De eerste 200 regels.
Sabe, se as crianças tivessem um QI menor, iriam se dar bem.
Lembram daquele gordinho burro que não conseguia pegar a bola?
Não é mesmo?
Falaram para ele que não era capaz de nada.
Não é? Sabem o que deviam ter feito?
Podiam ter dito: "ei, Kevin, seu gordo idiota.
Cave um buraco, garoto idiota."
Ninguém mais quer fazer isso, então é com você, garotão."
Então, você quer ser um Irmão Melhor?
Tenho 800 mil acessos.
A maioria são crianças, então elas gostam de mim.
Você tem algum filho, sr. Jefferies?
Não. Não, não, não.
Não, é um "medo" ocasional.
Sabe, você o deixa e sai por uma ou duas semanas.
Mas eu moro com um amigo incapacitado.
E ele é muito incapacitado, não só um pouquinho,
como o Stephen Hawking sem a inteligência.
A inteligência não foi afetada, mas ele não é tão brilhante.
REJEITADO
S01E06 "Family".
Legenda: EricFujino.
Acreditam que me rejeitaram? Eu!
Não, Jim, não me surpreendo
por uma organização que se dedica a enriquecer
a vida de jovens necessitados tenha te rejeitado.
Isso machuca, Steve. Ramona.
- Concordo com o Steve. - Billy.
- Você enriquece minha vida. - Viu? Billy...
- Vida enriquecida. Obrigado. - De nada.
Enfim, sua filha me adora.
É verdade. A Emily adora o tio Jim.
Porque ela só o vê poucas vezes.
E porque o pai dela é um idiota.
- Tanto faz. A Ramona discorda. - Sem comentários.
Só porque não te chama assim, não significa que ela não pensa.
Por que ela me pediu para falar no Dia da Profissão do sobrinho?
- Eu estava desesperada. - Estava, sim.
- Escolheu ele, em vez de mim? - Isso mesmo.
Pare de tentar ser negro, Steve. É embaraçoso.
Clay estuda em Compton, onde há gangues e detectores.
Escolheu um vendedor de livros, em vez de um comediante!
- Biblioteca de Direito online. - Qual é a diferença, Steve?
Por que não vai junto e descobre, babaca?
É, vou fazer isso.
Vou junto para ouvir você falar sobre a emocionante vida
de um vendedor de livros online para negro...
Ei, Jim!
Gângsters afro-americanos de Compton.
Prefiro o termo "negro",
e nem todos são gângsters, babaca!
Então, a minha empresa, biblioteca de Direito online,
permite que vocês e seu escritório de advocacia
acessem toda a essência jurídica,
direto dos seus notebooks .
Sei que todos sabem o que é isso.
É a máquina para ver pornô, a máquina de pornô?
Isso, a máquina de pornô!
Certo. Já chega. Acalmem-se, por favor.
Continue, por favor, sr. Nugget.
É Nugent. E é só isso.
É tudo. Eu acabei, então...
- Só isso? - Só isso.
Só tem isso?
Sim.
Bem, ainda temos 15 minutos até bater o sinal.
Posso falar dos formulários online.
Não, obrigada.
Alguém tem alguma pergunta para o sr. Nugent?
Alguém? Clay, diga. Você tem uma pergunta.
Sabe onde tem... um Subway aqui por perto?
Classe, já chega.
- Clay Thomas. - Pois não, Srta. Clark?
Acha que deve um pedido de desculpas ao sr. Nugent?
Desculpe por debochar de você, sr. Nojento.
Já mandei ficarem quietos uma vez.
Querem ver o que acontece se tiver que falar de novo?
O seu irmão trabalho com você vendendo livros?
É uma biblioteca de Direito online, então...
Mas, não, ele é um comediante, então...
- Você é comediante? - Sim, sou comediante.
Alguém quer ouvir o amigo do sr. Nugent, Jim,
falar-nos sobre um comediante?
- Não... - Sim! Venha, Jim!
Por favor, venha. Pode se sentar. Obrigada.
- Está bem. - Obrigada.
Instigante, Steve. Muito bem. Foi demais.
Poderiam dar uma salva de palmas para o sr. Stevie Nugent?
Ele foi ótimo, não?
Meu nome é Jim Jefferies. Vou falar sobre ser comediante.
Não têm que ir para a escola. Não se trata de notas.
Nunca fui à faculdade ou afins. Eu nem terminei o colégio.
Trabalha 20 minutos por dia, de quinta-feira a sábado.
É uma hora a cada duas semanas, mas isso é no começo.
Mas a minha carreira decolou. Agora faço uma hora por noite.
Minha carga horária triplicou, então é uma loucura.
- Pois não, Clay? - Isso.
Traz as "migalhas" para casa?
Sim. O quê? "Migalhas." O quê?
"Bufunfa." Sabe, "cascalho". As "verdinhas". É sério.
Dinheiro. Sim. Ganho muito dinheiro.
Posso comprar quantas "migalhas" eu quiser com as "verdinhas".
Então, o que você faz?
Você conta histórias, o que estou fazendo agora.
Fala com as pessoas. Tenta descontrair as coisas.
Certo, por exemplo: Se quer falar sobre raspadinhas.
Tem que comprar a raspadinha. E coloca no copo e pensa:
"Por mais US$ 0,04, eu podia comprar um copo
que caberia na minha cabeça."
E pensa: "tenho que ser babaca para não comprar aquele copo."
Certo? Então, você compra aquele.
Coloca seis sabores nele. Você prova, e está horrível.
Mas o valor é excelente, e, sabe...
Você vai para o carro com a raspadinha.
Está feliz como porco na lama. Coloca a raspadinha no seu lado.
E chega o primeiro obstáculo: O copo não cabe no suporte.
Precisa de um bambolê para colocar aquilo.
Então, coloca no banco do passageiro.
Você tem que dirigir, inclinar-se, beber,
levantar-se e esperar pelo melhor, certo?
Tem que entrar no ritmo. Levantar-se, espera pelo melhor.
Então, você se levanta, vê um Bentley, pisa no freio.
Sua raspadinha voa no painel,
e acaba com os eletrônicos do seu Challenger alaranjado.
Tem que levar à oficina, e fica sem ele durante semanas.
E, sabe, isso te custou US$ 0,04.
Que barganha.
- Oi, Clay. - Oi, cara.
Desculpem, mas o Clay foi suspenso.
E, como não pode ficar sozinho
ou com os amigos vadios por cinco minutos,
eu decidi trazê-lo para o meu trabalho.
- Não encare. - Tudo bem. Eu também me encaro.
- Não o encoraje. - Droga!
E não está com o oxigênio.
De alguma forma, estava conseguindo respirar.
- Por que foi suspenso? - Por faltar.
Então, para te punir, vão te manter longe da escola.
- Nossa, isso te dará uma lição. - Sente essa bundinha.
E você!
- Por que isso? - Está o entediando.
Desligue esse jogo.
Ele não pode jogar nenhum jogo. Está sendo punido!
Mas eu posso. Não fui punido.
Eu...
Posso conversar com você, Jim?
Agora!
- Clay, como vão as gatinhas? - Não faça isso.
- Por que não? - O que foi?
Ele só fala de como fez a classe rir na semana passada.
- E daí? - Ele te acha um Jesus.
E não é o tipo de Jesus que caminha sobre a água.
Não. Não é o tipo de Jesus que fez um milagre com os pães,
que alimentou a multidão com peixe.
É o tipo de Jesus que fica em um palco
com um monte de lixo saindo de sua boca!
Eu nem conhecia esse Jesus.
Se conhecesse, teria embarcado há anos.
- Por que isso? - Blasfêmia.
Jesus. Está bem! Certo!
Aquele garoto não conhece o pai,
e perdi a conta dos problemas da mãe!
Como se ele soubesse contar.
Certo. Está bem.
- O que quer que eu faça? - Conserte isso.
- Eu? Como? - Isso começou com você.
Ele está chamando a atenção das pessoas erradas,
e isso pode levá-lo à morte.
É só alguns dias longe da escola.
Está bem. Eu falo com ele.
É hora do seu banho de esponja.
Quer me dar um final feliz?
Quer um tapa na cabeça no lugar disso?
- Não, senhora. - Tire isso dele.
Largue isso. Que droga, Clay.
- Steve! - Ele disse que tinha receita.
Clay, tudo o que eu disse na escola era mentira.
Você tem que batalhar na vida.
- Mas você não o fez. - Fiz, sim.
Não se formou na escola.
Não quer dizer que não batalhei.
Eu fiquei na escola.
E olhe como acabou: Vendendo livros.
Cara, não são... Tanto faz.
Quero dizer que vale a pena batalhar por tudo na vida.
Acha que tudo isso caiu do céu? Eu batalhei para chegar aqui.
O que foi? Acha que nasci em berço de ouro?
Crescer nas cruéis ruas de Sydney...
Tinha que pegar o 207 e mudar para 44,
só para chegar na maldita praia!
O sistema rodoviário de lá é uma droga.
Por que alguém ia querer ir para a praia?
Por que não? É a praia.
Sabe, onde a areia encontra a água...
E há garotas lá.
- Nunca foi para a praia? - Não, eu nunca fui.
Mora em Los Angeles e nunca foi para a praia?
Não.
- Não vou nesse carro. - É, nem eu vou.
- Tenha dó! - Meu carro está na oficina.
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