Love Is Blind: Sweden

Love Is Blind: Sweden (Love is Blind: Sverige)

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Season 3

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Love is Blind Sweden S03E10 pt
A Commentary by dappeloe

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webdl
Published on: 2026-03-26
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Hearing Impaired: No

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The first 200 lines.

ANTERIORMENTE

- Fomos sérios por muito tempo. - Eu sei.

- Aproximámo-nos assim. - Sim.

- O primeiro encontro foi só rir. - Sim.

Olho no prémio, como dizem. Olho no prémio.

E ela é realmente o primeiro prémio.

Tu és muito cristão. Eu não sou cristã.

Ela diz sempre "muito". Ou és cristão ou não és.

Se tivesses conhecido um ateu, não questionarias os valores.

Não é que não tenhas valores, mas será que partilhamos os mesmos?

Estou sempre a pensar nisso.

Ali está ela.

E é muito difícil.

É a nossa festa de noivado e temos um sentimento de incerteza.

Estás a afastar-te de mim. Não entendo.

Dás-me o meu telemóvel? E a chave. Pronto. Obrigada e adeus.

É uma sensação desconfortável. Passamos de 100…

… a zero.

Penso muito no que as pessoas vão pensar da nossa relação.

Vejo que o Aron é bom rapaz.

Não encontrarás ninguém melhor.

- Sinto-o. - Verdade?

Nunca pensei sentir-me assim. Estou obcecada.

Sabe bem, não?

Mas toda a minha vida está em Jönköping.

Estás cético em relação à mudança?

Foi uma decisão tomada muito rapidamente.

Discutimos.

Então, disse-lhe: "Daniel, sabes que isto é gaslighting.

Ele gravou tudo no telemóvel dele.

O quê?

- O Daniel diz que começaste a gravar. - Não. Eu disse:

"Eu devia gravar-te para poderes ouvir como estás a soar."

- Eu disse que estava. - Passada uma hora.

Ela puxou o assunto.

Agora, sinto que tu é que tens barreiras.

"Tem lá calma contigo."

Quero que casemos.

O facto de eu e a patroa não nos darmos é outra história.

A Johanna é uma durona. Prefiro voltar a fazer o serviço militar.

É bem mais desafiante do que o serviço militar.

Olá. Não sabia que estavas aqui.

Preferes voltar ao serviço militar a estar comigo?

Não, prefiro o serviço militar a esta experiência.

E estou a ser sincero.

Mas o facto de seres parte do acordo faz com que valha a pena.

Achei esta tarde muito agradável.

Foi ótimo. Não vou ficar aqui a tentar encontrar algo errado.

Mas se quiseres falar de coisas que eu acho desnecessárias…

Como a gravação, por exemplo. Achei aquilo mesmo desnecessário.

Já viste que a Ronja e a Angelica me chamaram à parte

para dizer: "O facto de estares a gravar as vossas conversas fez-nos reagir."

E eu respondi: "Interessante, tínhamos combinado não falar sobre isso aqui."

Só quero ser sincera em relação a tudo.

Eu disse-lhes que me disseste: "Devíamos gravar esta conversa."

Disse-o porque estávamos a repetir-nos.

Sugeriste-o primeiro.

Mas eu nunca te teria gravado sem te avisar primeiro.

Depois, eu disse que ia gravar e tu ouviste…

Não, gravaste-me durante uma hora e só me contaste depois.

- Disseste que me tinhas gravado. - Nunca.

Eu disse: "Quando ela mencionou isso…

Eu não sabia que podíamos gravar-nos um ao outro.

Ela puxou o assunto.

Ela disse que devíamos gravar as nossas conversas."

Disseste-lhes isso.

"Já que andamos às voltas, devíamos gravá-la."

Foi exatamente o que eu disse. Mais nada.

- Grava o que quiseres. - Mas nunca o faria.

Mas tu é que puxaste o assunto, certo?

- Eu nunca gravaria uma conversa. - Puxaste o assunto?

Estamos outra vez às voltas.

Mas quem sugeriu que gravássemos?

- Eu disse que devíamos gravar. - Exato.

Não quer dizer que devemos gravar alguém.

A questão é que tu puxaste o assunto

e que querias gravar uma conversa comigo.

Por isso, gravei-a para termos a mesma conversa gravada.

A conversa não ia a lado nenhum, não era especial.

Mas dar importância a isso hoje…

E adoro que a Ronja e a Angelica me tenham chamado à parte para dizer:

"Tu gravaste uma conversa." E eu: "Ela puxou o assunto."

"Ela nunca vai admiti-lo", disseram. "A Johanna não é assim."

E tu chegas e admites que puxaste o assunto

da gravação da conversa. Não fui eu.

Foi muito querido da tua parte, e estou-te muito agradecido,

por o teres realmente admitido.

Elas disseram: "Achámos que eras um tarado que grava conversas."

Não, eu nunca faria isso.

Mas o facto de eu estar certo não me interessa nem um pouco.

E eu nunca te acusaria de nada,

nem procuraria saber quem disse o quê nem quem gravou e quem não gravou.

Fomos sinceros quanto à gravação. Não foi nada de mais, acho eu.

Como fomos sinceros quanto à gravação… "Estou a gravar."

"Eu também. Aqui está a gravação."

Para ti e para mim, não é nada de mais.

Acho que devemos focar-nos nisso.

Focar-nos no amor, querida.

Temos ideias e opiniões muito diferentes.

Mas, querida…

… estou a apaixonar-me por ti. É muito difícil.

Pois.

Não sentes o mesmo?

O que sentes?

Sinto que estamos outra vez às voltas.

Que voltas, querida? Só quero o teu bem.

Na verdade, gostaria de ir visitar a minha mãe.

Mas não estamos zangados?

Precisamos de… Para lá com isso.

Johanna?

Querida, vem cá.

Olá, tudo bem?

O que estás a fazer?

Não, liguei sem querer, mas…

Há sempre alguma coisa. Tudo é levado tão a sério…

Pois…

Não, não me parece. Não é o que sinto. Não é maldade.

SUÉCIA

O que achaste da festa?

- Tem de ser? - Não.

- Não? - Não.

Não?

- Foi muito bom ver toda a gente. - Sim.

Parece que o Daniel e a Johanna…

Não sei, parecem-me… Acho difícil entendê-los.

Sem dúvida.

Mas é fácil esquecer que só nos conhecemos há um mês.

Eu nunca soube, numa relação, após apenas um mês,

como devia reagir numa discussão, como devia comunicar…

- Exato. - Não sei.

Tu e eu percorremos um longo caminho,

mas ainda temos muito que fazer. - Sim.

Abordámos o assunto. Disseste que te mudavas.

- Sim. - Ótimo.

- Espero. - Não, mas…

- O que foi? - Como assim, "espero"?

Tenho de arranjar trabalho.

- Claro, mas és médico. - Sim.

Um médico não trabalha em qualquer sítio?

Sim, mas faço algo específico.

Sim, mas…

Não posso mudar-me e trabalhar em algo que não quero.

Mas consegues imaginar arranjar um trabalho que não seja…

… exatamente o que queres? - Independentemente…

… do que eu fizer, será um trabalho diferente.

- Não terei as mesmas oportunidades aqui. - Não.

Mas ainda não arranjei nada. Nem sei quando.

Mas achas que vais arranjar daqui a dois meses, seis meses, um ano?

Logo que possível.

- E isso é… - Ainda não arranjei trabalho, não sei.

- Não… - Mas logo que possível.

Não quero estar numa relação à distância durante anos.

- Não, isso é bom. - É o que queres?

- Acho que é o que quero ouvir. - Mas não podes perguntar logo?

Porque é que não o dizes logo?

Queres saber quando me vou mudar. Não sei.

Sim, mas tens de definir um objetivo, certo?

Mas preciso de arranjar trabalho,

de acabar o meu internato, nem sei se acabo em agosto.

- Não? Não ias acabar? - Não, mas tenho de acabar tudo.

Disseste que acabavas em agosto.

Sinto que estás a embelezar as coisas.

Não estou nada.

- Estás, sim. - Porquê?

Para mim, "logo que possível", se acabares o internato em agosto,

seria mudares-te em setembro.

- Não vai dar. - Porque não?

Tenho de dar três meses.

- OK, não fazia ideia. - Toda a gente dá três meses à casa.

Então, setembro, outubro, novembro?

Se arranjar trabalho.

Disseste-me que não havia pressão.

Mas a tua mudança passou de agosto a… fevereiro.

Não se falou no mês de agosto.

Não, mas é suposto eu dizer-te "sim" no altar.

Quando é que achas que vamos poder viver juntos enquanto casal?

Não creio que seja ideal casar e dizer: "Vamos viver à distância por um ano."

Não me entusiasma muito. De todo.

Não és tu que estás…

- O quê? - … a virar a tua vida do avesso.

- Não. - Não.

Então…

Pois.

- O que achaste da festa? - Foi muito interessante!

Foi bom ver o Ibbe e a Annie.

Um casal maravilhoso.

- Sim, pareceu certo desde… - O primeiro dia.

Eles também disseram: "Será 'sim' quando estivermos lá."

- Disseram mesmo? - Sim.

- Ou a Annie disse. - Sim.

O que disse o Ibbe?

Não lhe perguntei, mas de certeza que vai dizer "sim".

- Estão mais que prontos. - Sim.

O que sentiste quando viste a Dannette?

Foi um pouco estranho.

Era a minha festa de noivado, e eles aparecerem e dizerem:

"Podias ter sido tu e a Dannette", e ela…

Sim. Entendo, mas estou concentrado a 100% no que temos.

Não no que poderia ter sido.

Não. Bem, podias estar, mas optas por não estar.

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