Tum Bin 2

Tum Bin 2

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تاریخ انتشار: 2022-06-12
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نخستین 200 خط.

Cruzes, que obsessão essa por esquiar!

Só tenho dois vícios.

Qual é o outro?

Tu!

Vais subir aquela montanha para esquiar?

Subir... depois descer... e depois subir outra vez.

Não!

A nossa estância é naquela montanha.

Vou ter de ir mais para cima para esquiar.

Ainda mais.

Não há mais férias para esquiar depois de casarmos.

Depois do casamento, as nossas férias vão ser outra coisa todos juntos.

Como assim?

Espera e vais ver.

Vou tornar-me a chuva e tu as nuvens...

Espera e vais ver...

Espera e vais ver...

Amo-te tanto que vou enlouquecer...

Espera e vais ver...

Espera e vais ver...

Os raios do sol da manhã anunciam...

Que serei teu em todos os momentos...

Espera e vais ver...

Serei para sempre o sorriso nos teus lábios...

Espera e vais ver...

Espera e vais ver...

Quando os teus olhos ficarem molhados...

Deles fluirei, espera e vais ver...

Todos têm um coração...

Mas o meu está cheio de amor...

Mais do que todos os outros, espera e vais ver...

Vou esculpir-te nas linhas do meu destino...

É a minha promessa, espera e vais ver...

Os raios do sol da manhã anunciam...

Que serei teu em todos os momentos...

Espera e vais ver...

Serei para sempre o sorriso nos teus lábios...

Espera e vais ver...

Espera e vais ver...

Quando os teus olhos ficarem molhados...

Deles fluirei, espera e vais ver...

Sim, Papa Ji?

O Amar já regressou?

Não, Papa Ji.

O tempo também está a piorar.

Sou o pai dele.

Aturei as manias dele desde pequeno, agora é a tua vez.

Estou um pouco assustada.

Ligo-te mais logo.

Ok.

É apenas uma montanha estúpida. Porque não o encontram?

Apesar de não o dizer, o Papa Ji está preocupado.

Taran, não te preocupes. Afinal de contas é o Amar.

Já sabes como ele é.

Pode demorar, mas ele vem.

Papa Ji...

Não te preocupes, Manpreet. Ele vai voltar.

Onde mais poderia estar?

Claro. Onde mais poderia estar?

Só vou porque a Taran está lá sozinha.

-Até breve. -Ok, liga-me.

Sim, ligo.

Ok, adeus.

Estamos juntos, estamos próximos...

Não sei onde os nossos caminhos se separaram...

O lugar para onde não há caminho...

Foi esse que escolheste...

Estamos juntos, estamos próximos...

Não sei onde os nossos caminhos se separaram...

Mas o lugar para onde não há caminho...

Foi esse que escolheste...

Oh, meu amado, viver sem ti...

Cada respirar pica-me o coração...

Sem ti, não posso existir...

Sem ti, não posso viver...

Sem ti, não posso existir...

Sem ti, não posso viver...

Procurámos durante nove dias. Procurámos em todo o lado.

Se encontrarmos o corpo, nós ligamos.

Por agora, sugiro que vão para casa.

Lamento muito, deve estar morto.

Enfim! Este dilema diário que se recusa a desaparecer...

Como se algo muito querido tenha sido perdido ou esquecido...

Estavas aqui...

Sim, mesmo aqui...

Mas agora estás perdido...

Oh, meu amado, viver sem ti...

Cada respirar pica-me o coração...

Sem ti, não posso existir...

Sem ti, não posso viver...

Sem ti, não posso viver...

Sem ti, não posso viver...

Parece que sem ti...

Já não posso viver...

Os pedaços quebrados no interior...

Não os consigo explicar...

Volta agora...

Porquê guardar rancor de mim?

Oh, meu amado, viver sem ti...

Cada respirar pica-me o coração...

Sem ti, não posso existir...

Sem ti, não posso viver...

Sem ti, não posso existir...

Sem ti, não posso viver...

Quando te apetecer chorar, chora bem alto.

E quando sentires amor, abraça alguém.

Só há duas realidades na vida.

Anos mais tarde.

Hoje, fui ao escritório.

Tinha trabalho para fazer.

Inicialmente, quando abri a galeria, havia muita coisa em jogo,

principalmente quando pensava que a podia ter de fechar.

Obrigado.

Tal como em todos os negócios.

Mas já passaram 30 anos.

A galeria ainda continua aberta.

Nada para...

se for feito com boa vontade.

Chega, obrigada.

Está bom?

Delicioso, como sempre.

Durante seis meses, estive sozinho cá em casa...

a pensar sobre o Amar.

Por vezes, chorava.

Em criança, quando estava a aprender a andar,

ele estava a sempre a cair, como é normal.

Ia logo levantá-lo, como se fosse eu quem se tinha magoado.

E a Urvashi ria-se de mim.

Ela dizia: "Deixa-o cair".

"Ele vai aprender a andar e a lidar com a dor."

Discutia muito com ela.

E dizia:

"Podemos, ao menos, poupar-lhe alguma dor."

Mas ela era muito sensível.

Sabes o que ela dizia?

"Cada vida tem a sua dose de dor."

"Quando mais cedo a venceres, melhor."

"Durante quanto tempo o vais ajudar?"

Ela tinha razão.

Durante três meses, ela lutou contra a dor no hospital.

Não a pude salvar dessa dor.

E também não pude salvar o Amar.

No fim de contas...

ele teve de lidar com a sua dor.

Nós temos de lidar com a nossa dor, querida.

Pensei numa coisa, querida.

Olha, querida...

podemos continuar a chorar e a esperar por ele no futuro.

A inventar milhares de histórias, dizendo: "talvez tenha sido isto ou aquilo."

Ou podemos admitir a verdade.

Admitir a verdade, querida.

Já perdi todas as esperanças em relação ao Amar.

Era isso que te queria dizer, querida.

E quero pedir-te pessoalmente,

para que em conjunto, deixemos o Amar partir.

Deixa-o partir.

Só era suposto ele estar connosco este tempo.

Olá, Papa Ji.

Entra, filho.

Pensei levar-te a ir dar uma volta.

Vem, querida.

Este é o Taran.

Shekhar.

-Olá. -Olá.

Com sua licença.

Não trouxeste o teu carro. Chamo um táxi?

Não, eu vim de bicicleta.

Posso levar-te?

-Não, obrigada. Eu fico bem. -Ok.

Até à próxima.

-Adeus. -Adeus.

Toda a esperança e desejos parecem ter desaparecido no ar...

Toda a esperança e desejos parecem ter desaparecido no ar...

Como se o teu desejo por cumprir esteja enterrado em mim...

Como se uma vida inteira tivesse passado enquanto estava acordado...

Como se uma vida inteira tivesse passado enquanto estava acordado...

Toda a esperança e desejos parecem ter desaparecido no ar...

Já chega, Gurpreet.

As mulheres daqui não vão para o Paquistão.

Paquistão? Ele vive cá em Edimburgo.

Mas ele paquistanês.

Mas eu gosto dele.

Até gostavas do outro idiota.

-Como se chamava, Taran? -Randy.

Não interessa se é paquistanês ou afegão,

não vais encontrar ninguém como ele.

Devias preocupar-te contigo, tenho muitas opções.

Estou a ver...

Então e ele?

Ele é tão giro.

Já agora, o meu não é apenas giro.

Também é bem parecido.

Não é não, matreira.

Não me chames matreira.

Estás sempre a bater-me.

Vamos ver se escapas hoje, matreira.

Toma esta e esta.

Sai... sai.

Toma esta.

Matreira, matreira.

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