ആദ്യത്തെ 200 വരികൾ.
Obrigado por esperarem.
Muito obrigado.
Essa bebida de cevada caiu bem depois da visita ao centro de detenção.
Dr. Kujo, ignorou meu conselho, não foi?
Sobre o caso da yakuza?
A mando do Sr. Kyogoku, visitou o chefe da Fushimi-gumi, não?
Se eu não pegar o caso, ele não terá uma defesa justa.
O que quer dizer com "defesa justa"?
Parece que pensamos diferente.
Eu só digo isso porque estou preocupado com você.
Se continuar assim, não vai perder só o registro.
Vai acabar preso.
Eles vão fazer de tudo para se protegerem.
- Está preocupado com a minha vida. - Vai perder o que importa.
Não é tarde demais.
Eu vou continuar insistindo.
Eu me preocupo com você, Dr. Kujo.
Sr. Horikawa foi condenado à morte hoje.
Sr. Horikawa? O caso do qual foi afastado?
É.
Queria ter levado aquele caso até o fim.
Achei que não tinha nada a ver comigo,
mas não é fácil aceitar isso.
Com licença. Mais duas!
Pode deixar.
Muito obrigado.
Adoro ler a sua coluna, Srta. Ichida.
Fico feliz.
Ah, e sobre aquele favor que eu pedi...
Quer entrevistar os que tentam voltar ao convívio social, né?
É.
Entendo.
Vou ajudar.
Agradeço muito.
De nada.
Não sei se devia perguntar,
mas por que começou essa coluna?
Eu era repórter de uma revista semanal.
Entrei numa editora,
e me deram uma vaga numa revista semanal.
Aí, um dia, houve um homicídio aleatório.
Um homicídio aleatório?
Há 20 anos, um homem de meia-idade foi morto num trem-bala
tentando proteger outra vítima.
Ah, aquele incidente.
No começo, foi divulgado como o heroísmo de um empresário
formado em Direito pela Univ. de Tóquio que salvou uma vida.
Mas, depois que publicamos a matéria, o editor-chefe me mandou
investigar as relações do herói com mulheres
e descobrir uma fofoca sobre ele.
PAI DE FAMÍLIA ENVOLVIDO EM ENCONTROS PAGOS
E, na semana seguinte,
uma matéria expôs que o empresário pagava por encontros.
A revista vendeu muito.
Depois disso, a opinião pública dele mudou.
O herói que salvou uma vida
virou alvo de difamação e de escrutínio implacável.
Aí, eu saí da revista e deixei a empresa.
Ainda me arrependo de ter escrito a matéria.
Desculpe fazê-la relembrar essa história.
Eu nunca esqueci.
Depois da primeira matéria, eu fingi ser funcionária
da funerária de um conhecido para investigar a família da vítima.
Foi um velório discreto, só o filho e a esposa estavam lá.
O filho apoiava a mãe, que chorava ajoelhada.
Não consegui nem falar com eles.
O filho ficou lá acordado a noite toda vendo o incenso queimar, mesmo sozinho.
Sei que ele queria chorar e gritar.
Mas me pareceu que ele tentava reprimir seus impulsos desesperadamente.
Acabamos bebendo aqui, não é?
Se não, o Black Thunder ficaria sozinho.
Essa será a última.
Não posso mais te acompanhar, Dr. Kujo.
Eu entendo.
O Dr. Kujo não entende, né?
RINO
Atenda logo.
Sua filha está esperando.
Já sei que é sua filha pela sua cara.
Alô?
Sim.
Sim.
Tudo bem.
Dia 15 de agosto.
Sim.
Eu prometo.
Sim.
Tchau.
Fez uma promessa?
Pois é.
Fui forçado a fazer.
Ela quis marcar comigo de ir ao aniversário dela no mês que vem.
Por favor, cumpra a promessa à sua filha.
Está bem.
O que é família para você, Dr. Kujo?
É uma coisa da qual não se escapa.
"Não se escapa"?
Mesmo que você se afaste,
ou mude seu sobrenome,
ela gruda em você e não te larga.
Se tentar arrancá-la à força, vai arrancar a própria carne.
Está falando da família Kurama?
Por que você os odeia tanto?
Se pensar bem, talvez seja pelo meu nome.
Seu nome?
Meu nome é Taiza, ideograma de humano de trás para frente.
Meu pai me deu esse nome.
Quando eu era criança, era zoado por ser "humano ao contrário".
Eu pensava: "Que nome imoral."
Ainda tenho ressentimento.
Quando eu era criança, também odiava o ideograma do corvo no sobrenome.
Diziam que dava azar.
Não sei o que é pior, viu?
Um humano ao contrário ou um corvo.
Qual será?
Mas sua filha não é da família Kurama.
Então, cumpra sua promessa.
Tem razão.
AUSENTE
OS PECADOS DE KUJO
VIOLÊNCIA EM CADEIA
Que dor nas costas!
É um lixão aqui, hein?
Olá.
Nossa, que lugar legal!
Foi mal. A chave está aqui.
Tá tudo bem. Vim por estradas menores.
Valeu.
Vamos.
Como vamos voltar?
Vamos pegar o trem-bala de Oyama.
Como vamos chegar à estação?
É uma caminhada de 39 minutos.
É sério isso?
Transportar carros roubados
é perigoso, e só vamos ganhar 30 mil?
Que bosta!
A gente é peão, é o que tem.
Peão, é?
O puto do Sugawara está nos zoando.
Quê?
Está xingando o Sr. Sugawara?
Ei.
Vamos roubar aquele cara.
Quê?
Eu vi o cofre e a câmera.
Que papo é esse? Não.
Não sabemos os contatos dele.
Ei.
Se não nos descobrirem, tudo bem.
Quem são vocês? Ei, parem!
Tá legal.
Não, por favor, parem!
Pensem no que estão fazendo.
Abra o cofre!
O cofre!
Foi moleza.
O cara ficou em pânico.
Quando você mandou trazer as armas que achasse,
fiquei surpreso.
Oki, jogue fora essas ferramentas na coleta de lixo amanhã.
Na cidade mais próxima.
Já é.
Vamos para uma boate gastar essa grana com a mulherada?
Vamos jogar um jogo antes.
Um jogo?
Um jogo de confiança.
Vamos fazer um com o outro.
Sem confiança, não rola, tá?
Faça comigo primeiro.
Sou meio desajeitado...
Lá vou eu.
Doeu, Komatsu?
É agora que o jogo vai começar.
O assassinato da filha do Arashiyama,
se você não tivesse dedurado, não saberiam!
Como vai explicar isso no hospital?
Como vai explicar isso?
Ei.
Vou dizer que eu cortei meu dedo numa brincadeira.
Ótimo.
KARASUMA
Por que isso de repente?
Quis encher a casa de flores, como quando eu era criança.
Sei.
Aconteceu alguma coisa?
O quê?
Você parece triste.
Larguei o emprego no escritório do Dr. Kujo.
Por quê?
Já aprendi muito. Vou trabalhar em outro lugar.
Já escolheu seu escritório novo?
Já.
O advogado novo é uma pessoa boa?
Qual é o seu padrão de bom ou ruim?
Se ele ajuda os outros ou não.
Seu pai foi visto como alguém ruim depois de morto.
Um criminoso o matou,
depois, a mídia o matou de novo.
Naquela época,
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