Vicious

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Vicious 2025 2160p ATV WEB-DL DDP5 1 Atmos DV HDR H 265-FLUX
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Diterbitkan pada: 2025-10-10
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FPS: 23.976

Pratinjau subtitle Brazillian Portuguese

200 baris pertama.

Não quero ser eu.

É estranho dizer isso?

É verdade.

Estou cansada de sentir que nada disso importa.

Eu me esforço tanto.

Bato com a cabeça na porra da parede.

A cada minuto.

A cada segundo.

Mas nada muda.

Não melhora.

Eu continuo aqui.

E tudo continua igual.

O que você quer?

Que isso pare.

PRESENTE MALDITO

Oi, Polly, é o Ryan.

Não vimos você na aula de cerâmica nas últimas semanas.

Você ainda tem seis aulas pré-pagas.

Quer que a gente congele sua matrícula?

Me avise por e-mail. Tchau.

É a Lainie. Só pra te lembrar de pegar o bolo na quinta-feira.

Você disse que podia, então não vacila.

Enfim, me conta como foi amanhã.

Oi, garota. É o Bobby.

Desculpa, mas você vai ter que fazer turno duplo amanhã.

Todo mundo já tem compromisso.

É a mamãe. Você não respondeu à minha mensagem.

E aí, imprimiu os formulários que precisa trazer?

Me ligue se quiser treinar.

Tenho muito a oferecer.

Eu era uma boa aluna.

As pessoas me acham inteligente.

Por que alguém diria isso?

Quem diria isso? Não sou uma pessoa inteligente.

Sou muito esforçada.

Eu só me distraí um pouco.

Acho que eu...

Acho que os últimos anos foram bons.

E acho que eu só precisava...

"Sra. Gibbons, o que a fez querer voltar a estudar?"

Porque é o que devo fazer.

Posso ajudar?

Bem, eu não...

Não sei onde eu...

Senhora?

Achei que conhecia alguém que morava aqui.

Eu conhecia alguém que morava aqui.

Eu me lembrei.

Ou pensei que tivesse lembrado.

É a Sra. Trott? Ela mora na casa ao lado.

Eu vim de táxi.

Posso ligar pra um número. Está na geladeira.

Meu filho deixou um cartão, caso eu precisasse.

Quando se mudaram, o escritório dele o transferiu para Nova Jersey.

A senhora quer entrar um pouco?

- Não. - Sair do frio?

- Pode entrar. - Obrigada.

Podemos nos sentar na sala.

Pode me dar um copo d'água?

Claro. Posso fazer um chá.

Não, não quero incomodar.

- Por favor. - Imagina.

Aqui. Pode se sentar.

Me desculpe.

Você é muito gentil. Já é tarde.

Não tem problema.

Aqui está.

Está com seu celular? Posso ligar para você.

Não, nunca consegui usar celular. Nem os de flip. Os botões são pequenos.

Mas tenho o número.

Meu filho me deu.

Disse que se algum dia eu estivesse em apuros, podia ligar.

Sim, a senhora já me disse. Relaxe, vamos dar um jeito.

Está tão frio lá fora. O fogo é gostoso.

Você é casada?

Não.

- Mas é linda. - Obrigada.

Você tem filhos?

Um bebê?

Não.

Esta casa

é grande para uma jovem.

- Não sou mais tão jovem. - Para mim, você é.

Mas não é assim?

É da minha irmã. Ela e o marido alugam para mim.

Moram do outro lado da cidade.

Eles têm uma filha e queriam um quintal maior e tal.

É um bom lugar para morar.

Sim, tenho sorte. Eu nunca teria condições de morar aqui.

Eu devia cuidar melhor do lugar, mas...

Quantos anos tem sua sobrinha?

A Aly tem cinco anos. Logo vai fazer seis.

Vão dar uma grande festa na semana que vem.

- Que bacana. - É uma boa idade.

Com certeza. Tanta coisa pela frente.

Vou começar agora.

O quê?

A senhora está bem?

Se quiser me dar o cartão, posso ligar para você.

Posso pegar o telefone e...

Isto será seu agora.

Talvez devêssemos esperar lá fora.

Você vai morrer.

Desculpe. Mas é verdade.

Do que está falando?

Pode ficar triste, com medo. Pode sentir um monte de coisas.

Não importa. Isso não muda a verdade.

Você vai morrer.

Hoje à noite.

A menos que...

- A menos que eu não... - Não entendi.

Não vai entender.

Acho que está um pouco confusa e precisa ir embora.

Me lembrei de alguém que morava aqui.

Foi há muito tempo. Mas não importa.

- O que você quer? - Terá que fazer algumas coisas.

Você foi tão gentil comigo.

Obrigada pela água.

- Vou chamar a polícia, tá? - Não pode fazer isso.

- Vou chamar. - Eu não faria isso.

Não conte para ninguém.

Eu não contaria para ninguém.

Não ouse.

Levanta.

Você precisa ir embora. Não aceito isso.

- São seus agora. - Não quero.

- Precisa deles. - Quero que saia da minha casa.

Não sei qual é o seu problema, mas você tem três minutos.

Depois vou chamar a polícia, tá?

Você tem todo o direito de estar chateada. Esta é a pior coisa que já fiz.

O que está fazendo não está certo. Entende isso?

Precisa ir embora, por favor. Vá para casa.

Polly?

Como sabe meu nome?

Achei que fosse um pesadelo.

Mas não acordei.

Você não vai acordar.

Eu sinto muito.

- Mãe? - Oi.

- Pegou os formulários? - Espere.

Aconteceu uma coisa muito zoada.

- O quê? - Era uma mulher.

Ela apareceu aqui. Eu a deixei entrar.

Ela estava procurando alguém.

- O quê? - Ela devia ter uns 80 anos.

Espere, deixou alguém entrar na sua casa?

- Mãe, está ouvindo? - Estou ouvindo.

Ela apareceu aqui, e eu a deixei entrar,

porque precisava ligar pra alguém vir buscá-la.

E então ela começou... A conversa ficou estranha.

- O que aconteceu? - Ela disse que eu ia morrer.

- Polly. - Eu só quis ser legal.

- Querida, isso não faz sentido. - Mãe, não sei o que dizer.

- Foi bizarro. Ela tinha uma caixa. - Uma caixa?

- Que tipo de caixa? - É isso que quer saber?

Era uma bomba?

Não, mãe, não era uma bomba.

Eu teria dito isso logo de cara.

É a primeira coisa que alguém diria. "É uma bomba!" Não.

É só uma caixa de madeira velha.

Ela deixou na rua. Está largada aqui.

- Ela devia estar senil. - Pode ser.

Você disse que ela era velha. Vai ver estava confusa, sem os remédios.

Não sei o que ela era.

- Mas ela foi embora? - Sim.

Foi embora.

Está tudo bem, bonequinha.

Se não estiver, chame a Sra. Trott.

Ela ainda está viajando.

Parece que essa mulher não para quieta desde que o marido morreu.

Eu devia chamar a polícia, não acha?

Acho que precisa se concentrar. Tenho certeza de que está tudo bem.

Ela disse que eu ia morrer.

Ela devia ser de alguma seita estranha.

Tá. Mãe, isso não ajuda.

Você não está ajudando em nada dizendo essas coisas.

Então, está pronta para amanhã?

Já sabe o que vai vestir?

- Não. - Polly, precisa se concentrar.

É importante, querida.

- E a Lainie ligou... - Eu sei.

Por isso saí do trabalho mais cedo.

Estava planejando fazer isso.

- E sei o que a Lainie fez. - Está bem.

- Querida, vai ficar tudo bem. - Tenho 32 anos.

Já fiz entrevistas de emprego e estou pensando em voltar a estudar.

- Nem sei se é isso que eu quero. - Eu sei.

Mas temos que começar de algum lugar.

- Tenho rezado por isso, sabe? - É, eu fui escrota. Desculpa.

Não, só não quero que se distraia.

Tá bom. Eu te ligo daqui a pouco.

Vou experimentar umas roupas, te mandar umas fotos.

- Vai ficar acordada mais um pouco? - Vou, bonequinha.

Tá bom, te amo. Tchau.

- Mãe? - Sim, querida.

- Estou enlouquecendo. - O que foi agora?

- Não me venha com essa. - O que aconteceu?

- Estou enlouquecendo. - Vai me contar o que aconteceu?

Eu poderia jurar que você estava aqui, lá em cima.

Ouvi sua voz. Senti o cheiro do seu perfume.

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