نخستین 200 خط.
Eu tinha-o.
Tinha-o em flagrante.
Mas não o queria em flagrante, Herr Starr.
Queria fazê-lo sofrer. Certo?
Portanto, façamo-lo sofrer.
Quero esculpir uma vagina na cabeça dele.
Acho que isso se inclui na categoria de sofrimento.
Uma vagina.
Com o devido respeito, Senhor,
mas o que deseja?
Pois...
A grande questão do universo.
Uma das coisas que quero
é saber como está a sair-se o meu Filho.
Jesus é esperado em breve. Representa o Céu, na conferência.
Não é ele, o outro. O divertido.
Aquele a que chamam o "Humperdoo".
Sim.
É uma alcunha. Um termo carinhoso.
Que tal está ele?
A prosperar sob os seus cuidados, presumo.
Bem. Vi-o esta manhã.
Animado, como sempre.
Ótimo.
Caramba, amo aquele miúdo.
Sim, ele é diferente.
É parte integrante, sobretudo.
De tudo.
Sim, claro.
Fazei a vossa parte, Allfather,
e recebereis a vossa recompensa há muito perdida.
Rosto pristino.
Belo e imaculado.
É o que desejais, não é assim?
A vossa aparência de volta.
Vamos esculpir uma vagina.
Na alma de Jesse Custer.
Na alma dele?
Tende fé, Allfather.
O meu desígnio principal está em construção.
E será lindo.
Fala o comandante.
Parece que estamos a atravessar uma zona de qualquer coisa.
Por favor, mantenham os cintos e tentem manter a calma.
Mas que sorte.
É o melhor que consegues?
Sabes o que me pareces com a sacola e os sapatos baratos?
Pareces um saloio.
Estás com um novo estado de espírito.
Nada como um agradável passeio a pé para animar.
Ou de rodas, se preferir.
PLATAFORMA DE HELICÓPTEROS
Vampiro a subir dentro de três minutos.
- Mensagem recebida. - Alto, por favor.
- O que é isto? - O emissário acabou de chegar.
Raios. Qual deles?
Do Céu ou do Inferno?
Merda.
Do Céu não é.
Viram... Raios, devia ter fotografado.
Caramba. Até arrepia, não é?
E ouçam, aquilo sim, é maldade pura.
Não um psiquiatra da treta e canibal,
que deve parecer assustador por conseguir entrar na tua cabeça.
Não, o velho Adolf, quando queria entrar na tua cabeça,
esmagava-te o crânio e sacava-o. Certo?
Que merda é esta, agora?
- Onde estão eles? - Quem?
"Quem?" Tens graça.
- Para onde foram? - Referes-te aos guardas?
Sim, matei-os.
Ai sim? Com o quê? Com a boca?
Abri o cadeado com uma pluma,
e parti-lhes o pescoço antes de terem tempo para gritar.
Deixa-me que te diga,
brinca agora, pois quando chegarmos a Bensonhurst,
ninguém se vai rir.
Merda!
Aonde vais, Frankie?
Força.
Que estás a fazer?
Não. Assim não.
Assim não. Não!
Não!
Não!
Isto não se faz.
Frankie. Frankie, ouve!
Acalma-te.
Os cordeiros estão prestes a parar de gritar.
Desculpem a demora, malta. O vampiro sobe dentro de três minutos.
Amigo, estamos mortos?
Não vamos morrer, acredite.
O Hitler estava enganado.
- O quê? - O Hitler estava enganado.
Acabámos de sobreviver a um desastre de avião sem um arranhão.
É um milagre.
Acha que uma chuvinha sem importância
- nos vai deter? Nem pensar. - Estamos perdidos no mar.
Um voo clandestino, sem transmissores nem instrumentos.
Comparado com uma tempestade no Texas Ocidental, isto não é nada.
Temos de nos manter positivos.
Para quê?
Vamos morrer de qualquer forma.
Vamos chegar à Austrália, garantidamente.
Portanto, deixe-se de lamúrias.
E seja positivo.
Tem razão!
Para que raio estamos aqui à conversa?
Vamos mas é baldear a água.
Vai ficar aí sentado a lavar o cabelo?
Ou vai baldear água?
CAFÉ LAZARUS
Credo!
- Onde está ela? - "Ela" quem?
Sabes quem. A Tulip.
Conheci algumas Tulip no meu tempo.
Umas tantas Daisy e uma única Rose.
Que Tulip procura?
A estúpida.
Fugiu ao namorado e voltou para aqui,
aposto que para mais nada, senão salvar-te o couro.
Porque faria ela isso?
Como disse, ela é muito estúpida.
Tem razão. É muito estúpida.
Mas não a vi.
Tu, limpa o Frankie.
Os restantes levem-no de volta lá para baixo.
Tu.
Vem comigo.
Assegurem-se de que estão apertados.
Não quero o nosso isco a soltar-se do anzol.
Chamam a isto apertado? Ainda sinto os dedos.
Não por muito tempo.
Agora, esperamos.
Então, que tal Bensonhurst?
Nem acredito que ela voltou por mim.
Que maravilha.
Espera, quem?
- A Tulip. - Abençoada rapariga.
Nunca duvidei dela.
Claro que voltou.
E vai continuar a voltar.
Qual é o problema?
O Emissário quer um pajem particular.
E não deves olhá-lo nos olhos.
Não lhe dirijas a palavra a menos que ele fale contigo.
Nada de selfies, ou autógrafos.
Senhor.
Acabo de me lembrar que tenho imenso trabalho na zona da prisão,
e que a minha supervisora deve estar a passar-se, neste momento.
Que acha de eu ir lá abaixo, resolver tudo, e voltar
para a suite do Emissário, o que parece fixe, aliás.
Só não quero descurar as minhas obrigações, senhor.
O que acha?
Acho que durante mais de 1900 anos,
os discípulos do Graal sacrificaram-se preparando-se para as recompensas
que surgirão com este encontro entre o Céu e o Inferno.
E pelo homem presente nesta sala.
Alguém recusar a honra de ter um papel nesta apoteose, por pequena que seja,
ser-me-ia tão incompreensível que só uma traição o explicaria.
Certo.
SUITE DO EMISSÁRIO NÃO INCOMODAR
Fixe.
Não fales.
Não fales, nada de selfies e não toques.
Sim, já tinha dito.
Mas se ele te tocar deves reagir... De forma positiva.
Olá.
Jesus.
O que conta não é conseguir,
é tentar, como digo sempre.
Fecha a matraca, homem pássaro.
- Credo. - Para se ser livre como um pássaro.
Para pernoitar, enfeitar-se e caçar!
Com laços de amor pelos pintainhos consoante regresso vezes sem conta,
com restos de insetos regurgitados.
Fecha a matraca! Tipo, por um minuto. Desafio-te.
Isso não é um problema.
Quanto tempo passou?
- Tipo, seis segundos. - Pareceu uma eternidade.
A tua namorada? Vem?
- Não é minha namorada. - Sim, está bem.
- Não é. - Nem acredito que ela voltou por mim.
Quase mijaste nas galochas...
É namorada do meu amigo.
Um amor proibido. É do melhor.
Não é amor, sacana. Entendido?
É casmurrice dela. Eles apanharam-me. E isso não lhe agrada.
Portanto, veio resgatar-me. Só isso. E eles sabem.
Eles sabem que ela vem.
E quando vier...
...vão matá-la.
Isso é uma grave reviravolta nos acontecimentos.
O teu amor proibido atraído para a ratoeira, como rato por queijo.
Uma armadilha cuja montagem é da tua responsabilidade,
verdade se diga.
Que fazer?
Digo-te o que vou fazer. Vou rebentar isto.
E a seguir, vou matar-te.
Sim.
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