Οι πρώτες 200 γραμμές.
E agora?
A Naz Holding vai nos destruir.
Irmão…
se eles realmente nos arruinarem…
Se eles realmente nos arruinarem…
você não terá mais estas coisas.
Aproveite enquanto pode.
O que foi?
Aslı.
Ela nos convidou para o show de lançamento.
Vamos pela última vez antes de morrer.
- Veremos. - Pode me confirmar. Eu vou.
Com acompanhante.
Acompanhante?
- Bom dia. - Bom dia, Arda.
Como vai?
Tudo bem. Algum problema?
Não.
Aslı Ziya fará um show de lançamento do novo álbum dela.
- Um pequeno evento. - O que quer que a gente faça?
Nós, você e eu,
deveríamos ir.
Você gosta dela?
Claro, mas…
Tudo bem, vamos. Quando?
- Amanhã. - Certo.
Certo, eu te levo.
É que isso não tem nada a ver com finanças.
Não tem nada a ver com finanças.
Tem algo a ver com você.
Se puder enxergar essa conexão também…
- Quando disse que era? - O show? Amanhã.
Mas fora isso, quando e como quiser.
Vamos beber gin.
Vamos.
O que você fez?
Dei a casa a eles.
Olhei pro documento o dia todo. Finalmente, assinei e enviei.
Sério?
Foi melhor assim.
Era tóxico.
Eu estava enlouquecendo.
Eu precisava me salvar.
O que está acontecendo? Diga.
Não, eu concordo. Tem razão.
Você deve se escolher. Devemos nos concentrar em nós mesmas.
Que não deixemos ninguém nos destruir.
Escolha você mesma, irmã.
Escolha você mesma.
Calma, estou indo! Não que eu ainda tenha vizinhos por aqui.
A vaca da Öykü está ligando.
O quê? Me dê. Vou atender e acabar com ela.
Eu atendo. Talvez ela faça uma oração agora que me matou.
"Fiz helva, venha aqui."
Mulher, atenda!
Alô?
Öykü, querida, como vai? Estou bem.
Estou trocando o almoço pela janta.
- O quê? - O que foi?
O que está dizendo?
- Quem é? - Coloque no viva-voz.
Quem?
- Coloque no viva-voz! - Tudo bem, se você diz.
Certo.
O quê?
Me deixe pensar e te aviso, está bem?
Tudo bem, querida. Até logo.
O quê?
Ela disse que vai conseguir o empréstimo.
E que fará nos termos que eu quiser.
Que diabos? Como?
Alguém pediu um favor.
- Quem? - Não sei. Ela não disse.
Talvez um dos amigos do meu pai?
Será que foi o tio Erden?
Provavelmente.
Talvez.
- Eu a chamei de vaca, mas… - Ela mereceu.
Ela não teria feito isso
se ninguém tivesse interferido.
Ela vai pensar.
Ela não aceitou de cara.
O senhor ouviu.
Falei para ela fazer o plano de pagamento, mas…
Entendi.
Ela não disse que sim.
- Quer um café? - Sim.
Dois cafés, por favor.
O que fará?
A família Naz tem um plano de cinco anos pro Egeu Interior.
É o que parece.
Estão adquirindo terras para turbinas eólicas.
Já sabemos disso.
Vamos comprá-las.
Trácia e as terras de Kırklareli.
Para fazer o quê?
Bloquearemos o caminho deles, Mahir.
Está louco, cara?
Jogando dinheiro em terras inúteis?
De que serve a Trácia ou o Egeu Interior?
Não é bom para nós.
É ruim para o Engin.
Entendi. Vamos intimidá-los e atacá-los. Adora fazer isso.
Não vamos deixar passar.
O medo funciona bem na guerra ativa.
Vamos pressioná-los. Se assustam facilmente.
Um dia, eles terão medo até de beber isto.
Não temos medo de recomeçar do zero.
Estamos acostumados.
Sinceramente, não vou mentir.
Já me acostumei com a vida boa.
O que eu faria sem carne de qualidade, frutos do mar e bebidas finas?
É zoeira, cara.
E o barco e a mansão?
Tudo resolvido. Vamos nos mudar pra mansão.
- Ela nos deu a casa? - Sim.
Bom para nós.
Pelo menos acabou.
E aí?
Vamos lá.
O que houve?
Vamos nos mudar para a mansão.
E a Nihal?
Nihal parece não aproveitar as oportunidades.
Demos uma oportunidade,
mas ela assinou o papel e cortou relações conosco.
Como você está?
Eu?
Sempre estou bem.
- Por que pergunta? - Esquece.
Bem-vindo, Sr. Gökhan.
Vim sem avisar.
Sem problemas.
Nihal pediu que eu entregasse isto.
Desenhado à mão, muito valioso.
Claro. Poderíamos ter mandado alguém.
Eu quis vir.
Não fique aí parado. Vou pegar algo para o senhor.
Está com fome?
Não costumo comer a essa hora. Depois de uma certa idade…
Qual é o problema da sua idade? O que seria "certa idade"?
É muita gentileza.
Mas eu tenho 47 anos.
Fique à vontade para dizer: "Não parece." Porque preciso ouvir isso.
Acho que parece.
Está claro que está no seu auge.
Obrigada.
Vamos nos sentar.
Por favor.
Tem canela. A receita é minha.
- Adorei. - O que aconteceu com seu punho?
Lesão esportiva. Nada sério.
Foi uma partida de tênis acirrada.
Joga tênis?
Que legal.
Todo ano, digo que vou começar. As mulheres do clube jogam.
E se divertem muito.
Mas nunca cumpri a promessa.
Talvez não tenha achado o treinador certo.
Posso te ensinar.
Não precisa. Por que faria isso?
Mas obrigada.
Posso interromper um pouco?
Claro, sente-se.
- O que está incomodando você? - Eu?
Nada. Só queria conversar um pouco.
Você entrou em uma guerra.
- Nós entramos, é verdade. - Osman.
Ouça.
Você nos trouxe aqui dizendo: "Podemos perder tudo."
"Recomeçar faz parte de quem somos."
Mas isso é demais…
Devemos viver com medo?
Aceitar que somos…
inferiores e pequenos. É isso?
Talvez seja normal ter um pouco de medo.
Eu estou com medo.
Queríamos a mansão. E conseguimos.
Mas o berço de ouro declarou guerra contra nós.
Acho que não veio aqui para dizer isso.
Pense por que veio até aqui.
Caramba…
É, tem uma coisa.
Tenho uma pergunta, mas não ria. Seus irmãos zombariam de mim.
Pareço uma tia?
Sabe como são as tias.
Calorosas e carinhosas.
O quê?
Vejo uma pessoa maravilhosa, uma linda mulher.
Não é tão carinhosa, não é uma tia velha e meiga.
Ótimo.
- Devo fazer tênis? - Se tiver músculos para isso.
Seu idiota.
- Vamos achar um treinador? - Não, acho que encontrei um.
Vou dizer algo, mas não fique bravo.
Você mudou.
Não sei se isso é bom ou ruim, mas é um fato.
Tenha isso em mente.
LANÇAMENTO DO ÁLBUM EM DOIS DIAS. SE VOCÊ QUISER IR…
LIDO ENTREGUE
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