Robinson Crusoe

Robinson Crusoe

Portuguese வசனம் பதிவிறக்கம்

வெளியீட்டு விவரம்

Robinson Crusoe 1997 1080p BluRay por
கருத்துரை வழங்கியவர் myloc
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குறிச்சொற்கள்

BluRay
1080
வெளியிடப்பட்ட தேதி: 2020-03-29
பதிவிறக்கங்கள்: 36
காது கேளாதோருக்கானது: No

Portuguese வசனங்களின் மாதிரிக்காட்சி

முதல் 200 வரிகள்.

Londres, 1718

Eu sou jornalista, Robert.

E tenho pouco interesse nos seus devaneios.

Você, Daniel Defoe, é escritor.

E seu destino é contar a história desse homem notável...

história de luta intensa, amizade extraordinária...

e amor imortal, para o mundo.

Muito bem, Robert. Muito bem. Cheio de vida, morte e paixão.

Pode mesmo deixar de escrever para os palcos, senhor.

Mas qual é a relevância dessa bela história...

para um escriba pobre como eu?

Daniel, você é meu escriba pobre favorito.

E o que é isto?

O diário descoberto recentemente de um tal Robinson Crusoe.

Então, é verdade.

Cada palavra.

O diário de bordo de um marinheiro rebelde?

Leia o diário, Daniel.

Tenho certeza...

de que se interessará pelo que ele tem a contar.

Minha história começa, como muitas outras com uma mulher.

Desde sempre...

Mary McGregor e eu planejamos nos casar.

Escócia, 1703

Mas, enquanto os McGregor ficavam mais prósperos...

a fortuna da família Crusoe minguava.

Por isso, a mulher que eu tanto amava...

foi obrigada a se casar com meu caro amigo Patrick Connor.

Embora Patrick soubesse da nossa proximidade...

recusou-se a abrir mão do compromisso.

Não precisa acabar assim, Patrick.

Então, como?

Devo desfazer o noivado e desgraçar minha família?

Patrick.

Já fomos amigos.

Isso não conta?

Fomos amigos, Crusoe.

Mas não somos mais.

Então, vamos lutar.

Ela vai ser minha mulher, Robin. É a vontade de Deus.

Sabe que Mary e eu nos amamos desde a infância.

- Patrick. - Essa briga não é sua, James.

Você não é como seus irmãos.

Não seja como eles.

Vocês nunca ficarão juntos.

Patrick.

Não. Oh, não. Meu Deus, perdoe-me.

Está morto, senhor.

Assassino.

- Pegue seu cavalo, senhor. - Não irei embora.

Vá, senhor. Agora.

Assassino!

Eu disse a ele que não o amava.

- Mas ele escolheu duelar. - Vocês dois escolheram, Robin.

O que está dizendo, Mary?

Que quis matar meu amigo?

- Eu quis evitar. - Mas aceitou o desafio.

Alguém mais sábio teria feito diferente?

Os irmãos vão querer se vingar.

Eles já se vingaram.

Ele era meu amigo, Mary.

Eu nunca ia querer um destino tão terrível para ele.

Precisa ir embora. Não é mais seguro para você aqui.

E algum dia será, Mary?

O tempo vai cicatrizar a ferida. Eu explico para a família de Patrick.

Eles vão acabar entendendo.

Vá com o cocheiro. É de confiança.

Ele o levará para Edimburgo e cuidará para que parta em segurança.

Volte mais sábio. Aprenda com a experiência.

Em um ano, voltarei. Então, nos casaremos.

Se demorar 13 meses, Robin, caso-me com outro?

Eu a amo.

Terei sempre seu rosto na lembrança.

Um ano.

Não mais.

Vamos lá.

Foi assim que tomei o rumo dos mares...

o único lugar onde sabia que estava em segurança.

Por muitos meses, navegamos os grandes oceanos do mundo.

Atracamos em ilhas de aroma misterioso sob o Cruzeiro do Sul...

nadamos com sereias...

e levamos fabulosos carregamentos de seda, especiarias, jade e mogno.

Chegamos a levar um carregamento humano de escravos.

A providência fez de mim um homem sem pátria...

mas nem por isso sem um propósito.

Embora tivesse servido no exército de Sua Majestade...

foi meu histórico acadêmico e conhecimento de história...

que levou o capitão do navio a me convocar...

para registrar em crônica a nossa jornada.

Entre.

Com os cumprimentos do capitão, Sr. Crusoe.

Obrigado. Feche a porta.

Embora a morte de Patrick tenha me trazido o exílio...

a lembrança de Mary...

e de que pediria sua mão em casamento na volta...

me deram forças para continuar viagem.

Nossa pequena nau enfrentou e venceu intempéries...

em alto mar, nos três oceanos.

Às vezes, as tormentas duravam uma semana ou mais.

Mas confiava cada vez mais na destreza do capitão e da sua tripulação.

- O que vê no cesto da gávea? - Lá.

Já voltamos, senhor.

Distribuam o peso. Distribuam o peso.

Fechem as escotilhas.

Fechem as escotilhas.

Sim, senhor.

Vamos afundar.

Vamos afundar. Vamos afundar.

Dê a mão.

Não seja tolo, senhor. Dê a mão.

- Dê agora. - Não consigo.

Dê a mão.

Ajudem-me.

Encalhamos.

Quando dei meus primeiros passos naquela terra desconhecida...

o terror tomou conta de mim.

Comecei a perceber a gravidade da minha condição.

Olá!

Olá.

Ao enterrar meus pobres companheiros...

confesso que só pensava na minha própria salvação.

Não sabia em que terra havia sido jogado...

em que país, em que nação.

Não sabia se sobreviveria uma noite aqui...

quanto mais uma semana ou um mês.

Naquela primeira noite, não ousei imaginar...

os perigos que poderiam estar à espreita...

e não dormi, pensando em como sobreviveria o dia seguinte...

sem comida, armas ou companhia humana.

Mas, quando o sol nasceu, enchi-me de ânimo...

ao ver que o navio...

continuava preso ao recife onde havia naufragado.

A bordo, encontrarei de comer e beber para o meu sustento...

o que me deu novas esperanças.

Olá?

Alguém aí?

A posição do navio era tal, que só metade dele estava cheio d'água.

A parte da frente estava seca.

Lá, encontrei pólvora, armas e provisões.

Encontrei também o baú do carpinteiro...

e sendo o cavalheiro que sou...

tinha pouca experiência das ferramentas do ofício.

No entanto, decidi ali mesmo aprender a usá-las.

O escaler do navio havia sido despedaçado pela tempestade.

Mas achei parte do convés superior...

e confeccionei uma jangada improvisada.

Graças à maré enchente e a uma leve brisa...

minha modesta invenção me levou rapidamente à praia.

Fiquei bastante orgulhoso dos meus feitos... até agora.

A sorte parecia me sorrir.

Tinha provisões para um mês ou mais, ferramentas e boa madeira.

E até a boa companhia do velho cão, Skipper.

Aí está, Skipper.

Chega. Acabou.

De agora em diante, vai achar sua própria comida.

Eu, agora, fazia incursões diárias terra adentro...

penetrando cada vez mais no interior do meu domínio.

Eu só sabia que velejávamos a pouca distância da Guiné.

E entretinha a possibilidade...

de o meu solo estar conectado ao continente...

onde invariavelmente encontraria algum tipo de civilização.

Estou em uma ilha.

Para não perder o primeiro navio que passasse pela ilha...

decidi me posicionar o mais perto que podia da costa.

Semanas viraram meses, e nenhuma embarcação foi avistada.

Mas eu realmente acreditava na possibilidade.

Algum navio passaria por aqui, mais cedo do que tarde.

Skipper.

Quieto. Quieto, Skipper.

Meu Deus.

Não! Volte!

Volte!

Estou aqui.

Estou aqui. Volte.

Fogo. Fogo, fogo.

Voltem, por favor. Por favor.

Por favor, voltem. Não.

Voltem. Eu estou aqui.

Naquele dia, percebi que não podia mais contar com a sorte...

com o destino ou com uma intervenção divina para a minha sobrevivência...

e, sim, apenas com os meus próprios esforços.

E, com o tempo...

afeiçoei-me cada vez mais ao meu império ilhéu.

Não fui ocioso no meu tempo na ilha.

Mesmo assim, não parava de pensar na vida que havia deixado para trás.

Skipper, venha cá.

Você vai ouvir o som mais doce do mundo...

o espírito da Escócia.

Robin.

A lembrança de Mary me inspirava, pois sabia que um dia retornaria.

APORTEI NESTAS TERRAS EM 20 DE SETEMBRO DE 1705

Ergui um monumento para marcar a minha chegada.

Sobre ele, registrei minuciosamente cada dia da semana...

cada mês que se passou desde a minha chegada à ilha.

Um ano, Skipper.

Um ano inteiro.

Fantasias loucas me atormentaram...

enquanto corria para a segurança do meu castelo...

achando que cada arbusto ou toco de árvore era um homem...

tomado de terror tal, que imaginei que o próprio Satã...

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