Elton John Live: Farewell from Dodger Stadium

Elton John Live: Farewell from Dodger Stadium

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نخستین 115 خط.

EM 1975, ELTON JOHN DEU DOIS CONCERTOS NO DODGER STADIUM EM LOS ANGELES.

ESTES CONCERTOS DE DEFINIÇÃO DE CARREIRA MARCARAM O PINÁCULO DA SUA ASCENSÃO À FAMA

NOV ESGOTADO

20 DE NOVEMBRO DE 2022

ESTA NOITE A LENDÁRIA SUPERESTRELA GLOBAL

FARÁ HISTÓRIA DA MÚSICA AO SUBIR

AO MESMO PALCO PARA O SEU CONCERTO FINAL NOS EUA,

NA SUA DIGRESSÃO DE DESPEDIDA

ELTON JOHN - A DESPEDIDA AO VIVO EM LA

EU ESTIVE AQUI EM 1975!

Esta é uma noite muito especial, estamos a criar história esta noite.

Este é o primeiro streaming mundial,

no Disney+, e estou muito feliz por vos ver, Dodger Stadium!

Muito bem, vamos continuar.

Obrigado.

Muito bem. Esta é uma noite muito especial para mim.

Uma noite muito emocionante para mim. E...

Foi um longo percurso. E...

Vim aqui pela primeira vez, aos EUA, em 1970,

à Cidade dos Anjos, Los Angeles.

E toquei num clube chamado Troubadour Club,

que, felizmente, ainda existe.

E isso ajudou-me,

impulsionou a minha carreira nos EUA, com uma crítica

do Robert Hilburn, do LA Times.

E estou tão... Nunca me esquecerei disso.

E, na altura, eu tinha lançado um álbum chamado Elton John.

E o nosso primeiro single desse álbum chama-se "Border Song".

Quando lançámos o nosso single, a Aretha Franklin fez a cover da canção

e lançou a versão dela.

E então, eu e o Bernie, sendo jovens ingleses e jovens compositores,

ficámos tão espantados, tão estupefactos

que a Rainha do Soul tivesse gravado uma das nossas canções,

que foi provavelmente a coisa mais empolgante que nos tinha acontecido

até àquela altura da nossa carreira.

E, nos anos que se seguiram, pude conhecê-la e agradecer-lhe por isso.

E cantei com ela, gravei com ela e toquei com ela.

E passei tempo com ela.

Foi simplesmente uma experiência surreal estar na companhia de tal génio.

O seu último concerto foi na cidade de Nova Iorque,

na Catedral de São João, o Divino, para a Elton John AIDS Foundation

e ela estava mesmo muito doente. Foi seis meses antes de ela falecer.

Estava assim magra

e, antes de o concerto começar, fui aos bastidores e disse:

"Aretha, deixa-me fazê-lo, estás tão frágil. Eu faço-o.

"Não custa nada."

E ela disse: "Querido, há dois anos, eu devia estar aqui e desiludi-te.

"Não vou voltar a desiludir-te."

E saiu e sentou-se a um piano, como este,

com a sua banda incrível

e, durante uma hora e 20 minutos, foi impressionante na Catedral.

E aqueles de nós que tiveram a sorte de estar lá, 1500 pessoas,

chorávamos, porque foi

uma atuação incrível, dadas as circunstâncias.

E acho que ela foi inspirada pelo ambiente,

mas foi fenomenal.

Então, quero dedicar esta canção

ao duradouro génio e legado

de Aretha Franklin.

TUDO O QUE PRECISAMOS É DE AMOR

Bom, agora, vamos cantar uma canção

que não cantamos ao vivo há algum tempo.

Do álbum, Don't Shoot Me I'm Only The Piano Player,

do início dos anos 70.

Esta é com o nosso guitarrista Davey Johnstone

e chama-se "Have Mercy On the Criminal".

Terra para Houston, contacto com o teste em cinco...

Quatro, três, dois...

Um.

Um dos meus álbuns preferidos que gravámos

chamava-se Captain Fantastic and the Brown Dirt Cowboy.

E uma das minhas canções preferidas que já escrevemos veio do álbum.

E chama-se "Someone Saved My Life Tonight".

TOCA RÁPIDO DAVEY

Essa foi "Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding"

do álbum Goodbye Yellow Brick Road.

E, agora, eis uma canção do álbum

Tumbleweed Connection, chamada "Burn Down the Mission".

Está na hora de dançar. Cá vamos nós.

Vamos mudar um pouco o clima aqui

e cantar uma canção para todos os amantes por aí.

Muito bem!

Sim!

Obrigado.

Tive muitas bandas nos meus tempos, a começar em 1969,

com o falecido e fantástico Dee Murray na guitarra baixo e canto

e o Nigel Olsson na bateria e canto.

E, desde então, muitos músicos e muitos cantores tocaram comigo em palco

e posso dizer sinceramente que foram todos ótimos

e aprendi muito com todos eles.

Portanto, durante toda a minha carreira, fui inspirado por grandes músicos.

Mas acho que esta banda que tenho agora é, provavelmente, a melhor, é...

À exceção da primeira.

Porque todas as noites em que entro em palco, eles tocam tão bem

e inspiram-me a tocar bem.

E são simplesmente músicos e pessoas mesmo fantásticas.

Então, vou apresentá-los um a um.

E vão dar-lhes uma última salva de palmas no Dodger Stadium, sim?

Quero ouvir-vos.

No lado direito do palco, na percussão e canto, John Mahon.

Nas teclas, o nosso maravilhoso teclista, Kim Bullard.

Na guitarra baixo e canto, Matt Bissonette.

Um dos maiores músicos com quem já toquei

e uma das pessoas mais interessantes que já conheci,

que tem entrado e saído da banda desde 1973,

estamos gratos por ele estar na Digressão Farewell Yellow Brick Road

porque nos acrescenta imenso, musical e visualmente.

Em 1979, eu e ele demos a volta ao mundo e demos 120 concertos, só nós os dois.

E foi uma experiência musical extraordinária para mim,

logo, estou-lhe grato por isso.

Ele tocou com toda a gente possível, basicamente, em palco e em estúdio.

Na percussão, Ray Cooper!

Ele tocava bateria em 1969 e cantava em 1969

e ainda o faz, 53 anos depois, Nigel Olsson!

Após Madman Across The Water,

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