لومړۍ 200 کرښې.
Venha, amor. Rápido.
Venha. Vamos perder o trem. Rápido.
Achei que a mamãe tinha dito para pegarmos um táxi.
Podemos pegar o trem agora, não é?
Aqui, coma isto. Isso vai sustentar você até o jantar.
- Obrigada, Pai. - Enfim, e é cedo.
Então, com alguma sorte, podemos ter o trem só para nós, hein?
Ei. Cuidado com o que está fazendo, sim?
- Desculpe. - Tudo bem. Não importa.
Você está bem?
Ei.
Tudo bem?
Não está muito quente?
Lamentamos informá-los que este trem não continuará o trajeto.
Há um trem substituto esperando por vocês fora da estação.
Vamos.
Vamos pegar o ônibus agora?
Vou ligar para a sua mãe.
Vamos.
- Pai? - O quê?
Eles precisam acordar a senhora.
Tudo bem. O guarda a encontrará. Vamos.
E se eles não encontrarem?
Vá lá, então, mas seja rápida.
Estou vendo você, Jess. Seja rápida!
Senhorita?
Jess? Jessie?
Jessie!
Ei! Abra!
Tradução e Sincronia @Marocas62.
Vera 4ª Temporada - Episódio 01.
"Em Harbour Street."
Ela era uma mulher com uns sessenta anos.
Vamos lá, testemunha principal. Pode fazer mais do que isso.
Certo.
Jessie acha que ela subiu no trem junto conosco.
- Jessie? - Quantas vezes...
- Jessie. Minha primogênita. - Sim. Eu sei disso.
Só não sabia que ela estava com você.
Ela canta no coro de St Teresa.
Câmeras?
Não. Nada ainda.
Ferimento?
Ela tem feridas de facada na parte inferior das costas.
O que dizem no treinamento? Assaltantes tendem a confrontá-lo.
Bem, ela tem muito dinheiro. Então, não foi um assalto.
- Alguma luta no trem? - Não seria surpresa.
Todos saíram esta noite.
Margaret quem?
Margaret Krasz... Kraszewski?
Estação central para Mardle.
Ela é elegante demais para Mardle, não é?
Vou ter que falar com sua mocinha.
Sim.
Sim, eu sei. Mas só espere até manhã, sim?
Como um favor.
Vamos, amor.
Ei, sabe que odeio pedir, amor.
Mas sei que nossa Jessie viu a vítima subir no trem.
Olhe, disse a ele para pegar um táxi.
Mas conhece nosso Joe.
Nada fica entre ele e uma nota de 10 libras.
- Meu erro. - Prendam ele, alguém!
Casos assim, sempre o policial está de folga.
- Quem é esse? - Patologista.
Marcus Summer. O cara novo.
Vejo-o amanhã, fofo.
Cara de sorte.
O corpo no trem, se não se importa em dar uma olhada.
Ryan!
Dê um grito ao seu irmão, sim? Tenho hóspedes no conservatório.
Ryan!
Ei! O que está fazendo?
Está fazendo o dever de matemática dele de novo?
Não.
- Chlo? - É só desta vez.
Como vai ser se você continuar a fazer o dever dele?
- Enfim, como você ficou tão rico? - Pajeando.
Isso é hilário. Quem o deixaria com um bebê?
Como vai viver se não faz o seu trabalho?
- Largue meu pé, por favor? - Leia um livro ao menos.
- Não vai matá-lo. - Eu li.
Sim? Leia isso.
- Aromatizador de banheiro. - É a mesma coisa.
Dê-me esse dinheiro. Dê-me o dinheiro!
- Mãe! - Aprontem-se, vocês dois!
- Babaca. - Bem feito.
Kate Darrow?
Vou dar uma carona as crianças. Perderam o ônibus.
Segunda vez esta semana. Já é demais.
Não me culpe! O professor de música esqueceu o caixão!
Contrabaixo. Desculpe.
- Quer que eu fique? - Não, não. Tudo bem.
Certo. Eu ligo para você.
Certo, vamos, então, vocês dois!
Não falei para as crianças ainda. Gostavam muito de Margaret.
É seu marido?
Stuart? Não ele é meu noivo.
Ele é professor na escola das crianças.
Kate, por que não nos mostra o quarto de Margaret?
Claro. Sim.
Eu herdei a casa dez anos atrás, por uma tia,
depois que meu marido morreu.
Margaret tinha uma espécie de usufruto.
Foi ideia dela transformá-la em casa de hóspedes.
Eles aumentaram a linha do trem.
As pessoas disseram que Mardle valorizaria.
Há quanto tempo Margaret morava aqui?
Desde sempre. 1980-algo.
Ela foi minha âncora.
Ela ajudava com as contas, ela entendia de contabilidade,
e praticamente criou as crianças quando eu era a pior mãe de mundo.
Ryan chamava-a de "Mam", como eles dizem.
Kraszewski?
Ela não era polonesa ou algo assim.
Não. Ela se casou um cara da Cracóvia...
antes do meu tempo.
- Isto... não durou. - Ele ainda mora aqui?
Eu acho que não.
Sabe por que Margaret foi a cidade, quem ela foi ver ou...?
Não. Não sabia que ela tinha saído.
Ela falou com você sobre algo que a preocupava?
Algum problema no qual ela poderia estar?
Isto foi um acidente, entretanto, certo?
Bem, ainda não sabemos.
Enfim, não havia problema que Margaret não pudesse resolver.
Se você não a achasse aqui, ela estava em Holypool House.
Um abrigo para mulheres vulneráveis,
o rebanho de Margaret.
Chloe diz que é assim como vou acabar.
Ela tinha modos tão agradáveis, Margaret.
Ela fazia você se sentir muito segura aqui.
Estamos decentes?
- Eu ouvi vozes. - Este é George.
George é um dos nossos hóspedes mais leal.
"Um dos?" Venho aqui há quanto tempo?
Oito... Oito anos, George.
Margaret nunca levantava a voz dela.
Sempre uma grande ajuda se precisasse.
Esta calma externa e generosidade, mas, bem...
Sempre gostei de pensar nela como um tipo de espiã da Guerra Fria,
um ar de algo escondido.
Talvez fosse apenas o nome, Kraszewski.
Bem, essa é meu negócio, entende, romances de espionagem.
George é representante de editores, não é, amor?
Sim. Palavras são meu mundo.
Eu fui à Escócia, fazendo meu circuito.
- Volto para casa em Northants... - George.
Sou tão estúpido.
Sente-se, amor. Vou colocar a chaleira no fogo.
George. Não sabe por que Margaret foi à cidade ontem?
Não. Não, não.
Aqui está meu cartão, se por alguma razão...
Então, o que acha? Mudar para cá com as crianças?
- Mais quartos? Ar fresco? - Não.
Tá brincando! Não seja tão pão duro.
Qual é, só uma bebida!
- Qual é. - Não! Vou pedir que saia.
Margaret Kraszewski. O que ele fazia,
presa àquela casa com 30 estranhos?
Algo sobre esse arranjo parece muito estranho.
O quê? Estranho sinistro ou o quê?
Estranho... Bem, familiar.
- Não seja tão pão duro! - Alguém...?
O trem?
Gary, leve a senhora para fora, por favor?
- Vamos lá. - Solte-me!
- Solte-me! - Vamos lá, fora.
É um bar de merda, em todo caso!
Leve seu casaco com você.
Eu sinto muito, não sou muito útil.
Bem, vamos pegar Shep para ver os álibis da família e hóspedes.
Vamos.
- Você dormiu no sofá? - Não.
Foi o futon, de fato.
Como está...
- Jessie? - Sim, Jessie.
Ela vai melhorar.
Vamos ter que falar com ela.
Sim.
Eu sei.
- Algum sinal de luta? - Não.
Incisão única... aqui.
Lâmina longa e fina.
Ela sentiu isto. Nenhum grande desconforto.
Gordura subcutânea perto da ferida, então, sem muito hemorragia.
Não muito para ver.
- E você já tem sua arma do crime? - Não.
Certo. Bem, a ferida tem uma pequena dobra aqui.
- Na carne. - Significando?
Assim como a lâmina.
- A arma do crime tem uma dobra? - Parcialmente quebrada na extremidade.
Mas como você apunhala alguém que está sentando nas costas?
Isso, meu amor, é um enigma embrulhado em mistério...
- num... Como se diz? - Enigma...
dentro de um enigma.
- Isso mesmo. - De nada.
Mais alguma coisa?
Câncer.
Primeiro no pâncreas, então, foi para o intestino.
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