Die ersten 184 Zeilen.
Quatro-um-um, o bebê já vai sair.
Prontas?
Quatro-um-um, o bebê já vai sair.
É simples.
Se tiver uma contração a cada quatro minutos
e a dor durar um minuto inteiro, por um período de uma hora,
parabéns, você está pronta para o parto.
Quatro-um-um se quiser passar a vida toda na sala de parto.
Acreditem.
Esperem até sentir muita dor. Muita mesmo.
Aí, esperem mais três horas.
- É, tipo, três-três-três. - Dois-cinco-cinco.
Um-um-um, tenha seu filho e pronto.
Simples.
O que minhas grandes amigas e demonstradoras querem dizer...
É verdade que o nariz incha?
Em uma a cada três mulheres.
Você não é profissional.
Meus mamilos voltarão ao normal?
De jeito nenhum. Vão ficar maiores e mais ásperos, mas mais sensíveis.
Não anote isso. Certo.
Uma curiosidade.
Duas a cada três mulheres caga durante o parto.
- Não é essa merda que preocupa. - Caramba.
- Não? - Não.
Fazer cocô alguns dias depois do parto será a morte.
Vai ser enorme.
Tipo um bloco de cimento.
Se eu não tivesse puxado o meu, ele ainda estaria lá.
- Como? Puxado? - Sim.
Tive que arrancá-lo como um passarinho querendo comer um mamão.
Mas calma, vão sobreviver.
O seu casamento, porém,
nem tanto.
Um desses caras vai trair.
É matemática.
Aposto nele.
Estou de olho.
CONTEÚDO ORIGINAL NETFLIX
- Você as assustou. - Tinha que ser dito.
Elas precisam saber que é possível o marido
estar comendo a babá há um ano,
levando-a a degustações de vinho e chamando-a de "Estrela do Norte". Porra.
Certo. Beleza. Calma.
- Desculpe. - Caramba.
- Aceite meu conselho. - Não vou matá-lo, Anne.
Tudo bem. Faça o certo, então.
Mas uma paradinha na loja de ferragens...
- Lá vamos nós. - Compre um tonel industrial,
- encha de cal... - Pare de pesquisar como matar alguém.
Tudo bem.
Amo você.
POR QUE SE PREOCUPAR
Bem-vindas.
Sabe que não precisa sair da minha casa, né?
Já é hora. Apesar de amar dividir o banheiro com Alice,
preciso poder cagar sem ela gritar "descarga" pra mim.
Faz sentido.
- Vamos sentir sua falta. - Eu também.
Que bonito.
Não é?
Acho que vou decorar como um dormitório, com velas, fotos.
Talvez uma meia na porta pra saberem que estou na ativa.
Mesmo na sua condição?
Nem tanto.
Mas meus hormônios têm me tocado feito um demônio.
Desculpem me meter.
Tenho uma entrega.
Charlie, que saudades de você.
- Vou te ajudar. - Tudo bem, é só uma cólica.
Trouxe gelo pras suas costas
e...
não sei se teve desejo de tortas de framboesa, mas...
- Ótimo, obrigada. Tchau. - Calma.
Charlie!
Vai ser divertido. Venha ver seu quarto.
Boa noite!
Está começando a parecer uma empresa.
Dá pra ter uma empresa sem clientes?
Temos um cliente.
Me diga que tem alguém pro cargo de assistente.
Ele é jovem e não tem experiência.
- Mas tem uma boa referência. - De quem?
- Richard. - Certo.
- Que também é pai dele. - Entendi. Mais alguma coisa?
Sim, temos contas acumuladas.
É, eu sei. Primeiro o assistente, tá?
Aí arrumamos mais clientes e pagamos as contas.
Espero que ele esteja trabalhando lá em cima.
De todos os filmes de Velozes e Furiosos,
acho que o oitavo retrata melhor a família.
É disso que quero fazer parte.
Uma família, como a sua empresa.
Certo.
Olá.
Como estão?
Tem um filho e tanto, Richard.
Eu sei.
Certo, veja bem.
Ele é jovem, esforçado, dê uma chance a ele.
Não vai se arrepender.
Se se arrepender, pode demiti-lo.
Pai. É brincadeira.
Não é.
O quê?
Não sei o que é isso.
Não posso ser babá da sua agenda.
Está atrasada pro seu próximo compromisso: buscar seu filho na creche.
Oi, Richard.
Rosie.
- Forrest, está contratado. - Sério?
Sim, vamos ver no que dá.
É um teste.
Não decepcione, hein?
Caramba.
Meu Deus, está andando assim agora?
A gravidez não foi feita pro público mesmo, né?
Desculpe.
Minha bolsa estourou e estou com um absorvente noturno.
Sua bolsa estourou e me ligou.
É, não quero ficar sozinha.
- E faz tempo que não como. - Talvez isso não seja ruim.
Mãe.
O médico disse que ganhei o peso ideal.
Eleanor?
Minha nossa. Oi, Barry.
Estávamos falando de você, Eleanor.
Este é meu filho, Adam.
Prazer.
Kate, se lembra do Barry, seu consultor financeiro
e o filho solteiro dele?
O quê? Nós dois somos agora.
Nossa. Duas jovens solteiras, dois jovens solteiros.
- Que coincidência. - O que está rolando?
- Podemos sentar? - Na verdade...
Claro. Sentem-se.
- Está grávida. - É.
Grávidas são tão lindas.
- É mesmo? - O brilho, a silhueta.
O cheiro.
Cavalo dado não se olha os dentes, Kate.
Senhores, me desculpem.
A bolsa dela estourou.
Que incrível.
- Aperte minha mão. - Não, estou bem.
Só preciso prestar atenção no tempo.
Como era? Quatro-quatro-quatro, bebê no chão.
Não sei. Vamos ao hospital?
Porra.
Eu levo vocês.
Você... Não. Mãe, vamos.
Não quer ajuda pra ir até o carro?
- Sai pra lá, cara. - Tudo bem.
- Bizarro demais. - Vamos.
Caramba.
Mãe.
Estou com medo.
Querida.
- Não seja boba, com o tempo... - Certo.
Vai perder peso.
Sai daqui!
Obrigada. Este é o quarto de Kate?
Ótimo.
- Kate. - Meu Deus.
Não sei o que estava pensando. Não consigo fazer isso sozinha.
Eu sou o quê? O fantasma do hospital? Estou aqui.
Estou aqui e não vou sair.
Está sendo bem mais rápido dessa vez.
Eu sei. É a parte boa do segundo filho.
- Sei. - Isso.
- Acha que pode fazer força? - Não.
Que tal deixá-lo aí dentro?
Não, não podemos fazer isso.
- Você consegue. - Certo.
- Isso. - Certo, faça força.
Vai ver seu bebê logo. Quem diria?
Certo. Força!
Isso, você consegue.
Isso, vai conseguir.
Força!
KIT DE OVULAÇÃO
Tenho que ir.
- Aonde? - Noite dos caras.
Não me espere, tá?
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