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Chompoo Lost and Forgotten 2026 THAI NF WEB H264-9Minus5in
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Retail NF | 1:25:08

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Gepubliceerd op: 2026-08-20
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De eerste 200 regels.

Em Mukdahan,

o público ajuda na busca por Chompoo,

a menina de três anos que desapareceu de casa sem deixar rasto.

Inicialmente, pensámos que era só um desaparecimento.

Mas tornou-se um grande acontecimento que captou a atenção do país.

Caros telespetadores, este caso…

As autoridades enviaram logo forças para o local.

Procuraram-na dia e noite

nas florestas.

Não encontraram nada.

Entrevistámos 384 testemunhas.

Se foi rapto, essa pessoa não tem coração.

Phon era só tio dela.

Às tantas, o caso da menina transformou-se num concurso de beleza.

Phon, olhe para a câmara.

Está bonito.

Teste…

Olá, tio Phon.

Adoramos o tio Phon.

Eu disse: "É lindo, devia ser uma estrela."

"Tao Ngoi", de Jintara e Phon!

Tio Phon!

Vamos dançar.

Apareceram YouTubers.

Acabou de voltar. Um abraço.

Espetáculo.

Estavam todos focados em Phon.

Ter-se-ão esquecido do que aconteceu a uma criança.

Velocidade.

PHON, TIO DE CHOMPOO

O som está pronto? A gravar.

Olá.

O CASO CHOMPOO

Quando me mudei para Kok Kork,

foi como mudar-me para uma cidade reclusa.

Não havia ligação ao mundo exterior.

ALDEIA DE KOK KORK, REGIÃO NORDESTE, TAILÂNDIA

PAI DE CHOMPOO

Aqui, dependemos uns dos outros e ajudamo-nos. Eu ajudo-te e tu ajudas-me.

TIA THORN ALDEÃ

Aqui todos nos conhecemos.

A nossa aldeia tem laços sanguíneos,

mas a maioria dos homens são genros.

Somos pobres, mas felizes.

Quando há comida, partilhamo-la.

A Chompoo comia com os nossos miúdos, a família alargada.

Coitadinha da Chompoo.

Como é que alguém teve coragem de lhe fazer isto?

A verdade do que aconteceu em Kok Kork,

eu e aqueles que estavam no local e estiveram envolvidos…

Sabemos melhor do que ninguém o que aconteceu em Kok Kork.

Do que me recordo desse último dia,

a Chompoo…

11 DE MAIO DE 2020 6 HORAS, DIA DO DESAPARECIMENTO

Estava no meu trator,

prestes a ir nivelar o arrozal.

A Chompoo saiu e chamou-me.

Ela disse…

"Volta depressa.

Não te esqueças, traz-me comida."

Essa última imagem nunca me deixou.

Nunca a esqueci.

Depois, fui trabalhar no trator, fui nivelar o arrozal.

Por volta das 9 ou 10 horas,

alguém me ligou e, quando atendi, disseram-me

para ir depressa para casa porque não encontravam a Chompoo.

Não fiquei muito preocupado.

Ela podia ter ido a pé até à aldeia

ou brincar com os miúdos mais velhos.

Adorava ver desenhos animados e brincar com brinquedos.

Fazia de conta que vendia coisas.

Era muito chegada à irmã mais velha. Andavam sempre juntas.

A irmã mais velha tomava conta dela.

A Sading disse que se distraiu.

Estava a jogar no telemóvel ou algo assim.

De vez em quando, olhava para a Chompoo.

Desviou o olhar por um instante e não a viu mais.

Quando olhei para ela,

vi a tristeza no seu olhar.

Ela sempre cuidou bem da irmã porque as duas estavam sempre juntas.

Na maioria das vezes, a Chompoo nunca ia a lado nenhum sozinha.

Não ia para a floresta densa.

Quando anoiteceu,

comecei a sentir que algo não estava bem.

Querida.

Volta para o papá.

Procurei rapidamente em todo o lado onde achei que ela poderia ter ido.

O papá veio procurar-te.

A minha companheira foi comigo.

Querida.

Estivemos atentos a barulhos que pudessem ser de uma criança.

Nessa primeira noite, só dormi quando amanheceu.

Estava muito preocupado com o bem-estar da minha filha

e se alguém a tinha raptado.

24 HORAS APÓS O DESAPARECIMENTO DE CHOMPOO

Em Mukdahan, o público ajuda na busca por Chompoo,

a menina de três anos que desapareceu de casa sem deixar rasto.

Os aldeães fizeram uma busca exaustiva, mas não encontraram nada.

Sumiu de manhã. Eu não estava em casa.

Quando a Chompoo desapareceu da aldeia,

os familiares reuniram-se em casa da mãe dela.

Ela deve ter ido para lá.

Era minha sobrinha.

Era parente de sangue da família da Taen.

Nós cuidávamos dela.

A pequena unia-nos a todos. Parávamos de discutir por ela.

TIA TAEN

Amávamo-nos muito por causa dela.

TIO MOK, ALDEÃO

Às vezes, as crianças perdem-se na floresta.

É perigoso.

Há cobras e mosquitos.

E comem o quê? Não há comida nem água.

A Chompoo nunca ia com ninguém e nunca ia longe.

Falava-se muito da Chompoo.

Só sabiam que desaparecera e que alguém lhe fizera mal,

mas não contei detalhes à minha irmã mais nova.

Não quis estressá-la. A verdade é que a Chompoo já não está cá.

Merda!

E foram aparecendo mais pessoas para ajudar a procurá-la

porque não a encontrávamos.

Subi a montanha umas cinco vezes nesse dia.

Os aldeães foram guiados por funcionários do Departamento Florestal Real,

uma vez que viviam ali e conheciam a área.

48 HORAS APÓS O DESAPARECIMENTO DE CHOMPOO

Publiquei o desaparecimento dela e o meu número de telefone.

A CHOMPOO DESAPARECEU.

O meu telefone não parou de tocar.

SE SOUBER ALGO, CONTACTE…

Havia muito gente a procurá-la.

Verifiquem a vala também, por favor. Tentem concentrar-se na vala e…

Todos procuraram nos pântanos e varreram Kok Kork.

Querido espírito guardião da floresta, ajuda-os a encontrar o que procuram.

À direita?

Sigam-no.

Vieram xamãs e monges que disseram

que a Chompoo estava aqui ou ali.

Kuman Ngern, Kuman Thong, Pia, Klae…

Médiuns disseram-nos o que fazer. E nós fizemos tudo.

MÃE DE CHOMPOO

- Acreditou nos xamãs na altura? - Mesmo que não acreditasse, fazia tudo.

Vieram os monges e tínhamos de continuar a fazer tudo para termos paz de espírito.

Tínhamos esperança.

72 HORAS APÓS O DESAPARECIMENTO DE CHOMPOO

No quarto dia…

Já não conseguia andar

porque mal tinha comido ou bebido.

Nunca dormi

porque ia procurá-la quando queria.

Tinha um mau pressentimento.

Não havia lugar para as pessoas se sentarem. E eu nem comia nem bebia.

Alguém ligou e disse

que viu um par de sapatos.

Certo.

Não disseram se eram de menina ou menino.

- De criança? - Disseram que eram de criança.

Uma pessoa disse que viu uns sapatos de criança, mas não sabia de quem eram,

por isso, veio dizer-nos.

- Chompoo. - Onde estás, querida?

- Onde estás, querida? - Onde estás?

Muitos guardas florestais, polícias

e aldeães subiram nesse dia.

Pelo menos 40 ou 50 pessoas foram connosco.

Parecia que havia espíritos à volta das árvores.

Quando nos aproximámos, arrepiámo-nos. Ainda agora me arrepio.

Estava escuro, por isso, subimos todos em fila.

- Estás aí? - Estás aí?

Onde estás?

Usámos lanternas pois estava escuro.

Querida.

- Onde estás? - Onde estás?

Cobra!

Vimos uma cobra e dispersámos.

E, depois,

vi o corpo dela.

- Encontrámo-la. - Encontrámo-la.

Encontrámos a criança!

Encontrámo-la.

Depois, decidi ligar ao meu amigo que tinha ido lá.

Ele estava sem palavras.

Ficou em silêncio por um bocado e depois disse-me para me preparar.

Fiquei em choque quando ele disse aquelas palavras.

Depois, disse-lhe várias vezes: "Diz-me lá."

E ele disse que, bom,

ela…

… estava num lugar melhor.

Foi como ser esfaqueada repetidamente.

Eu já sabia em que estado ela estava.

Não tinham de me dizer que passou frio e fome na floresta, que chorou.

Eu já sabia.

Na altura,

senti…

… muitas emoções confusas.

Não foi um mero desgosto.

Perdi a menina dos meus olhos.

A pessoa que eu mais amava.

Não queria viver neste mundo.

A imagem dela estendida no chão

ainda permanece comigo.

Rezei a Phra That Phanom, dizendo que queria que quem lhe fez aquilo,

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