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Pai.
O que é isso?
Como diz que vai morrer de fome, vim cozinhar para o senhor.
E a sua família?
Eles dão um jeito. Tem muita gente lá.
O Pung-sang deixou você vir aqui?
Nunca precisei da permissão dele.
Você ficou bem ousada.
Não sou só ousada. Eu também tenho uma barriga.
O que está dizendo? O que tem aí?
Peguei porco e outros mantimentos.
Vou cortá-los em pedaços grandes e fazer ensopado de kimchi .
Maravilha!
O que é isso?
Você tem algo doce, salgado e picante?
Coma logo.
- Hwa-sang, pode cozinhar um pouco? - Está louco?
Não precisa ser louco para isso.
Não me mande cozinhar. Cansei de fazer isso. Faça você.
Estou ocupado. Tenho muitos carros para atender.
Então mande a Jung-i fazer.
Ela é muito nova.
Comecei a fazer tarefas domésticas e cozinhar quando era mais nova que ela.
Ou mande a Jeong-sang fazer.
Está ocupada trabalhando como médica. Como pedirei para ela cozinhar?
Por que nunca a obriga a fazer nada?
De novo, não. Deixa comigo.
Ela não vai parar agora que começou.
É porque você sempre fica do lado dela.
Você sempre me faz sentir aquilo. Você sabe.
- Como é mesmo? - Privação relativa.
- Sim, isso aí! - Tente decorar.
Sabe o quanto isso irrita as pessoas?
- Até matam por isso. - Quando fiz isso?
Você não faz ideia.
Vou te dar um conselho.
Um dia, ela vai traí-lo como ninguém fez antes.
Espere só.
Minha nossa…
Jung-i, acorde.
Você precisa ir à escola. Vamos.
Droga. Que saco…
- Me solte. - Vamos.
Certo. Vamos.
Jung-i, coma isto antes de ir.
Esqueça. Cadê meu lanche?
Que lanche?
Deixa para lá. Que saco…
Jung-i, coma um pouco antes de ir. Quase derramei. Minha nossa!
A Bun-sil sempre dá frutas para ela.
Embora ela não me deixe comer nenhuma.
Fruta?
Pode chamar a Jung-i para mim?
Claro.
Jung-i.
Tem alguém te procurando.
Está me envergonhando.
Aqui.
Isso é nojento. Não vou comer.
Jung-i.
Quem era?
Um cara que trabalha lá em casa.
Pung-sang.
A Jung-i não vai comer?
Então eu posso comer?
Por que ela não quer?
Aqui.
Olá.
Fui eu que liguei. Sou a Lee Hwa-sang.
Sim, eu vim porque você me chamou.
Mas o que é?
Não se arrependerá de ter vindo aqui hoje.
É sobre o Dr. Jin Ji-ham.
Sente-se.
- O que foi? - Também vou ao seminário.
- Não tenho tempo para discussão. - Sim. Dirija.
Por favor, ouça o que vou falar sem dizer uma palavra.
Para ser sincero,
quero recomeçar com você.
Vou te compensar por ter te magoado.
Eu era burro e tolo demais na época.
Tomei uma decisão sobre você e espero que confie em mim.
Não precisa responder agora.
Pode responder depois de ver minhas ações, não só minhas palavras.
Saia. Essa é a minha resposta.
- Jeong-sang. - Sabe que não gosto de repetir.
Você e seu temperamento.
Mas esse é um dos seus charmes.
- Obrigado. - Obrigado.
Tem certeza de que fez bom trabalho?
Fez um trabalho desleixado.
Como pôde fazer isso?
O que foi, senhor?
Pedi para lavarem meu carro, mas o que é isso?
Se você tem olhos, veja.
Esta parte não está lavada.
Droga.
Onde? Aqui?
Vou lavar de novo.
Não, obrigado. Pelo menos aquela mulher fez um bom trabalho.
Já estou ocupado demais. Droga!
Sinto muito, senhor.
Ei, me dê seu dinheiro!
Senhor!
Ei!
- Sinto muito. - Seu…
Seu canalha!
Droga.
Não aprendeu nada com a Bun-sil?
Eu falei para você.
Não puxo o saco de ninguém. Não nasci para trabalho manual.
E acha que outras pessoas nasceram?
Estamos tentando sobreviver.
O que pensa que eu sou?
É um sanguessuga incapaz que suga dinheiro dos outros.
Se acha que vai fazer isso para sempre,
vou desaparecer por você. Não deverei nada a você.
Uma rodada de apostas resolve.
Ora, seu…
Ei! Já parou depois de uma rodada? O que disse?
Venha aqui!
Como ousa? Ei!
Não passe o dia todo nesse carro.
Devolva a eles.
Está bem. Vou trocar de roupa.
Quem é?
Seu carro está aqui.
Seu carro.
Pode deixá-lo aí.
Não posso.
Preciso entregar a chave.
Posso pagar com meu cartão?
Eu não trouxe a maquininha.
Não tenho dinheiro.
Posso colocar no crédito?
Crédito?
Claro.
Me dê o número da sua conta. Vou enviar para você.
Tchau.
GAMJATANG
Gosta de gamjatang?
Gosto.
Que bom…
Pegue. Meu braço está doendo.
Obrigada.
Não morra de fome por causa daquele idiota. Coma algo.
Então tchau.
Oi.
Deve estar exausta.
Lave as mãos, e vamos comer. Não vai demorar.
Não sabe dizer oi, sua pirralha?
O que quer comer?
Bata na porta.
Sabia que diria isso.
Certo.
Toque-toque. Que tal um ovo frito?
- Tanto faz. - Quero dois ovos meio cozidos.
Tem que ficar bonito.
É nova demais para usar maquiagem. Não faz bem para sua pele.
Não tem problema se ela remover corretamente.
Cuide da sua vida. Não sou nova demais.
É claro, cuido da minha vida. Lavei carros o dia todo.
Não me visite no colégio. É constrangedor.
E o que houve com a sua roupa? Está fedendo e suas mãos estão sujas.
Não toma banho?
Sim. Tomo, sim.
Certo, não vou mais à sua escola.
Onde estão os seus modos, sua pirralha? Constrangida? Mãos sujas?
Por que me bateu?
Qual é o seu problema?
Não ouviu o que ela disse?
Essa pirralha malcriada acha que é uma princesa.
Mande a mamãe vir para casa.
Está cuidando do vovô. Ele está doente.
Não sou criança. Sei o que está acontecendo.
Que bagunça é essa?
Odeio esta família!
Sua…
Acho que meus pais estão se divorciando.
Divórcio não é fácil.
Meus pais sempre falaram em se divorciar,
mas ainda moram juntos.
Se eles se separarem, com quem vou morar?
Por que se preocupar com algo que nem aconteceu?
Sorria. Você fica mais bonita quando sorri.
Pare de brincadeira.
Estou com fome.
Eu também. Queria tteokbokki.
Ei.
Então…
Me desculpe por ter batido em você.
Mas não devia tratar o seu pai assim.
Não siga os meus passos.
Posso fazer isso por ele ser meu irmão, mas ele é seu pai.
Não é a mesma diferença de idade. Ele é…
Espere.
Ele tem 47. Você tem 15?
Então, 47 menos 15 são…
São 32.
Nossa, você é inteligente!
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