لومړۍ 200 کرښې.
Friedken!
Friedken!
Anda, babaca. Andando.
Tá. Foi mal.
Se cuidem, caras.
Legal, Vince.
Cabeça erguida, mano.
No que estava pensando?
É um milagre ele não ter morrido.
Eu estava…
Eu só estava,
sabe, chapado.
Mas ele vai ficar bem, né?
Ele está paralisado.
Vin.
O quê?
Ele está paralisado.
Ele…
vai tentar processar a gente? Ele…
Não.
Nós o convencemos a aceitar um pagamento.
"Nós" quem? Quanto?
Meio milhão.
Meu Pai amado. Vai tirar de onde?
Não.
Pirou, porra? Sem chance.
A oferta é de 600.
Vai se foder.
Fiz questão de te deixar com alguma coisa. Cem mil.
Quer comprar a minha saída do restaurante, porra? Eu que criei.
- É meu. - Está destruindo tudo.
Vai se foder!
- Não vai sobrar nada. - Porra, não tem a menor…
Certo. Beleza.
Você venceu. Entendi o recado. Errei. Vou melhorar.
Jake. Ei.
Está me ouvindo? Vou melhorar.
Ei, olha pra mim.
Beleza, gente. Vamos em frente?
- Tá. - Claro que está por trás disso.
- Que surpresa! Jake. - Ótimo, obrigado.
- Aqui. - Olha pra mim.
Vince, precisa rubricar aqui, está bem? Começa aqui.
E preciso que assine aqui. Está bem?
Rubrica aqui e assina aqui. Vamos.
Vince, anda. Temos uns dez pra assinar. Anda.
Ei!
Assina.
E aí? O que ele disse?
Estamos fodidos.
Vinte mil em quatro dias. Podia ser pior. Dá pra correr atrás.
- Não é tão fácil. Eu já disse. - Jake, vamos usar este lugar.
Vamos tirar uma casquinha do dinheiro que passar por aqui. Vamos ser criativos.
- Sem chance. - Por quê?
Porque não é a porra de um cofrinho.
Prestamos contas.
Sabe?
Se tirarmos do caixa, as pessoas vão perceber.
E agora? Queria ficar com uns desses.
Vou falar com o Andy.
Ver se ele faz um empréstimo.
Beleza. Vou ligar pro Matt.
O Matt é bom com ideias.
Jake. Preciso de um minuto.
Bem, estamos bem no meio de uma coisa.
Agora.
Por favor.
Sério?
Ela quer denunciar?
Ela disse que quer esquecer.
Está bem.
Isso já tinha acontecido?
O quê?
Claro que não.
O Jules não pôs a mão embaixo da saia da Tanya?
- O quê? - A Anna disse que ela te contou.
Que porra é essa?
São nossas funcionárias. Cabe a nós cuidar delas.
- Eu sei. - Sabe?
- Sei! Para. - Não sabe.
- Para. - Jake…
Ei.
Olha, o que aconteceu com a Anna é horrível.
É.
É.
E…
Eu não vi.
Eu errei.
Eu errei.
Beleza.
De agora em diante…
a gente cuida dos nossos.
- Claro. - Beleza?
- Tá. - Vamos melhorar.
- Tá. - Começando hoje.
- Tá. - E se o Jules Zablonski pisar…
Ele já era.
Vou mostrar uma coisa. Anda. Vamos.
- Bem… - Bem…
Uau.
Que ousado!
É.
É bem sofisticado.
Seria ótimo para o salão.
Não sei se bate com o conceito.
Sem ofensa. Tem todo um conceito.
Sabe?
Com todo o respeito,
você começa com uma peça assim e cria o conceito em torno dela.
A vantagem de um quadro assim não é o que você vê nele,
mas o que os outros veem em você,
porque é seu.
Oi! Olha ele aí!
Oi, Andy.
Agradeço muito por ter vindo tão em cima da hora. Quer um café?
- Não. - Água?
Não. Então, o que houve?
Quer um empréstimo?
- Senta. - É, claro.
É.
Que tipo de taxa pode me oferecer por, digamos, 200?
- Duzentos mil? - É.
É bastante.
- Pra quando? - Logo. Agora mesmo.
Já.
Vou falar com meus colegas, porque seus números aqui são bons.
- Sabe… - Não quero que entre nos registros.
É pra mim.
- O quê? - Não pro Rabbit.
É, mas, sabe, isso…
Não é assim que funciona. Precisa de uma garantia.
Você me conhece.
Sou confiável.
É, é confiável, com certeza, mas, sabe…
qualquer coisa fora dos registros é impossível.
Está com algum problema?
- Posso te dar quatro mil. - Vale 15.
- Se quiser vender, posso… - Não.
Vou voltar pra buscar.
PENHORAMOS
Preciso de 4.400.
Isso é caxemira?
É.
Aí estão seus 400 a mais.
Nossa, tiveram que catar moedas, hein.
- Tudo certo? - Tudo.
Mas isso não inspira confiança.
Talvez precisem lembrar o que está em jogo, né?
- Talvez precise calar a boca. - Até daqui a uns dias.
Tchau.
Está pensando o mesmo que eu?
Sim. Precisamos de uma garantia.
Vamos entrar logo. Parece estar congelando. Tudo bem?
- Nós pagamos. Vamos ficar bem. - E semana que vem?
- Vai rolar. - E a outra?
- Lá estão eles. - Meu Deus!
- Caim e Abel. - O que é isso?
Sei que prometi te ligar, mas não é uma boa hora.
Dá um jeito, tá? Precisamos conversar.
- Certo, vamos entrar. - Quanto tempo.
- Certo. - Vince, espera um pouco.
- Ficar aqui? - É.
- Por favor. - Que porra é essa?
Por favor, vai à merda.
Quer saber? Diz "oi" ao tenente Dan por mim, tá?
Vai se foder, seu merda.
Entra aí e faz a porra que ia fazer.
Podia ter me avisado antes de devolver as chaves pra ele.
Ele só está ajudando, está de passagem. Quer uma bebida?
Não, valeu. Vamos sentar.
Olha, sei que fiquei devendo te deixar dar uma olhada na contabilidade.
Preciso de mais uns dias.
Tranquilo. Você está ocupado.
- Dá pra dizer isso. - Pedi à Sheri pra olhar.
- Certo. - Por isso vim.
Tem umas contas que não batem, dinheiro que ela não sabe de onde veio.
Sério?
É, uns 100 mil dólares.
Chocolate?
Como é?
Chocolate?
É US$ 8,50.
Obrigado. O que você disse? US$ 8,50?
Cara, é a porra de um Snickers.
É pro meu time de basquete do quarto ano.
Está no quarto ano, cara?
Prazer. E eu sou o Darryl Strawberry. Como vai?
Por que não dá o fora?
É.
Certo, isso não levou o congelador em conta.
- Congelador? - O novo.
E o forno da Viking. O novo.
Está dizendo que o dinheiro está lá?
- Viu as filas? - Vi.
- Dando a volta no quarteirão todo dia? - Claro.
- É. - O dinheiro está lá.
Certo, mas só para esclarecer, não vamos seguir em frente com a Piscina
até a contabilidade estar em dia.
- Tudo bem. - Qual é a fofoca?
Qual é. Isso não dá uma nostalgiazinha?
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