Les Culottes rouges

Les Culottes rouges

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Les culottes rouges 1962 FRENCH DVDRip Xvid mp3-NoTag v4 PT
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প্রকাশিত: 2026-07-23
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প্রথম 200টি লাইন।

De maio a junho de 1940, os alemães capturaram 1,5 milhões de prisioneiros de guerra.

Todas estas pessoas foram reunidas em vários campos espalhados pela Alemanha.

Estes campos eram, na verdade, centros de triagem,

de onde os prisioneiros de guerra eram enviados para destacamentos de trabalho.

Só os prisioneiros que tinham conseguido tornar-se pessoal permanente viviam nos campos:

chefes de barracão, alfaiates, sapateiros,

cozinheiros, contabilistas, pessoal médico, carteiros e afins.

Em contraste com esta categoria privilegiada,

havia aqueles que nunca se conformaram com o cativeiro e tentaram repetidamente fugir.

Enquanto aguardavam julgamento, que os enviaria para campos penais ou para a prisão,

estes fugitivos habituais eram trancados num barracão

rodeado de arame farpado, guardado dia e noite por sentinelas armados.

Em alguns campos de concentração, para os distinguir dos outros e torná-los mais fáceis de vigiar,

os alemães obrigavam-nos a usar calças vermelhas.

Eram os “duros” do campo, conhecidos como as “calças de montar vermelhas”.

כולם pensavam apenas numa coisa, sempre na mesma coisa:

fugir de novo. Tornou-se uma obsessão, o seu único interesse.

Schmidt era o líder das “calças de montar vermelhas”.

Schmidt, que tinha fugido várias vezes e falava alemão, foi mantido como chefe de barracão.

Viu vantagens nisso.

E embora já não fugisse ele próprio, ajudava os outros a fugir.

Vendia ideias de fuga a quem não tinha imaginação mas tinha meios para pagar.

Com uma vaca até à fronteira? Não acredito nisso.

Estás enganado. O Fernand acreditou nisso, e conseguiu.

- Dá-me o mapa. - Aqui.

Cuidado, alemães!

Levanta-te!

- De maneira nenhuma, fizeste isso de propósito?! - Tu e os teus planos idiotas.

Idiotas! Esta é já a quinta vez que o teu camarada tenta fugir!

Esconde os meus sapatos.

Não adianta nada! Vão apanhar-te na mesma.

São demasiado grandes!

Eu não vou calçar isto! Com quem é que eu pareço, caramba!

Que porcaria...

Toma, cabrão. 300 marcos deitados fora!

Então? O que te aconteceu desta vez?

O que é que isso te interessa?

Porque é que estão todos a olhar para mim?

- Louis, os meus sapatos. - Os teus sapatos? Que sapatos?

- Eu disse! - Não fiques zangado!

Aqui estão. Tra-la-la...

Não há nada para comer? Estou com fome.

Então faz como Charlie Chaplin: come o couro do teu sapato.

Ainda não estás na lista das refeições.

Merda, não como desde ontem à noite.

O que é que fazes aqui?

Não vês? Estou a ler.

Vai ler noutro sítio.

Ótimo! Viras-te por um segundo e o teu lugar desaparece!

E quando é que compraste este lugar?

- Estás doido? - O teu lugar é no fim.

Foge 5 vezes como eu, e terás o teu próprio lugar. Não antes!

Deixa isso! Aquela era a sua enxerga.

Diz-me, Antoine, vais voltar a incomodar-nos?

Covardes.

É vergonhoso deixar com fome um homem que foge pela 5.ª vez.

Quê, nem sequer tabaco?

Apanharam-me a 3 km da fronteira.

Quem se importa. Ao menos vi a França!

- Jawohl! - Calma, sou eu.

- A esta hora? Não consegues dormir? - Não consigo adormecer.

- Escuta, preciso falar contigo. - Isso não quer dizer que tenhas de me acordar!

Quantos anos apanhas por dormires com uma mulher alemã?

- Não o fizeste, pois não? - Quanto?!

10 anos de prisão.

- E se o marido dela estiver na frente russa? - Isso não vai ajudar o teu caso.

- E se ele for oficial? - Depende da patente dele.

Mas, no mínimo, a pena duplica.

- Eu sou outra coisa. - É só nisso que pensas?

Ser apanhado duas vezes por causa de uma mulher é estúpido!

Oh, nisso tens razão. Se eu não fosse tão idiota, já me teria juntado a de Gaulle há muito.

Então, pensaste em mim?

Escuta, não és corso?

Não, sou de Valois. Mas o meu pai é de Génova. Porquê?

O médico, o chefe da enfermaria, é de Bastia.

E daí?

Com o último comboio, mandou Muccelli para casa como gravemente doente.

E só aceitam corsos na enfermaria.

- Schmidt, és um salva-vidas! - Não te entusiasmes, não é grátis.

Certo. Quanto?

2 kg de chocolate e 25 cigarros americanos.

Temos de subornar os alemães.

Mais a tua parte.

A minha única recompensa é nunca mais ter de ver a tua cara!

- Levec!, Presente! - Formar!

- Brochard!, Presente! - Formar!

- Crococ!, Presente! - Schnell! Schnell!

- Rocan! - Presente!

- Dimitri!, Presente! - Formar!

Rossi!

Rossi!

Rossi!

À noite não sou responsável por eles. Estou a dormir...

Schmidt! Schmidt, olha!

Ah, o cabrão! Cortou o arame farpado!

Antoine! Anda!

Schmidt! Vem cá! Tens de estar presente durante a busca!

Se não encontrarmos o fugitivo,

enviarei 10 «calças de montar vermelhas» para a prisão!

Merda, os sapatos do Antoine! Adeus, 5 roll-ups!

10 dias de trabalho na pedreira. 10 dias sem luz.

- Aole? - Presente!

- Zerandu? - Presente!

- Joani? - Presente!

- Rothar? - Presente!

- Rodier? - Presente!

- Cordi? - Aqui!

- Balducci? - Presente!

- Santa-Maria? - Presente!

- Laurent? - Presente!

- Beredon? - Presente!

- Garpone? - Aqui!

- Forlani? - Aqui!

- Italiano? - Não.

Não é italiano.

Todos franceses.

- Corsos. - Corsos?

O que é um « corso »?

Um corso. Napoleão!

Ah, sim... Napoleão.

- És corso? - S-im.

- Rossi, também corso? - Sim.

Todos os corsos, ao trabalho depressa!

13, 14, 15, 16, 17...

18, 19, 20, 21, 22!

22 homens! À frente!

Antoine Rossi na igreja! A vida está cheia de surpresas!

A França vale bem uma missa!

Não com as « calças vermelhas »!

A porta da direita!

Debaixo do palco.

Andaste a beber outra vez o vinho da igreja, seu malandro?

Padre!

Não, tu!

- Marquei o nível. - Isso fica abaixo de ti!

Vamos!

Ó Maria, ó querida mãe!

Mantém a fé dos dias passados nos corações franceses!

Ouve do céu o clamor da nossa pátria:

Católicos e franceses-para sempre!

Ouve do céu o clamor da nossa pátria:

Católicos e franceses-para sempre!

13, 14, 15, 16, 17...

18, 19, 20, 21, 22.

- Está tudo bem. - Obrigado.

Não se compara ao vinho da igreja lá de casa!

Raio!

- Porque é que hoje estão a gritar tanto? - Talvez tenham levado uma tareia na Rússia.

Um dos « calças vermelhas » fugiu ontem à noite.

- A sério? - Devia apanhar 20 anos de prisão.

Dizem que se deitou com a mulher de um general de tanques.

- A sério? - Qual?

O que lutou em França. Não me lembro do nome dele.

Não muito famoso... Como se chama?

Há mesmo gente nervosa!

Nervosas? Eu chamo-lhe estupidez.

Para que é que se foge? Apanham-te sempre na mesma.

Só piora as coisas para toda a gente.

Até interromperam o ofertório na primeira missa para revistar os barracões.

O que é que isso quer dizer? Missa quer dizer tolerância!

Afinal, somos prisioneiros de guerra. Perdemos a guerra,

não nos esqueçamos disso!

Se continuarmos a provocar os alemães assim,

não haverá missa nem teatro.

Trabalharemos como toda a gente.

Não me agradava isso.

« Calças vermelhas ».

Não digo que não haja bons homens entre eles,

mas também há agitadores! Isso é certo.

- O que é isto? - O meu isqueiro.

Wh... wh... O que estás a fazer aqui?

- A esconder-me. - Tu...

- És um dos « calças vermelhas »? - Sim.

N-ão podes ficar aqui.

- Porquê? - Podiam apanhá-lo.

É muito perigoso aqui! Há gente a entrar e a sair o tempo todo!

- Conheces um sítio mais sossegado? - Tenho a certeza de que há lugares.

E onde?

Tinha de pensar. Não me ocorre um assim de repente.

Está bem, quando te ocorrer, diz-me.

Entretanto, tenho um apetite monstruoso.

Importas-te?

Maravilhoso!

Porque é que estás aí parado?

Tens mesmo apetite!

Não como chucrute há 3 anos!

À tua saúde!

Não podes ficar aqui, é imprudente!

- A companhia de teatro vem já aí. - E então?

Não me vão denunciar, pois não?

Não, claro que não.

Mas o Sonderführer assiste aos ensaios todos os dias.

- Ele não entra neste buraco, pois não? - Às vezes entra!

- Mete o nariz em todo o lado. - O que queres de mim?

Mas pensa, se te encontrarem aqui,

toda a gente vai pensar que te escondi aqui.

É verdade, tal como está, joga contra ti.

Pois, direi a toda a gente que vieste aqui sozinho.

Sem me pedir. A verdade, em suma.

Sim, como se eles fossem acreditar em ti!

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