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Este programa contém cenas que podem ser inapropriadas.
Aconselha-se a discrição do espectador.
Você tem cinco segundos para me mostrar.
Não posso, entendeu?
Admita o que fez ao meu filho.
-Por favor, abaixe a arma. -Quatro.
Deixe minha mãe fora disso.
-Três. -Tudo bem.
Tá bom. Fui eu. Machuquei o Clay na caminhonete dele.
Foi sem querer,
-e sinto muito. -Mostre-me!
Não sei como!
-Por favor! Abaixe a arma. -Dois.
Socorro.
Porra.
Que bagunça você deixou para mim.
Aposto que tem muitas perguntas.
Onde está minha mãe?
O que você fez?
Não deveria perguntar a si mesma?
Cadê o resto dele?
Eu não...
Não deixou o cara inteiro. Onde está? Em Reston?
Não pretendia ferir ninguém.
É claro que pretendia.
Não, foi um acidente. Aconteceu.
Me passe aquilo.
Me passe a pá. Anda. Não temos muito tempo.
Preciso de minha mãe. Não consigo...
Merda, agora não. Espere. Calma. Feche o punho.
-Quero minha mãe. -Feche o punho. Calma.
Feche.
Feche o punho!
Respire.
Abra, feche e repita.
Respire.
Não fará bem à sua mãe se continuar sumindo.
Venha.
Sou eu. Tenho outra limpeza.
Espere!
Espere!
Por favor.
Mãe?
Mãe?
Mãe?
Mãe?
Por favor.
Droga. Tudo bem.
Vamos achar ajuda, tudo bem?
Ela está fria.
Use todo o seu peso.
O hospital fica para lá.
Foda-se.
Como assim?
O que você está fazendo?
Ajudando você.
Bill apareceu transtornado em sua casa, certo?
Ameaçando você e sua mãe.
Ele estava armado. Falando um monte de merda.
Nada disso fez sentido.
Por que você? Por que sua mãe?
É o que vão querer saber.
Ele achou que eu feri Clay.
O filho dele.
Não ache que foi por sua causa.
Bill perdeu o emprego, a casa. O filho mais velho dele sequestrou sua mãe.
Pensou ter culpa, queria te machucar,
você não sabe por quê. Mas não precisa saber o motivo.
Como sabe disso tudo?
Ele atirou nela,
a jogou no carro, te forçou a entrar.
Você não sabia o que ele iria fazer com vocês.
Estava com medo. Apavorada com o que este homem podia fazer.
Acho que consegue falar isso.
Implorou para Bill te levar ao hospital.
"Bill, me leve ao hospital." Mas ele negou.
E, então...
Ficou sem combustível.
O quê?
Espere! Não.
Não, não pode fazer isto.
Não faça isto.
Não pode nos deixar aqui.
Bill abandonou vocês na caminhonete, entrou na floresta.
Provavelmente tentando chegar na fronteira do Canadá.
Ele tem histórico de traficar drogas por lá, então faz sentido.
Não me importa se faz sentido! Minha mãe pode morrer!
-Se apresse, então. -Por favor.
Tem um posto a menos de um quilômetro.
Fique calma.
-Confirme o que contei. -Por favor.
Não tem que saber todas as respostas, mas precisa parecer convincente.
-Mas... -Te encontro em breve.
Certo. Merda.
Tudo bem.
Ei!
Ei!
Certo.
Aguente firme...
Aguente firme, certo?
Droga.
Agora não.
Porra!
Minha mãe levou um tiro.
Coloquei duas cerejas.
Está doendo?
Não.
-Eu deveria ter feito algo. -Você viu como ele estava.
Não teria mudado nada.
Como estão as batatas?
Encharcadas.
Lamento por não ter podido se despedir.
Mãe, sinceramente, eu não importo.
-Despedida nem sempre é... -A melhor coisa.
Sim. Eu entendi.
Quero que seja feliz.
Você sabe, não é?
Não é? Que bom.
Estão contratando aqui. Perguntei só pra saber.
Talvez eu pudesse ficar como garçonete até surgir algo melhor.
Disse que iríamos pra um lugar mais quente desta vez.
Pois é, mas...
O calor é superestimado e nosso carro quebrou aqui.
Talvez seja o destino. Já pensou nisso?
Pensei que nosso carro é um lixo.
E aquele cara do boliche?
Ele era legal. Thomas?
Ele era legal.
Era meio gatinho.
-Mãe, eu... -Henry, não estou dizendo isso.
Eu só... Ele tem uma filha da sua idade
e achei que talvez
vocês poderiam ser amigas.
Por favor.
Não importa para onde formos,
contanto que estejamos juntas.
Não é o que sempre falamos?
É o que você sempre diz.
É o suficiente.
Você vai adorar aqui, Henry.
Sinto isso.
Relaxe sua mão, querida, ou vai atrapalhar a leitura.
Não importa.
O que foi?
Isto não...
-Calma. -...importa, porra.
Acalme-se.
Quem liga para a minha pressão? Quem se importa?
É procedimento padrão.
O que acha que isso vai fazer? Me ajudar?
Você não me conhece.
Não sabe o que posso fazer. Nem minha mãe sabia.
-Onde está minha mãe? -Henry.
Podemos conversar?
Deixe comigo.
Ela ainda está em cirurgia.
Você está bem?
Por que está aqui?
Desculpe, Henry. Queria ter estado lá...
Já falei com os outros policiais.
-Eu sei. -E já contei tudo, então eu...
Quer se sentar?
Olha, não posso mudar o que aconteceu,
mas saiba que vou encontrá-lo.
Vou cuidar para que Bill nunca mais te faça mal.
Mas para isso, preciso entender melhor o que houve,
se você ajudar. Ou esperamos a sua mãe...
Pode ser agora.
Certo.
Estou tentando ver sentido nisto.
Sua casa fica aqui.
E o carro do Bill com sua mãe foi encontrado aqui.
Você disse aos outros policiais que você estava no carro com sua mãe.
Mas o Yolk fica a quase cinco quilômetros do outro lado da cidade,
então, como você chegou lá?
Não sei.
Não sei. Eu...
Eu não estava no carro com ela durante todo o tempo.
Certo.
Não sabia o que ele iria fazer ou onde iria nos levar,
então, quis ficar com minha mãe para cuidar dela. Mas...
Eu pulei.
Pulei do carro e corri para o meio da floresta.
E a deixei.
Corri por um bom tempo, acho.
Não parecia ser tanto tempo, mas acho que foi.
Então, avistei o restaurante, e eles disseram que
alguém a encontrou, viu o carro e parou para ajudá-la.
E eu a deixei por nada.
Você fez tudo o que pôde.
Henry.
Não é culpa sua.
Você precisa realmente se ligar, Jenna.
Não tem nada mais importante que esta festa.
Sei que tem, mas dane-se. Você entendeu.
Enfim, Keith Harrison foi aceito antecipadamente na USC.
-Sério? -Sim, ele é herdeiro,
então não há muito mérito.
E Lincoln High, que bosta, mas dane-se.
Ele vai dar uma festa cabulosa para comemorar.
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