Bosch: Legacy

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시즌 1

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Bosch Legacy S01E03 Message in a Bottle 720p REPACK AMZN WEB-DL DDP5 1 H 264-NTb
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720p
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게시일: 2022-05-06
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Anteriormente em Bosch - O Legado...

O Rogers tinha atores muito desagradáveis à mistura.

Desagradáveis de que modo?

Ao modo da Bratva.

O amigo Stoli quer encontrar-se.

Arranjas-nos um tempo?

Eles parecem impacientes.

Eles?

O velho enviou o Lev.

O Rogers falou ao telemóvel com um tal Simon. Vão encontrar-se.

O Simon Wakefield é o financeiro dele.

Não lidam com bancos.

Isto pareceu urgente e o Rogers pareceu preocupado.

- Sr. Datz, está preso. - Porra!

O que posso fazer por si?

Eu esperava que pudesse trazer a um velho um pouco de paz e redenção.

Há milhares de milhões em jogo aqui e as pessoas farão de tudo para o impedir.

Porque contrataria um detetive privado?

O homem tem 88 anos, caramba!

Mal ele bata a bota,

os filhos perdidos do Whitney Vance surgirão de repente.

Entretanto, os meus homens vigiam o Bosch.

- Do que se trata? - Do Santa Helena.

Estive lá 50 anos.

Houve centenas de bebés.

Acho que se lembraria do nome.

Vibiana.

Ela teve tempo com aquele bebé que mais ninguém conseguiu com os seus.

Lembra-se do nome dele?

A Vibby chamava-o Dominick.

Dominick Santanello.

Céus, céus Os tempos estão a mudar

Há um fogo Um novo dia a chegar

É uma sensação Como uma chuva fria a cair

É o ritmo de uma nova canção, a cantar

Céus, céus Os tempos estão a mudar

Céus, céus Os tempos estão a mudar

Passei a minha vida À espera deste momento

Céus, céus

Céus, céus Os tempos estão a mudar

BOSH - O LEGADO

Céus, céus Os tempos estão a mudar

Ele não tem por que falar connosco.

Creio que não, mas, ainda assim, tenho de tentar.

Pôr um visto na lista. Apoie o meu plano, sim?

Entendido.

Já agora, bom trabalho com o Herstadt.

Obrigada.

Transferência de ADN. Muito inteligente.

Achei que sim.

Acho que, afinal, havia uma hipótese de ele ser inocente.

- É um pedido de desculpa? - Pelo quê?

Vá-se lixar, Bosch.

De nada.

PENITENCIÁRIA FEDERAL PRÓXIMA SAÍDA

A porra da dupla dinâmica.

A advogada e o cão de caça dela.

O que fiz para merecer isto?

Willy Datz, é o seu dia de sorte.

Não está curioso?

Que se lixe! É melhor que estar sentado na minha cela.

Está bem. Então, fale.

Sabemos que o Rogers chegou a si.

Não sabem nada.

Reconhece-o?

Não posso dizer que sim.

É um cliente meu. O Raul Arraya.

Não me diz nada.

É um mandachuva. Da Eme.

Percebe-se isso pelas tatuagens.

Uma advogada sofisticada como a senhora a representar um merdoso assim.

Devia ter vergonha.

O Sr. Arraya está atualmente preso aqui, na Ilha Terminal.

No Bloco D. O mesmo que você.

Que coincidência.

Um dia destes, estes rapazes deverão fazer-lhe uma visita.

Porque fariam isso?

O Raul deve-me um favor.

Não pode fazer isso.

Não pode apenas...

Eu não faria.

Mas o Raul pensa pela própria cabeça.

É uma porra de uma advogada. É contra a lei.

O homicídio a soldo também.

Ora, posso falar a seu favor, interceder.

Ou não. A decisão é sua.

Quem foi?

Quem o contactou?

Se vos disser, juram por Deus que mantêm isto entre nós?

- Juro por Deus. - Confio em si?

Não tem outra escolha.

Não me lixem!

Um dia, recebo uma visita.

Um advogado.

Nunca o tinha visto.

Ele diz: "Mude a sua história,

"livre o Rogers e cuidaremos da sua família."

Digo: "E se não o fizer?"

Ele diz: "Como eu disse, cuidaremos da sua família."

A quem representava?

Os russos. Grandes cretinos.

Da Bratva?

Não, do maldito Ballet de Bolshoi.

Sim, da Bratva.

Nomes.

Só um.

Alex Ivanovich.

Disseram porquê? Porque queriam que o Rogers fosse libertado?

Não disseram e não perguntei.

Eu apenas disse: "Da."

Nunca a imaginaria como advogada da máfia mexicana.

Todos precisam de representação.

- Pro bono? - Dificilmente.

O Arraya cumpre perpétua sem condicional.

Como lhe pode dever? Convenceu-os a poupar a agulha?

Não fiz parte da equipa de defesa criminal dele.

Representei-o num caso subsequente de direitos civis.

Aí está a Honey Chandler que conheço.

Direitos civis para patifes abastados.

O Raul tem diabetes tipo 1,

não tratada pelas autoridades prisionais de Victorville.

Ele entrou em coma e quase morreu.

Violação da oitava emenda.

Então, leu a Constituição.

Pode crer, do princípio ao fim.

O FBI optou por um acordo em vez de o levar a julgamento.

Transferi o Raul para uma instituição com melhores cuidados de saúde.

Ilha Terminal.

O que me deu a ideia de como pressionar o Datz.

Já agora, jurar por Deus?

Sou um ateu empenhado.

Já agora, esse bluff? Foi de alto nível.

O que o faz pensar que eu fazia bluff?

- Olá, Bosch. - Perez.

Estás a começar o teu turno?

Sim, obviamente. Terminaste o dia?

Obviamente. E tenho o dia de folga amanhã.

Boa. Tens planos?

Não, estou livre. Queres almoçar?

- Não estou... Não te convidava... - Desculpa, pensei que estavas.

...para um encontro nem nada. Estava na tagarelice.

O erro foi meu.

- Tenho de ir. O meu formador. - Com certeza.

Vamos beber um copo, esta semana.

Só recrutas, informal. Nada de especial, alinhas?

- Veremos. - Está bem. Até logo.

Com licença. Como correu?

Melhor que o esperado.

- O Datz confessou? - Sim.

Isso surpreende-me.

Mudou de opinião.

O que motivou isso?

Convenci-o.

Como?

Pintei o quadro geral. Expus os prós e os contras, por assim dizer.

Não respondeste à minha pergunta.

Informei-o de que um dos colegas reclusos é um cliente meu.

E esse teu velho cliente?

- O Raul Arraya. - Ameaçaste-o?

Não.

Salientei que, mais cedo ou mais tarde, os caminhos deles se cruzariam

e, como alguém que me fez grande dano físico no passado,

podia convir-lhe aproveitar a minha intercessão, em relação ao Raul.

Parece-me uma ameaça.

Martin, ofereci-lhe uma escolha.

Posso intervir em nome dele

em troca de informações úteis, se oficiosas, ou não.

E podia lançar os dados e arriscar.

Acho que fez a escolha certa.

Percorres uma linha ténue.

Acho que estou no lado certo dela.

E o Arraya deixará o Datz em paz?

Provavelmente. Ele gosta de mim e deve-me.

Por outro lado, com os sociopatas, nunca se sabe.

Uma piada, Martin.

Foi uma piada.

Preocupo-me contigo.

Dominick Santanello.

Dominick com C e K.

A adicionar um K. Data de nascimento?

31 de janeiro de 1953.

PESQUISA DE REGISTOS DO DMV DA CALIFÓRNIA

Está bem. Carta de condução da Califórnia emitida a 31 de janeiro de 1969.

O 16.o aniversário dele.

Quando a renovou?

Parece que... nunca.

Como assim, nunca?

Nunca a renovou.

Talvez tenha saído do estado.

Alguns tipos com aquela grafia. Nenhum da idade certa.

Espera aí. Foi tudo o que fizeste? Mudaste para outro motor de busca?

Sim, chama-se Google.

Lembra-me porque preciso de ti.

Pode ter desistido de conduzir.

Pode ter morrido jovem. Nunca teve hipótese de a renovar.

É mórbido. Porque te lembras disso?

- Palpite instruído. - Como um acidente, condutor adolescente?

Soldado adolescente.

Em 1969, tinha 16 anos. Uns anos depois, o Vietname continua em guerra.

Já se pode alistar, é elegível para o recrutamento.

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