American Horror Stories

American Horror Stories

Pakua Manukuu ya Portuguese

Msimu wa 1

Maelezo ya toleo

American Horror Stories S0102 Rubber (Wo)man - Part Two
Maoni na Perycles
Qualidade superior de tradução PT

Lebo

other
Yamechapishwa tarehe: 2021-08-24
Upakuaji: 49
Wenye Ulemavu wa Kusikia: No

Hakikisho la manukuu ya Portuguese

Mistari 200 ya kwanza.

Não.

Não!

Não.

Não!

Não!

Não!

Os meus pais morreram quando eu tinha 6 anos.

Acidente de carro.

Mandaram-me viver com o meu tio Tony.

Nunca o tinha conhecido, mas o Tony era fixe.

No início.

Os sádicos são cabrões pacientes.

Passou o primeiro ano a dar-me brinquedos sem razão

e a comer gelado ao jantar

e a ensinar-me a andar de bicicleta e somar frações.

Eu era uma miúda orfã.

Podia abraçar-me uma vez por semana e eu ia adorá-lo.

A primeira vez que me magoou foi no Natal.

Comprou

um aguilhão de baixa voltagem.

Uns dias depois, tive a primeira coça

por deixar a pasta dos dentes destapada.

Sangrei durante dois dias.

Sinto muito.

Guardou o golpe final para o meu 16º aniversário.

Prometeu-me uma prenda que eu nunca esqueceria.

Meteu-me no carro.

E viajámos 6 horas no deserto no Arizona.

Pensei que ia matar-me

e enterrar-me lá.

Mas depois chegámos a Tucson

e parámos num daqueles conjuntos suburbanos.

O Tony mijava as calças de entusiasmo.

Um carro parou na entrada

e ele pegou no telemóvel para me filmar

enquanto eu via o casal que vivia lá

sair do carro deles.

Eram os meus pais.

Nunca morreram.

O Tony não era meu tio.

Era um cretino a que eles me venderam

quando se fartaram de mim.

Isso é horrível.

Nem chorei quando os vi.

Só me deixei morrer por dentro.

Tudo o que sentia era dor e ódio.

Queria matar cada coisa viva que via ou em que pensava.

Felizmente, a pessoa que mais odiava era eu.

Por isso decidi matar-me primeiro

e poupar o mundo de todos os problemas.

Porquê aqui?

Qualquer um que vive em LA sabe deste sítio.

Qualquer um obcecado com homicídios famosos, pelo menos,

que é, tipo, toda a gente.

Pensei que faria notícias

se me encontrassem aqui.

Ninguém vivia aqui na altura,

por isso entrei e cortei os pulsos.

Ninguém me disse que se morreres aqui,

ficas aqui presa para sempre!

Não me lembro de ouvir nada nas notícias.

A agente imobiliária que vendia a casa

encontrou o meu corpo e o bilhete.

Enterrou os meus ossos no quintal

e queimou o bilhete.

Que ironia.

Mas pareces feliz aqui.

Vem.

Fica aqui comigo.

Sei que és como eu.

Mata-te,

e podemos ficar juntas para sempre.

Não é assim tão difícil esconder uma rapariga,

viva ou morta, por um mês ou dois.

Até mais tempo. Mas quatro?

É quase garantido que uma delas iria escapar

ou aparecer. ‐ Rezamos por elas.

Mesmo depois da forma como maltrataram a nossa filha.

Não imagino o que os pais delas estão a passar.

Há alguma informação nova desde que chegaram

depois de elas desaparecerem?

Não temos nada novo a oferecer.

Temos um mandado para ver

os registos de telemóvel da vossa filha.

Ela ligou daqui às raparigas

uma hora depois do direto.

Segundo a localização da rapariga desaparecida,

vieram aqui de carro e 20 minutos depois

os telemóveis deixaram de transmitir qualquer sinal.

Espere...

Está a dizer que elas estiveram cá nessa noite?

Mas o carro foi encontrado em frente à casa da Maya.

5 minutos de carro até lá, 30 minutos voltando a pé.

Alguém o podia ter levado de volta nessa noite

e vindo a pé para casa.

Desculpe, está a dizer

que acha que a Scarlett teve algo a ver

com isto? - Vá lá.

Como disse, eram quatro.

A Scarlett é uma miúda que chumbou a ginástica.

Só tem uma amiga e ela não esteve aqui nessa noite.

Tem-vos a vocês.

Já acabámos de falar,

pelo menos sem um advogado presente.

Tudo o que dissermos vão distorcer

para encaixar na narrativa.

Por favor, saiam.

Manteremos o contacto.

O que é que eles queriam?

Precisas de nos dizer alguma coisa, querida?

Porque nós amamos-te.

Aconteça o que acontecer, faremos sempre

tudo para te proteger.

Não magoei aquelas raparigas.

Mas estiveram cá naquela noite?

Se calhar o fantasma matou-as.

Estamos à tua espera, Scarlett.

Scarlett.

Scarlett.

Desculpa, mas temos de marcar uma sessão.

Seria de esperar que na morte quisesse parar de trabalhar,

mas nem a morte para a ambição.

Longa forma de dizer:

estou aqui se quiseres falar.

Porra.

Vais matar-nos outra vez?

Podemos matá-la agora?

Sim, quanto tempo temos de esperar?

Temos todo o tempo do mundo.

Só podemos matá-la uma vez,

mas podemos atormentá-la

e garantir que não dorme à noite

durante muito tempo.

Porque nunca saberá...

será hoje que decidem fazê-lo?

Será hoje que se vingam?

Não vais fazer nada.

Eu conheço-a. É um fantasma aqui.

- Ela é má. ‐ E? Nós também.

Não como eu.

‐ Devíamos ir. ‐ Somos quatro e ela só uma.

‐ Não vai importar. ‐ Que te fez ela?

Fica longe dela,

ou juro que vou tornar esta casa

num novo círculo do inferno para vocês.

Esperávamos que ficasse taciturna

depois das raparigas desaparecerem,

mas já passaram quase dois meses.

Não devia sentir-se melhor?

Não estou triste por aquelas cabras desaparecerem.

Então o que é?

Já não falas connosco sobre nada.

Parece que não dormes há semanas.

Nunca recebes cá a Shanti.

É para o bem dela.

Que raio significa isso?

Eu compreendo, querida.

A Dra. Grant disse-nos que podia acontecer.

Saber que coisas horríveis aconteceram num lugar

pode tornar a psique mais negra. - Outra vez não.

‐ Começou a ver coisas. ‐ Não sejas desdenhoso.

‐ Fantasmas. ‐ Só um.

Energia. Podes chamar-lhe fantasma.

Acho que era isso.

Não era um qualquer.

Merda!

O homem porco. Um porco homem.

‐ Um fantasma com cabeça de porco. ‐ Pesquisei o que era.

É uma lenda urbana sobre um talhante de Chicago

nos anos 1800. ‐ E ele correu e foi-me buscar.

Mas quando voltámos, desapareceu convenientemente.

- Mas cheirou-me a bacon. ‐ Não é uma piada para mim.

Eu vi uma coisa.

Podemos crescer um pouco? Por favor?

Não consigo explicar...

Eu consigo. Ele tomou um clonazepam e três copos

de Chardonnay nessa noite.

Não me disseste que vias fantasmas.

- É por isso que discutem há 1 mês? ‐ Não.

Ele tem dúvidas quanto a comprar esta casa

e finge que está assombrada

para me tentar fazer vender.

Não vou jogar

os teus jogos de Scooby‐Doo, Michael Winslow.

Este é o meu sonho.

Também era o meu, Troy, mas vamos ficar falidos.

Pensámos que podíamos tratar disto sozinhos, mas não.

E as propostas dos empreiteiros são de loucos.

Vou ter de descontar o meu plano de reforma.

Troy, considerando que dois dos seus familiares

estão a sofrer, talvez seja hora de reconsiderar o seu sonho.

Um é uma adolescente

que era instável sem a ajuda dos espíritos

desta casa. ‐ Obrigada.

E o outro é um homem egoísta

que se passa quando tenho o que quero. ‐ Eu sou egoísta?

‐ É o que está a acontecer. ‐ Só nos quero juntos e felizes.

Mas tenho medo.

Ou estou a enlouquecer ou corremos perigo aqui.

E se as histórias são verdadeiras?

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Maoni

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