Las primeras 200 líneas.
"SMITH E JONES"
Acordou cedo!
- O que foi? - É um pesadelo!
O papai não escuta. A mamãe está louca.
Martha, isso é sério. Você precisa impedi- lo.
- Como vou fazer isso? - Diga que não pode trazê- la!
É o Leo. Eu ligo de volta.
Se eles começarem a brigar, diga que eu nem quero festa.
Não pedi uma.
- Podiam me dar o dinheiro. - Por que eu? Diga você!
É a mamãe. Eu ligo de volta.
Seu pai pode se fazer de bobo em particular,
mas é aniversário do Leo, todo mundo vai estar lá,
e a família inteira vai parecer ridícula.
Mãe, é uma festa! O papai vai levar a namorada.
É o papai. Eu ligo de volta.
Martha? Diga para a sua mãe...
O Leo é meu filho.
Eu estou pagando por metade da festa.
Posso levar quem eu quiser!
Como vai ser para a mamãe você estar lá com Annalise?
Qual é o problema da Annalise?
É a Martha? Diga oi! Oi, Martha! Oi!
Oi, Annalise!
Um beijão! Muito amor! Vejo você na festa!
Vamos fazer compras, garotão.
Assim!
Está vendo?
Cuidado, cara!
Eu estava bem hoje de manhã,
aí acordei e fiquei tonta de novo.
Pior do que quando eu cheguei.
O pulso está meio fraco.
O que os melhores do país têm a sugerir?
Ideias, Morgenstern?
A tontura pode ser sinal de diabetes precoce...
Não é precoce. Desculpe, srtª Finnegan.
Mais ideias? Swales?
- Posso pedir uma tomografia... - Gastar todo nosso dinheiro.
- Jones? - Podemos tirar sangue
e procurar pela síndrome de Ménière.
Ou podemos perguntar à paciente.
O que comeu no jantar ontem?
Comi salada.
- E na noite anterior? - Salada também.
Salada todos os dias por uma semana.
Ao contrário das minhas instruções.
Deficiência de sal, é só isso.
O sal, simples e honesto.
O próprio Hipócrates falou sobre as virtudes do sal.
Ele recomendava inalar vapor da água do mar.
Mas, se ele tivesse os meus alunos,
seu juramento seria mais interessante.
Sr. Smith, bom dia. Como está hoje?
Nada mau. Ainda meio estranho.
John Smith, internado ontem com fortes dores abdominais.
Jones, veja o que descobre. Me impressione.
Não foi muito esperto ficar correndo lá fora.
- Como é? - Na rua, hoje de manhã.
Veio até mim e tirou a gravata.
Sério? Por que eu fiz isso?
- Não sei, mas você fez. - Eu não.
Eu estava aqui. Pergunte às enfermeiras.
Que estranho... Parecia você.
Você tem um irmão?
Não tenho mais. Sou só eu.
O tempo está passando, e eu estou ficando mais fraco.
Desculpe.
Certo...
Tenho pena das gerações futuras. Não consegue achar o coração?
Não sei.
Dor de estômago?
Isso é um sintoma, não é um diagnóstico.
Você fracassou nas técnicas básicas
por não consultar a ficha do paciente.
Aconteceu comigo hoje.
- E comigo, na porta. - Comigo, no elevador.
É esperado. Vem vindo uma tempestade,
e os relâmpagos são eletricidade estática,
como foi provado por...
- Quem sabe? - Benjamin Franklin.
Correto.
Meu amigo Ben... Um dia e tanto!
Cortei o dedo na pipa e me molhei!
- Certo... - E fui eletrocutado!
Vamos em frente.
Acho que devemos marcar uma visita psiquiátrica.
Em seguida, temos...
Não, escute! Eu tenho um plano.
Diga para a Annalise que o bufê será cheio de carboidratos.
- Ela não vai aparecer. - Leve isso a sério!
Ela gasta nossa herança em bronzeamento artificial!
Não estou longe. Vamos nos ver e pensar em um plano.
Neste tempo? Não vou sair com essa chuva.
Não está chovendo aqui.
Que estranho!
Estou vendo chover em cima de você,
mas aqui está seco.
- Você deu sorte. - Não...
Parece um desenho animado. Uma nuvem na cabeça.
Já sei o que vamos fazer.
Diga para o papai e a Annalise chegarem às 19h30,
e o Leo também, para fazermos as coisas de aniversário.
Dizemos para a mamãe chegar às 21h,
assim terei tempo de falar com a Annalise...
O que foi?
- A chuva. - É só chuva.
Martha... Você viu a chuva?
- Qual o problema da chuva? - Está indo para cima.
Está chovendo para cima.
O que diabos foi isso?
Você está bem?
Acho que sim.
Parecia um terremoto!
Martha?
Está de noite.
Estava na hora do almoço.
- Não é noite. - Tem que ser.
Está escuro!
- Estamos na Lua! - Não pode ser!
Estamos na Lua!
Na droga da Lua!
Desculpe, senhorita, não...
Meu Deus!
Martha! Martha, está me ouvindo?
Martha?
Alguém me ajude! Alguém me ajude!
- Você viu... - Desculpe, não posso!
Voltem para a cama!
É uma emergência! Vamos dar um jeito.
Não se preocupem.
É de verdade!
É de verdade mesmo!
- Espere... - Não!
Vamos perder o ar!
Mas não são herméticas!
Se o ar fosse sair, teria saído na mesma hora.
- Como isso é possível? - Ótima pergunta!
Brilhante. Qual é o seu nome?
Martha.
Jones, certo?
Martha Jones, como estamos respirando?
- Não podemos estar! - Mas estamos. Não perca tempo.
- Tem uma varanda nesse andar? - Tem, perto da sala de espera.
Quer sair?
Tudo bem.
Podemos morrer.
Talvez não.
Muito bem! Vamos.
Ela não. Ela nos atrasaria.
Temos ar.
- Como isso funciona? - Agradeça por funcionar.
Eu tenho uma festa hoje.
É aniversário do meu irmão.
Minha mãe vai ficar muito... Muito...
Você está bem?
- Estou. - Tem certeza?
- Tenho. - Quer entrar?
De jeito nenhum.
Podemos morrer a qualquer momento,
mas é lindo.
- Você acha? - Todo mundo quer ir à Lua!
Aqui estamos nós.
À luz da Terra.
O que acha que aconteceu?
O que você acha?
Extraterrestres. Tem que ser.
Há alguns anos, isso pareceria loucura,
mas hoje em dia,
com a nave que bateu no Big Ben,
no Natal...
Os Cybermen...
Eu tinha uma prima. Adeola.
Ela trabalhava em Canary Wharf.
Não voltou para casa.
Sinto muito.
Pois é.
Eu estava lá.
Na batalha.
Eu prometo, sr. Smith, vamos encontrar uma saída.
Se viemos para a Lua,
podemos voltar de algum jeito.
Meu nome não é Smith. Não é de verdade.
E quem é você?
- Sou o Doutor. - Eu também, se passar na prova.
Então é dr. Smith?
- Só Doutor. - Como assim, só Doutor?
Só... O Doutor.
- Chamam você de "O Doutor"? - Isso.
Bem, eu não.
Para mim, você precisa conquistar esse título.
É melhor eu começar. Vamos dar uma olhada.
Deve ter algum tipo...
...de campo de força.
Está segurando o ar.
Se é como uma bolha, então só temos esse ar.
- O que acontece quando acabar? - Quantas pessoas tem no hospital?
Não sei. Umas mil?
Mil pessoas... Sufocando!
Por que alguém faria isso?
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