نخستین 200 خط.
RASTRO DE ÓDIO
Ethan?
Quieto, Prince.
É o seu tio Ethan.
Seja bem-vindo, Ethan.
Lucy, você não cresceu tanto desde a última vez que a vi.
Eu sou Deborah. A Lucy está ali.
Deborah. Debbie.
-E você é Lucy? -Sim, sou Lucy.
Estou muito feliz em vê-lo, tio Ethan.
Ela tem um namorado e fica aos beijos.
-Ben, poderia... -Já chega.
Vá com a Lucy e ajude-a com o jantar.
Deborah, você também. Ben.
Eu só ia perguntar ao tio Ethan o que ele vai fazer com o sabre.
Bem, eu pensei em dá-lo a você.
Obrigado. Obrigado, tio Ethan.
-Como foi na Califórnia? -Califórnia? Como vou saber?
-Mose Harper nos contou... -Mose Harper?
Aquele bode velho continua andando por aí?
Por que ninguém o enterrou?
Eu não estive na Califórnia.
E nem pretendo ir.
O jantar estará pronto assim que você se lavar.
Deixe-me pegar seu casaco, Ethan.
Seja bem-vindo, Ethan.
Obrigado, Aaron.
Marty, o tio Ethan está aqui.
Debbie, sente-se.
Boa noite, tio Ethan. Seja bem-vindo, senhor.
Martin. Martin Pawley.
Desculpe-me pelo atraso, tia Martha.
Nossa, poderia tê-lo confundido com um mestiço.
Não creio. Tenho sangue cheroqui, mas o resto é gaulês e inglês.
-Pelo menos é o que dizem. -Cresceu bastante.
Foi Ethan quem o encontrou, berrando embaixo de um arbusto...
depois que seus pais foram massacrados.
Fui eu, por acaso. Não foi nada demais.
Obrigado, Lucy.
Boa noite, tia Martha.
Boa noite, Martin.
-Tio Aaron. -Boa noite, Martin.
-Boa noite, tio Ethan. -Boa noite.
Venha, Ben.
Boa noite, mãe. Boa noite, pai.
Tio Ethan, vai nos contar sobre a guerra?
A guerra acabou há três anos, garoto.
Acabou? Então, por que não voltou para casa antes?
Ben, vá com Martin. Ande.
Tio Ethan, Lucy está usando o pingente dourado que deu a ela...
quando ela era pequena.
Ela não o usa muito porque o pescoço dela fica verde depois.
-Deborah. -É verdade.
Eu não me importaria se me desse um pingente dourado...
mesmo se o meu pescoço ficasse verde.
-Um pingente dourado. -Debbie.
Lucy, onde está o meu alforje?
Veja o meu pingente dourado!
Que bonito.
-Ethan, ela é muito nova... -Ah, deixa-a.
-Não é muita coisa. -Para cama, mocinha.
-Sim, papai. -Obrigada, tio Ethan.
Vamos para a cama.
Passei pelo Todd antes de vir para cá. O que aconteceu?
Ele desistiu e voltou à colheita do algodão.
Bem como os Jamison.
Sem Martha...
Ela não deixaria um homem desistir.
Ethan, você também estava assim antes da guerra.
Você queria partir.
Você ficou sem um bom motivo. Por quê?
-Aaron, por favor... -Está me pedindo para ir embora agora?
Você é meu irmão, Ethan. É bem-vindo a ficar...
enquanto quiser. Certo, Martha?
-Claro que sim. -Eu vou pagar minhas despesas.
Tem 60 pratas aí dentro.
E mais do que o dobro aqui. São dólares yankees .
Estão novas em folha.
-Não têm qualquer marca. -E daí?
Aaron, abra! É Sam Clayton.
Aaron.
-Reverendo, entre! -Bom dia, Aaron.
-Bom dia, irmã Edwards. -Bom dia, reverendo.
-Bom dia, Ben e Debbie. -Bom dia, Charlie.
-O que houve, reverendo? -Lars disse que alguém...
invadiu seu curral, noite passada, e roubou suas melhores vacas.
Sim. Da próxima vez, vou criar porcos! Por Deus!
Você nunca ouviu falar de alguém roubando porcos, eu aposto.
-O café está pronto, se quiserem. -Café será ótimo. Bom dia, Lucy.
-Bom dia, reverendo. -Debbie, você já foi batizada?
-Não, senhor. -Aaron, chame Martin.
-Martin! -Obrigado, irmã.
Esse café vai me fazer bem. Passe o açúcar, filho.
Muito bom. Espere um minuto, irmã.
Ainda não me servi de café. Ah, rosquinhas. Obrigado, irmã.
Claro que adoro rosquinhas.
Aaron! Martin, venha aqui.
-Venha. Levante a mão direita... -Martin.
-Sim, senhor. -Levante a mão direita.
Vocês assumem os cargos de voluntários no batalhão A dos Texas Rangers.
-E lealmente vão... -Senhor, posso ir com você?
-Vá pegar a minha camisa. -Quieto!
-Onde eu estava? -"Cumprir lealmente."
-Estão lealmente liberados... -Sra. Edwards...
Cale a boca!
Estão lealmente liberados de suas obrigações, bem como...
a isenção de recompensa ou consideração monetária.
Amém. Significa "sem pagamento". Melhor vestir uma camisa, Aaron.
Não serei voluntário até tomar o meu café.
-Beba o seu, reverendo. -Pode me chamar de "capitão".
Capitão. O reverendo Samuel Johnson Clayton.
Muito impressionante.
Ora, o irmão pródigo.
Quando você voltou? Não o vejo desde a rendição.
Pensando bem, eu não o vi na rendição.
Não acredito em rendições. Eu ainda tenho meu sabre, reverendo.
E não me tornei um amolador.
Os índios sim, Sra. Edwards.
Caddos ou Kiowas. O velho Mose sabe. Sim, senhor.
-Cale a boca, Mose. -Obrigado.
-O meu rebanho foi... -Ethan, eu conto com você...
para cuidar das coisas, enquanto eu estiver fora.
-Você não vai. -Claro que vai.
-Já fiz o juramento dele. -Então, desfaça.
-Eu vou com você. -Não acho que deveria...
Fique aqui, Aaron. Isso pode ser perigoso.
Pode ser que esse velho idiota não esteja tão errado.
Pode ser coisa dos comanches.
Palavras gentis, Ethan. Obrigado pela gentileza.
Crianças, vão com a Lucy.
-Mãe, eu quero... -Ben.
Comanche, hein?
Tudo bem. Eu faço o seu juramento.
Não precisa. Não seria legal de qualquer jeito.
Por que não? É procurado por crime, Ethan?
-Café, Ethan. -Obrigado, Martha.
Está perguntando como capitão ou pregador, Sam?
Pergunto como ranger do estado soberano do Texas.
-Tem um mandato? -Você se parece com muitas descrições.
Creio que um homem só faz um juramento por vez.
Eu fiz o meu para os Estados Confederados da América.
E você também, Sam.
Fique aqui, Aaron.
Obrigado, Sra. Edwards. Precisamos ir.
Obrigado, Sra. Edwards.
Agradeço a hospitalidade de sua cadeira de balanço, senhora.
-Brad e Lucy, Lucy e Brad! -Brad e Lucy, Lucy e Brad!
Debbie e Ben Edwards, vou falar à mãe sobre isso!
Brad! Bem à frente!
Tio Ethan.
Há algo suspeito sobre esta trilha, tio Ethan.
Não me chame de "tio". Eu não sou seu tio.
Sim, senhor.
Não precisa me chamar de "senhor", também.
Nem "avô", nem "Matusalém".
Eu posso dar-lhe uma lição.
-Como quer que eu o chame? -Meu nome é Ethan.
Agora, o que há de tão suspeito sobre esta trilha?
-Bem, primeiro... -Vejam! Vejam!
Reverendo!
Veja!
Caddos ou Kiowas, hein?
Só uma tribo usa uma lança como essa.
Pai, o seu touro premiado.
Mataram todos.
Nem foi por causa de comida. Por que fariam isso?
Roubaram o rebanho para nos tirar de lá.
Tentativa de assassinato.
Assim, eles podem atacar sua casa ou a casa do meu irmão.
Mama! Laurie!
Por favor, Deus. Por favor, não!
Brad! Brad! Filho!
A casa de Jorgensen está mais próxima, Ethan.
Se não estiverem lá, iremos à sua procura. Vamos, Charlie.
Faça isso.
Você vem ou não?
A fazenda fica a 64 km daqui. Os cavalos precisam descansar e comer.
Nada de Caddos ou Kiowas. Comanches, claro!
-Prepare a comida. -Sim, senhor. Sim, senhor.
Quieto, garoto.
Vou ver se pego duas aves antes do jantar.
Sim, faça isso, Aaron.
-Os dias estão escurecendo mais cedo. -Lucy, não precisamos do lampião ainda.
Vamos aproveitar o pôr-do-sol.
Está tudo bem, mãe. Eu dei uma olhada.
-Só... -O quê, Ben?
Queria que o tio Ethan estivesse aqui. Não queria, mãe?
Feche as portas e as janelas, Ben. Bom garoto.
-Mãe, não posso... -Lucy!
Vamos brincar de escapar.
Lembra-se de quando se escondia com a vovó?
-Onde ela foi enterrada? -E você rastejava pela vala...
-bem quietinha, como... -Como um ratinho.
Rápido, Martha. A lua está aparecendo.
Não faça barulho e não volte, independente do que ouvir.
-Promete? -Eu prometo.
Espere. Posso levar Topsy?
-Não há tempo. Não há tempo. -Aqui está ela, querida.
Aqui.
Agora, abaixe-se e corra!
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