, não?
Há vinte...
Vinte e seis anos.
Queria saber se o seu avô e o meu
se encontraram lá em cima.
- Como se chamava? - Henry Poppington.
Não ficava surpreendido.
Você tem uma arma resistente.
Tem o sangue de mil alemães.
Tem o sangue de um agente secreto também?
Atacou um dos meus homens com isto?
Não.
Quando você infringe a lei, torna-se bandido.
Quando infringe a lei com um distintivo, é um bandido de distintivo.
Não ataco polícias.
Mas bandidos? A história é outra.
Parece um homem de grande integridade.
Os grandes homens conhecem-se pelo nome.
Roger Fairbanks.
Arthur Poppington.
Belo trabalho, senhor. Parecia o Columbo.
Pesquisa Arthur Poppington no sistema, a ver o que aparece.
Confisca o cassetete, e devolve os berlindes
e as outras coisas e deixa-o ir embora.
Muito bem, aqui estão os berlindes. Não se meta noutra encrenca.
As encrencas encontram-me sempre. O meu cassetete?
Esqueça.
Vá embora e durma um bocado, Defendor.
SALA DE INTERROGATÓRIO
Há pelo menos oito formas de fugir daqui. Vou usar a porta da frente.
Acho que foi mal compreendido a maior parte da vida.
E, neste altura, mais gente...
Tudo bem, sente-se.
Lembra-se do que falávamos?
Garanto uma coisa, Arthur: o que disser aqui
será ouvido apenas pelo juíz. E por mim, é claro.
- Sigilo total? - Total.
A sério, quando vou para casa, passo por alguns bairros.
Vejo umas meninas. Não devem ter mais de 16 anos.
Acham que brinco? Não estou a brincar.
Somos a Tailândia? Se vamos tolerar isso, é melhor publicitá-lo.
"Venha a Hammer e coma as nossas crianças."
Pelo menos atraímos os turistas.
Vamos chamar os peritos e ver o que se pode fazer.
Linha três, pode falar. - Você devia ter vergonha
de sugerir a exploração das pobres miúdas. É nojento.
Senhora, isso chama-se sarcasmo.
Alô? Tudo bem, desligou. Próximo ouvinte, está no ar.
PERIGO INFLAMÁVEL
SOMENTE PESSOAL AUTORIZADO Porta do Defendor
Cão do Defendor
- Desgraçado! - Ei, meu! Só estou a falar.
- Caramba! - Saiam daqui agora!
- Só te estou a provocar. - Vou matar-te, Dooney!
Precisas melhorar o humor, Cliff.
Calma aí, calma!
O que estás a fazer com a nossa parede?
Ei, vem cá.
Alguém chame a polícia!
Socorro, polícia!
Estamos fartos de gente como tu destruir as nossas paredes.
Por que não se mete com alguém do seu tamanho?
Rapazes, este é...
É o atrasado de que falei.
Achei que tinha sido preso.
Porque não solta o rapaz?
Quem escreve as tuas falas? O Super Homem?
Não. Eu mesmo.
Sabes uma coisa? Precisas de um escritor fantasma.
- Alguém com talento. - Não.
Você precisa de um escritor fantasma.
Porque é isso que vai ser depois de eu o pulverizar.
- O que é isso? - Um frasco.
- É suposto fazer o quê? - Muito pouco.
Só que contém um enxame de vespas zangadas.
Apanhem o atrasado!
Vamos! Acende as luzes, Cão! As luzes!
As luzes, Cão. As luzes!
As luzes! As luzes! Mandei acender!
Quem quer ser o primeiro? Muito bem.
Por que não eu?
... o meu cotovelo.
Fay! Vamos lá!
Só um segundo. Quero despedir-me.
Ei, Arthur.
Seu fedorento.
Olá.
Acorda.
Precisas de te levantar. Vamos.
Vou embora uns tempos. Ganhar dinheiro.
Vamos. Consegues. Muito bem. Consegues.
Isso mesmo.
Quando voltas?
Em breve, pequenino. O avô vai tratar de ti.
São só uns meses.
Muito bem. Vem cá. Já és crescido.
- O que vês lá fora? - A lua.
Onde quer que eu esteja, é só olhar para a lua.
É sempre a mesma lua que vemos.
Mãe? Mãe?
Claro. O que quiseres que eu seja. Mas não é caridade. Precisas de dinheiro.
É só olhares para a lua, pequenino.
- É lá que vou estar. - Vamos, gata.
Queres que seja tua mãe, é?
Vamos para tua casa. Isso mesmo. Muito bem.
Que lugar é este?
Uma base secreta.
Moras aqui? Altamente.
Sabes, criaste-me um problema no outro dia.
Um problema... Quem é você?
- Angel. - Angel?
"Vamos desaparece. Rapidinho." Lembras-te? Era eu, génio.
Estragaste tudo naquela noite.
O que faz?
Isto? É uma pequena jóia. Queres experimentar?
É como remédio. Vais sentir-te muito bem. Toma.
Isso é mau.
Foi a tua mãe que disse?
Ela morreu. Chamava-se Fay.
Lamento.
Há outra maneira de te fazer sentir bem. Estás pronto?
Pronto para quê?
No comments yet. Be the first to leave one.