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S01E03 "Cathy's Song".
Ontem à noite,
vítimas alegaram ter visto dois homens de moto jogarem...
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!
Acredita-se que trabalham no restaurante.
Uma operação policial acontecia nos fundos do restaurante,
mas soubemos que não há ligação.
- Merda! - Ei, Evie.
- Alô? - Oi.
Oi. Você está bem?
- Estou. - Quer falar com a Evie?
- Por favor. - Certo. Espere.
Pegue. E fique de olho nisso.
- Oi. - Oi, querida.
Só estou checando como você está.
Sinto muito pelo jantar de ontem.
- Faremos de novo, certo? - Não se preocupe. Tenho que ir.
- Espere. - Chegarei tarde na escola.
Evie.
Obrigado.
Então, como vai ele?
O detetive Fleming inalou muita fumaça.
Ainda o estão examinando.
Os primeiros sinais não indicam algo grave.
É algo para ser grato.
- Ele é um policial durão. - Ele é policial, ponto final.
Descubram que desgraçados fizeram isso e capturem-nos.
Devemos isso ao Fleming.
Acha que é o Karabas?
- Jimmy Laszlo. - Por que ele?
Alguém matou o contador dele, Tony Aldon.
Parece ser a Clay Street. Pode ser vingança.
Se ele quisesse atacar os irmãos Lee,
o Laszlo não mataria só alguns garçons.
- Alguém da gangue? - Alguém com desejo de morte.
O Jimmy ficará irritado se não autorizou isso.
- E o filho mais velho dele? - O Alec?
Ele é cabeça quente, não?
Se ele soubesse soletrar, seu nome seria "Bruto".
Mas pode ter sido ele.
Pegue pesado com o Laszlo.
- Acabe com eles. - Sim, senhor.
Olá, querida.
- Senti sua falta. - Sentiu?
Quanto?
Um tanto assim?
- Pai. - Bom dia, Jimmy.
Que tal a mamãe te levar para tomar sorvete?
Aqui está. Boa garota.
Venha cá, querida.
- Como se diz para o vovô? - Obrigada, vovô.
- De nada, querida. - Boa garota.
- Vá para a mamãe. - Venha, querida.
Tchau.
O que foi?
Como você pode ser tão idiota?
Pai!
- Tínhamos que fazer algo. - Você não escuta.
- Tínhamos que revidar. - Estava dominado.
- Estava sob controle. - Estavam rindo da gente.
- Haviam policiais lá! - Como eu poderia saber disso?
Faz ideia da merda que isso será para mim?
- Como eu saberia? - Eu falei para esperar!
Esperar pelo quê? Sabíamos quem havia nos atacado.
Foi a maldita Clay Street! O que eu devia fazer, pai?
Esperá-los nos atacarem de novo?
Esperar meterem uma bala na sua testa?
- Fiz isso por você. - Meu Deus.
Certo, eu não sabia dos malditos policiais.
Mas tínhamos que fazer algo. Tem que admitir isso.
- Não foi a Clay Street. - O quê?
Não foram eles. Eles não nos atacaram.
Como assim? Como você sabe?
Porque busquei saber de tudo antes de agir.
- Então quem foi? - Não foi a Clay Street.
- Pai, eu... - Sente muito?
Tenho que limpar sua bagunça. Como se não tivesse o bastante.
Eu vivo limpando sua maldita bagunça!
Merda!
Lá dentro.
Diga-me que não está envolvido nisso.
Que droga, Jimmy! Eu falei que não foi a Clay Street.
Então quem foi?
Meu Deus. O Alec?
Foi o Alec? Merda!
- Como deixou isso acontecer? - Cuidado.
Faz ideia do que ele fez?
Feriu um tira. Outros podiam ter morrido.
Acha que não sei disso?
Eles vão cair em cima você.
Qual é o plano? Vai sacar seu revólver?
Seja quem armou para você, está na mão deles.
Por que fizeram parecer que a Clay Street atacou.
Eles querem uma guerra. Desestabilizá-lo.
E devo esperar? Ver quem vem à minha porta,
a Clay Street ou a polícia?
Não. Daremos um fim nisso.
Preciso de você livre e vivo.
Se isso der errado, perco tudo o que tenho.
Estou ouvindo.
A polícia está pensando em como te ferrar de toda maneira.
Quer colocá-los na defensiva, ganhar algum tempo?
Vá à Polícia de Oakland e ofereça a cooperação.
- Sem advogado. - Não vou lá. Você está louca.
Coopere no início, e, se não os acharem culpado...
É um grande dúvida. Trata-se do Alec.
Faça isso, e o promotor pensará duas vezes antes de acusar.
A polícia sossegará.
- Descubra o que têm. - Não...
Não vou naquele lugar até descobrir o que eles têm.
Ei, Jackie!
Jackie, estamos nos organizando.
Preciso trocar o celular. Preciso do velho.
- Obrigado. - Obrigado, Charlie.
Aonde ele levará isso?
Coletou os celulares de todo o grupo?
Sabe com o que está lidando?
- Diga-me que não os destruiu. - O que quer com isso?
Posso analisá-los. Localizações, números.
- Podem entregar seu traidor. - Não acontecerá.
Pode me querer livre, Grace, mas ainda é uma policial.
- Por que eu arriscaria...? - Descubra o que eles têm.
Faça o seu trabalho.
Certo.
Certo.
Ele não pode falar daquele jeito.
Esqueça.
Ele entra e fala assim na sua própria casa.
Eu mandei esquecer.
Não tem que aceitar isso.
Você é o chefe daqui.
É o dobro dele.
Ainda assim...
quer se deitar?
- Dar uma sacudida? - Vá se ferrar.
Vá se foder, Alec Laszlo.
Vá se foder.
Vamos, querido. Vamos!
Mais forte!
Terá que cuidar disso.
Juntar as pontas soltas.
Tire-os daqui antes que os tiras ou os chineses os encontrem.
Ponha-os em um ônibus.
Querido?
O que está havendo lá for a?
Não posso mentir. Só digo que não é bonito.
É o tira?
Parece que ele vai sobreviver.
- Graças a Deus. - Não se culpem.
Quem poderia saber?
Ainda têm que esperar. Não podem dar as caras.
Eu trouxe algumas coisas.
Mantenham a força.
Essa... Essa merda foi ideia sua.
Fizemos isso por você.
Agora estamos escondidos como vagabundos.
- O que vai fazer? - Estou cuidando de vocês.
Estou fazendo isso. Eu sei que devo a vocês.
Agora, vou tirá-los daqui, só até a poeira baixar.
Quando?
Estou trabalhando nisso.
Com sorte, terei algo à noite.
- Preciso de seus celulares. - Por quê?
Não se preocupem. Conseguirei outros.
É para não serem localizados. O que pensam?
Estou cuidando de vocês. Nós zelamos pelos nossos.
Aguentem firmes. Ouviram?
- Estamos de boa. - Firmes.
Volto em algumas horas, no máximo.
- Oi, querido. - Kim, certo?
Está tudo bem.
Você é policial?
Vá pegar um café.
Diga que estou aqui, e eu chamo a Imigração.
Vá.
Surpresa.
Grace Travis.
Espero por esse dia desde quando cheguei em Oakland.
- Eu também. - Vejo que veio preparada.
- Como você me quer? - Acho que não posso descrever.
Parece excitante.
- Tem me seguido? - Qual é.
Você me seguiu por 10 meses.
Acha que não tratei de saber tudo sobre você?
Cada informante vadia que pôs na folha.
Cada motel nojento onde você se encontra.
Acho que terá liberdade vigiada depots dessa sua proeza comigo.
- Tecnicamente. - Tecnicamente.
O que a Tenente Hernandez vai achar
quando descobrir que anda comendo sua informante?
O que você quer?
Sua expressão é quase o suficiente.
O que está dizendo, Jimmy? Qual é o objetivo?
Só estou dizendo que preciso de mais tempo.
- Quanto? - Com sorte, alguns dias.
- "Com sorte"? - Não é nada demais.
Os bancos estão demorando muito para processar os fundos.
Sabe como funciona.
Se não fechar até domingo, o acordo já era.
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