Dream Scenario

Dream Scenario

Pakua Manukuu ya Brazillian-portuguese

Maelezo ya toleo

Dream Scenario 2023 1080p AMZN WEBRip 1400MB DD5 1 x264-GalaxyRG
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Hakikisho la manukuu ya Brazillian-portuguese

Mistari 200 ya kwanza.

Pai? Pai.

Está tudo bem, querida.

Pai? Pai, me ajude!

Pai, me ajude, por favor!

Por favor, me ajude!

Então…

Acho que sim.

Aí acordei.

Por que eu não fiz nada?

- Não sei. - Já é a terceira vez.

Por que eu só fico lá parado?

Não faça ela se culpar por um sonho, Paul.

Você me vê dessa maneira?

Eu não reagiria assim na vida real.

Se eu flutuasse?

Lembra quando quase se afogou? Eu reagi muito rápido.

Ela tinha quatro anos.

Lembro de você me contar.

Tchau.

Hannah! Você tem que ficar com a Sophie esta noite.

Não. É amanhã.

Não, a peça é hoje. Sempre foi.

Ela não pode ficar sozinha por algumas horas?

Eu não ligo.

Já havíamos combinado.

Tudo bem. Tchau.

DOUTORADO EM CIÊNCIA

Encontro você lá, ou…?

Sim, provavelmente. Não sei se demoro com a Sheila.

- Está nervoso? - Não muito.

Acho que será frutífero. Que ela vai entender, se desculpar, e só.

Pode gravar?

- Está falando sério? - Sim. Só o áudio no celular.

- Quero ver a reação dela. - Caramba!

Que vingativa, Janet.

Vou pensar.

- Ande ou vai se atrasar. - Ainda há tempo.

- Tenha um bom dia. - Igualmente.

Ao se falar em estratégias de adaptação,

por que as zebras têm esse aspecto?

É possível vê-las a quilômetros, o que não é muito funcional.

Alguma teoria sobre como as listras pretas e brancas podem ser úteis?

Nenhuma?

Sabemos que a camuflagem não é eficaz em termos de integração com o ambiente.

Mas é eficaz em integrar o bando.

Predadores precisam identificar a presa. Não podem simplesmente atacar um grupo.

Se levantar a cabeça, será um alvo.

Isso faz sentido?

Olá! Foco.

- Foi assim? - Não, está diferente.

Querem compartilhar com a turma?

Desculpe. Não.

Fizeram de si mesmos alvos por falar quando não deveriam.

Entendem a analogia?

Entendo.

Ótimo. Então, por outro lado,

alguém pode pensar num exemplo

em que se sobressair pode ser uma vantagem evolutiva?

- Sim. - Acasalamento?

Acasalamento.

Bem-vindo à Madre.

Oi. Tenho uma reserva para Paul.

O quê?

Desculpe, não te conheço?

Não sei, conhece?

Sim, eu…

De Osler, talvez. Sou professor lá.

Não. Não estudei lá.

- Veio aqui recentemente? - Não.

Tudo bem.

Desculpe. Foi só um déjà-vu.

- Brian, certo? - Paul.

TODAS AS GRAVAÇÕES

NOVA GRAVAÇÃO

Oi, Paul.

Que prazer ver você.

É. Quanto tempo, Sheila!

Quase não te reconheci.

- É mesmo? A barba, talvez? - Não, é tudo…

Você sabe.

- Quanto tempo ficará na cidade? - Poucos dias, só para ver meu irmão.

Como você está? Continua na Osler?

Continuo, de fato.

Soube que vai publicar outro artigo.

Sim. Falta só a revisão final.

- Acho que será bom. - Onde vai sair? Em que revista?

Você quer… Vamos olhar o menu?

Sim. Que revista, porém?

Na Nature.

Nature?

Sim. Estamos felizes por isso. Já faz um tempo, então…

Por que não me contatou?

- Como? - Por que não me deu créditos?

- Como assim? - Fala sério!

Inteligência de enxame? Algoritmos de colônias de formigas?

Sim.

Parece muito similar à minha pesquisa.

Ora… Refere-se à faculdade?

Sim. Você nem se interessava por redes. Só pensava em senciência.

É, mas ao longo desses 30 anos acabei expandindo meus interesses.

Usando "formigalecto"? Eu inventei essa palavra, sabe?

Não usei "formigalecto".

Há uma grande diferença entre debater uma ideia e fazer todo o trabalho.

Não, eu trabalhei. Tenho um livro.

Tem uma editora?

Quero terminar o livro antes de publicar.

Não quero ser influenciado por uma agenda corporativa.

Posso ler um rascunho?

Precisa de mais material?

Fala sério, Paul! Vamos agir como adultos.

Quanto falta para concluir?

Na verdade ainda não parei para sentar e escrever, mas…

Você arruinou tudo para mim, Sheila.

É claramente uma apropriação.

Pode ao menos me dar os créditos?

Tudo bem ser só um professor, Paul. Não precisa ser pesquisador também.

Por favor, Sheila. Eu preciso disso.

- Paul. - Jan!

- Comprou os ingressos? - Comprei.

Como foi?

- Com a Sheila? - Sim.

Sabe, é uma questão técnica.

Ela entendeu meus motivos mas não chegamos a uma resolução.

Sério? E agora?

- Eu resolvo. - Está bem. Ela ficou na defensiva?

- Você gravou? - Não.

Pareceu-me antiético e tal.

- Quer entrar? - Quero.

Muito bem.

- Venha comigo. - Deixe-me em paz!

- Não sei por que está aqui. - Não preciso de ninguém.

Paul. Paul!

Sabia que era você!

- Claire? - Eu.

Oi! Meu Deus!

- Que coisa boa te ver! - Você viu a peça?

- Sim, é claro. - Minha esposa, Janet.

- Oi. Sou a Claire. - E eu, Janet.

Quando se casou?

Caramba! Faz… Vejamos…

- Quinze anos. - É, quinze anos.

Ainda bem que topei com você. Você não sai da minha cabeça.

Desculpe. Como se conhecem?

Bem, Claire era minha namorada.

Loucura, né?

Enfim, andei pensando muito em você.

É? Não penso em você já faz um tempo.

Entendi. Bom saber, eu acho.

Enfim, você não sai da minha cabeça porque fica aparecendo em meus sonhos.

- Sério? - Sim.

Muitas vezes nas últimas semanas.

É tão estranho.

Você não faz nada, só está lá.

Mesmo que o sonho não tenha a ver com você.

Noite passada, um amigo estava estirado na rua,

atropelado, sangrando, morrendo em meus braços.

Então… Isso é um sonho, claro.

E, de repente,

você aparece, caminhando por ali.

Nossa! Bem, isso é estranhíssimo.

Então eu não intervenho? Não ajudo em nada?

Você ainda faz isso?

- O quê? - Buscando o insulto.

Não, você não faz nada. Mas não o culpo.

Só ia dizer que minha terapeuta me sugeriu contatá-lo.

Que talvez eu e você tenhamos assuntos pendentes.

Subconscientemente.

Você…

- Sabia que ele viria? - Não, não.

Foi uma coincidência, o que parece um sinal de sincronicidade.

Sim, claro.

Acha que podemos tomar um café? Sabe, para pôr o assunto em dia?

Claro, podemos, sim. Por que não?

- Sabe… - Me passa seu número?

- Claro. - Tudo bem.

Anote seu número aí.

- Gostou da peça? - Gostei, sim.

Mudou seu sobrenome?

Sim, pelo dela. Pensamos que… Não, eu achei apropriado. Eu quis.

Certo.

- Por que ficou vermelho? - A situação me surpreendeu.

Não reagiria igual se um antigo namorado a encurralasse daquele jeito?

Eu não ficaria gaguejando.

Acho que não gaguejei.

- Ela parecia feliz em te ver. - Sim, mas não por…

É por causa desses sonhos.

Está defendendo ela?

Está tentando arrumar briga?

Não, só me preocupa o que ela fará com você quando estiverem a sós.

O que ela poderia fazer comigo?

Pular em mim?

Por que perguntou se ela era casada?

Estava puxando assunto.

Certo. Talvez eu esteja exagerando.

Mas mentiria se dissesse que não fiquei preocupada.

É compreensível.

Mas só vamos tomar um café.

Eu te amo.

Já fantasiou sobre outras mulheres?

Sim, claro que já.

Maoni

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