প্রথম 200টি লাইন।
Dinesh! O senhor quer vê-lo.
Estou indo!
Que barulho é esse?
Não faça barulho.
O que foi, Dhaya? Parece tão feliz.
- Não, senhor. - Não?
Não é de propósito.
Algum plano para voltar aqui?
Não. Eu mudei, lembra?
Quem está tentando enganar?
Juro pela vida do seu pai.
Idiota! Pra que colocar meu pai no assunto?
Está maluco?
- Dhayalan? - Senhor.
Aqui.
Dê uma olhada antes de sair.
CADEIA CENTRAL - PALAYAMKOTTAI
Irmão, no que está pensando?
Coloque a mochila na sacada e tome um banho.
Ninguém irá roubar nada.
Você mora em meu coração.
Enquanto eu viver Manterei fé em você.
Ah, poderosa Velayya.
Ninguém tem tempo suficiente neste mundo.
E quem tem Não tem ninguém para cuidar.
- Há várias cores disponíveis. - Quanto custa?
O modelo básico custa 930 mil rúpias, senhor.
O modelo top custa 1,45 milhão de rúpias.
E quanto a este?
Pra quê? Comprar ou apenas ficar olhando?
Eu quero comprar.
Eu quero dar uma olhada antes de comprar, certo?
Ninguém tem tempo suficiente neste mundo.
E quem tem Não tem ninguém para cuidar.
Ninguém mais presta atenção Em nenhuma música.
Mas ao ouvir Não faz sentido algum.
Um mapa Jamais poderia me guiar a lugar nenhum.
Nunca me perdi Mesmo de olhos vendados.
Sem emprego, sem empréstimos Sem mulher para amar.
Mesmo assim, ainda estou aqui O mestre do meu próprio destino.
Olá!
Bem-vindos.
Obrigado.
Se tentar alcançar o alto Você conseguirá tocar o céu?
Tente mesmo assim Se conseguir, que sortudo!
- Pode fingir estar feliz? - Eu vou descer!
Pode provar Que regras são para tolos?
Está tudo bem? Ainda não acabou.
Minha mãe ligou. Ela não está bem.
- É mesmo? Ande com cuidado. - Certo.
Em algumas casas, parece que estou sendo convidado.
São essas que eu invado.
Eu sempre me perguntei:
"Como peixes que moram no fundo do mar
viram alimento para guindastes que povoam o céu?"
Existe uma ligação.
Eu me sinto atraído a esta casa. É como me sinto.
Kumar, está em casa?
Por que não volta pra casa assim que o turno acabar?
Por que demorou?
Ei…
Ele não é o Kumar?
Por favor, não me machuque.
Não dê um pio, ou eu acabo com você.
Apenas respire e nada mais.
Minha nossa!
Eu pedi para respirar, não mijar!
Tenho problemas de memória.
Alzheimer.
Meu filho me trancou para que eu não fugisse.
Ele disse que voltaria logo, mas ainda não chegou.
Pode me soltar?
Foi mal.
Não estou com vontade de fazer caridade hoje.
Pode me tirar daqui?
Por favor.
Eu pago.
Pode deixar. Eu mesmo roubo.
Não há nada aqui.
Está tudo no banco.
Eu juro que te pago.
Confie em mim e me solte.
Quanto?
Dez mil?
Só pode estar brincando.
Dez, o cacete!
Vinte mil?
Vinte e cinco mil?
Acha que é leilão?
É o máximo que posso sacar do caixa em um dia.
Você tem Google Pay?
O que é isso?
Então, tem problema de memória?
Você lembra a senha?
Lembrarei quando eu vir o caixa eletrônico.
Por favor, confie em mim.
Nem pense em tentar me enganar.
Dá para ficar parado?
Não vou cair, se eu balançar?
Contanto que se lembre disso, tudo bem.
CAIXA ELETRÔNICO
Irmão?
Pode me dar um cigarro?
SALDO DISPONÍVEL: 25.01.518,00 RÚPIAS
Dois milhões e quinhentas mil rúpias!
Irmão.
Vinte e cinco mil, como prometido.
Certo?
Pode contar.
Aonde vai, senhor?
Minha filha está em Palakkad.
Então, vai até Palakkad?
Não.
Será o primeiro lugar onde meu filho irá me procurar.
Não.
Pode me deixar na Rodoviária Vadassery?
Aonde quer ir de verdade?
Só um momento.
Deixe-me segurar.
Quer mijar? Pode ir.
Tenho um amigo em Tiruvannamalai.
Vou pra lá.
Quer mesmo ir para Tiruvannamalai?
Por quê? O que houve?
Também estou indo para lá.
Então deixe-me na Rodoviária Vadassery. Isso basta.
Aonde vai a essa hora?
Tem uma cerimônia aqui perto.
- Uma cerimônia? - Sim, senhor.
Meu filho trabalha na polícia.
Por que não me disse isso antes?
Achei que iria se assustar e não me ajudar.
Seu filho o incomoda muito?
Não. Não é isso.
Já saí de casa umas duas vezes.
Ele penou para me achar.
Por isso ele me acorrentou.
TERMINAL DE ÔNIBUS MUNICIPAL
Irmão.
Não me leve a mal.
Pode me dar 100 rúpias?
Se eu der 100 rúpias,
como irá chegar em Tiruvannamalai?
Obrigado.
KUMARAN
Um maço de cigarros, por favor.
Aqui.
Senhor. Senhor.
Quer tomar um chá?
Não, obrigado.
Vai, tome um pouco!
- Dois chás. - Não.
Cancela.
Você mija bastante, não é?
Só à noite.
Então, a viagem de ônibus será difícil para você.
Vamos na minha moto.
Vamos, será uma viagem divertida.
Não temos que ser felizes na vida?
Sim ou não?
- Bem… - Ótimo! Vamos, senhor!
Para que se dar ao trabalho?
Não será de graça. Serão oito rúpias por quilômetro.
Eu o deixarei em seu destino.
Tem grana na conta, não?
- Na verdade, não. - Não?
Digo, tenho dinheiro na conta.
Mas não sei se vai dar certo…
Entendi.
Como pode viajar com um ladrão?
- Você tem razão. - Não, não.
Eu não pensei nisso.
Está bem. Mas não ande muito rápido.
Rápido? Vou devagarinho!
Vamos, vem comigo.
Anote os quilômetros do velocímetro.
Anote você, cara.
Certo, está bem!
Onde é sua cidade natal?
Erode.
Não é de Madurai?
Percebeu pelo meu sotaque?
Por favor, desça.
O que foi?
- Quero mijar. - Tudo bem.
Kumar?
Kumar!
O quê?
Há quanto tempo faz isso?
Olhe pra você! Fumando na frente do seu pai!
Pai?
Sua mãe me avisava
para não fumar perto de você.
Eu não a ouvi. Grande erro.
Aonde estamos indo agora?
Pra casa de Krishnaveni!
E onde fica isso?
Palakkad.
Por quê?
Certo.
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