لومړۍ 200 کرښې.
Segue a corrida para salvar o jovem asiático-britânico Hassan Ahmed,
sequestrado por um grupo de extrema direita
autointitulado Filhos de Albion.
- Não foram feitas exigências... - Jesus.
...e as autoridades estão longe...
- Merda. - ...de achá-lo.
- Que sinistro. - É.
Nem nos bastidores sabemos de algo.
Os cretinos vão matá-lo.
- É, pois não fizeram... - Exigências.
...como e, de fato, por que ele foi alvo...
Lamb sabe o que está acontecendo?
Ele saberia se quisesse.
Não sei se ele se importa.
A senha do Lamb é "senha".
"Senha"?
- Como sabe? - O Ho me contou.
- Quanto isso custou? - Nada.
Ele queria contar pra alguém, mostrar que é esperto.
Quanto será que a Central conta ao Lamb?
Podemos descobrir. Ele deve ser copiado nas operações.
Mas... é melhor não.
Mais uma bebida?
Sim, talvez. Ou...
Sei lá. Talvez voltar ao escritório.
Sim, está bem. Melhor do que encher a cara aqui, né?
- Não ajudamos. - Não.
- É. - Hora da saideira.
Certo. Outra bebida?
Sim, mas algo rápido. Doses.
- Meu Deus. Eu não sei... - Pode se apressar?
- Posso? - Pegue.
- É triste de ver. - Vai fundo.
- Está pronta? - Estou.
- Quer ver minha técnica em ação? - Sim.
Ok.
Saco.
Vire a maçaneta enquanto...
Como ainda não aprendeu a abrir o diabo da porta?
- Foi suave. - Uhum.
- Suave como gosta. - Quem disse?
Quê? Eu. Foi legal. Legal pra caramba. Silêncio.
- Faça silêncio. - Não, você...
Tente, se puder.
Não enxergo.
Certo, liga a...
Vou acender a luz.
Desculpe. Não estou fazendo direito?
- Eu não... Faz tempo. - Ouviu isso?
Isso o quê?
Sei lá. Um ruído.
De rato?
Tem rato aqui?
Sim, um monte deles.
Ou algo que faça cocô de rato.
- Quieto. - Ho.
Tá, eu ouvi.
Parece que foi na sala do Lamb.
Não sei. Não tem luz acesa.
Espere aí. Vamos mesmo fazer isso?
O que mais faremos?
Prefiro fazer o que estávamos fazendo.
- Nossa. - Tá. É claro. Prioridades.
Não.
Quadro de avisos?
Não, foram dois barulhos.
Pode ter ecoado.
Ok.
Foda-se.
E agora?
Vamos pra minha casa ou pra sua?
Mais uma olhada.
Min? Min!
Min.
- Min, tudo bem? - Sim.
- Min? - A arma.
- Tudo bem? - Estou bem.
Sem pulso. Quebrou o pescoço dele.
Ele quebrou o próprio pescoço.
Ai, meu Deus.
Ai, meu Deus.
- Porra. - Mas que porra?
BASEADO NO LIVRO DE
Dr. Lawrence, sala de operação três. Não é emergência.
Dr. Lawrence, por favor.
Dr. Lawrence, sala três. Não é emergência.
HOJE
Cartwright seguro no porão
Posso ajudar, senhor?
Deve ter se perdido, senhor.
Na recepção dirão tudo que quer.
Um sapato...
num saco?
Senti vergonha por você.
Espere. Ele pegou meu celular e meu crachá.
- Não precisa ter pressa. - Tá.
Desculpe. Sidonie Baker, sabe onde ela...
Lamb.
Lamb, preciso saber como ela está.
Ainda estão operando.
Como? Ela vai sobreviver?
Porra, por que veio de ambulância?
Pensei que ela fosse morrer. Não ia abandoná-la lá.
- Você abandonaria? - Sim.
Foi uma decisão muito idiota.
Ao chamar a ambulância, seu nome explodiu como fogos
daqui até a Central.
Por isso o cão te esperava.
Como sabia que eu estava aqui?
Quando foi bater perna,
- pedi pro Ho checar alertas da Central. - Por quê?
Caso fizesse uma burrada dessas.
Ok.
Disseram que ela talvez viva.
- Graças a Deus. - É.
Não graças a você.
Ainda se desconhece
se a polícia sabe onde Hassan está preso.
Segundo a polícia,
a ameaça ao universitário Hassan é grave e iminente.
Oficiais de ligação estão com os pais de Hassan,
mas há horas não se vê ninguém
entrar ou sair da casa.
Vamos à coletiva de imprensa
- da polícia de West Yorkshire. - Sim?
Cartwright se foi. Deve ter sido Lamb.
Vá achá-los.
Slough House?
Por que me trouxe aqui?
Você é meu agente,
e estava lá quando outro agente foi baleado,
vou tomar seu depoimento.
Que merda os dois faziam na casa do Hobden?
A Central quer algo do laptop dele.
Acho que ele tem ligação com o sequestro.
Sid concordava com isso?
Ela me seguiu até Hobden.
Disse que foi posta na Slough House pra me vigiar.
Antes ou depois de ser baleada na cabeça?
Quem foi?
Quem foi o quê?
Quem atirou nela, panaca?
Não sei. Não vi o rosto dele. Usava balaclava e roupa tática.
Era um profissional.
Sim, mas mais ou menos.
Puta merda, Cartwright.
- Eu... - Nossa.
Me deixa pensar um pouco? Pode ser?
Eu não sei. Foi estranho. Como se ele...
quisesse me fazer pensar que era um dos Cães.
Tinha alguma coisa esquisita.
Ele ficou mudo o tempo todo.
Como se temesse ter a voz reconhecida.
Credo.
Olha sua resposta, Cartwright. O puto do Jed Moody.
Se tinha problemas com ele, eu falava com o RH.
Não sabíamos que era ele.
- Atacou do nada. - Isso não é defesa.
Ele estava armado.
Melhor. Ele a usou antes.
- Atirou em Sid Baker com ela. - Por que ele matou Sid?
Não. Ela está viva.
Estava há 20 minutos.
Espere aí. Merda, por que atirou nela? Onde estavam?
Na casa de Robert Hobden. Sid me seguiu. Não pedi pra ela.
O que Moody fazia lá?
Não sei. Ele invadiu vestido assim.
- O que ele fazia aqui? - Não deixou perguntar.
Mas ele estava na sua sala.
O quadro de avisos estava caído.
O que estavam fazendo?
- Estávamos na rua e... - No bar.
Puta que o pariu.
Se isso é melhor que voltar pra casa, eu tenho dó.
Cadê a arma?
Está ali.
Fez menção de usar?
Entendam logo. Não é um tribunal.
Ele fez menção de usá-la?
Ele não a apontou exatamente.
Melhor reavaliarem sua posição a respeito.
- Não quis matá-lo. - Sei que não.
Se quisesse, ele estaria vivo.
O que é isto?
Cretino imundo.
Ele ia grampear sua sala?
Seria estranho após balear um dos meus.
Não, ele veio tirar.
Antes de cair fora.
Bem...
as prostitutas do Paraguai,
ou do lugar sem extradição pra onde ele ia,
tiveram um golpe de sorte.
Dois celulares.
Jed.
É surpresa ter amigos pra justificar um.
Esse mal foi usado. Só recebeu uma ligação.
Devia ligar.
Porra, ainda bem que está aqui.
Nunca teria pensado nisso.
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