لومړۍ 200 کرښې.
Tens notícias da editora?
Passamos a noite em minha casa ou na tua?
Perguntei se tinhas notícias da editora.
Acho que nem se lembram de mim, por isso...
A sério?
- Impossível, és inesquecível. - Vais atrasar-te.
O quê? Não!
- Até logo. - Sim.
Adeus.
Adeus!
Merda.
- Mete uma música de Natal. - Desculpe.
É para oferecer, por favor.
Sim. Com certeza.
EDITORA POMPEA MENSAGEM NOVA
Boa sorte.
Às três horas. Sim. Adeus!
Desculpa a demora.
O tipo da impressão é uma seca.
Vai ser lançado no dia de S. Jorge, a 23 de abril.
Vamos fazer a apresentação, a sessão de autógrafos...
Temos de o publicitar nas tuas redes sociais.
Bom... ou não.
Enviámos o livro à crítica especializada,
e a reação foi muito boa.
- Não é preciso teres medo. - Desculpa, estou nervosa.
Para relaxar, podias...
... começar a escrever a segunda parte?
A segunda parte?
A 31 damos uma festa de fim de ano na editora.
Vêm editores, agentes, autores...
Trá-lo se quiseres.
As personagens dos nossos romances também podem vir.
- É ele, certo? - Não.
Desculpa. Na verdade, podes trazer quem quiseres.
Mas, se trouxeres o deus grego, melhor ainda.
E pensa na segunda parte.
DA MINHA JANELA
A RAQUEL FOI SEMPRE DOIDA POR ARES...
É incrível. Lolo, olha!
Estás linda na foto!
Uma foto profissional, como os VIP.
Usa este.
PARA O YOSHI...
- É pesado. - A ideia é essa.
Também tenho saudades.
Ele ficaria tão orgulhoso de ti...
- Brindamos? - Sim.
À janela e ao melhor agente.
- Isso. - Ao melhor agente.
Os teus amigos não se chateiam que fiques aqui comigo?
Deixa-me adivinhar.
Deixou-te e não a esqueces.
Frio.
Todos têm uma ex que não esquecem.
Não tens de ter vergonha.
Muito frio.
É a minha namorada.
Relação interessante.
É o que dizem.
TUDO COMEÇOU COM UMA DESPEDIDA.
- Estás bem? - Sim!
Vieste passar o Natal?
Sim.
Senão, o Apolo mata-me.
Sente a tua falta.
E acho que o Artemis também.
E eu deles.
E do sol.
- Também sinto falta do sol. - Está frio.
Não sabes o que é o inverno.
Raquel...
Lamento por tudo.
Muito.
Boas festas.
Para ti também.
A OLHAR PARA TI
Neste Natal, haverá presentes para todos!
Vá!
Tem cuidado.
Tantas coisas!
Gosto muito destas flores.
São parecidas com aquelas.
Sim. E de alfazema? Gostas?
Qual é?
Sim. Também.
- Achas que a tua mãe gosta? - É fixe.
Perfeito. Levamos isto. Pronto.
Desculpe? Posso pagar com cartão?
- E esta casa? - Vá, vamos lá.
- Não. - Vamos.
- Raquel, eu vi-te. Vamos! - Gregory...
Ares!
Temos de o cumprimentar. Anda!
Olá!
Como estão?
- Vieste passar o Natal? - Assim manda a tradição.
É como a gripe.
- A felizarda. - Tudo bem?
- Tudo, e contigo? - Tudo.
Como estás?
Olá!
Lamento muito pelo Yoshi.
Como estás?
Isto são os trópicos, comparando com Estocolmo.
Nem por isso.
Não ligam o aquecimento na casa dos Hidalgo.
- Estão os dois lá? - Sim. É lindo.
- A casa é linda. - Vêm para cá?
Não, voltamos no dia 1.
Sim e no dia 2 vamos buscar as chaves da casa nova.
Vamos dar o passo seguinte, não é?
- Ano Novo, vida nova. - Sim. Exato.
Bom, vamos ver mais luzes de Natal?
Sim.
Com tanta oferta, é fácil escolher mal.
- Já sabem. - Sim.
- Boas festas! - Adeus!
- Adeus! - Feliz Natal!
Vá lá. Vi chocolate quente algures.
Há que admitir que fazem um casal fantástico, certo?
Um pouco para a direita. Sim.
Para as fitas caírem bem.
- Assim? - Como funciona isso?
Se pararem duas pessoas debaixo, têm de se beijar.
Ela está a inventar. Não acredites no que te diz. Açúcar?
É verdade, Artemis.
Nunca ligámos ao beijo na nossa família. Vá...
Não preciso do azevinho para beijar a filhota.
- Amo-te! - Tu...
Não damos muitos beijos.
Dani, nem sabes. Vimos a Raquel e o Gregory.
Ai sim?
- Daniela, explica tu. - O quê?
- Isto do azevinho. - Se pararem duas pessoas, beijam-se.
Inventam tradições horríveis para beijar. Não me vão convencer.
- Nenhum de vocês. - Dani, ajuda-me.
- Com o quê? - Vamos?
Não vou dar beijos e abraços por aí. Não sou o Pai Natal.
- Veremos isso nos Martínez. - Ainda não confirmei.
Podem dizer ao vosso irmão que tem de ir?
Tenho pena dos meus pais. E deles. Não os quero sozinhos na ceia de Natal.
Não faz mal, nunca fazemos a ceia.
É a tua opinião.
Já está!
- És um artista. - Boa. Obrigado, maninho.
- Olá, Roberto. - Olá.
Obrigada.
A tua filha?
Raquel, chegou o Roberto.
- Isto está delicioso. - O que tem? Alho?
Sim. Ralado.
- Podes vir jantar todas as noites. - Mãe!
Se ele quiser.
Não tens de cozinhar quando vens.
- Levo isto. - Eu gosto.
Se quer ser o melhor namorado do mundo, deixa-o.
Também podias tentar.
Não sei fazer pratos destes para o Natal.
Não te preocupes. Amanhã finjo que foi o melhor que comi.
- Bravo, Gregory. - Obrigado.
Não passas cá a ceia de Natal?
Janto com a família dele. Disse-te.
Não disseste nada.
Vais finalmente livrar-te da tua mãe. Aproveita.
Mas, se não tiveres planos, podes juntar-te a nós.
- Vinho? - Claro.
Posso mostrar-te a biblioteca.
O Roberto é culto e sensual.
A sensual és tu.
Não me falaste da ceia de Natal.
Disse, mas tens andado com a cabeça nas nuvens.
Certo. Como ando distraída, a minha mãe abandona-me no Natal.
Não te vou abandonar.
Se quiseres vir connosco, podes vir.
Não cozinha tão bem, mas tenta.
- Prometo que tentarei. - Tanto faz.
És sempre bem-vinda aqui.
PORQUE FINJO QUE NÃO NOS VIMOS
PELA JANELA?
PORQUE FINGISTE QUE NÃO NOS VIMOS
PELA JANELA ESTA MANHÃ?
O wi-fi não está a dar. Sabes o que se passa?
Não, não sei. Talvez o Apolo tenha mudado a senha.
A minha mãe está à espera.
Olá, mãe! Como estás? O que aconteceu ao voo?
Quando chegas? Dia 30 ou 31?
Tens de verificar...
POR MEDO? MEDO DE QUÊ?
ESQUECESTE-TE DE DIZER OLÁ
OLÁ
REPITO A PERGUNTA OU RESPONDES?
Podemos jantar amanhã.
Com a tua família?
Nós. Tu e eu.
Os meus pais trabalham no restaurante. Há anos que faço planos sozinho.
A tua mãe não está, pode ser aqui.
Podemos convidar amigos e a minha irmã.
Porque não? Diz-me.
Tenho de trabalhar na loja e de escrever. Não me posso distrair.
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