The Trip Across Paris

The Trip Across Paris (La Traversée de Paris)

Muat Turun Sari Kata Portuguese

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Diterbitkan pada: 2026-04-01
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200 baris pertama.

AO LONGO DE PARIS

Cuidado.

Ele se arrisca. - Quer dizer que ele é corajoso?

Você não faria isso.

Não pediria dinheiro; eu dou assim.

De nada.

Vai de metrô com ela? - Posso?

Ainda não, mas depois sim. - Procura algo?

Para Vaugirard. - Não é aqui.

Siga reto até Denfert, no leão, lá você pergunta.

Tantos bilhetes! - Vamos!

Está ouvindo? - Não, deve estar dormindo.

Ele não sabe o que aconteceu. Venha. - Não, não vou.

Espero você atravessar. - Certo.

Finalmente. Acenda a luz.

A luz pode cair de novo.

Está tudo acabado. Podem ir.

O que devo vender? As paredes?

Não posso fazer nada.

Ela come todo dia.

Música.

Música, música… não é tão simples.

Nada é simples. Venha.

Já vou. - Mais forte.

Abra!

Abram espaço. - Ah!

Não o deixe escapar.

Peguem-no.

Música!

Puxe!

Música, droga!

Cadê a faca?

Você faz, pai.

Não lembro como. - Tente.

Eu ainda conseguia.

Pare, já basta.

Vou buscá-lo às oito.

Belo bicho, né? - Isso foi.

Cem quilos com certeza. - Você não precisa carregar.

Létambot consegue. Ele é forte. - Não mais que eu.

O que estava pensando? Saúde!

Olá.

Como vai?

Isso me serviu. Létambot foi preso.

Com uma mala… olá, senhora… cheia de sabão.

Aqui está.

Testei, é bom. - Fique com ele.

Obrigado. - Em memória.

O que vai querer? - O mesmo.

Létambot veio outro dia, mala aberta. Eu: “Fechada, há um estranho aí.”

O homem pede calvados. Eu: “Hoje sem bebida.”

Ele não pede mais nada, olha para as mãos: “Um pouco de sabão para lavar?”

Sem mãos sujas. Não mais sujas que as outras.

Eu: “Hoje também sem sabão.” E o louco abre a mala—dia do sabão!

Ele achou esperto; o outro o prende.

A polícia só faz o seu trabalho. - Calma, Dédé.

Trabalho sujo! - Não acha o mercado negro escandaloso?

Sem esse mercado não há sabão para lavar.

Não me lavei desde a derrota.

Se ninguém se lavasse, a França estaria mais limpa.

Não ouça; ele é assim há tempos.

Trabalho, Dédé. - Acha que a polícia limpa?

Eles prendem ajudantes. É assim. Como prende alguém que ajuda?

Isso é chamado provocador. - Pior que os próprios policiais.

Um policial sujo.

Boa noite a todos.

Sem luz?

Ainda não são sete. - Então calvados no escuro.

Sem bebida. - Sem luz, sem bebida. Posso sabão?

Ali.

Ei, você não tem sabão?

Não vendo sabão. Esse truque não funciona de novo.

Olá.

Duas sopas. Não está quente. - Mais quente que no escritório.

Ninguém te perguntou.

Quer olhar? - Já sei.

Mostre as mãos.

Carvão? - De tudo um pouco.

Procuramos o homem que rouba carvão de um barco.

19:00.

As cortinas.

Senhora Jeanne. Rins ruins. Pode preparar hoje à noite?

Grelhado. - Claro.

Aqui.

O que é isso? - Sabão.

Entraram policiais.

Obrigado. - Procuram alguém com mãos sujas.

Alguém como eu?

Espere. - O quê?

Vire-se.

Pronto. - Obrigado.

Agora está limpo.

E então?

Pedi à senhora Jeanne para grelhar.

O quê? - Os rins.

Ah, sim, os rins. Venha comigo.

Vamos comer e depois ao cinema.

Cinema? Você precisa trabalhar hoje à noite.

Se não for ao cinema, não trabalho.

Não vai ao Jambier? - Não.

Não consigo carregar 100 quilos de carne sozinho.

Procura um substituto para Létambot?

Não, não trabalho com estranhos. Fico com minha mulher.

Quanto é? - Já vou.

Não podia saber, Marcel. Vou sair hoje à noite.

Sair?

Sair? - Porque você tinha que trabalhar...

Se você trabalha, eu saio... Bem combinado. - Que burro você é.

Posso saber para onde a senhora vai hoje à noite?

Desculpe.

Um café. - Frio, certo?

Não, quente. - Quis dizer fora.

Falava do café. Quente.

Posso pegar de volta o sabão? Agora que suas mãos estão limpas.

É seu? - Tudo que é dela é meu.

Nesse caso... obrigado, senhora. - De nada, senhor.

Chega, Mariette. Qualquer outro homem teria te dado um tapa.

Você está passando dos limites, Marcel. - Tá bom, retiro o tapa.

Mas se você sair agora, nunca mais vai me ver.

Parece bom demais para ser verdade.

Esfregue o braço. Ninguém está olhando. Não tem do que reclamar.

Nem sempre te levo ao cinema, mas

comemos todo dia. Tente achar melhor.

Acha que não consigo achar um homem com paixão? Tem muitos.

Escolhe-os no banheiro? Achou que não vi vocês juntos?

Isso mesmo.

Perfeito. Vá embora. Estou cansado de você.

Falo sério...

Também está resolvido.

Continue, Dédé, continue.

Mariette.

Mariette.

Mariette.

Vamos não congelar.

Não me importo.

Tchau. - Obrigado.

Você vai embora? - Parece que sim.

Para onde? - Bem...

Espere. Quero conversar. - Estou ouvindo.

É confidencial.

Quer beber algo? - Sim.

Vinho branco?

Um vinho branco. - Dois vinhos brancos.

A situação é a seguinte...

Tem planos hoje à noite?

Hoje sim. - Claro.

Por que claro? - Pena.

Por quê? - Eu tinha algo para você.

O que? - Trezentas francos.

Viu? Tempo suficiente.

Vai durar a noite toda? - A noite toda.

Pesado? - Você é forte.

Razoável. - Há um pequeno risco.

Por que eu? - Por que lavou as mãos?

Qual a relação? - Nenhuma.

Gosta de rins?

Ainda não entendo. - Não há nada a entender.

Vamos comer juntos? - Por que não?

Os rins são para o senhor Martin.

Vamos comer.

Isso não vai acabar bem.

Pobres rins. - Sim. Esse senhor trouxe.

De onde? - De um porco.

Ainda existem porcos?

Tem vinho? - Tinto. Cinco francos.

Me dá água.

Você roubou o carvão? - Trabalho pesado e sujo, não é para mim.

Com o que você ganha a vida? - Sou pintor.

Então meio desempregado.

Agora há pouco trabalho.

Rins de vitela são melhores que de porco. - Dois nabos. Rápido.

Da última vez foi há um ano. Na casa da minha irmã, na Côte d'Or.

Com vinho tinto. - Para mim foi há mais tempo.

Em Les Halles, nas minhas férias. Lembra?

Onde estão os rins agora? - Os alemães comem.

Toda noite: rins para os vencedores.

Sinto-me quase como um rim humano.

Patê de peixe. Dois nabos.

Rápido.

Olhe para mim... Antes da guerra, era taxista.

Poderia estar desempregado. Você se entrega; eu não.

Se se entregar, pode esquecer mulheres.

Ah… mulheres…

Não finja inocência. Vi você com minha mulher.

Está louco?

Tinha mãos sujas, ela me deu sabão. Só isso.

Se eu fosse educado, diria que ela é bonita. Mas não sou e acho feia.

Na sua idade, com sua cara...

Não é meu tipo. Sem ofensa, mas...

Você? Me ofender?

Veja como pode se enganar. Achei que você tinha um encontro com ela.

Foi por isso que me chamou para jantar? - Sim, para você não ir.

Achou que eu preferia rins à sua mulher?

Parecia faminto? - Mais ou menos.

Agora que comeu, paramos aqui.

As malas são pesadas.

E perigosas.

Melhor não ter dito isso.

Então, de acordo? - Não, você devia ter ficado calado.

E se eles te pegarem e você me trair?

Komen

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