نخستین 200 خط.
FUNDAÇÃO FAMILIAR SYARIEF
Olá.
Um presente para um menino querido.
Obrigada, irmã. Vamos cuidar bem dele.
Que Jesus vos abençoe.
Abre a boca.
Ele pode ir primeiro.
Não!
Olá!
Que orfanato é este?
És tão ingénuo.
Mas não faz mal.
Não tenhas medo.
Mas tu pareces ter.
O que disseste? Tento na língua, miúdo!
Queres sobreviver?
Mas quem és?
Podes chamar-me
Pelor.
Porquê Pelor?
Ouve!
Enfrenta-o como um homem.
Não mostres medo!
Aquele primeiro. É demasiado velho e fala demais!
Eu?
Calma. És assustador…
Ahmad Dhani, acalma-te.
Olha! Espera, Golias!
Leva-o. O intestino dele é mais saudável.
Gosto de larvas! Como porco!
Como larvas num porco!
Sê forte, irmão Peler!
Não! Os meus órgãos não duram muito!
Peco muito…
Dorme bem, Peler.
Pelor…
- Já está, enfermeira? - Sim, doutor.
Deve ser nova aqui.
- Falamos depois, está bem? - Está bem.
Seu animal.
Vê por onde andas!
Desculpe. Só por precaução.
À vontade.
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Sim, senhor. Obrigado.
Por favor.
Passei no teste, Sr. Syarief?
Totalmente, senhor.
Confio em si. As minhas desculpas. É o procedimento de segurança.
Não esperava que viesse aqui, Sr. Bob.
Quem não quer uma vida mais longa?
Tem razão, Sr. Bob.
Aqui está.
Ele não é um pouco velho?
Os órgãos vitais dele estão saudáveis. É garantido.
Os mais novos nem sempre são melhores. Não é verdade?
Porque está a demorar tanto?
O cliente está à nossa espera.
Há quanto tempo está nesta área?
Tempo suficiente, senhor.
Algum arrependimento?
Claro.
Mas mudei de mentalidade.
Porque o arrependimento atrapalha o sucesso. Certo, Sr. Bob?
Não é verdade?
É verdade.
Enfermeira… Está a demorar tanto. Consegue fazer isto? Preste atenção!
Onde está o bisturi?
Isto é o bisturi. Não tem de ser esterilizado.
O importante é ser rápido.
Aqui está a linha. Vamos começar a cortar a partir daqui.
Tem razão, Syarief. Não adianta chorar sobre o leite derramado.
Quem é o senhor?
Os mortos não fazem perguntas.
- Enfermeira? - Mãos nojentas!
Desbocado!
Ei!
Pelor, onde está o isqueiro?
- Isqueiro! - Alerta de intruso!
Pelor, o isqueiro!
Aqui.
Despachem-se!
Despachem-se! Aqui!
Vão!
Tomem disto!
Alfa! Pelor!
Vocês estão bem?
Vá lá.
Estás bem?
Estás bem.
Levem os miúdos para fora.
Está bem.
Alfa. Bom trabalho.
Vamos.
Topan, é o Petrus.
Não mostres misericórdia. Faltam 15 minutos para o encontro.
Fica atento. O Syarief pode ter contratado pessoas de fora.
Foda-se!
Saiam!
Vamos. Querem viver?
Despachem-se!
Vamos!
És o herói!
Eu disse-te.
Chama-me Pelor.
Vamos.
Baixem-se, miúdos!
Tapem os ouvidos e a cabeça! Agachem-se!
Ligamos ao Jenggo?
Sim.
- O quê? - Sim.
Jenggo?
Chacra…
Jenggo!
Responde-me, idiota!
O Jenggo está aqui.
- Despacha-te! - Está bem.
Agora é a nossa vez.
Vamos, coisa linda!
Já te disse, a relação à distância é mais eficaz.
- Há crianças aqui. - Desculpa.
Topan, não sejas demasiado orgulhoso para pedir ajuda.
Exibicionista.
É o que os snipers fazem.
Uma entrada suave. Sem tiros irrefletidos.
Paz.
Harmonia.
Chacra.
Onde está o Chacra?
Porra!
Morre, idiota!
Topan, que estás a fazer?
Céus!
És um animal, Topan.
Vá, miúdos. Vamos reunir-nos lá em baixo.
O chefe vem aí. Vou a caminho!
Miúdos. Estão prontos?
- Prontos, senhor. - Ótimo!
Prontos.
Aqui vou eu!
Vamos!
- Espera aqui, está bem? - Está bem.
Se a polícia perguntar, diz-lhes que eles são os maus, sim?
Vão deixar-nos?
Precisam de heróis noutro sítio.
Obrigado. Vamos ficar bem.
Vais ficar bem?
Jenggo?
Vamos, Pelor.
Espera!
Quem são vocês mesmo?
4 CANALHAS
Porque vêm a passo de caracol?
Entrem logo!
Calma.
Primeiro, lamento…
Menina.
Não é a primeira vez.
Os homens são uma desilusão.
Percebo mesmo…
Percebe o quê?
Percebo que a menina, a senhora…
Que é polícia.
- Não se meta comigo. - Está bem.
E a Dina?
Sim… Estou atrasado.
Espere, o seu cabelo.
Está ótimo.
Um pouco para a direita.
- Ótimo. - Pronto.
Obrigado.
Pelor, vais para a frente? Dorminhoco.
Mas que… É o meu lugar!
Miúdos.
Hoje foi… ótimo.
- Obrigada, pai. - Obrigado.
Dina.
Desculpa.
Lamento muito…
Um, dois, três.
Pode aproximar-se do seu pai?
Mais perto. Até lhe tocar.
Pronto, boa. Um…
Sorriam. Assim…
Não façam cara amuada. Sim, isso! Continue a sorrir, senhor.
Um, dois, três. Boa!
Boa!
- Pai. - Sim?
Não podes subornar-me sempre com fritos.
O que devo fazer? Não posso deixar o meu emprego, Dina.
Tenho de o terminar para poder ir à tua tomada de posse amanhã.
Qual é o trabalho desta vez? Diz.
Bem, tu sabes. O habitual. Resolver uma confusão.
- O que foi? - Estou cheia.
Porquê?
Estou farta das tuas mentiras.
Sê honesto, para variar.
- Não é isso, Din. - Então, o que é, pai?
Tantas coisas…
- Que não posso dizer. - Que não posso dizer.
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