Good King Dagobert

Good King Dagobert (Le Bon Roi Dagobert)

Portuguese 자막 다운로드

릴리스 정보

Good King Dagobert 1984 1080p BluRay x264 AAC-[YTS MX] v3 PT
다음의 해설 FMS2025

태그

webdl
게시일: 2026-06-06
다운로드: 9
청각 장애인용: No

Portuguese 자막 미리보기

처음 200줄입니다.

No alvorecer do século VII d.C...

A Europa, devastada por guerra, invasões, fome, regicídio e peste

assistia à ascensão de três figuras notáveis.

Em Roma, ainda marcada pelas invasões bárbaras de Alarico, o Papa Honório I

um pontífice severo mas iluminado.

No Oriente, o imperador Heráclio I, herdeiro do antigo trono de Bizâncio

ambicioso e astuto.

Para além dos Alpes, Dagoberto I da dinastia merovíngia.

Os destinos destes três homens estão entrelaçados

levariam a consequências imprevistas.

Heráclio I, Honório I, Dagoberto I...

Qual deles se elevará verdadeiramente acima dos outros? Em breve descobriremos.

BOM REI DAGOBERTO

Pecador impenitente!

- Quem falou? - A Santa Igreja.

Otarius! Eu estava a ter um sonho delicioso, e tu acordaste-me a guinchar como um leitão.

Sou a voz da Santa Igreja. Vigio para que tu, pecador

não cometas fornicação fora do vaso sagrado de Nanthilde, tua esposa...

- Perante Deus e os homens. - Mas Alpaide ainda me amamenta.

Ela dá-me banho, cuida de mim. É como uma segunda mãe para mim.

E ela fez-te esquecer tudo o que a tua mãe te ensinou.

Nem tudo!

Ela também me ensinou a nunca confiar em monges.

Mas eu não sou um monge comum. Sou o tutor do palácio. Nunca te esqueças disso, Dagoberto.

Que sonho agradável estavas a ter, meu rei?

Se to contasse, deixaria de ser o meu sonho.

O Diabo infiltra-se muitas vezes nos nossos sonhos.

- E como entra? - Pelas narinas.

Foi isso que declarou o último Concílio dos Bispos da Campânia.

- E se tapar o nariz? - Então usará os teus ouvidos.

Posso também bloquear esses. E não me fales dos seus outros possíveis pontos de entrada.

O Diabo sabe, tal como tu e eu, que sofro de disenteria. Não ousaria.

- Mas, Majestade! - Vai-te embora!

Cuidado, Majestade! Nenhuma coroa pode proteger quem a usa da ira do Todo-Poderoso!

Nenhuma cabeça está a salvo de cair, nem mesmo uma que use uma coroa.

E se eu perder a paciência, mando-te decapitar. Fora daqui!

Tu és o próprio diabo.

O leite acabou. Que pena.

Alpaide!

Parece algo saído de um cemitério.

Sonhei que estava deitado numa cama quente e confortável, com o sol a brilhar lá fora.

- Sonhei que estava a jogar com o rei. - A jogar o quê?

- Não te digo. - Vá lá, diz-nos.

Não.

Vá lá, o rei está à nossa espera.

Alto!

Porque é que paramos?

- O que se passa? - Não sei.

Livrai-nos do mal! Avisem rapidamente o rei!

Arranha aí. - Majestade!

- Assim? - Sim. O que é isto?

Há perigo à frente. Vem depressa, é importante.

- Mais importante do que o que estou a fazer? - Receio que sim, Majestade.

Outra interrupção! Vês? Um rei nem pode aliviar-se em paz.

Dá-me aquilo... a capa ali.

- Como está? - Suave.

- E o cheiro? - Forte!

Então devo estar a melhorar.

- O que é, monge? - Majestade!

- O que é? - Algo terrível, Majestade!

Aqui está sempre a acontecer alguma coisa!

- Vem, Majestade. - O que é isso? Mostra-me.

É uma cabeça de porco com uma coroa. A mensagem é clara.

- Há um espião entre nós. - É o símbolo dos bárbaros, meu rei.

Sim, tens razão. Livrem-se disso. Agora!

Majestade, preferia meter o braço no fogo a tocar nessa coisa amaldiçoada.

- Bem... então tu. - Eu?

Sim, tu! É o teu rei que ordena.

Não me disseste cem vezes que a superstição

e a feitiçaria não têm lugar num coração cristão?

- É verdade, Majestade. - Qual de nós é o melhor cristão?

- Tu ou eu? - Eu, Majestade.

Então prova-o. Tira isso daí! Lança esta maldição fora, ordeno-te!

"Pelas sagradas chagas de Cristo", Majestade...

Terei de rezar e recitar ladainhas durante bastante tempo antes de lhe tocar.

Quanto tempo vai demorar?

- Pelo menos três ampulhetas. - Não, isso é demasiado tempo!

Chega. Abram caminho agora!

- Deixem passar o vosso rei. - Majestade!

- Tu, move esse fetiche. - Eu? - Sim. - Tu.

- Então ele. - Eu? - Ele! - Eu? - Tu! - Ele! Não, ele!

O que se passa aqui?

Meu Deus... ajuda-me!

- Os bárbaros! Os bárbaros! - Dagoberto, os bárbaros!

Oh Deus, os bárbaros. Corramos!

Soldados, salvem o vosso rei! Deem a vida, se necessário.

Meu Deus! Vamos sair daqui!

Rápido, a minha espada! Dá-me a minha espada. Quando é precisa, nunca está aqui.

- Tu aí, vem cá. - Sim, meu rei.

- Leva a coroa para um lugar seguro. - Obrigado, Majestade.

Homem sortudo. Morreu pelo seu rei.

Sigam-me. O vosso rei proteger-vos-á.

- Socorro! - Socorro! - Cada um por si! - Socorro, querem violar-nos!

Deixem-nos. A guerra é a guerra.

Um cavalo! O meu reino por um cavalo!

Quem é?

Tu, Majestade... Dagoberto!

Meu rei! Ah, meu rei.

- Vamos, levanta-te. -

- Quem és tu? - O meu nome é Chrodilde.

Já te vi antes. Fazes parte da minha comitiva?

Sim, sirvo na cozinha.

- Estás com frio, hein? - Sim, majestade.

Estás com frio, não estás?

- O meu manto. - Obrigado, Majestade.

É pesado, não é?

Espera, vamos fazer assim. Pronto.

Sentes-te bem debaixo do manto do rei?

- Sim. - Estás prometida?

- Não tens medo do teu rei, pois não? - Não, majestade.

- Quantos anos tens? - Dezasseis, majestade. Uma bela idade.

- Lobos, Majestade! Lobos! - Onde? Ali.

- Majestade! - Coragem, corre!

Não me deixes… tenho medo!

Desgraça… Vergonha!

Um rei sem coroa nem espada vale menos que um homem. Até os lobos o sabem.

Lá estão eles… a rir-se de mim. “Lupus diabolicus”.

Tudo está perdido, até a honra. Abandonei os meus fiéis súbditos

as minhas dedicadas criadas. Estou sozinho numa árvore no meio da floresta!

- Eu… o rei? - Eu também estou aqui, meu rei.

- Quem és tu? - Chrodilde. Não estás sozinho, Majestade.

Tinha-te esquecido… a minha mente está perturbada

todos aqueles pobres soldados massacrados,

e Alpaide nas mãos de… aqueles vilões, negros como o inferno!

A propósito… quão habilidosa és no “bocce”?

Não posso competir com Alpaide, mas safo-me.

Não contra o teu rei, espero. Vamos… mostra-me. Mostra-me!

O teu rei é o melhor juiz do reino.

Pela minha coroa perdida, juro que o Criador não te negou a sua graça.

Chrodilde, Chrodilde… desejo-te… vem. Majestade! Mas sou uma donzela.

- Tenho medo. - Deixa-me esquecer a minha derrota.

Vem aqui, eu sou o teu rei.

Eu sou o cavaleiro e tu és o cavalo.

- Já não estou sozinho. - Só boas notícias esta noite.

Espera, espera.

Oh, sim! Mãe!

O que se passa? Quem és tu?

- Porquê? - O que queres dizer com porquê? Eu disse, quem és tu?

- Otarius. - Otarius?

- E tu? - Eu sou o rei! Quem mais?

Graças a Deus! Majestade, sois vós. Então estavas a espiar-me. E viste?

Só ouvi. Ouvi uma voz feminina a gritar “mãe”. Não estás sozinho?

Bem, não… não completamente.

Ouviste bem, de facto “mãe”. Eu estava a desflorar uma virgem. Numa árvore?

Bem, os pássaros não fazem outra coisa nas árvores. Sua Santidade

escreveu-me que desaprova os teus feitos adúlteros!

Não desafies a ira de Deus! Hoje o teu Deus esqueceu-se de mim.

Achas normal que o rei dos francos esteja empoleirado num ramo

com lobos a babar à espera que ele caia? Protesto! Vá, diz-lhe.

Não estou muito familiarizado com ele, e isso é trabalho teu. Vá, reza, espero.

Olha, meu rei, os lobos estão a ir embora. Bravo, Otarius!

Obrigado, Senhor. Meu Deus, perdoa-me.

Prometo consagrar-me a mim e ao meu povo à defesa da Igreja.

Olha!

Ah, retiro a minha promessa. É Argobal.

Coragem, Argobal.

Maldito Judas! Está a vir na nossa direção.

Argobal, idiota, o que estás a fazer? Não os tragas para aqui! Já não há espaço.

Esse tipo vai denunciar o seu rei.

Meu Deus, deixa-me sair daqui,

e juro pela Santa Cruz que irei a Roma ao bom Papa Onorius

para me tornar um cristão melhor, juro.

Senhor, salva-nos, o rei jurou. Aí vêm eles.

Argobal, meu herói destemido, consegues ouvir-me?

- Sim, meu rei. - Bem.

Pela tua coragem, nomeio-te conde. Estás contente? Sim, majestade.

Monge, abençoa-o.

Majestade... Vá primeiro, monge. Parece podre.

- É firme? - Sim, majestade.

- Majestade... - Ah não, não exageremos.

Ali. Apanhei uma febre quartã, sentes? Sim, sim, estás quente.

O que é isso? Que animal é esse, monge? Um urso?

Ah não, é um lenhador. Vem, rachador de lenha. Bom homem.

Eu sou o teu rei.

Como vês, a minha majestade também é um homem como tu.

- Eu? - Não, eu. Sou o rei, Dagoberto.

Cagoberto.

Dagoberto Primeiro, rei dos francos. Ele está aqui, diante de ti.

O pobre homem tem a cabeça mais dura que a sua madeira. Cabeça dura, diz-me...

Onde encontraste a coroa do teu rei?

Encontrei-a no chão, debaixo de um arbusto.

Estou feliz, parabéns, não esquecerei, mas agora tens de a devolver.

Vamos. Mas eu sou o rei, afinal! Está bem, olha.

Olha bem. Aqui tens. Vês? Sou eu, é o meu perfil.

Ele quer ver o outro perfil, o idiota.

- Devolve-a. - Dá-lha.

- Fica com ela, o rei dá-ta. - Levanta-te. Eu compro a minha coroa.

Combinado?

Rei, colocaste a coroa ao contrário.

Coloquei-a assim como sinal de que tudo correu mal desde ontem.

Talvez alguém lá em cima não goste de mim, frade?

Receio que sim.

É melhor temeres alguém cá em baixo. Tu, tira-nos daqui.

Meu simplório, mostra-nos o caminho.

As florestas são belas, adoro árvores, são minhas amigas.

Aprendi muito nestes bosques. Eu também, majestade.

Lenhador, farei de ti ministro das florestas. Oh, a febre sobe!

- Beleza, vem aqui. - Tira as mãos!

Ei, bobo, como está o rei? O que dizem os médicos sobre o seu cocó?

Não deixam entrar ninguém. Não querem que vejamos o que estão a fazer.

댓글

No comments yet. Be the first to leave one.

Keep it about this subtitle — sync, quality, typos.500 characters left