Episode #1.3

Episode #1.3

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Season 1

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His and Hers 2026 S01E03 1080p WEBRip 10Bit DDP5 1 x265-NeoNoir
A Commentary by chargephoton88

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webdl
Published on: 2026-08-16
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Hearing Impaired: No
FPS: 24

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The first 200 lines.

Talvez reconheçam a minha cara,

talvez até saibam o meu nome,

nas nunca saberão quem sou.

Ela nem se digna a ligar? Há quem lhe arranje o cabelo...

Continua a investigação do homicídio de Rachel Hopkins.

As autoridades procuram uma ligação com a Escola Feminina de St. Hillary's,

a instituição exclusiva que Hopkins frequentou.

Todos nos escondemos por detrás da imagem que apresentamos ao mundo.

A amiga de Hopkins e diretora de St. Hillary's, Helen Wang,

ainda não se pronunciou.

Mas as pessoas não mudam.

Nem por isso.

Não por dentro.

- Mas que treta. - Tens tanta piada, Rachel.

Sabem o que odeio?

- Caloiras. - Helen!

Não, odeio pessoas inseguras.

É estranho, porque a irmã dela é fixe.

Talvez coma para esquecer.

Pois ela tem muito que esquecer.

Deve sentir-se sozinha.

Porque não a convidamos?

Trá-la para a nossa mesa. Vou buscar outra cola.

Está a tramar algo.

Catherine.

Senta-te connosco.

Não sei.

Duvido que elas me queiram lá.

Às vezes, elas são simpáticas.

Olá, Catherine.

- O que lês? - Frankenstein, de Mary Shelley.

Boa.

Catherine Kelly!

Como estás?

Céus, adoro o teu cabelo!

Qual é o teu segredo?

- Não tenho nenhum. - Está muito mais bonito...

Desculpa. Toma a minha.

- Não faz mal. - Não, insisto.

- A sério, não quero. - Bebe.

- Sabe a algo estranho. - Sim.

A mijo.

O quê?

Ela bebeu o meu mijo!

Meu Deus!

- Não sabia. - Não!

Não!

- Não! - Adeus!

Meu Deus!

- És doida. - Não!

A Lexy não asfalta estradas, nem cava valas, nem levanta paredes!

É paga por sentar o rabo numa cadeira.

Fabuloso, senhoras. Soltem-na.

A perfeição leva o seu tempo.

Tretas. Temos de ir.

- Já vou. - Dentes.

- Boa. - Muito obrigada.

Obrigada, senhoras.

Tens a conferência de imprensa do GBI

sobre as acusações que o MP apresentou sem que fossem consultados.

E aquela treta da reforma policial. Blá-blá-blá.

Abrimos com Dahlonega, certo?

Sim, mas terminas logo o segmento.

Termino? Como assim? Estou só a começar.

Uma mulher branca morta não dá para muito mais,

por mais facadas que tenha levado.

Olha para mim.

Respira fundo.

Não precisamos de um 20. Um 18 já é bom.

Tinha pensado fazer um anúncio

para explicar que precisei de fazer uma pausa,

mas que estou de volta e grata pelo apoio.

Adoro. Bestial.

E depois engole, como se tivesses um nó na garganta.

- Veremos como reage o público e... - E o quê?

Quem sabe?

O regresso da rainha.

ELE & ELA

O SEXO COM O J É MELHOR?

Credo.

CHANTAGEM? NÃO ME ENVOLVAS!

Chantagem. Mas porquê?

DEMASIADO TARDE.

DEIXASTE O J?

Implora. Implora-me, Clyde.

Toma, cabra.

- Sim, porco... - Rachel, agarra-lhe os tomates.

Gostas, Clyde?

- Chega-lhe, Helen! - Gostas?

Apanhei-te!

Foda-se! Raios!

Disseste o palavrão da mamã.

Eu sei, querida. Desculpa.

Desculpa.

De quem é esse telemóvel?

O quê? É o meu telemóvel.

É rosa.

Eu sei, mas os rapazes também podem ter telemóveis rosa.

O que estás a ver?

No telemóvel?

Estou só a ver coisas de trabalho.

- A mamã diz que é hora de jantar. - Sim?

Dizes à mamã que já desço?

- Sim. - Está bem.

Quem tirou a última coxa?

Deram-nos uma a menos.

Mas gosto muito destas coxas.

Também eu. Pagaste por elas?

Não.

Sabes quem também não pagou? A mamã. Aqui tens, querida.

Meg, vai ver televisão.

Quero estar com o tio Jack.

Para a sala. Agora.

- Mas... - Faz o que te mando.

Então? Tem calma.

Ela está bem. Vê Love Island .

- Vê Rua Sésamo , querida. - Isso já nem dá, Einstein.

- O que te deu? - Que merda se passa?

Ouve, não fazes ideia do que tenho de aturar diariamente.

- Senta-te e come. - Sim, não duvido.

- Liga o raio da televisão. - Podes acalmar-te? O que te deu?

O que se passa contigo?

A Rachel era minha amiga.

Sim? A sério? Quando a viste pela última vez?

Há 20 anos? Estás destroçada.

Na semana passada, na bomba.

Sim, ela cumprimentou-me. Porquê?

Não eram tão amigas? Diz-me tu.

- Queres dizer algo? - Não.

Andavas a comê-la?

Meu Deus! Andavas a comê-la.

Ouve.

O que faço na vida é da minha conta.

A minha vida pessoal é comigo. Entendes?

Estavas com ela na noite em que morreu?

- Já disse que... - Estavas?

- Estava a trabalhar até tarde. - Em quê?

- És "inspetor" de Lumpkin. - Para. Boa.

Quando te deixei ficar depois da louca da tua mulher,

era só por umas semanas, não um ano.

Sou um fardo para ti?

Porque pago as contas, a comida e levo a Meg a todo o lado?

Qual é a merda... Estou a tentar perceber.

- Meg, vai lá para cima. - Não.

- Vai para o meu quarto. - Ouve-me.

Sou a tua mãe!

Uma supermãe que a deixa sozinha o dia todo.

Se quiseres, vou-me embora e voltas a vender as cenas dos pais no eBay.

Foda-se, tens pensão de alimentos, não é?

Não, pois não fazes a mínima ideia de quem é o pai.

- Mataste a Rachel? - Não te atrevas a dizer-me isso.

Foste tu, Jack?

Sou polícia. Sou teu irmão.

Achas-me capaz de fazer algo assim?

Achas mesmo?

Porque fizeste o esfregaço à Meg?

Superinspetor?

- A sério? Achas que eu não ia reparar? - Para.

O triste do meu mano começa a chegar tarde três noites por semana, todo contente,

e, quando matam a Rachel,

ficas irritado outra vez, e a tresandar a perfume.

E do caro, daqueles que perduram,

o mesmo com que a Rachel quase me sufocava na bomba.

- Está bem! - Vamos brincar aos inspetores, Jack.

Estavas com ela ou não?

- Sim. - E?

Fizemos sexo.

- Onde? - Na minha carrinha.

Em que parte da cidade, burro.

Na floresta, Zoe. Fizemos sexo na floresta.

Sim, e fui-me embora. Fizemo-lo e bazei.

- Não sei o que aconteceu. - A polícia sabe?

- Não. - Porquê?

Olhar-me-iam como tu agora.

Zoe, o que...

Não lhe fiz nada.

- Olha-me nos olhos e diz-me. - Zoe.

Vá lá, por favor.

Eu não a magoei.

A sério.

- Olá. - Olá.

Duas amostras de ADN para o caso de Rachel Hopkins.

Certo. Traga-las.

- O vosso trabalho é fascinante. - Sim.

A propósito, recolhi o material genético de ambas as amostras.

Uma é do Clyde Duffie e a outra é minha.

Ele encontrou-a?

Como?

O seu parceiro.

A aliança dele.

Perguntou quando deixou as amostras. Achava que a tinha perdido aqui.

Não.

Acho que não.

Que pena. Bom, vou tratar disto.

Atlanta vai passar-se dos cornos quando te voltar a ver,

porque és uma máquina, és a melhor.

Vamos começar em breve.

- Certo. - Este é o teu lugar.

- Estou aqui. - Lexy!

Lamento imenso, pessoal.

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