The Siege

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The Siege 1998 BDRip 1080p DTS multisub-HighCode
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تاریخ انتشار: 2014-06-09
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نخستین 200 خط.

A presença militar americana no estrangeiro foi hoje abalada por uma bomba...

Explodiu uma bomba num quartel em Dharhan, na Arábia Saudita.

Destruiu a fachada da caserna, mostrando a vulnerabilidade das tropas americanas...

Os "marines" de serviço pareciam paralisados pelo horror...

Indicações primárias sugerem a implicação do Xeque Ahmed Bin Talal,

um clérigo fundamentalista radical...

A explosão parece ser obra de terroristas.

E se assim for, como qualquer americano, sinto-me revoltado com isso.

Os cobardes que cometeram este acto criminoso não podem ficar impunes.

Sand Leader, aqui Eagle Eye.

Localizámos a embalagem. Vai num Mercedes sedan em direcção ao sul.

Comsat One, as vossas coordenadas são: um, oito, zero, cinco, zero.

A embalagem aproxima-se do alvo.

Momento de contacto previsto para dentro de aproximadamente 14 segundos.

Repito.

Os Estados Unidos responsabilizam-se pelo bem-estar dos seus cidadãos.

Os responsáveis por este acto não ficarão impunes.

Eagle Eye, aqui Sand Leader. O xeque está em nosso poder.

Está vivo e de saúde e será entregue intacto amanhã às 0800.

O CERCO

Alá.

Alá.

FBI. Bom dia.

FBI. Bom dia.

FBI. Força de Combate Antiterrorista.

Hub, era a polícia.

Brooklyn Sul acaba de emitir um código. Pensam que há reféns.

- Comercial ou residencial? - Um autocarro.

Disseram agora mesmo que há uma bomba no autocarro.

- Isolaram a área? - Está a ser feito.

- Temos negociadores nossos a caminho? - Sim.

- E a brigada antibomba? - Vão agora.

- Qual é o mínimo de tempo que levamos a lá chegar? - A esta hora? Talvez amanhã.

Oh, merda!

O quê?!

E não há feridos?

Este é o nosso primeiro e último aviso.

Esperamos que as nossas exigências sejam satisfeitas.

Não haverá negociações. Não haverá mais comunicação de qualquer tipo.

É tudo.

Que exigência? Ouviram alguma exigência?

- Se calhar é brincadeira. - Que sentido de humor!

O que sei é isto.

BP como em "blue paint" (tinta azul).

Tecnologia de alteração de voz. O que é que acham?

Disponível pelo catálogo Sharper lmage.

Eles não têm bombas de tinta explosiva.

- A retórica parece política. Milícia? - Não, não é o estilo deles.

- Frank? - A Jihad lslamica tem sentido de humor.

E a Hamas está a angariar tanto dinheiro, por que é que haviam de estragar o jogo?

É verdade.

E a cor do lslão é o verde, não é o azul.

Bem visto. Tina, com base nisso faz uma lista de suspeitos antes do fim do dia.

- Anita? - Sim.

- Compara isso com o macrocomputador. - Certo.

Mike, quero uma análise do laboratório feita à tinta.

Ainda não a temos. Estamos a ver se foi vendida alguma tinta azul em quantidade.

Óptimo. Danny, entrevistas com as vítimas?

Não são grande coisa.

Verifiquem as paragens do autocarro. Pode ser que alguém os tenha visto entrar.

Hub, nós estamos prontos a trabalhar o fim de semana nisto. Eu pelo menos estou.

Lembrei-me agora, alguém aqui cometeu algum crime?

Por exemplo, um ataque com uma côr mortífera?

Disto é que eu não gosto.

Eles sabem de explosivos. Não é nada de especial, qualquer um na lnternet sabe,

mas eles sabem do nosso tempo de reacção.

Fazem uma chamada e vão-se embora. Disso é que eu não gosto.

Chefe, precisa de ver isto. Acaba de chegar por fax.

"Soltem-no." Soltar quem? Quem é que nós temos?

- Bill Clinton! - Não foi ele o culpado!

- Charlie Manson? - O tipo da mesquita foi solto em Abril.

- Por que não falam abertamente? - Será algum impostor?

Hub, é Floyd Rose.

Está alguém com identificação do governo no local do autocarro.

Os nossos técnicos querem saber se estamos a cooperar com alguma outra agência.

Está à procura da identificação das ligações do dispositivo

e pediu cópias das impressões digitais que conseguimos.

- É da CIA, ela? - Tem ar disso.

Descobrimos que também falou com alguns dos passageiros.

- Qual é ela? - É aquela ali junto à mesa.

Como está?

Oh, olá.

Anthony Hubbard, agente especial auxiliar responsável pelo caso.

Oh, merda. Passei todo o dia à sua procura.

Elise Kraft, Conselho Nacional de Segurança.

Prazer. Passou o dia a procurar-me?

Procurou na lista telefónica? Temos 14 linhas sem incluir as privadas.

Olá. Elise Kraft, Conselho Nacional de Segurança.

Como está? Colin Powell.

- O que é que querem do meu autocarro? - Nós estamos na mesma equipa, agente.

Quem é que faz parte do "nós" nesta equipa?

A pergunta nunca é indiscreta, a resposta é que pode ser.

Sabe quê? Envie-me um pedido oficial de cooperação entre agências,

e eu dou-lhe cópias de tudo o que encontrarmos.

Caso contrário, peço-lhe que se vá embora, antes que contamine mais o local do crime.

A ClA não pode actuar internamente, por isso você está a violar a lei federal.

- Não é preciso ser desagradável. - Você acha que estou a ser desagradável?

Se tem alguma coisa que queira partilhar comigo, uma vez que somos colegas...

- Bom, ainda não. Mas assim que tiver... - Diz-me?

Eu digo-lhe o que vou fazer.

Vou pedir a alguns dos meus colegas que a acompanhem até lá fora. Está certo?

- Fantástico. - Maravilha.

Elise?

Obrigada.

É Elise com A ou com E?

O prazer foi meu, agente especial auxiliar responsável Hubbard.

Anthony.

Segue-lhe o rasto.

Estou a trabalhar nisso.

Dormes aqui?

Telefonaram da Imigração.

Encontrámos isto por baixo do fundo falso.

Tudo em notas pequenas, claro que desconfiámos, certo?

Com o alerta terrorista de ontem e pelo sítio donde vem, é melhor chamar o Frank.

Que está a tentar agradar ao chefe!

- Ele violou alguma lei? - Não, senhor. Faltam 20 dólares para o limite de 10.000.

Problema resolvido.

Então, Khalil, dizes que isto é uma herança.

Morreu alguém e tu vens trazer-lhes o dinheiro.

Não, não, não. Dhouri.

Ele quer dizer "dote".

- Tu achas que eu acredito... - Verifiquem-lhe o pescoço.

..que trazias 10.000 dólares para um casamento?

Tabaco.

Nos territórios.

- Dhouri. - 10.000 dólares é muito dinheiro, onde é que

- Deixem-no entrar no jogo. - ..um tipo como tu arranja este dinheiro?

Vai para norte no Belt Parkway.

Lá na terra os serviços de segurança metiam-lhe um pau pelo cu. Aqui soltamo-lo.

- Deixa-te ficar um pouco mais para trás. - Não é a primeira vez que faço isto.

- Vai apanhar o BQE. Deve ir para Brooklyn. - BQE, provavelmente Brooklyn.

É todo teu, Ray.

Ray, com cuidado. Passa-o para a Patsy. Patsy, cuidado com os reflexos.

OK, é teu.

- Ah, aqui. Tenho o juiz. - Bom dia, juiz. Como vai?

Sim, como vão as coisas na Comarca Dois? Escute, temos aqui uma situação.

Com quem é que ele está a falar? Um momento, juiz. Com quem é que está a falar?

- 'Tamos a filmar? Com quem está a falar, Frank? - Não sei. Se tivéssemos som, sabia.

Sim. Sim, juiz.

Não, senhor.

Não, ainda não.

Não, ainda não, mas...

Pensamos...

Ó raios! Mike, para trás!

Ah, merda. Reconheceu-o.

- Merda! Foda-se! - Avançar todas as unidades.

Tenho de lhe falar mais tarde, juiz.

Merda!

Vai à volta, vai à volta, Frank!

Apanhei-o. Apanhei-o.

- Ali está. - Apanhámo-lo. Stuyvesant e Throop.

Cortem-lhe o caminho!

Ali está ele.

- Cortem-lhe o caminho! - Khalil!

Khalil!

Todas as unidades, vai uma carrinha vermelha para leste em Stuyvesant.

- Viste a matrícula daquilo, Frank? - Matrícula? Não. Mas que manobra!

Não temos a matrícula.

Encontraram a carrinha, mas até agora não há impressões digitais.

- Identificação do veículo? - Foi roubado, a matrícula era falsa.

- E cabelo ou fibras? - Vão a caminho do laboratório.

Hub, estamos mesmo agora a verificar este tipo no livro vermelho.

Bom trabalho, Mike.

É o Floyd Rose.

Diz, Floyd.

Não vais acreditar. Adivinha quem acaba de aparecer?

Como é que ela vive, Floyd?

Tem dois em Plymouth, e pelo menos três lá dentro,

e veêm aquele cão? Fez o serviço dele há uma hora e continuam a andar.

Tive um cão daqueles em tempos.

- O cão não é dele, pá. São espiões. - O cão trabalha para a ClA?

- Todas as unidades, comunicar. - Aqui unidade um.

- Estamos prontos. - Dois, avançar.

- Unidade três pronta. - Certo. Vamos embora. Vamos embora.

Agentes federais! Contra a rede!

FBI!

Mãos atrás da cabeça!

Olá, rapazes. Suponho que já conhecem a rotina.

Pára aí!

Olá.

Elise.

- Não lhe toquei. - Verdade?

Temos de o levar preso de qualquer maneira. Mike! Frank!

Vão acusá-lo de quê? Infracção ao trânsito de peões?

- Não poderei ter uma conversa com ele primeiro? - Não, não pode, Elise.

Sabe uma coisa, Hub, ah...

- Posso tratá-lo por Hub? - Pode, sim senhora.

Se vocês não tivessem estragado a vigilância, nós teríamos conseguido seguir o dinheiro.

- Khalil, tu ias levar-nos até aos teus amigos, não? - Que amigos?

Levem-no.

Que amigos, Elise?

O que é que tem para me dizer, hein?

Quer partilhar alguma coisa comigo, Elise?

Esclareça-me. Pode falar comigo agora ou pode falar no escritório.

Sabe, se eu fizer uma chamada ele é meu. Você sabe o número.

Eu tenho, ah...

Você tem o direito de se recusar a falar e tem direito a um advogado.

Oh, deixe-se disso!

Hey! Você sabe o que está a iniciar? Já pensou na merda da tempestade...

Rapto, obstrução à justiça, agressão.

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