نخستین 200 خط.
CLUBE DOS PILANTRAS
Está bem, crianças! Hora de levantar!
Vamos, pessoal. Vamos.
Vamos lá, garotas! Deixem o cabelo em paz.
Oi, mãe.
Levantar. Levantar! Vamos, garotas.
Vamos, pessoal. Andem. Andem. Acordem.
Andem, vamos.
Tudo bem. Vamos!
Danny, desligue o rádio!
De pé, de pé, de pé!
Obrigado. Ei, Deb, falei com Pete Scalary ontem à noite.
Ele vai usar de novo aquele sutiã muito em breve. Quem está aí?
-Ah, não. Cale-se! -Danny, saia! Mãe! Mãe!
-O Danny me viu pelada! -Pare.
Você pensa que é o tal, Danny.
-Quem é você? Como se chama? -Dennis.
-Escovou os dentes? -Todos eles.
-E quando vai cortar o cabelo? -Querida, quem é ele?
-É seu sobrinho. -O que você tem aqui? Um restaurante?
-Você saiu ontem? -Sim. Duas vezes.
Assisti ao Ty Webb pela manhã e ajudei uma dupla no golfe à tarde.
-E faturou quanto? -Uns 30 dólares, fora a gorjeta.
Então guarde para a faculdade.
Você é como uma criança de 3 anos! Tenho que repetir a mesma coisa.
Assim que voltarem do jogo, vamos pintar a casa.
Os Douglas têm casa de tijolo. Não precisam pintar.
Viva os Douglas! Que é isso, Jonathan? Seu mal criado.
Por que você não liga para o pessoal da bolsa da Saint Copius?
Tenho minhas dúvidas sobre aquele lugar. Falei com um sujeito que estudou lá.
Ele disse que havia duas garotas e ambas eram freiras.
Eu vi! É cerca de 10 dólares e uns trocados.
Comi dois hambúrgueres e algumas cocas no almoço.
-Quantas cocas? -Quatro ou cinco.
-Você é por acaso um diabético? -Sei não.
Você não vai sair até que a gente resolva esse negócio da faculdade.
Se ele não tiver nada em vista até setembro...
vou pedir a Tom Burdick para colocá-lo na madeireira.
-Ele não vai trabalhar na madeireira. -Ele não vai carregar taco a vida inteira, vai?
COUNTRY CLUB BUSHWOOD SÓ PARA MEMBROS
Ei, Sr. Webb, posso fazer uma pergunta?
Sem dúvida. Diga, Timmy.
-Danny. -Danny.
Quando você tinha minha idade, nunca teve problemas...
para decidir o que fazer da vida?
Não, realmente nunca tive esse problema. Por quê?
Deixe pra lá. Sabia que você não iria entender.
-Você toma drogas? -Todo dia.
-Beleza. Então qual é o problema? -Não sei.
Você teve de fazer o teste vocacional quando estava no colégio?
Ah, sim, tive. Me disseram que deveria me tornar um bombeiro.
-E você, o que deu? -Um fracassado.
-Tenho que entrar na faculdade. Tenho. -Danny, isso aqui não é a Rússia.
-Não é a Rússia, correto? -Não.
Acho que não. A questão importante é: você realmente quer entrar na faculdade?
Em Nebraska? Além disso, vai custar uns US$ 8.000 por ano.
Espere aí. Acho que ontem lhe emprestei US$ 2,50.
Não posso pagar por tudo, portanto não peça dinheiro.
Meu pai não pode pagar. Não lhe falei sobre a bolsa que não ganhei.
Vou acabar trabalhando numa madeireira.
Qual o problema com madeira? Tenho duas madeireiras.
-Você não passa muito tempo lá. -Nem sei ao certo onde estão.
-Gosto de você, Betty. -Apresento-lhe Danny.
Danny, vou lhe dar uns conselhos.
Há uma força no universo que faz com que tudo funcione...
e tudo que você tem a fazer é se sintonizar com ela.
Pare de pensar, deixe as coisas acontecerem...
seja a bola.
-Danny. Danny? -Pois não?
-Onde está o calço? -Aqui.
Obrigado, Danny.
Encontre seu centro.
Não ouça nada, não sinta nada.
Isso foi meio incrível.
-Agora é sua vez, Danny. -Desculpe-me.
Desculpá-lo? Aqui, sua vez.
-Não sei. -Vá em frente.
Relaxe. Encontre seu centro.
Imagine a tacada, Danny. Imagine.
Desligue todo o som.
Deixe acontecer. Seja a bola.
Seja a bola, Danny. Você não está sendo a bola, Danny.
-É meio difícil com o senhor falando. -Está bem.
Não estou falando. Parei de falar.
Agora não estou falando.
Seja a bola.
Aonde foi?
Na madeireira. Não se preocupe. Temos que praticar.
-McFiddish! -Pois não.
-Sabe o que acabei de ver? -Não, senhor.
-Uma toupeira! -Toupeira? Onde?
Você sabe o que toupeiras podem fazer a um campo de golfe?
Sim, senhor. Acho que está vindo daquela construção lá adiante.
Empresa de Construção Czervik?
Vou entrar com um ordem de embargo que vai lhes dar uma dor de cabeça. E você...
livre-se dessa toupeiras...
ou vou ter de encontrar um novo administrador. Entendido?
-Sim, senhor! Entendido. -É.
Vou fazer tudo o que posso!
Sra. Crane...
eu a estou observando. Vestiu verde para se esconder.
Não a culpo. É uma vadia. Ah, essa foi boa.
Exatamente onde você queria.
Sra. Crane, a senhora é uma macaquinha, sabia?
Uma macaquinha. Magra...
e má e não está longe disso, não é verdade?
Não gostaria de trançar seus saltos em torno de minha cabeça?
Carl!
Droga de olhos, cara!
Pedi para você cortar a grama no buraco 13 e preparar o campo de treino.
Fui detido sem poder fazer nada.
Esqueça o buraco 13 e o campo de treino.
Tenho um trabalho mais importante.
Quero que mate todas as toupeiras no campo.
Diga-me se estou errado, mas se matar todos os toupeiras...
vão me botar na cadeia.
As toupeiras! Não os toupeiras! Aqueles roedores peludos e marrons.
Isso a gente pode fazer. E nem precisamos de um motivo.
Vá em frente, cara!
Vou fazer a mesma coisa, mas com toupeiras.
Não me culpe se ninguém consegue entender o que você está dizendo.
Apostando nos Mets com três pontos e o par nos Yankees.
Depois te chamo.
Carregadores.
Sim.
Que é que há?
Tudo bem. Já cuido disso.
-Noonan. -Sim, Lou?
Assuma meu posto. Já volto.
Joe, gente.
Salto do navio em Hong Kong...
e continuo a viagem até o Tibete...
e sou aceito como carregador de taco num campo no Himalaia.
Carregador?
Carregador. De tacos, um jogador...
um craque.
Daí digo que sou profissional e a quem eles me apresentam?
Ao próprio Dalai Lama. O 12º filho do Lama.
As túnicas esvoaçantes, a graça, calvo...
impressionante. É nossa primeira partida. Dou-lhe o taco.
Ele faz uma bela jogada. Longa. Grande lançador, o Lama.
Numa fenda de 3 mil metros na base de uma geleira.
-Sabe o que Lama me disse? -Não.
Terminamos os 18 buracos e parece que vai me dar um calote.
E eu digo, "Ei, Lama! Ei!
Que tal uma gorjeta, por todo o meu esforço?"
E ele diz, "Não vou lhe dar dinheiro...
mas quando você morrer, no seu leito de morte...
vai receber consciência plena."
Foi o que ganhei. E estou feliz com isso.
Sua bola caiu por aí. Vá em frente que a encontra.
Sra. Havercamp, continue andando, está logo ali...
-Sra. Havercamp, vai precisar disso. -Provavelmente vou.
É.
Sr. Havercamp, Sr. Havercamp, sua bola está aqui.
Está aí.
Não, Sr. Havercamp, o campo fica ali. Naquela direção.
Veja, basta se inclinar um pouco, assim e dar uma ginga...
e então para cima. Beleza. Ótimo.
Isso é fácil, querida.
Caramba, que calor.
Eles o deixaram na mão, Tony?
Não posso pagar você. Peça ao Lou.
-Onde está ele? -Saiu.
Que ele saiu eu sei, sua toupeira.
Dê-me uma Coca-Cola.
Uma coca saindo.
Ei, espere aí. Só me deu 50 centavos.
O Lou aumentou o preço. Ele está perdendo nos cavalos.
De jeito nenhum vou pagar 50 centavos por uma mísera coca-cola!
Então não bebe nada. Está entendido?
Está bem, Noonan. Chega, abra essa porta.
-Abra essa porta! -Cuidado, seu idiota!
Idiota?
-Saia daí, Noonan! -Paciência, rapaz.
Ei, o que é que está acontecendo?
Abra, Noonan. Vamos.
-Ei, Lou. -Fora.
-Tem certeza que não precisa de mim? -Não.
Oi, cara.
Ei, acho que deveríamos ir lá fora para uma conversinha.
-Conversa? Está bem. -É.
Meu amigo, você não faz ideia de como isso me faz feliz.
-Vou gostar de cada minuto. -Espero que seja recíproco.
E se a gente tivesse um braço de ferro ou coisa parecida?
É meu irmão! Veja se me dá uma mão.
-Dê-lhe uma surra, Tony! -Está bem, Noonan.
Então, quem é o idiota agora, seu idiota?
Pega!
Que é isso?
-O que diz a placa? -Proibido andar descalço.
-O diz essa placa? -Proibido brigar.
-O significa? -Não se pode brigar.
Você me deve uma máquina de chicletes. O que este papel de doce está fazendo aqui?
Não enxerga? Então, tire daí!
Vou falar sem rodeios.
Já recebi uma porção de reclamações.
Bagunçando o campo, palavrão...
fumando um baseado, mau trabalho de carregador.
Se quiserem ser despedidos...
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