The Cow and I

The Cow and I (La Vache et le Prisonnier)

Portuguese வசனம் பதிவிறக்கம்

வெளியீட்டு விவரம்

The Cow And I 2022 1080p BluRay x264 AAC-[YTS MX] v14 PT
கருத்துரை வழங்கியவர் FMS2025

குறிச்சொற்கள்

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வெளியிடப்பட்ட தேதி: 2026-07-18
பதிவிறக்கங்கள்: 4
காது கேளாதோருக்கானது: No

Portuguese வசனங்களின் மாதிரிக்காட்சி

முதல் 200 வரிகள்.

Chamo-me Charles Bailly. O que vou vos contar,

eu próprio o vivi. Aconteceu mesmo.

Não é uma história inventada.

Bem podia ser feito um filme disso. Ao que parece.

Vejam, rapazes, isso não tem como falhar. Aí está a Royal Air Force.

- São Gloster Meteors. - Acho que são Messerschmitts.

Declos, são ingleses. Escuta.

Made in Inglaterra.

- Ouves? - Têm sotaque inglês?

Sim, percebo de motores. Fui taxista.

- Isso é outra coisa. - Ora, um motor é um motor.

O que achas, Pommier? São ingleses ou não?

Estou-me a cagar. Dá-me antes um belo cu.

Isso também não é tudo.

Tu falas com facilidade. Aqui estás bem servido.

Pensas sempre na mesma coisa. Se é que a isso se pode chamar pensar.

Há 2 anos que não toco numa mulher.

Tinhas tempo para as senhoras com aquela loja?

Entravam até 500 mulheres por dia na minha loja. Artigos de casa, o que queres?

Há mais alguma coisa ao seu dispor?

- Anda, a comida está pronta. - Já vamos.

E, no entanto, é a Luftwaffe.

- Então, Bailly, não pudeste esperar? - Gosto da minha sopa quente.

- Vimos a RAF. - Churchill também estava lá.

- Viste isso pelo charuto dele, Bussière? - Filho da puta.

O que quer dizer esse "filho da puta"?

Não lhe ligues. É um grande alarve.

- São ingleses. - Não viste nada.

Isso também não é preciso, eu sinto-o.

Escuta, eles jogam golfe.

Ouveste, pateta? Tu e a tua Luftwaffe.

Melhor assim. Errar é humano.

Um pedaço de lagosta, senhor conde?

Adoro caracóis, sobretudo em geleia de groselha. Como me apetece caracóis.

Delicioso.

Não está nada mal. Eles andam a preparar algo.

- Se ao menos largassem um regimento de raparigas. - Não aguentas tantas.

Ah não? Na altura de Munique, em '38, tive 4 ao mesmo tempo.

- Isso já nós sabemos. - E uma quinta para variar.

Não acreditam? Perguntem na loja.

- Essa canção já a conhecemos. - Don Juan na loja de departamentos.

- Diz isso outra vez se fores capaz. - Não arranjes confusão.

Esta é a última noite em que jantamos juntos.

Amanhã à noite já me fui. Depois podem zangar-se à vontade.

Diabos, já são 8 horas. A BBC já começou.

Com cuidado, não tão alto.

O país de Jeanne d'Arc e Napoleão voltará a mostrar o seu verdadeiro rosto.

Os traidores serão castigados.

Não queríamos esta guerra, mas vamos ganhá-la.

Os exércitos da liberdade sabem o que está em jogo.

Aí, esse entra.

A Inglaterra de Churchill desaparecerá do mapa.

E aquele cobarde general De Gaulle, que está a esbanjar o seu país...

- Vai receber o seu castigo. - Raios, é a Radio Paris.

Assim que a justiça e a liberdade triunfarem...

a França voltará a mostrar o seu verdadeiro rosto.

Ouviu A voz dos Franceses Livres.

- Já estávamos tarde de qualquer maneira. - Pouco aconteceu.

- É bom ouvir essas vozes. - Exatamente.

Em 1932 eu tinha uma namorada. Não, em 1931.

Tinha sempre de lhe telefonar, mesmo quando não tinha nada para dizer.

Ela simplesmente gostava de ouvir a minha voz. Dali tirava força.

- Então era maluca. - Não, era uma mulher maravilhosa...

- com umas mamas de cair para o lado. - Basta, já percebemos.

Então a tua decisão está tomada?

- Vais amanhã? - Sim, ao amanhecer.

- Tens a certeza? - Claro.

Não me parece uma boa ideia.

Não tenho razões privadas para ficar aqui, como tu.

Quer estejas aqui quer em Paris, os alemães estão em todo o lado.

Mas aqui, pelo menos, estão em casa. Aqui ainda se aturam.

Não me sinto em casa aqui.

Se sabes quanto tempo ainda vai durar, aguenta-se.

Então podes contar os dias. Mas não sabemos nada. 1940, 1941, 1942.

E ninguém nos diz por quanto mais tempo. Não quero ficar aqui a vida toda.

Em casa não tenho cem mulheres. Tenho só uma, e é com ela que quero envelhecer.

Muito calmo e sereno. Quero tê-la perto de mim todos os dias.

E sabes o que mais é?

- A Alemanha está-me a sair pela garganta. - Isso eu percebo.

- Não deves pensar tanto. - Tenho apenas uma boa memória.

Quando me prenderam, pensei que iria durar 3 semanas.

No máximo um mês. Caso contrário nunca me teriam apanhado.

- Então eu ainda estava fugido. - E se te apanharem?

- Se me apanharem? - Sim.

Estamos bem aqui. A maioria está muito pior. Temos sorte.

Se te apanharem, vais para um desses campos de trabalho onde te rebentam.

Segue o meu sábio conselho: fica onde estás e não te mexas.

Diz lá honestamente, já não tens vontade de ir embora.

- Estás a recuar. - Eu?

Já não te atreves a perguntar a Marlène.

Como chegas a isso? Não tenho nada a perder, pois não?

Daqui a uma hora saberás mais.

- Achas que ela gosta? - Com as mulheres nunca se sabe.

- Não é verdade, Marlène? - Não me chamo Marlène, mas Josepha.

- Para mim és Marlène, a minha vampirazinha. - Vamp de cama.

- Boa sorte com isso. - Boa noite.

Boa noite, pombinhos.

Se eu não te tivesse, também faria as malas.

És uma mulher bonita, a minha mais bonita.

Tens de me fazer um grande favor.

Tu devias ajudar-me.

Para os meus camaradas.

O que é que vocês acham, a Marlène acharia bem?

A Marlène é camponesa, pensa no dinheiro.

Todos os agricultores são, afinal, poupados.

- Eu devolvo-lhe a vaca. - Ela que acredite nisso.

Tem Bussière como penhor.

Raios. Começa-me um dente a apodrecer. Logo o meu melhor.

- De que é que estás a rir? - O plano de Bailly.

Escapar atravessando a Alemanha inteira com uma vaca.

- Genial. - O casal ideal.

Não só. É também uma amiga, uma camarada.

A vaca dá leite quando tenho sede, e eu conto-lhe historinhas.

- Finalmente alguém com quem falar, hein? - É mais uma outra espécie animal.

- Obrigado, sim. - Estou só a brincar.

Como vai esse harém entre as tuas orelhas?

A minha amada estava nua. E porque ela sabia o que eu desejava...

trazia apenas as suas joias, que tilintavam no seu pescoço.

Cala-te.

Horríveis são as noites... sem o teu corpo abençoado ao meu lado.

- Sem a tua boca, os teus beijos. - Eu disse: cala-te.

Que bárbaro. Estou a tentar sublimar as baixas paixões deste patife.

Mas a única coisa que estes versos lhe inspiram é "cala-te".

- Ele não tem nenhuma vaca consigo. - Cala-te.

E? Ela recusou?

Responde lá. Ela não o queria?

Se ela disse que não, podes dizer isso, não podes?

Já sei. Não vai acontecer. Não vai acontecer, hein?

- Sim, palerma. Vais ter a tua vaca. - Valente malcriado.

Não hesitou nem um momento. Uma rapariga para beijar. O que eu fiz logo.

Assustaste-me bem.

- É verdade, não é? - Senão não o diria.

Ele paga-lho na cama.

É um comentário de merda, Pommier. É uma miúda fixe.

Ela não precisa de dar nada em troca.

- Tens tudo? - Espero não ter esquecido nada.

Chocolate. Bolachas.

Obrigado.

As minhas coisas de barbear. Escova de dentes.

Açúcar.

A minha bússola.

Isto é para vocês.

3 camisas e um colete. Inglês sem dificuldade.

Italiano sem dificuldade. Alemão sem dor.

Se quisesse, teria tornado-me um verdadeiro poliglota.

Mas por causa desse estúpido klaverjas nem tive tempo de abrir esses livros.

Aprendes alemão sem dificuldade, e até com muito prazer.

Alemão na prática.

- Estudaste o mapa? - Durante 3 meses.

Esta é a rota. Ela também está na minha cabeça. 250 km.

Dez por dia. Cinco de manhã, cinco à tarde. Depois de 25

dias de marcha chego à estação de Estugarda. E

no 26.º dia estou em França. Se tudo correr bem.

Olha, se vais de qualquer maneira a Paris...

- Passa por aqui um instante. - Sem problema.

É a minha mãe. Ela mora na "Rue Pascal".

- Conta-lhe lá como isto vai aqui. - Eu farei isso.

Tenho de passar também por mais alguém?

É junto aos Gobelins.

- Não te chateia? - Não, de todo.

Que passei aqui 2 anos.

- Vamos escolher uma vaca? - Eu trato disso.

- Vendias também vacas na tua loja? - Confia em mim.

Deixa-o lá, se ele quer fazer isso.

- Escolho uma boa vaca leiteira. - Não, uma vaca para andar.

Deixa ver.

- Porque não? - Olho para o olhar.

O olhar?

- Portanto, não pode olhar com ar de carneiro? - Não.

Um olhar suave significa um carácter calmo e amistoso.

- Humano, portanto. - Exatamente.

- Percebes disso. - Sim, deixa isso comigo.

Um nariz húmido.

Uma respiração regular.

Uma bela pelagem. Sobretudo uma questão de mucosas.

A pele também. Vamos ver.

Vamos ver. Esta é a que deves ter. De certeza.

- Eu garanto por ela. Esta é a tua vaca. - Não, essa não é boa. Má.

Tu percebias disso, não é?

Como é que te posso agradecer? Nunca recebi uma vaca.

Adeus. E boa sorte.

- Que pessoa. O que é que devo dizer? - Simplesmente, obrigado.

Obrigado por tudo.

Muito obrigado.

Muito obrigada, senhora.

Tenta chegar depressa o mais longe possível.

A Marlène só comunicará a tua ausência daqui a 48 horas.

- Então já estarei longe, se ela quiser andar. - Essa anda bem.

A sua antepassada nadou mares, atravessou os Balcãs até ao Egipto...

onde deu à luz um filho. Chamava-se Lo, e era a amada de Zeus.

Então adeus.

Tu sabes, não é? Como a Marlène diria.

Adeus, meu caro.

- Vais para a "Rue Pascal", não é? - Pois claro.

E não penses demasiado nisso, hein? Casanova?

- O que é que hei-de dizer? - De nada. Vai agora.

- Não vos importa que eu vá embora? - Vá lá, homem.

- Bom dia, Bailly. A passear? - Sim, com Margueritte.

Adeus, Bockmann. Assim se chamava, o nosso vizinho.

Pensei que nunca mais o veria. Pensei mesmo que...

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