The first 200 lines.
Como viram, os convidados nas cabinas estão, no mínimo,
muito empenhados nesta temporada.
- Quero ver até ao fim. - Pausa!
Não acompanho.
Faz-se história na TV!
Vão, agora, poder ver os últimos episódios.
Bem-vindos a Love is Blind: Suécia, As Reações.
SUÉCIA
Hilariante! Agora, só quero ver: "Será que o amor é cego?"
Sim.
Como vão ser os próximos episódios? Vai ficar feio.
Só quero voltar a ver aquele brilho nos olhos da Johanna. Só isso.
Receio que a Johanna reprima os próprios sentimentos.
- Também eu. - Vamos lá, Johanna.
Vamos.
Preferes voltar ao serviço militar a estar comigo?
Prefiro o serviço militar a esta experiência.
Não foi o que disseste.
Seres parte do acordo faz com que valha a pena.
"A patroa", como lhe chamaste.
É estranho comerem quando o ambiente está tão mau.
A questão é que tu puxaste o assunto
e que querias gravar uma conversa comigo.
Disse-o porque estávamos a repetir-nos.
- Sugeriste primeiro. - Nunca te teria gravado
sem te avisar primeiro.
- É só uma expressão. - Exato.
"Deveria gravar isto porque é um monte de tretas."
É algo que dizemos muitas vezes.
- "Caramba, devias ouvir-te." - Sim.
- Grava o que quiseres. - Mas eu nunca o faria.
- Mas tu puxaste o assunto. - Céus.
- Eu nunca gravaria. - Puxaste o assunto.
Não quer dizer que devemos gravar alguém.
- Como hei de saber? - Meu Deus, o que se passa aqui?
- Disseste que me tinhas gravado. - Nunca.
Ela está em pânico. Querida. Por favor…
Elas: "Achámos que eras um tarado que grava conversas."
- Mas que raio? - Não, eu nunca faria isso.
Mas fizeste!
Gravaste-a!
E eu nunca te acusaria de nada.
- Está a tremer. - Johanna, suplico-te, sai.
Mas, querida…
Eu teria respondido: "Primeiro, não me chames 'querida'."
Estou a apaixonar-me.
Não posso… "A apaixonar-me"?
- Sim. - Está a apaixonar-se por ela agora?
- Não sentes o mesmo? - Isto é-me bastante familiar.
"Quando estás fraca e eu estou forte, amo-te."
Sydney, sai com a tua dignidade intacta
e regressa no reencontro como a deusa que és.
Na verdade, gostaria de ir visitar a minha mãe.
Ótimo!
- Sim! - Boa, Johanna!
- Sim! Sim, vai ter com a tua mãe! - Sim!
Adeusinho!
- Vai ter com a mãe. - Vai receber mimos da mãe.
- É o melhor que pode fazer. - A mãe vai dizer: "Viremos a página."
"Agora, com a mãe, vamos comer gelado."
Ótimo.
Meu Deus. Vais abraçar a minha mãe. Ela é muito baixinha.
Só quero…
- Olá! - Olá!
Olha só como ela é pequena!
Que querida. Ele é um gigante ao pé dela.
- E o paizinho. - São tão queridos.
Os pais são tão queridos. Não aguento.
- Obrigada por terem vindo. - Brindo com eles.
Eu também.
Adoro vê-los já a criar laços e a rir.
Sim, e às gargalhadas. Percebem que ela está feliz.
Sinto-me pronto a constituir família…
- O Aron é tão estável. - Sim.
É mesmo estável.
Sentimo-nos calmos só de o ouvir.
Sim.
Ótimo, é sinal de que foram feitos um para o outro.
Ele está tão feliz! "Encontraste um homem bom!"
"Soa tão bem!"
Que chique. Não são os habituais rolos de couve com puré de nabo.
Que queridos!
O sotaque do pai mata-me.
Não há nada a fazer.
Queridos!
- Basta isto para nos convencer. - Sim. Querido!
Meu Deus, imagina-os com um bebé no reencontro.
Pareces os pais dela.
"Soa muito bem, a sério."
Sim, mas só quero sentir que temos um casal feliz.
- Podem ser felizes assim. - Não.
Ronja.
O que sentes? A questão é que podes vir a casar.
Irrita-me ver a Ronja num vestido de noiva.
- Tens noção de como é o teu noivo? - Não.
É o homem com quem discutiste dez milhões de vezes.
Consegues imaginar-te com o Lars-Erik no altar?
Céus… Que silêncio tão longo, não?
Neste momento, consigo. É essa a questão.
- OK. - OK.
- Estás radiante! - Estou?
- Sim. - Sim.
Mas está porque sonha casar ou casar com ele?
Está radiante por ter um vestido bonito.
- Exato. Sente-se como uma princesa. - Sim.
Tem sido duro. Dias difíceis.
Discuti com o Daniel depois da festa de noivado.
Quero ver qual é a posição dele e explicar-lhe a minha.
Querida, não stresses mais por ires ter com ele.
Sem dúvida.
Sentámo-nos a comer um kebab depois da festa de noivado.
Pormenor importante para ele.
Passámos um bom momento. Tudo agradável e pacífico.
Não diria "agradável e pacífico". Curioso.
Sim.
Não sei como te sentes, mas não conseguimos comunicar.
Conflituamos, não nos entendemos.
Johanna, não estás a interpretá-lo mal.
Mas eu também vivi dias maravilhosos. Tivemos dias assim.
Não consegues ver que ela é uma pessoa diferente
de quando a viste pela primeira vez, Daniel?
Os maus momentos são muitos.
Não posso continuar assim. És uma pessoa maravilhosa…
- É demasiado querida. - Respeito-te pelo que és.
Era escusado dizer isso.
Só não és a pessoa certa para mim.
Se não fui o suficiente, então… É assim mesmo.
Não posso… Não posso fazer magia.
Aliás, posso, mas não aqui.
Sinto-me grata pelo tempo que tivemos.
Pelo menos, tentámos.
Ela é tão querida!
Vou ter saudades.
Ela está farta.
Muitas saudades tuas.
Não há nada melhor do que ver uma mulher farta.
Eu sei.
Vou deixar isto aqui.
- Três, dois, um… - … dois, um…
- … zero! - Boa!
Vai, querida!
Vamos!
- Sim! - Sim, querida!
Obrigado, Johanna, por nos deixares acompanhar-te.
Ela vai conhecer um tipo encantador.
- Claro. - Na boa.
Bom, faltam uns casais. Vamos ver se vão dizer "sim" ou "não".
É o Love is Blind: Suécia.
O que queres num apartamento?
Um T3 faz sentido.
Para o caso de aparecer alguém?
Porque estás a rir-te?
Não me parece que seja isso.
- Não é. - Não.
Que queridos.
Estão ambos radiantes e risonhos.
Esperei muito por isto.
Que querido. Talvez estes dois consigam casar.
Parecem autênticos.
Já tive relações em que pensei: "Vai dar certo, provavelmente."
Acabou por não dar certo.
Agora que vou começar a vida com quem amo,
sinto-me muito feliz.
Estou a chorar.
Que bom!
Viste os olhos do Ibbe? É tão…
Esta emoção faz-me acreditar que o amor é cego.
Que flores tão lindas! Foi ideia tua?
- Foi. - Sim? Que fofo!
A sério… Derreto com estes dois.
Quero mesmo construir uma vida contigo.
Amo-te.
Amo-te.
Meu Deus, que querido.
Sinto-me a derreter.
Caramba, quando começaste a falar, pensei: "Vai acabar comigo."
Nunca.
- Eles são tão genuínos… - Amo, amo, amo!
Querida.
- Amo-te. - Amo-te.
Que aconchegante. Beijo, beijo, beijo. Abraço, abraço.
Certo, eles vão aparecer no reencontro com um bebé. Garantido.
Estou desejosa.
Ele tem tendência para falar com o coração. Admiro isso.
Sim.
É o meu sonho conseguir falar tão abertamente quanto ele.
Fico tão feliz por vermos um casal tão objetivo.
- Eles vão ser marido e mulher. - Sim. Brindemos a eles.
Brindemos a eles. Que casal incrível. Saúde.
Se tentamos estar numa relação e a tua linguagem do amor é o contacto físico,
não quer dizer que tens de me tocar, mas parece que estás a evitar-me.
Gosto do facto de ele se manter firme.
Começo a sentir que a situação se inverteu um pouco.
No início, ele ficava sentado a sorrir, a sentir-se inseguro.
Agora, tenta perceber porque é que ela continua ali
se não lhe quer dar nada a ele. Pergunto-me o mesmo.
- Não entendo nenhum deles. - Nem um nem o outro.
Já o disse no início. Não sei em que se baseia esta relação.
- Também não percebo. - Foi: "Olá, chamo-me Lars-Erik.
Gosto de videojogos e de comer salgados de queijo."
No comments yet. Be the first to leave one.