Oldboys

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Pakua Manukuu ya Portuguese

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Hakikisho la manukuu ya Portuguese

Mistari 200 ya kwanza.

Espalhem-se! Vocês não são estátuas!

Estás fora, Vagn!

Mexam-se! Rápido!

Mexam-se, rapazes! Não se amontoem!

- Vamos! - Espalhem-se, rapazes!

Boa, Jorgen!

Muito bem! Caraças, és bom!

Para com isso!

Parem, rapazes! Para os balneários.

Por hoje ficamos por aqui. Para os balneários!

As bolas para aqui!

Pronto…

Tira a pata, Svend Erik.

Ainda a queixares-te disso?

Malta… atenção!

A vossa atenção, por favor.

Houve uma pequena alteração.

Encontramo-nos às 7 horas no Center Pub.

São 11 horas de caminho e queremos chegar a horas. Às 7 horas.

- Alguém não pagou a cerveja. - Jogamos contra a polícia…

- Chuis! - A equipa é forte. Atenção!

- Nada de festanças. Cedo para a cama. - E os sacos-cama?

Sinceramente! Leiam as convocatórias ou peçam às vossas mulheres que o façam!

- E os passaportes? - Para a Suécia não. Nem pensar!

Eu não levo o meu.

- Sacos-cama e passaportes. - Menos eu. Skaane é na Dinamarca.

- Gaevle não é em Skaane. - Quero lá saber.

Jorgen, bom trabalho, hoje. Palmas para ele.

Até logo… Adeus.

Adeus, Vagn.

Estou? Fala Vagn Bendtsen.

Tinha uma chamada sua, por isso…

Não, não reconheci o número.

E pensei… Estou?

NOSSO AMADO MARIDO E PAI

Olá, Willy. O autocarro está de partida.

Vamos vencê-los, certo?

Vou escolher um lugar.

- Olá, Willy. - Olá, Willy.

Os meus sentimentos. Lamento que a Aase tenha falecido.

Bom dia.

- Deves-me 500 coroas. - Tomaste o pequeno-almoço?

Nem uma gota.

- Chuteiras novas? - Sim.

- Colocaste bálsamo? - O quê? Não.

Humedece-as e molda-las aos pés. De outra forma vão desgastar-te os pés.

Sábado, vou para Creta.

Uma semana inteira. A patroa vai adorar.

A vossa atenção, por favor.

Atenção…

Tenho algumas más notícias.

A Aase, a companheira de longa data do Willy faleceu, vítima de doença.

- Ela tresandava. - Babava-se mais do que mijava.

Morreu com 16 anos.

Convertendo para a idade humana é…

São muitos anos. São cerca de…

Não se calcula assim. Depende do tamanho do cão.

Isso não interessa!

- Erling, por favor. - Os cães de porte pequeno vivem mais.

E um Cocker Spaniel?

- É verdade. Sete anos nos cães é treta. - Era velha, não era?

Grande treino o de ontem.

O campo central está a compor-se.

Vamos ajudar-nos.

UMA JORNADA DE MIL QUILÓMETROS COMEÇA COM UM PEQUENO PASO

PASSO

Qual é a vossa? Porra!

Uma cerveja e uma fatia de bolo? São 50 coroas certas.

Há uma promoção nos mapas maiores da Suécia.

- Não, obrigado. - Sonhei com gajas a noite toda.

Aqui tem.

O sal e a pimenta estão na mesa.

Apanharam-no em flagrante.

Desculpe, mas tenho de… Não que eu pense que roubou alguma coisa.

Se puder…

Não é que eu pense que… Passe de novo.

É isto. Não pode…

Não era a sua mãe?

- Deixe-me arranjar uma toalha. - Não é preciso.

Ela está maluca contigo, pá.

Não, o alarme disparou.

Apalpou-te todo.

É boa como o milho. Olha para aquilo.

É sempre empolgante visitar outro país.

Acho muito parecido com a Dinamarca.

Devem ter sido os pastéis de carne com molho

ou os bolos que me deixaram enjoado.

Têm montes de porcarias.

O nosso quarto de hotel fica perto da rua principal.

Mas eu e a minha patroa levantamo-nos muito antes do trânsito da manhã.

Os padeiros são uns porcos. Ouvi histórias deles de cagarem na massa.

Temos de pôr gasolina, Willy.

Mas que…

Monte de merda!

Saca tudo da caixa!

Já, porra!

Bom dia.

Olá.

A cerveja?

Rapaz… Tens cerveja? Cerveja.

- Tens cerveja? - Olhem! Cerveja dinamarquesa.

Excelente… Não. 3,5 %.

Tens cerveja a sério? Cerveja forte?

Dinamarquesa? Somos dinamarqueses.

Não percebo, senhor. 285 coroas por isto?

Cem.

Chega, raios! É escandaloso!

Devolva-me o dinheiro.

Maldito traficante!

- Desculpa. Viste um autocarro? - Partiu.

Partiu?

- Eles voltam em breve. - És dinamarquês?

Então, porque falaste sueco?

- Tu é que começaste! - Não, eu sou dinamarquês.

- Liga-lhes. - Não me lembro dos números.

Está na hora de fechar, por isso…

- São 9h30 da manhã. - Sim, mas…

É… uma estação noturna.

Vamos fechar agora.

Adeus, então.

Rapaz!

Tenho de apanhar aquele autocarro.

- Temos jogo de futebol amanhã. - Desculpa, estou ocupado.

Tenho de os apanhar!

O meu dinheiro e as minhas coisas estão lá. Sem mim, não conseguem.

- Eu pago-te. - Entra.

Dou-te 300 coroas.

- Cala-te e entra! - Trezentas coroas suecas.

Que raio! Comprámos exatamente o mesmo.

Até compraste a porra de uma revista.

Comprámos o mesmo. Seis bolos de rum, dois pacotes de cigarros,

seis cervejas suecas que sabem a mijo. 462 coroas.

Enganaram-nos.

- Estou farto da porra dos estrangeiros. - Faz-me um favor, Erling.

- Cala a boca! - Mas comprámos a mesma merda.

Estamos no estrangeiro. Temos de nos adaptar. Percebes?

- A questão não é essa. - Cala-te!

É muito simpático da tua parte.

Temos um jogo em Gaevle.

Temos uma digressão anual de futebol.

- É sempre uma risota… - Tenho de estacionar.

Este é emprestado. O meu está aqui perto.

Estás a deixar-me pendurado? Prometeste levar-me ao autocarro.

- Calma! Eu levo-te ao autocarro. - Espera! Vou trocar de sapatos.

- Fica aí! Já cá venho buscar-te. - Porque não posso ir?

Adeus, velhadas.

Tudo a postos…

Para com isso.

Bom dia!

Toma. Precisas de uma dose de açúcar.

Bateste forte e feio com a cabeça.

- Que horas são? - Temos de nos despachar para apanhá-lo.

- Onde estamos? - Na Suécia. Bateste com a cabeça.

- E os teus amigos esqueceram-se de ti. - Não esqueceram.

Emprestas-me o teu telefone? Eu pago-te.

Que seja rápido.

Foi para o gravador.

Olá, mãe. Preciso de um número, rápido. Já te ligo. Até já.

De certeza que não passaste o autocarro? Tenho de mijar. Podes encostar?

- Mija aqui. - O quê?

- Queres que mije numa garrafa? - Tens de mijar, não tens?

- Não para aí. - O que tem de ser tem muita força.

Não me sinto bem a fazer isso.

É a primeira vez, mas… que se lixe.

Não, são os meus melhores amigos. Há anos que jogamos futebol juntos.

- Grandes companheiros. - Chamo-me Vagn Bendtsen.

- John Lun… Wayne. - John Wayne?

- Strom. - John Waynestrom.

Sou só Bendtsen. Sem qualquer relação.

- A quem? - Ao político.

Pelo menos que eu saiba.

Talvez sejamos os parentes saloios.

- Olha o teu autocarro. - Sim!

- Vou só buscar o teu dinheiro. - Esquece.

- Obrigado pela boleia. - Leva a garrafa contigo.

Adeusinho.

E boa sorte!

O Oluf Palme insistiu teimosamente que a ilha era sueca.

Desculpe lá o pivete.

Um dos putos deve ter-se mijado.

O meu pai era diretor da estação meteorológica.

Mas está reformado.

Esqueci-me das chuteiras.

- Como? - Esqueci-me das chuteiras.

O ano passado jogámos contra a fábrica de peixe em Esbjerg.

Estávamos a ganhar 2-0, mas perdemos por 3-2,

porque nos embebedámos na noite anterior.

Depois, há um ano e meio, chegou o novo treinador, o Henrik B.

Acha que pode emprestar-me o telemóvel?

Eu pago-lhe.

Se pudesse deixar-me aqui.

Olha aqui. É de génio.

Comprei-o no barco. Tem uma luz aqui

e um abre-garrafas do outro lado.

E é uma construção simples.

O fabricante fez um estojo apertado para a ferramenta.

Um por 12, dois por 20. Comprei dois por 20.

Estás… a ocupar o espaço todo.

Rápido! Passa tudo para cá!

- Anda lá, Erling. - Também demoras muito.

Maoni

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