The Marked Woman

The Marked Woman (La desconocida)

Shkarko Titrat Portuguese

Informacioni i lëshimit

The Marked Woman 2026 SPANISH NF WEB-DL DP5 1 Atmos H 264-KRATOS
Një Komentar nga tedi
Retail NF | 1:49:26

Etiketat

webdl
Publikuar më: 2026-06-05
Shkarkime: 22
Dëgjim i Dëmtuar: No

Pamje paraprake e titrave në Portuguese

200 rreshtat e parë.

ALGECIRAS ESTAÇÃO DE SAN BERNARDO

Às sete da manhã.

Quando estiveres pronta, Lucía.

Estás pronta?

Vamos lá.

Muito bem.

Declaração da testemunha Lucía Melgar

para a investigação dos Assuntos Internos sobre o agente Enrique Zárate.

Todas as semanas,

às vezes, de duas em duas,

um envelope com dinheiro.

Ele faz extorsão com o que eu lhe digo.

Ele cobra mais por entregar agentes infiltrados.

Gastón.

Está feito.

O autocarro para Barcelona está a embarcar na plataforma 45.

Preciso de ir à casa de banho.

Eu fico com isto.

Não demores.

O autocarro vindo de Madrid

chegará às 07h00.

Estás aí?

Sim.

Dás-me a mão?

- Estás a ouvir-me? - Sim.

O que se passa?

Fiz uma coisa que…

Mas está tudo bem.

Só tenho de sair daqui por uns tempos.

O que fizeste desta vez, Lucía?

- É melhor não saberes. - Não.

Eu tenho de saber.

- Ofereceram-me um trabalho em Barcelona. - Que tipo de trabalho?

Eu vou ficar bem. Prometo.

Vou deixar tudo para trás. Vou desintoxicar-me, juro.

Despacha-te.

Quem é? O que quer ele?

Lucía, o que se passa?

Vamos.

Toma.

Isto é importante.

- O que é isto? - Uma saída. Ligo-te daqui a dez dias.

Vamos!

Já vou!

Amo-te.

- Vamos. - Já vou, porra!

Lucía?

A DESCONHECIDA

TRÊS MESES DEPOIS

BARCELONA TERMINAL PORTUÁRIO DE CARGAS

Mais duas horas sem comer e não aguento, Julieta.

UNUT 3750 CONTENTORES

MAURITÂNIA

O que se passa? Julieta.

Foda-se!

Julieta.

Como te chamas?

O teu nome. Sabes qual é?

Em que ano estamos?

Onde estás agora?

Num hospital.

Vou mostrar-te três imagens, pedir-te que as identifiques

e que tentes memorizá-las,

porque vou perguntar-te sobre elas.

Pronta?

Flor, chávena, chaves…

Muito bem.

Neste momento, podemos dizer-te

que a tua amnésia não tem causa física.

Apesar da violência extrema que sofreste durante dias,

não há sinais de lesão cerebral, felizmente.

Então,

porque não me lembro do que me aconteceu?

A tua mente está a proteger-te do horror que viveste.

É um mecanismo de sobrevivência psicológico

que, no teu caso, foi desencadeado por uma experiência

muito próxima da morte.

Tiveste muita sorte por te terem encontrado a tempo.

Não me lembro do meu nome

nem nada sobre mim.

A tua mente cortou as tuas memórias para te proteger.

E é por isso que, por enquanto,

não sabes quem és.

As portas de acesso à tua memória existem, só temos de as encontrar.

Apesar de, muitas vezes, poderem ser as menos evidentes.

DESCONHECIDA N/A

Quer que aqueça?

Desculpe?

A sanduíche. Quer que a aqueça?

Não, obrigada.

Na verdade, sim. Pode aquecê-la?

- Sim. - Sem problema.

Desculpe.

Anna.

Desculpa.

Olá.

Não nos vemos

desde o funeral.

- Sentamo-nos? - Sim.

Eu ajudo-te.

Obrigada.

- Aqui está bem? - Sim, perfeito.

Não quero esperar mais.

Não posso.

Eu entendo, mas não sei se isso é melhor para ti agora.

E o que é o melhor para mim?

Aqui tem.

Obrigada.

Pode trazer-me um café pingado, por favor?

Obrigado.

O que é melhor para mim?

Anna, porquê tanta pressa?

Que necessidade tens?

O meu psicólogo concorda.

Eu preciso disto.

Quero voltar a trabalhar.

Estou pronta.

Posso dar-te alta para voltares…

- Mas tens de me prometer duas coisas. - Quais?

Primeira, não vais deixar a terapia.

E, segunda, se surgir alguma coisa,

por mais pequena que seja…

Obrigado.

Se surgir algum problema,

dizes-me logo.

Podes começar

com isto.

Encontraram-na num contentor, amarrada e torturada.

Mas ela diz que não se lembra de nada.

Será tráfico de pessoas?

Ainda não sabemos.

Por enquanto, vamos reunir informações

enquanto esperamos pela Polícia de Algeciras.

O quê?

Encontraram-na num contentor de uma empresa de Algeciras.

Morell,

não preciso de uma operação conjunta.

Anna, é a melhor opção para ti agora, tendo em conta a tua situação.

Declaração da testemunha Lucía Melgar

para a investigação dos Assuntos Internos sobre o agente Enrique Zárate.

Todas as semanas,

às vezes, de duas em duas,

um envelope com dinheiro.

Ele faz extorsão com o que eu lhe digo.

Ele cobra mais por entregar agentes infiltrados.

No dia em que ele vem,

nesse dia, aquelas de nós que o conhecem,

se conseguirmos, saímos.

Porque ele é agressivo.

Por que raio me estás a fazer isto, Lucía?

Se ele nos apanhar,

prende-nos e faz o que quiser connosco.

Zárate!

É violento.

O que se passa?

- Estás a fumar? - Do que estás a falar? O que se passa?

Reunião com o Cazorla.

Um segurança encontrou-a fora do perímetro do porto de Barcelona.

Foi ele quem chamou a polícia.

Parece que a torturaram durante dois ou três dias.

O armazém fica junto ao porto e é da jurisdição da polícia regional.

Pediram a nossa cooperação

porque a consignatária do contentor está em Algeciras.

DominoMer. Estão no nosso radar desde a operação do Zárate.

Sim, contactem-nos.

Temos de ir a Barcelona e cooperar com a polícia regional.

Perfeito.

Não. Nem pensar. Tu ficas aqui.

Tens aquilo dos Assuntos Internos. Vai tu.

Mãos à obra.

Estás bem?

A mulher que encontraram em Barcelona…

Pode parecer estranho,

mas talvez ela saiba algo sobre a Lucía.

Não tenho a certeza,

mas acho que ela é irmã ou parceira dela.

- É uma coincidência do caraças. - Talvez.

Como posso investigar,

se o Cazorla me prendeu aqui com isto dos Assuntos Internos?

Tentamos convencê-lo a mandar-te?

Não, não digas nada ao chefe.

Mantém-me a par de tudo quando estiveres em Barcelona.

Devias ir tu. Tu mereces.

Vou falar com ele.

- O que vais dizer? - Eu trato disto.

Já voltaste?

Não me vês?

- Queres café? - Deixei de beber.

Como estás?

Estou feliz por teres voltado, mas não é um pouco cedo?

- Já a viste? - Não, estava à tua espera.

Bom dia. Sou a Ripoll.

Somos da Unidade Central de Crimes Contra Pessoas.

Este é o Enric, o meu parceiro.

Enric Fuentes,

cabo da polícia regional.

A Anna é sargento, é minha superior.

- Queres café? - Não, obrigada.

Como está a tua memória?

Não me lembro de nada.

Komentet

No comments yet. Be the first to leave one.

Keep it about this subtitle — sync, quality, typos.500 characters left