पहली 200 पंक्तियाँ।
Todos já ouviram falar da cidade que nunca dorme.
E as mães que nunca dormem
porque os seus filhos se mudam para a cidade e nunca lhes ligam?
Esta é uma história sobre três dessas mães e os seus três filhos.
Pare o táxi!
Vejam onde estamos.
Vocês são tão idiotas.
- Está na hora, Daniel. - Está bem, eu sei. Ainda estou a decidir.
- Já decidiste, compraste o anel. - Sim.
- Vais ficar noivo! - Sim.
- Agora mesmo? - Não é fantástico?
Não vou pedir a Erin em casamento bêbado com miúdas no carro.
- Sem ofensa. - Quero dizer...
- Não, vamos a casa do Matt. - D, eu adoro-te, mas sai.
- Vamos lá. - Adeus.
Vamos lá.
Olha...
Estás feliz com a Erin.
Tipo, o mais feliz que te vi desde...
... o sexto ano.
Meu! Lembras-te quando disseste que terias o teu primeiro romance
terminado no final do ano, há três finais do ano atrás?
- Motivação horrível. - São factos.
Ela é gira, e se não o fizeres, faço eu.
Bom, assim motiva mais.
- Erin! - Está bem.
Querida! Erin!
É por isto, a propósito,
que já não saímos. - Ouve, está bem?
Isto vai ser romântico.
É a história que ela vai contar aos vossos filhos.
Ela vai dizer: "Foi a noite em que ele subiu apressado pelas escadas
e ajoelhou-se sobre um joelho..."
e perguntas se ela quer casar contigo.
Isso é material de romance.
Material de romance.
Pois é.
Daria uma ótima história.
Estivemos lá em todos os grandes acontecimentos
e agora temos sorte se soubermos de alguma coisa.
Erin!
Daniel?
Mas que caralho?
NETFLIX APRESENTA
Há muito que não sabemos, enquanto mães.
Na verdade, foi isso que nos juntou
quando a amizade dos rapazes iniciou a nossa amizade
num parque em Poughkeepsie.
Passámos por tantas coisas juntas.
Formaturas, bailes de finalistas, joelhos esfolados
visitas às urgências,
férias em família, maus dias, maus empregos
e em todos os estágios assustadores e desconhecidos,
a resposta eram sempre as amigas.
Esta é a Gillian.
Ainda tem crianças em casa,
só que não são dela.
Porque estás a dar aulas hoje?
É só uma aula.
Ele quer tocar isto logo para a mãe.
Ainda gosta dela.
O Daniel mandou-te uma mensagem.
Nada diz "não quero falar contigo" como uma mensagem.
Ele disse que tem saudades nossas.
Isso é bom.
É mentira.
Mas é uma mentira boa.
E esta é a Helen.
Nunca envelhece.
Pelo menos publicamente.
Frank, tenho de fazer umas coisas antes de ir a casa da Carol.
Podes dizer-lhe que posso vender a casa dela amanhã
se ela me der a listagem?
Andas a pintar a cabeça outra vez?
Sou alto, ninguém vai ver.
A menos que estejas sentado.
A Carol fala muito, Frank,
mas nunca vai vender aquela casa.
Terias de a vender com ela lá dentro.
Nós as três já não nos vemos tanto quanto era costume.
Os rapazes partiram.
Os maridos chegaram e partiram.
Mas uma tradição permanece.
- Ainda bem que ainda fazemos isto! - Feliz Dia da Mãe!
Sem maridos e filhos, talvez seja mesmo divertido.
Trouxe dónutes.
Eu trouxe bourbon.
Achas mesmo que vou beber uma mimosa? É Dia da Mãe.
Devia ter vindo de Uber.
Malta, acho que o tipo da garrafeita estava a namoriscar comigo.
Nem me consigo lembrar da última vez que alguém namoriscou comigo.
Aposto que acontece, tu é que não respondes.
Porque respondes tu? És casada.
O meu casamento não é perfeito como o teu, Gillian.
E namoriscar não é traição,
é só um beliscão no ego.
Mantém-nos em forma, sexualmente.
Então é sexercício.
Sim, as mulheres deviam sexerxitar todos os dias.
Fantástico, outra coisa que eu não faço.
Vá lá, não há nada que tu não faças.
Olha para isto.
E estás sempre a voluntariar-te.
Por favor, ensino arte num lar duas vezes por semana.
Sou quase a Madre Teresa.
E olha para a tua casa, imaculada.
E chave para uma casa limpa?
Marido morto.
Meu Deus, isto saíu-me muito pior do que tencionava.
Não, é uma ótima dica para a casa.
E estas flores?
Meu Deus, todos os anos são maiores. Foi o Matt que as enviou?
Sim, foram entregues esta manhã.
O Matty é o filho perfeito, nunca se esquece.
Ele namora alguém?
Ele não tem tempo.
Está a ajudar no lançamento de uma nova revista de desporto.
Ele so trabalha e dorme, pelo que diz.
O Paul é igual, nunca menciona namorar com ninguém.
Meu Deus, oxalá o Daniel namorasse com outra pessoa que não a Erin.
Ela não é boa para ele. Já lho disse.
E como correu isso?
Ele desamigou-me.
Vês? É por isso que não tenho Facebook.
- Lembram-se de como eram fofos? - E como nós éramos?
Quando é que fiz 50 anos?
Vários anos depois de mim, portanto cala-te e desfruta a juventude.
Adoro que não tenhamos de mentir sobre a nossa idade, entre nós.
Adoro que não tenhamos de mentir sobre nada, entre nós.
Acabei de comer um dónute inteiro à frente de vocês as duas.
Nem sequer fingi que só comi metade.
Vá lá, isso é amizade.
Tens tanta razão.
Mandei as flores a mim mesma.
Já há algum tempo que o faço.
E todos os anos se torna mais depressivo,
por isso compro flores maiores.
Bem...
Mas não escreves nenhum cartão, pois não?
Não!
Eu não escreveria para...
Sim.
O que dizia o cartão este ano?
És a melhor mãe de sempre.
Sim.
Bem, e és.
Que filho se esquece do Dia da Mãe?
Bom, e que tipo de filho envia uma mensagem no Dia da Mãe?
Passa-me o bourbon.
Vá lá, preguiçoso! Compra-me uns sais de banho. É assim tão difícil?
Uma vela, uma moldura, alguma coisa.
Devia ter enviado flores para mim mesma. É de génio.
O Daniel não me pode ligar de Long Island City?
Meu Deus, tenho uma rapariga para ele conhecer.
O sacana nem me ligou de volta.
O Paul deixou de se preocupar comigo quando casei com o Frank.
O Matt não vem a casa desde o funeral do Finn.
E mal veio o casa para isso.
Ficou 16 hora e usou ténis.
Mas era giros. Eram Gucci.
O que fizemos mal?
Fizemos tudo bem. Foi isso que fizemos mal.
Quero dizer, criámos os nosso filhos como seres independentes e livres
e agora eles... já não precisam de nós.
Bom, vão voltar a precisar de nós quando tiverem filhos,
quando formos avós. - Eu não quero ser avó, mas...
Gostava de um cartão do Dia da Mãe.
Maternidade.
Aquele sentimento de que, à medida que os filhos crescem,
estão a acabar tudo connosco, gradual mas diariamente.
É uma tortura emocional desumana.
É a melhor descrição da maternidade que alguma vez ouvi.
Bom, neste momento, não parece maternidade,
parece outra coisa qualquer.
Meu Deus, tens tanta razão.
Não quero ser "outra coisa."
Nem eu. Mas o que podemos fazer?
Ir até Manhattan e entrar nos apartamentos deles?
Não, temos de respeitar o espaço deles,
deixá-los serem indivíduos,
blá-blá-blá.
Só que...
... é Dia da Mãe, porra.
- Anda lá, Carol, vamos a isto! - Vámonos!
Vamos.
Está tudo pronto. Vamos.
Preciso de bagagem adulta.
Esta é a minha mala da sorte de Guatemala.
Cá vamos nós.
Vamos lá.
Estão a ouvir-nos, rapazes?
Devíamos ir ao America's Got Talent.
O que tinha a ponte antiga de mal?
Estava a vergar...
... um bocado.
Acho que já passou o efeito do bourbon.
Pensámos bem nisto?
E se os rapazes não nos quiserem ver?
"Mãe" não é só um nome, é um verbo.
Requer ação.
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