Las primeras 200 líneas.
O jantar está servido Vamos, vamos.
Tem a bancada de biryani, Raja?
A fila está enorme. Vamos.
Vamos ao que viemos fazer?
- Com ou sem família? - Vou ver.
- Depressa. - Mãe?
Por que está chorando?
- Ele dança tão bem assim? - Oras!
Deveria ter se casado com ela.
O nó que deveria ter amarrado.
A dança que deveria fazer.
Essa dança?
Você só quer comer biryani.
Se eu me atrasar, não sobra nada.
Se você se esforçasse 10% da preocupação em comer
no fato que não acha uma noiva, fico grata.
Não posso fazer nada se me rejeitam.
Relaxe, Sra. Sujatha. Não se preocupe.
Em dois anos, estarão divorciadas
- e de volta ao mercado. - Calado.
Que boca-suja!
Só porque sua esposa fugiu, todas farão o mesmo?
Pare de dizer "fugiu", senhora.
Ela me deixou.
Sujatha, precisa ser otimista na vida.
Posso estar morto em dois anos.
Verei seu casamento em paz.
Como?
Pago parcelas altíssimas do empréstimo
para as suas despesas médicas.
Esse estresse está me deixando careca.
Você diz: "Vou morrer logo" como se fosse um hobby.
Está me irritando, pai.
E prega positividade
- como líder motivacional. - É.
- Não é isso. - O que, mãe?
Saio com essas moças por você.
Para ser sincero, até eu pagar tudo,
nem penso em casamento.
Se continuar esperando, vai perder a moça de quem gosta.
Pense nisso.
Vou pensar.
- Penso enquanto mastigo. - Vamos.
Vamos comer uma carninha!
Essa é de Mumbai.
Esta é de Déli.
Esta, Inglaterra. Bonita, né?
Pegue. Me encontre amanhã.
- Obrigado. - Corretor!
- Corretor? - Quê?
Sim, corretor Sundaram. De lixo.
Devolva nosso dinheiro.
Peça pro seu filho.
- Ela deu match com seu filho, né? - Sim.
São moças.
Não tomates ou batatas à venda na feira.
Você viu todos os matches da lista.
Por que nos chamou aqui?
Não faça alvoroço. Estraga meus negócios. Venha aqui.
Ali.
O homem de camisa azul e óculos?
- Ele é como você. - Como?
Ele é o pai da moça que rejeitou o rapaz se casando com a moça
que rejeitou o seu filho.
É confuso demais.
Ele é o pai da moça, né?
Pensei em arranjar esses dois.
Por isso pedi para virem.
Sentem-se e conversem. Vai dar certo.
Vão. Não estraguem tudo.
- Esta é Sujatha. - Se não rolar, já era.
Que mala!
Cara, vou ser sincero,
Priya só me deixou uma vez.
Toda vez que vejo sua mãe, ela me deixa dez vezes por dia.
Que azia, cara.
- Tudo bem. - Peça para ela ser ética.
- Vou falar com ela. - Duvido.
- Ei, saia. - Quem são essas senhoras?
Ei, senhora. Não tem educação?
Como? Não tenho.
Há cebola e cenoura ali. Vá pegar.
Essa Jasmine acha que educação é uma salada.
O que houve?
- Você é o gerente? - Sim.
Esqueça a salada. Está rolando briga.
E se o cordeiro acabou? Vamos.
Venha.
- Faz biryani assim? - Ela detonou o cara.
Primeiro, apareça.
Irmão, venha aqui.
Senhora, vou perder o emprego.
Você, de camisa verde.
- Eu? - Você, de camisa verde, venha.
- Um instante. Por favor... - Espere.
É convidado de quem?
- É o cara que a noiva rejeitou. - Espere.
Sou amigo da noiva.
Por que alguém vem a uma festa?
A uma festa?
Para comer um bom biryani.
Quem veio comer um biryani delicioso?
Levante a mão.
Viu?
Pessoas vão à festa só pelo biryani. E agora?
- Por favor... - Não tem jeito.
Quem é você? Isso é um biryani?
Está cru. Sem carne. Está frio.
Tem outra panela, mas...
Outra panela!
Ramya? Por que esse escândalo?
- Espere, mãe. Este é pra você. - Venha.
- Finalmente! - Rapaz, ande.
Sra. Jasmine? Voltou?
Sempre tem que chamar atenção, né?
Pare com isso.
Como pôde contar, mãe?
É só um presente. Cadê o tempo para comprar?
É só um sári, né?
Você me pediu? Pediu a minha permissão?
Quero meu sári.
Tudo isso é por sua causa.
Se não o tivesse rejeitado,
ele não estaria se casando. E não teríamos que dar presente.
Se quiser um sári, case-se.
A sua lógica é péssima, mãe.
Desde a infância,
desde pôr esmalte até viajar com as amigas,
você associa ao casamento.
- Só vou viver após o casório? - Sim.
- Só vou ser livre após o casório? - Sim.
Calada, case-se.
Você é pior que o ditador da Coreia do Norte.
Quero meu sári. Vá buscar.
Já demos o presente.
- Não é educado. - Padma!
Seu pai está chamado. Vamos.
Venha.
Sem tristeza. Coma biryani.
- Leve pro quarto. - Tá.
Vim pra comer arroz biryani sem carne?
- Sente-se. - Namastê.
- Namastê. - Sente-se.
- Cadê a Ramya? - Ela estava atrás de mim.
BEM-VINDOS À FESTA DE KADIVELU E KOMALI
Não vai dar certo.
- Posso ajudar? - Não é nada.
A porta trancou.
Meu parente tem a chave. Vou buscar. Siga em frente.
E o seu sári?
O noivo está com mais joias do que a noiva.
- No mínimo 20 gramas, né? - Não, umas 60 ou 70.
Seu sári está aí dentro, né?
Achei que quisesse pegá-lo de volta. Vim ajudar.
Como você sabe?
Tenho ouvido bom. Ouço tudo.
Então... a fechadura?
- Vamos destrancar. - Como?
Com isto.
Tão fácil assim? Como?
Como?
Assim.
É meu trabalho.
Trabalho? Como assim?
Ele vende fechaduras, câmeras de segurança, cofres, etc.
Serviços de Segurança Sujatha. É o meu nome.
A loja dele é em Hyderabad.
Sra. Sujatha, já comeu?
- É o seu filho? - Eca, não.
Este é Ravi. Trabalha pro Madhi.
Não trabalho pro Madhi.
Eu trabalho com o Madhi. Somos sócios.
SSS. Serviços de Segurança Sujatha.
- Sua segurança é nossa prioridade. - Coitado.
Ele está deprimido, a esposa fugiu. Daí fica no nosso pé.
O que tem a ver?
A senhora fala mal Telugu.
Ela bombou na escola. Errava a gramática.
Minha esposa não fugiu. Ela me deixou.
Estou tentando dar um match. Cale a boca.
- O que a sua filha faz? - Ela faz o que quer.
Não, nada disso. Ela não para quieta.
Ela fica fazendo cursos
tipo decoração ou culinária.
É, hobbies estão virando carreiras.
Tudo bem se fossem hobbies.
Mas Ramya é radical...
Ele quer dizer que tudo que ela faz
é com perfeição.
Se ela faz biryani,
todos do barro vêm à nossa casa.
Ei. Está bem.
Combinem o casório. Né, Sra. Sujatha?
Calado, guloso.
Ela deixa a casa limpinha.
Ela é maníaca de limpeza e organização.
Vixe, que bagunça.
- Por que não limpam? - Está limpando?
É azul com xale brilhante.
Escrito: "Errapalli e família." Procure.
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