Prvních 200 řádků.
- Ouve, antes de sairmos, só quero... - Calada até à marinha e agora fala.
Não sabia o que dizer.
Obrigada por me ires buscar e por conduzires.
Pensei para mim: "Shane, é bom que apareças."
Mas revelaste que eu era agente da CIA
ao meu namorado quando estavas bêbada.
- Meu Deus! Isso foi tão mau. - E há a situação da Megan.
Honestamente, estou indeciso quanto à nossa amizade.
Mas acho que não mereces ser incriminada por homicídio.
Ouve, não estou a falar...
...porque toda a minha família...
Bem, o que resta dela implodiu de repente como uma estrela a morrer
e agora voltei a este pesadelo, mas magoar-te é a pior parte.
Agradeço o teu pedido de desculpa.
- Está bem? - Obrigada.
Vamos.
- O que foi? - Investiguei um bocado.
Investiguei bastante e descobri que todos que morreram
tiveram contacto com o Will, o alvo que foi morto em Berlim.
Certo. É o Benjamin que me diz para onde ir.
O Sr. Berry lutou para ser responsável por si.
É o moço de recados do Benjamin.
Às vezes, apetece-me pegar fogo a isto.
Achas que ele lutou para eu ser um ativo
para me poder incriminar disto tudo?
Para construir um caso marado contra mim?
Porque mataria eu estas pessoas? Qual seria o meu motivo?
Honestamente, não faço ideia.
O Max localizou o número de registo, que raio é uma carreira?
Carreiras são estacionamentos para barcos.
Está bem. Então...
Espera, é este! É este!
É o mesmo número de registo do View-Master.
O que foi?
Não, não!
Não toques em nada.
Meu Deus!
Meu Deus, conheço aquele tipo.
É o tipo do olho branco.
Trabalha com o Benjamin, vi-o em Berlim.
- Espera, ele esteve em Berlim? - Sim!
O que estás a fazer?
Tenho de chamar a polícia. Isto é um local de crime.
Os corpos estão em rigor mortis, foram mortos nas últimas seis horas.
Mas talvez haja aqui algum tipo de vigilância que nos ajude
a perceber o que aconteceu. - Não, ouve.
A CIA está no título 50 do Código dos Estados Unidos.
Isso é seguir pessoas com drones,
caçar espias norte-coreanas em companhias aéreas.
Não é isto. Isto é para a polícia.
- Está bem? - Está bem.
Entendo que estejas com medo,
mas temos de lidar com isto corretamente.
Agora não se trata de ti.
O Shane tem razão.
Porque não nos preocupamos com os outros?
Eu preocupo. Estou a tentar travar isto tudo.
Só te preocupas contigo. "Meu Deus, estão a tentar incriminar-me!"
Não te calas com isso.
Não, eu posso travar isto, garantir que mais ninguém morre.
Não é uma pena? Eles estão mortos porque és tão idiota
que não consegues descodificar umas pistas num View-Master?
Meu Deus! Eles estão mortos por minha causa?
- Estão, não estão? É culpa minha? - Não, não, Cassie!
- Cassie, não. - Meu Deus.
Porra.
É a minha outra luva vermelha, é a minha luva de Berlim.
O Benjamin encontrou a outra em Echo Park.
- É minha! Meu Deus! - Não, não toques em nada!
Pousa a luva.
Gabinete da Dot Karlson.
É a Cassie Bowden, é uma emergência. Pode passar à Dot?
Muito bem. Ela está numa reunião.
É urgente, fala a Cassie Bowden. Por favor, passe à Dot.
Infelizmente, a Sra. Karlson está a falar com vários colegas de Langley.
- Mas posso passar ao Sr. Berry. - Não.
Não, obrigada. Diga-lhe só para me ligar.
Porra.
Devias ter um casaco mais quente.
Olá, Sra. Briscoe.
Estou impressionado por nos ter evitado tanto tempo.
Mas aqui está. A ver o seu filho Eli.
Apanha sempre este autocarro depois do trabalho.
Anda muito triste desde que saiu da natação.
É uma pena.
Eu cá achava que ele tinha muito talento na piscina.
Como sabe isso tudo?
Os seus interesses são os meus interesses.
Seria trágico eu ter de dar aos meus superiores a agenda dele.
Por isso, virá comigo e entregará as pens que tem.
Não podemos correr o risco de conteúdo localizável
expor toda a nossa rede aqui nos EUA.
Toda a rede?
Um clube exclusivo de pessoas como a senhora que ajuda o meu país.
É fácil de entrar.
Mas não tem política de saída.
Está bem.
Está bem, pronto.
Se eu lhe der tudo, isto acaba?
Dou-lhe tudo o que tenho, está bem?
Todo o tipo de provas que podem ser usadas contra si.
Por favor, só lhe peço que deixe o meu filho fora disto.
O melhor que posso fazer é "logo vemos".
Está no saco.
Céus! Jesus.
Meu Deus!
Pronto.
Meu Deus, Cassie! Olá!
- Jenny. O que fazes aqui? - Quero um furo para o meu podcast,
ouvi que houve um homicídio no meu rádio da polícia.
O código é 187.
O rádio foi um bocado caro, mas valeu mesmo a pena.
E posso sempre deduzi-lo.
Adiante, ouvi a chamada e alinho sempre numa aventura.
- O meu namorado diz sempre... - Pronto, não. Para.
Ouve.
Ouve, hoje morreram pessoas a sério.
E estás sorridente e feliz e a falar de aventuras e clickbait,
mas isso é errado.
Desejo-te uma recuperação muito feliz,
mas tens de tentar perceber o que se passa aqui.
Está bem, eu estou aqui e estou a levar isto a sério, Cassie.
Pronto, tudo bem. Podes só afastar-te de mim?
- Podemos fazer isso? Consegues? - Não sabia que ias estar aqui.
Se não queres falar comigo, tudo bem.
Mas não mandas em locais de crime que nem sequer te envolvem.
Tens razão. Desculpa, não esperava ver-te.
Não contava com isto.
Estás a dar-me um sermão. Outra vez.
E eu admirava-te muito. Queria aprender contigo e ser como tu,
mas tu só apareces e és condescendente comigo.
Espera.
O que fazes tu aqui?
Queres atender?
E depois apareceu a Jenny estranha,
foi para falar no podcast dos cadáveres,
por isso viemos embora.
Levaste o Shane para a tua aventura de homicídios náuticos misteriosos.
Sem ofensa, mas é sensato levar colegas numa aventura assim?
Ele é mais do que hospedeiro. Não é bem...
Cassie! Não, não.
Ele é da CIA. É agente da CIA.
- Estás a gozar comigo? - A sério?
Desculpa, não digo a mais ninguém. Prometo.
Para de fazer promessas que não consegues cumprir.
- Desculpa. - Podemos trabalhar?
- Onde está o View-Master? - Está aqui, toma.
Isto não é assustador.
Lamento que não seja assustador que chegue para ti.
Eis o que estou a pensar. Devias sentar-te, Cassie.
- Vá lá, diz-me. - Está bem.
Todos os que morreram foram associados ao Will
e cada foto marcava o local em que iam ser mortos.
- Quantos slides restam? - Um.
Certo. Só te vão conseguir incriminar se estiveres morta, Cassie.
Acho que o último slide é onde a dupla pensa matar-te.
É uma ótima altura para atender esta chamada.
Ela vai para a casa de banho,
é onde tudo o que é importante e secreto acontece nesta casa.
- Megan? - Ouve, Cassie.
Tenho um norte-coreano na mala e estou em fuga,
preciso da tua ajuda.
Porque é que tens um norte-coreano na mala?
Ia pô-lo onde?
Vi o telemóvel dele
e tinha informações sobre mim dadas pelo Hak,
o tipo que nós esfaqueámos na Islândia.
Não há nenhum "nós". A Miranda é que o esfaqueou.
O importante é que tinham uma longa conversa sobre mim.
E também foram avisados
acerca de um certo agente da CIA que andava atrás de mim.
O nome dele era Shane Evans.
Em Reiquiavique, disseste que o Shane tinha falado sobre o Hak.
Preciso que me digas, e por favor diz-me a verdade,
que o Shane te seguiu até à Islândia porque estava atrás de mim.
Não tive culpa. Ele já sabia da Islândia.
Está bem.
Preciso mesmo que tu...
Não sei.
Marca uma reunião com o Shane, tenho provas para trocar.
- Megan, ele não é... - Cassie! A minha vida está em crise.
Desculpa. Por favor, por mim. Fala com o Shane.
Porque estou a ir agora para Newark e...
Meu Deus!
- Sim? - Minha senhora, precisa de ajuda?
Não, não.
Estou bem, mas é muito simpática. Obrigada, senhora agente.
Então, sabe que é ilegal conduzir ou estacionar
na berma da estrada em Nova Jérsia?
A sério?
Não, não fazia... Vou arrancar, está bem?
Minha senhora, espere.
Posso ver a carta e os documentos, por favor?
Claro.
Sabe uma coisa?
Eu nunca teria encostado se soubesse que era ilegal.
Desculpe.
Parece que não encontro a carta, devo tê-la deixado em casa.
Peço imensa desculpa.
- Vou precisar que saia da viatura. - Está bem.
No comments yet. Be the first to leave one.