Signé Furax

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Publicado el: 2026-06-15
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Las primeras 200 líneas.

Eles me prenderam de novo!

Eles me prenderam de novo!

Mas eu vou sair dessa!

Ninguém me dá uma pancada de pelúcia, hein?

Eu sou o rei da fuga, é!

Viva os direitos do homem e do cidadão!

Pois bem, pai, vamos nos encontrar uma última vez!

Soltem-me!

Ele perdeu a cabeça!

Você aí! Em nome da lei, saiam!

Mas para tirá-lo de lá, é preciso entrar. Não temos as chaves. Quem as tem?

As chaves estão com o doutor Léon, o homeo... o homeo... o homeo... o escalogo.

Desculpem-me por ter aberto eu mesmo a porta, apesar das conveniências,

mas a minha criada tomava isso pelo tom de piano, então...

Mas o que... então? Em todo caso, posso assegurar-lhes que

que essa coisa aí não faz parte do monumento.

E isso...

Gesso!

- Ah é? Levemente adocicado? - Para dar gosto, mas é gesso!

Esses romanos eram mesmo fortes.

Mas então, o verdadeiro obelisco desapareceu!

Vocês estão com medo?

E... e isso...

O que são estes hieróglifos? Está bem imitado, mas não são verdadeiros.

- Mas o que mais? - Foram acrescentados!

O que isso quer dizer?

Ergue-me, ergue-me!

Assinado Furax.

- O quê? - Assinado Furax.

- Assinado Furax? - Furax? É preciso avisar imediatamente a DDT!

Assinado... Furax!

Assinado Furax Legendas por BuStEl, 2026.

- Têm a senha? - Não.

Não, está bem.

Vamos agir imediatamente com a província, os departamentos ultramarinos,

os nossos agentes no estrangeiro, as embaixadas, a CIA...

Ao ponto a que chegaram, mas e se transformássemos a Estátua da Liberdade deles em chiclete?

- Fiat! - Chefe?

Abram um dossiê obelisco e chamem-me Alexandre.

- Ah sim, Sr. Alexandre. - O nosso agente Alexandre!

- Três vezes idiota! - Estou a procurar a informação,

chamo todos os nossos agentes, todos os nossos agentes...

- Estou a procurar a informação... - Ponham os óculos,

elas mostram-vos muito bem, eu vos asseguro.

Alô, 652? 26408 BHV 1028? Não desligue. Pronto, chefe.

Alexandre! Não me falem dessa idiota e da porcaria dela!

85128, e mais depressa que isso! Senão, é um 42 no 88!

Chefe, por ali, a estátua de Joana d'Arc no Vieux-Marché,

é de poliestireno expandido, e está assinado Furax.

Furax!

Ergam-no.

Oh, o senhor tem sempre a palavra certa, Sr. Fouvraud.

- Chamem-me Jérôme. - Ah sim, Jérôme.

Inspetor Jérôme, Beaubois de Mulle.

Quero que ele me encontre já a lista de todos os monumentos da França.

O Arco do Triunfo de Orange explodiu. Era de Beaudruche.

E está assinado Furax!

Substitui o granito eterno por gesso, assinado Furax!

Beaubourg desapareceu. Não foi substituído.

Rouba o património cultural nacional, assinado Furax!

Furax!

Deixa o Rocheron tratar disso.

Regista-se que uma bola de borracha lançada por

uma garotinha furou o olho direito do Leão de Belfort.

Isto é demencial! Incrível! Impossível!

E isto não vai ficar assim, menina Fiot. Ah, mas não!

- Não! - Conhece-me?

- Eu conheço-o. - Eu não me deixo.

- Que pena. - Eu os teria!

Ah, sim, você os terá.

- Então, faça-me um favor. - Ah sim, Sr. Fouvraud.

Não repitam tudo o que eu digo.

Não. Não repetirei tudo o que você diz.

- Telefone. - Telefone.

Oh, ele me mata. Mas fez-me bem.

Bem, Sr. Lobélisque, era um detalhe.

Mas isso acaba de se repetir. Um pouco por todo o lado, Sr. Presidente.

Joana d'Arc, Boubourg.

Sim, Sr. Presidente.

Sim, Furax, o aventureiro lendário, o homem também sem crime e de mil rostos,

Furax volta a terrorizar a sociedade. Pensava-se erradamente que ele estava morto?

Sr. Ministro.

Devido aos acontecimentos que abalam a opinião pública,

pedi ao governo que tome todas as disposições úteis,

segundo as possibilidades ao seu alcance,

para que, sem fraqueza e com a máxima energia,

possa ser constituída uma comissão de estudo

que apresentará, dentro de um prazo tanto mais curto quanto mais curto for,

um projeto de lei relativo às medidas que ainda estão por determinar.

Se for caso disso, e com as reservas que se impõem,

o caso Furax será objeto da nossa atenção contínua.

Já os serviços competentes estão a trabalhar e de mãos dadas.

A DDT e a PJ... Querido, não te esqueças da consulta no dentista, eu amo-te.

A DDT e a PJ, dizia eu,

devolvem ao país, no respeito pelas tradições republicanas

de que sou o mais ardente defensor, a confiança com que vos peço que aceitem,

além da garantia da minha distinta consideração,

a expressão das minhas prementes saudações.

Não, senhor comissário, porque lhe digo que ele não está lá.

- Não, isso não é. - Não me diga isso uma vez.

Então, Fourreau, mão na mão?

- Comissário Secrate, o que o traz aqui? - Um táxi e Furax.

O caso diz respeito a mim. Houve uma violação da segurança do território.

Ando atrás de Furax há dez anos. O senhor está seguro. Eu, há apenas dez meses.

Furax volta.

Secrate chega.

Furax está morto.

Simplesmente desaparecido.

Usa-se o mito de Furax para desviar as suspeitas.

Você não conhece Furax. Ele é capaz de tudo.

E eu sou capaz de pô-lo para fora.

Senhor Fourreau, você é um asno.

Comissário Secrate, você é uma criança. Quer a minha mão na cara?

- O quê, você ousaria bater numa criança? - Naturalmente, já que sou um asno.

Que vença o melhor.

Que batom você usa?

Bicha!

- O que é isso? - Carinho de Arlène Tubarteyer.

Limpem-me.

Ali! Limpem!

O que aconteceu com Black & White?

- Eles deixaram Paris. - Já não são detetives em atividade.

Encontrem-nos. Virem o mundo do avesso, mas encontrem-nos.

Então, Black & White.

- Então? - Nada.

Nada nas estações, nos conventos, nas prisões, nas morgues, nas mãos, nos bolsos.

Idiota articulado! Larva medular! Incapaz de me encontrar um tipo em toda

a França, apesar de todos os meios de que disponho: A polícia, Le Canard enchaîné.

Os ficheiros do ministério. O arcebispado. Os informantes. Os bombeiros.

São tão burros que nem sequer encontrariam o próprio nome na lista telefônica.

- Oh, chefe! - O quê?

A lista telefônica. Procuramos em toda parte, menos na lista telefônica.

Valha-me Deus. Tive mais um golpe de génio.

Os senhores Black e White estão, por favor?

Não sei, senhor. Vou perguntar-lhes.

Senhor Black! Senhor White! Vocês estão aí?

Não!

Que bom vento os traz.

- Entrei numa tempestade. - Falem mais baixo.

Estamos cercando uma casa de saúde.

Meu alcoólatra arrependido.

Oh, as ervas daninhas.

Não riam.

As ervas sofrem dos mesmos males que os homens.

Sentimentos de insegurança, de isolamento, de educação negligenciada.

E elas ficam loucas, más ou selvagens.

- Cabe a nós trazê-las de volta ao bom caminho. - Ervas alcoólicas.

Heranças pesadas, elas cresceram nas vinhas.

E as brancas, atingidas pela geada, completamente congeladas. E aquelas?

Células sociais deploráveis. Cresciam num jardim abandonado.

- Senhores, sei que eles estão aí. - Sem dúvida.

É o dia.

Então, Fourreau. Ainda no meu caminho?

- Admiro o seu sangue-frio. - E eu, a sua audácia.

Vocês esquecem que ambos estamos ao serviço da ordem, meu caro.

- Vá para o diabo. - Longe demais.

E, além disso, tenho assuntos a tratar aqui.

Não se esqueça. Furax.

- Furax? - Sim. Furax voltou.

- Eu não volto. - Para voltar, é preciso antes ir.

É isso que acabei de lhe pedir. Ir.

Ajudar-me a provar a culpa de Furax no caso dos monumentos roubados.

Eu também lhe peço a sua ajuda. Há aí um mistério.

Estou convencido de que Furax não é o autor desses crimes.

- Então, quem? - Aí está o mistério.

Reflita. Mas dê-me a sua resposta, que tem de ser sim.

Furax morto. Usar-se-ia então a sua assinatura para desviar as suspeitas.

Pois.

Ridículo. Furax está vivo.

- Morto. - Vivo.

Vamos, senhores.

- O que achas, Black? - O mesmo que tu, White.

- De um lado. - Sim, mas do outro.

- Estamos bem aqui? - Mas ele precisa de nós.

É preciso sempre bater no irmão quando ele está quente.

Então, senhores.

Obrigado, senhores. Aceito a sua proposta.

- Juramos treinar até ao fim. - Combinado.

Mas não aqui. Venham.

- Perto do velho lagar de sidra. - É sempre lá que prestamos juramento.

O nosso velho lagar é muito bonito.

Assim, o nosso juramento tomará o nome do juramento do sumo de maçã.

- Perto do velho lagar de sidra. - É sempre lá que prestamos juramento.

É muito bonito, esse velho lagar.

Assim, o nosso juramento tomará o nome do juramento do sumo de maçã.

Juramos perseguir. Furax seria suscitado.

Não. Juramos antes perseguir o inimigo invisível

e unir as nossas forças para a vitória total.

Eu juro.

- Eu juro. - Nós juramos.

E venceremos porque somos os mais fracos.

- Depois de você. - Eu não, obrigado.

Não, vou-me embora. Não quero pisar o terreno da polícia judiciária.

Recuso-me a meter-me nos assuntos da DDT.

M. Fouvreau, M. Socrate e M. Black & White.

Ouçam-me bem, por favor.

Não tentem entravar a nossa ação.

Queiram considerar isto como um simples aviso.

Se ele estiver aí, adivinhem.

Precisam de mais uma prova?

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