The Afterparty

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Shkarko Titrat Portuguese

Sezoni 2

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Publikuar më: 2023-09-18
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Pamje paraprake e titrave në Portuguese

200 rreshtat e parë.

Como não resolvemos o caso?

Pensava que íamos descobrir o assassino.

Sim, eu também.

Pode ter sido qualquer um.

Todos tinham meios e oportunidade.

Todos tinham motivo.

Há só uma coisa que me continua a incomodar.

Mas não irias gostar.

Espera. Que estás a dizer?

Houve só uma pessoa que não foi mencionada

em nenhuma história durante a segunda festa.

Na biblioteca,

eu vi a Isabel,

a Hannah, a Grace, o Feng,

o Sebastian, o Ulysses,

o Travis, a Vivian…

E ninguém viu a Zoë.

Não, ela estava a tentar ajudar a Grace.

Como o Yasper te tentou ajudar a ti?

Isto é delicioso.

Que foi? Que se passa?

Senta-te.

Já descobriram o culpado?

Porque eu sinto-me péssima.

Não queria que falassem com os meus pais

e, afinal, eles estavam a esconder um caso mirabolante.

Precisamos só que nos digas

o que estiveste a fazer durante a festa, ontem à noite.

Merda.

Pensava que me tinha safado.

Zoë, que fizeste?

Tenho tentado esquecer isso.

- Tu e a Grace discutiram sobre o Edgar. - Sim.

E eu não a pude compensar no meu discurso de madrinha,

porque o Edgar interrompeu-me.

E, depois…

Quero apenas dizer que foi um acidente.

Eu não queria que ele morresse.

Não.

Meu Deus! Vá lá! Ninguém queria saber dele.

Estás muito descontraída com tudo isto.

Não sei.

Aquilo tudo pareceu um filme de terror exagerado ou assim.

A Grace ainda estava zangada comigo.

Olá?

A ZOË

Está aqui alguém?

E não queria que ela fosse de lua de mel sem resolver as coisas.

Por isso, entrei no quarto deles para deixar o meu discurso na mala dela.

Olá? Está aqui alguém?

Edgar! És tu?

Não tem piada.

Olá, cãozinho.

Estava só a deixar um bilhete para a minha irmã.

Meu Deus!

Céus!

Larga-me!

Meu Deus!

Não!

Busca isto, cabrão!

Cãozinho?

Mas que merda!

Matei o cão.

Tudo bem, Zo.

Foi um acidente, certo? Como disseste.

- Ela disse: "Busca isto, cabrão!" - Disseste isso, não foi?

E, se bem se lembram, eu tenho um lado ligeiramente raivoso

que surge quando sou provocada.

Sim, lembro-me disso.

Queria muito contar-vos, mas vocês acabaram por descobrir.

- Estávamos a pensar onde estaria o cão. - Sim. Está respondido.

Agora, passando a quem matou o Edgar.

Quem foi?

Não temos nenhum suspeito.

O quê? Não têm nenhum suspeito?

Deve ter-nos escapado alguma coisa.

Desculpa, parceiro.

Vim até aqui e desiludi-te.

- E a Grace? - Acho que não foi a Grace.

Só não sei como o provar.

Venham cá. Temos uns assuntos para discutir.

A minha equipa ainda está a trabalhar,

mas parece-me claro que foi a noiva.

- Não. - Sim.

- Casou pelo dinheiro… - Não.

… não assinou o contrato,

drogou-lhe a bebida.

É mais do que óbvio.

Desculpe, xerife.

Deve ser a ex-polícia.

- Exatamente. - Céus!

- Muito prazer. - Sim.

Não lhe quero dizer como trabalhar,

mas não acha que deveria investigar?

Sim. A Grace não é a única aqui cujas circunstâncias são suspeitas.

Há dez minutos, antes de voltar a acusar a Grace,

a Isabel confessou. - O quê?

É muito simples, na verdade. Nunca pensei que tinha matado o Edgar.

Pensei que ele se tinha matado acidentalmente,

pois pretendia matar-me a mim.

Foi apenas o alvo errado.

Mas agora percebo que sempre tive razão e que foi a Grace.

Isso mesmo.

- Isso mesmo? Porque dirias isso? - Um minuto.

- O quê? - Dá-me um minuto.

- Não temos… - Dá-me…

Ouça, é impossível ter a certeza de que foi a Grace.

- Temos a assassina. É a Grace. - Sim.

Eu vou detê-la e que Deus tenha piedade da sua alma.

Como sabe que não fui eu?

Porque eu matei o cão.

- O Colonel? - Acho que sim.

- Não, não mataste. - Tenho quase a certeza de que sim.

Garanto que o Colonel não está morto. O sacaninha não morre.

Da terceira vez que teve cancro, pensei que tivesse morrido e enterrei-o.

O estuporzinho conseguiu sair da cova.

Saiu aos saltinhos.

- Colonel! Vem cá. - Não!

Meu Deus!

O cabrão não morre.

Mas como? Eu atirei-o da janela.

Tenho uma teoria.

E explicaria o que disse o Edgar mesmo antes de morrer.

A Zoë atirou o cão da janela e ele caiu no trampolim da Isabel.

Aquele cão infernal!

Foi o que viu o Edgar.

Incrível.

Mais ninguém?

Tens sete vidas, não tens, pequenote?

Que sacaninha.

Adiante, não tem provas. Só motivo.

E não há aqui ninguém que não tenha um motivo.

Não tem motivo.

Não há motivo.

E se houver outra situação como a da Isabel…

- Estamos a ver mal. - Sim.

As filmagens!

Calma lá!

Não vou ficar aqui parado enquanto vocês se armam em detetives.

Isto acabou.

Tudo bem. Não foi a Zoë.

Não foi a Grace. Fui eu.

Filho da mãe! Sei o que está a tentar fazer.

E não vai funcionar.

Vou detê-la.

Eu também o matei.

Eu também matei o Edgar.

Isto está a tornar-se absurdo.

Como dizem os zulus: "A morte é um traje que todos os homens têm de usar."

Eu estrangulei-o com as minhas próprias mãos.

- Ele foi envenenado. - Envenenei-o com as minhas próprias mãos.

Isto não é um disparate à Agatha Christie.

Um homem morreu.

Então, acho que vai ter de nos deter a todos,

porque eu também matei o Edgar.

Gostava de o poder matar uma segunda vez.

- Pai. - Desculpa, entusiasmei-me.

Para que conste, eu não o matei.

Para que conste, eu matei-o.

Porque estou apaixonada pela Grace. E não vos contei tudo.

E vocês vão dizer: "Contei-vos tudo." Eu não.

Quando eu e a Grace estivemos em Amesterdão,

ficámos pedradas com uns bolinhos e eu comecei a passar-me.

E tu acalmaste-me e massajaste-me as costas a tarde toda,

para garantir que eu estava bem.

Como fez com o Travis, mas, neste caso, foi especial e sentido.

E, naquele momento, as nossas almas interligaram-se

e nunca mais se separaram.

- Depois, eu vomitei num canal. - Chega.

Howie, leva a rapariga.

Não.

- Não pode. - Não toque na Grace.

Isto descambou num instante.

De uma ex-polícia para um atual polícia, acabou de ouvir um monte de confissões.

Quando a imprensa souber disto,

e acredite que vai descobrir, vão todos dizer:

"O xerife Reardon ouviu várias confissões de um homicídio e ignorou-as a todas

porque a sua boa amiga Isabel Minnows lhe disse para o fazer."

Tudo bem.

Têm cinco minutos para me convencer de que a culpada não é a noiva.

Mas é bom que sejam convincentes.

Senão, detenho-vos a todos por obstrução da justiça.

Aniq, sabes quem é o culpado, certo?

Sim, sei. Sem dúvida.

Só temos de voltar a ver um vídeo do Kyler.

Quem diabo é o Kyler?

Qual é o vídeo? Eu mostro-o no telemóvel.

Certo. Para se matar alguém, é preciso meios, motivo e oportunidade.

Todos aqui tinham meios. As flores do jardim da Hannah.

E todos tinham oportunidade, pois estiveram todos na festa.

Menos a Zoë.

Estavas lá em cima, no quarto, a atirar um cão da janela.

- Lamento imenso. - Não lamentas nada.

Além disso, todos aqui tinham um motivo.

A Isabel, a mãe traída.

O Sebastian, o parceiro despedido.

A Hannah, a irmã perdida de amores.

O Travis, o ex-namorado ciumento.

Há também o Ulysses, o viajante que odeia tipos ricos.

O Feng, o sogro que está secretamente falido.

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