முதல் 200 வரிகள்.
NETFLIX APRESENTA
Oi, aqui é a Amahle. Deixe uma mensagem, e eu ligo de volta.
Boa tarde, Sra. Edwards.
Aqui é a diretora Denkins da Escola North Detroit.
Infelizmente, o Cole se envolveu em outra briga hoje,
e os policiais da escola tiveram que segurá-lo.
Sra. Edwards, não estou certa de que temos como ajudar o seu filho.
Neste momento, estamos recomendando a expulsão.
Sinto muito pelo incidente de hoje. Peço desculpas…
Não fiz nada, beleza?
Não é culpa minha.
Por que minhas roupas estão em sacos?
Aonde vai me levar?
Vai ficar com seu pai durante o verão.
O quê?
Com o meu pai?
Nem fodendo! Não vou ficar com aquele cara.
Para! Para de bancar o sabe-tudo!
Essa vida…
não está dando certo, Cole.
Você está se afundando. Você vai se afundar!
Eu literalmente fiz todo o possível por você.
E aqui estou eu de novo, saindo do trabalho,
tentando convencer outro diretor e outro policial
de que meu filho sabe o que é certo.
E você não sabe.
E eu também já não sei.
Cadê você? Nós chegamos.
-O que foi? -Ele vem em cinco minutos.
-São as minhas roupas. -Espera aqui.
Não vou ficar aqui.
Mãe, abre a porta.
Mãe, abre a porta.
Mãe, é sério. Abre a porta.
Mãe, abre a porta. É sério.
Mãe, por favor, não me deixa aqui. Espera!
Ei.
Falei com você.
Vem cá.
Você cresceu.
Eu te conheço?
Eu conheço você.
É o filho do Harp.
Cadê ele?
Nos estábulos.
Onde?
Fala sério.
Nos estábulos.
Sei lá de estábulo.
Não te conheço.
Estábulos da Rua Fletcher.
Virando a esquina. Vai sentir o cheiro quando chegar perto.
E, Cole…
eu sou a Nessie.
Bem-vindo de volta.
-Foi o que eu disse. -E onde você viu um, sabichão?
-Você viu um ontem. -Onde?
-No degrau. -Um louva-a-deus?
Não pode matar nada que tem o nome de "deus".
Vai ser um verão seco.
Vi que você podia estar dormindo. Eu disse: "Você…
Você ficou me vendo dormir. Como vai…"
Aonde aquele moleque vai? Vai lavar roupa?
-De onde ele veio? -Quem é?
Espera aí.
Passa o saco, anda.
Não precisa.
Vejo vocês depois.
-Vamos. -Falou.
Fecha a porta.
Caralho!
Este é o Chuck.
Ele não é amigável. Cuidado com a mão.
Tem um cavalo…
na sua casa.
Você vai dormir aí.
Não vou ficar aqui.
Beleza.
Eu vou dormir.
Se você sair, a porta fica trancada até de manhã.
Vou embora de manhã.
Merda.
Isso.
Anda.
Vai, Esha. Só…
Tem celular? Preciso ligar pra minha mãe rapidinho.
Posso usar seu celular? Quero ligar pra minha mãe.
-Não tenho celular. -Só quero… Você não tem?
-Com licença, posso… -Sai pra lá, não.
Caralho.
Cole!
E aí, cara?
Soube que voltou.
Smush?
É, Smush. Sou eu, mano.
Por que parece que viu um fantasma?
O que faz na calçada?
-E aí? -Levanta.
Caramba.
-E aí, cara? -De boa, parça.
Vamos vazar daqui.
Não faz ideia de como é bom ver você agora.
Quando te vi pela última vez?
Faz quanto tempo? Uns dez anos?
Sabe o que eu lembro?
Eu te chamava pra brincar com pistola de água, e você ia.
Aí eu ia ao banheiro e mijava na pistola.
-Eu te molhava. -Que nojo, cara.
Nem sabia que era mijo.
Você falava: "Mãe, o Smush mijou em mim!"
Cara, isso é sacanagem. É sério.
-Você ainda fede a mijo. -Cala a boca.
Caramba, cara, quanto tempo.
Senti a sua falta.
Não acredito que a tua mãe te trouxe de Detroit.
-É. -Que loucura.
É, eu sei. Estou tentando voltar pra casa.
Não sei se tem um lar pra onde voltar.
Que lar eu tenho aqui?
Do que está falando? Lar não é um lugar, imbecil.
É família. Você tem uma aqui.
Que família, mano?
Nem conheço aquele cara.
Além disso…
ele mora com um cavalo nojento.
Vou falar a real pra você, irmão.
Sua mãe não vai voltar, sacou?
Já vi vários caras serem largados.
Esse papo de "durante o verão" acaba virando vários anos, então…
eu sugiro que você se aconchegue com o cavalo nojento.
Não tem graça, é sério.
Tá bom.
Tem uma grana pro ônibus?
Me dá só uns 20 dólares.
Nada de mais.
-É simples. -Tá, cara.
Está desesperado pra caralho.
Já sei o que é.
Tem uma mina lá na sua cidade.
-Não? -Não.
Calma aí.
Espera aqui, falou?
Meus parças…
Fiquem bem, beleza?
Come.
O que foi isso?
Uma oportunidade de negócio.
Cara, pode contar comigo.
De agora em diante, beleza?
Sou a família de que precisa.
E não tem mais essa de moleque, então a gente vai sair.
Não vamos dormir. Vou te mostrar a cidade.
Isso foi foda.
Nossa, cara. Preciso dormir, estou cansado pra caralho.
Precisa, nada. Ainda tenho coisa pra fazer.
Pode ficar comigo e com a minha irmã de noite.
Ei! O que está fazendo?
-Se andar com o Smush, não pode ficar. -Por que se importa?
Vai se meter em um buraco e não vai poder sair.
Sabe que aqui não entra essa merda.
Essa merda? E a merda que você faz?
Deixou seu filho aqui fora.
-É melhor ir embora. -Beleza.
Lá vem o disciplinador.
-Fica jogando a roupa. -Vai ser pior se não sair daqui.
Anda.
Tá, já vou.
Já vou.
Se quer ficar por aí na rua, não pode ficar na minha casa.
Entendeu?
Se andar na linha e ficar longe do Smush, pode voltar.
Voltar pro quê?
Cerveja velha e queijos fatiados? Minha casa não é aqui.
A escolha é sua.
Pode ir! Sai da minha casa e não volta mais!
Trena?
O Smush mandou vir aqui.
Não estou nem aí, a casa é minha.
Mas sou da família.
Já falei pro Smush,
não somos um orfanato pra moleque de rua como você.
Sai da frente da minha casa, sério.
-Trena, por favor. Eu… -Não! Tchau.
Porra.
Merda.
Caralho.
Quem está fazendo tanto barulho?
Quem é?
Quem está aí embaixo?
-Nessie, preciso da sua ajuda. -Não.
Não tenho onde ficar.
Não, nem vem com essa pra cima de mim.
Não quer obedecer às regras do seu pai? Também tenho as minhas.
-Falei a mesma coisa pro Smush antes. -Por favor!
Vocês só pensam em si mesmos.
Escuta aqui,
eu fico de joelhos às 4h toda manhã rezando pelos meninos do bairro.
Tenho comida quente e cama limpa pra quando os pródigos voltarem.
-Tá bom, então eu sou um pródigo. -Não é, não.
Não, ainda fica por aí. Ainda não comeu a comida dos porcos.
No comments yet. Be the first to leave one.