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Amelie et la metaphysique des tubes 2025 FRENCH 1080p WEB-DL H264-RiYi
Komentar oleh Claudio de Alencar
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Diterbitkan pada: 2026-02-17
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FPS: 24

Pratinjau subtitle Brazillian Portuguese

200 baris pertama.

No início, não havia nada.

Nada, exceto Deus.

Quanto tempo Deus existiu?

Ninguém é velho o bastante para saber.

O ambiente de Deus não era exatamente populoso.

Era conveniente, pois Deus olhava o nada e não desejava nada.

Deus não se interessava por nada.

Nem ser Deus O animava.

Podemos pensar em Deus como... um tubo.

Sim, um tubo.

Vou explicar o porquê.

As únicas ocupações de Deus eram ingerir, digerir e excretar.

Sua comida celestial apenas O atravessava.

Deus não guardava nada. Como um tubo.

Legendado por Cabine de Projeção

Responsável: Lzito

Os olhos das pessoas têm uma característica incrível.

São espectadores.

Mas ouvidos não são ouvintes.

E narinas não são cheiradoras.

Mas os olhos são espectadores.

Qual a diferença entre olhos que olham e os que não olham?

Essa diferença tem um nome: vida.

Deus não tinha espectadores.

Sua filha é uma plantinha.

Perturbador, não?

Mas os pais de Deus eram otimistas.

Por isso, a condição lhes agradava por enquanto.

Eles já tinham outros dois filhos que eram o mais vivos possível.

Então, não disseram não a uma plantinha pacífica.

E essa era a maior força de Deus: Deus era inabalável.

Os muitos peregrinos que visitavam Deus, cócegas, vulcões...

sinfonias eloquentes...

...não O perturbavam.

Muitos invejariam tal poder.

O poder da tranquilidade.

Ainda assim, todos queriam ouvir o primeiro som de Deus.

Ver seu primeiro gesto. Viver Seu primeiro qualquer coisa.

Mas Deus permanecia fazendo Seu primeiro nada.

E, lentamente, o interesse se esvaiu.

Deus foi quase esquecido completamente.

Dias, semanas, séculos se passaram.

JAPÃO, 13 DE AGOSTO DE 1969 Parem. É aqui.

O que aconteceu naquele dia continua sendo um mistério.

Dizem que coincidência não existe.

Eles querem explicar tudo.

Mesmo assim, uma substância pequena pode fazer a diferença.

Uma partícula de poeira...

...pode mudar tudo.

Muitos anos de vida...

- Posso assoprar agora? - É a minha vez.

- O que está acontecendo? - Estou com medo.

Fiquem calmos. Terremotos são comuns no Japão.

Para debaixo da mesa, crianças.

Deus finalmente tinha um olhar. E um corpo.

O que Ele podia fazer com isso?

Era uma boa notícia?

Meu bebê. Tudo bem?

Bebê?

Quem é "bebê"?

Deus não é um bebê.

Deus imediatamente tomou a palavra para estabelecer os fatos.

Ele se expressou em Sua voz celestial...

Exato, sim.

É um milagre.

Que maravilha, querida.

Não. Não é nada bom.

Seus lábios formam palavras. Os lábios de Deus só fazem som.

O que fazemos agora?

- Já sei. Vou ligar para a mamãe. - O quê? Patrick!

Não importava o esforço de Deus, Ele só podia gritar seu desespero.

Este corpo era Sua jaula.

Ela jogou os brinquedos pela janela de novo.

André, pare.

- Quando ela parar também. - Mãe, ela pega minhas coisas.

Por favor, Juliette.

Estou cansado dessas meninas.

Ohayou gozaimasu.

Arigatou , Kashima-san. A senhora quer entrar?

Desculpe, tem sido difícil ultimamente.

É meu.

Pare com isso, pare de gritar.

Eu não aguento mais. Não pode continuar assim.

Não consigo mais nem ensaiar, e você...

Parece um cônsul encalhado.

- Adivinha quem trouxe isto de volta. - Não brinca.

Sim. Nossa querida proprietária.

Me assustei. Ela estava me esperando atrás da janela.

Ela viu a janela? O que ela deve pensar de nós?

Ela me ofereceu a ajuda de uma mulher

cuja família costumava servir à família dela.

Que vergonha.

Ótima ideia. Ligue para ela.

Pare ou jogo suas coisas pela janela.

- Patrick, pode abrir? - Já vou.

Ohayou , Ni... Mãe?

Pois é. Como estou feliz em vê-lo.

Embora eu ache você esperava esta jovem senhora.

Nishio-san.

- Vovó. - Meus queridos.

- Como vocês estão grandes. - Meu dente está mole.

- Um sorriso estonteante. - Quem é aquela senhora?

Mãe, crianças, esta é Nishio-san.

Ela veio nos ajudar.

Entre. Douzo . Não fique aí fora.

Deixa comigo.

- Vovó, trouxe chocolate? - Sim.

- E quadrinhos? - Claro que sim.

Você não parece muito bem.

Não esperávamos mais você.

Eu tinha que me preparar para este evento.

Veja que terno lindo.

Mas seis meses...

Prazer, sou Danièle. Muito obrigada por sua ajuda.

Sogra?

Olá, querida. Você parece exausta também.

Ali está meu pequeno milagre.

Vou lhe mostrar a casa. Deve ter mudado desde sua infância.

Olhe na cama.

Esperem aqui, crianças. Farei o necessário.

Olá.

Sou sua avó. Feliz em finalmente conhecê-la.

Que coisinha. Sei exatamente do que precisa.

Sempre carrego um agrado.

É chocolate branco da Bélgica. Sua terra natal.

Prove.

E o milagre aconteceu.

- Mamãe, venha ver. - Papai.

O que foi?

Pelo prazer do chocolate branco, eu percebi: Deus era eu.

Esta é minha grande amiga Amélie.

Foi assim que nasci, aos dois anos e meio...

nas montanhas de Kansai,

diante da minha avó, pelo milagre do chocolate branco.

Deveríamos abrir um champanhe?

O prazer era eu.

De agora em diante, eu estaria onde o prazer pudesse ser encontrado.

O prazer fez meu corpo finalmente agir.

O chocolate despertou meus sentidos.

Em poucos dias, compensei o tempo perdido.

Embora eu não os tenha desperdiçado.

Um ser humano de dois anos e meio deve ser capaz de andar.

Andar não é tão difícil: cair para frente,

um pé à frente e recomeçar.

Mas...

Correr...

Correr te liberta.

É o que bandidos e heróis fazem.

E é mais cansativo.

Mas, aos dois anos e meio, alguém deve, especialmente, falar.

O que era aquela fera de pescoço longo?

E qual era o poder maravilhoso que substituía "algo"...

...por "nada"?

Esse era o milagre de um Deus.

O que poderia ser mais divino que essa destruição?

Naquele dia, conheci um irmão.

- Venha, Amélie. Deixe Nishio-san... - "Aspirador".

Quero meu lanche.

Patrick, Amélie disse a primeira palavra.

- Que maravilha. Qual foi? - "Aspirador".

Aspirador?

Que palavra celestial. Muito bem, Amélie.

Tente dizer outra coisa, Amélie. Tente "ma-mãe".

Obviamente, significava muito para eles.

- Mamãe. - Muito bem, Amélie.

- Sou eu, sua mamãe. - Minha vez.

"Pa-pai".

- Papai. - Exato, ótimo. Papai.

Que resposta estranha.

Como se eu tivesse que nomeá-los para confirmar sua existência.

Pare.

- Juliette. - Ela disse meu nome.

- Vovó. - Querida. Que milagre você é.

Meu irmão gostava de me provocar.

Ele lia quadrinhos a tarde toda nas minhas costas.

- Ela não quer dizer seu nome. - Ela é só um bebê.

Ela só sabe algumas palavras.

Não, eu sei muitas mais.

- Você sabe falar? - Eu sempre soube falar.

Ela fala como uma imperatriz.

Que criança maravilhosa. Ela escolhe as palavras.

Querido, não fique emburrado. Champanhe.

Sorte que você estava lá, vovó. Foi a única a me ver como eu era.

Vamos sentir sua falta, vovó. Você volta logo, né?

Sim, mas da próxima vez, terão crescido mais.

Cuidem dos seus pais, eles precisam.

- Onde está Amélie? - Verdade, cadê ela?

- Quero me despedir. - Vou procurá-la.

Entre no carro, estamos atrasados.

Jesus!

- O que faz aqui, sua danada? - Aonde vai, vovó?

Para a terra do chocolate branco.

Vou sentir tanto sua falta.

Não a achei. Ah, aí está você.

Venha, vovó vai perder o avião.

Mete o pé, motorista.

Mamãe, a vovó volta logo?

Não imediatamente. Ela vai para a Bélgica. É longe.

- Bem no fim do mundo. - No fim do mundo?

Eu não quero.

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