ആദ്യത്തെ 200 വരികൾ.
Esta mensagem é transmitida
a pedido da Agência de Gestão de Emergências.
O seguinte aviso de evacuação...
Vamos ao hospital?
- ... Albany, Allegany... - Querida, estou bem. Estamos bem.
É só...
É só um pouco de sangue.
Que era aquela coisa?
Era algum monstro?
Não era um monstro.
Era...
... outra coisa.
Luke, querido, onde arranjaste isto?
- Luke, o que é isto? - Não sei. Encontrei-o.
Onde?
Pai?
- Papá! - Pai!
Invasão
Foda-se!
Está aí alguém?
Mas que porra...
Merda!
Mãos!
Os miúdos que levantem as mãos, já!
Diga-lhes! Aos miúdos!
Levante a camisa. Levante-a!
Levante a porra da camisa!
- Volte-se! - Eu falo inglês.
Não somos perigosos.
Estão sozinhos?
Sabe que porra aconteceu aqui?
Morte. Igual.
"Igual"? Igual a quê?
Tanques e helicópteros em chamas.
- Que está a dizer? - Batalha.
Muito tiroteio na vossa base. Só vi depois.
Para onde eu vou? Camp Travis?
São forças da coligação. São alemães e canadianos.
Estão mortos, como os... Como eles.
Não.
É para lá que vou. Há lá mais de mil homens e um aeródromo.
Já não há. Aviões em chamas.
Por favor.
Devagar.
Está bem.
- Procura um avião? - Sim.
Talvez vá para onde nós vamos. Para Cabul.
Sei que Cabul ainda tem aviões.
Sabe?
Sim, creio que sim.
Nós vamos a pé para Cabul.
Vocês... São, tipo, mais de 300 quilómetros, não?
Caminharemos 300 quilómetros.
Não funciona.
Não há telefones nem eletricidade nem pessoas.
Terroristas. Mataram toda a gente.
Devíamos ter ficado com os outros.
Já devem ter arranjado boleia.
Ou estão mortos.
Só se for de diabetes.
Idiotas!
É a salvação, não é?
Espere!
- Pare! - Pare!
- Caspar, que estás a fazer? - Foge!
Estás louco?
Que fazem vocês aqui sozinhos?
Precisamos de ajuda.
Temos de voltar para casa.
Qual casa?
Londres. Por ali.
Eu não volto para ali.
Espere, está ferida?
Não é meu.
Que aconteceu?
A minha família.
O Neil.
O John, o nosso menino.
O nosso cão.
Aquilo matou-os a todos.
"Aquilo"?
Que quer dizer com "aquilo"?
Vocês não...
Vocês não sabem?
Os terroristas.
Foi em Londres?
Certo?
É em todo o lado.
O que foi?
- Não foram terroristas. - O que é?
Alienígenas.
- Vá lá. - Só pode ser treta.
Não está a falar a sério.
Isso é treta.
A presidente dos EUA falou na TV, ontem à noite.
Primeiro, pensámos que era só lá,
depois só nas cidades, como Londres...
... mas nós vivemos numa pequena vila...
... com poucas centenas de pessoas.
Nós estamos sozinhos.
Há demasiado tempo.
Temos de voltar para as nossas famílias, em Londres.
Por favor.
Não pode fazer nada?
Não.
Há mais, na estrada.
Remover o ruído não faz nada.
Nada do que faço funciona.
Não consigo obter nada.
Mais depressa.
Seremos presos, se nos virem.
Sabes disso, não sabes?
Não temos autorização,
transportamos equipamento roubado e agora...
Mitsuki.
Mitsuki.
Achas que algo que digas me vai demover?
Com base na experiência?
- Não. - Então, poupa o fôlego.
Se não gostas, podes sair aqui.
Mitsuki.
Diga o Hashimoto- san o que disser,
não há nada nesta transmissão.
É apenas som.
Mas a Hoshi-12 foi-se.
Vamos para a prisão a troco de nada.
Toda a tripulação está morta.
Peço desculpa.
- Mas... - Não estão mortos.
Eu sei-o.
Mesmo que tu não ouças,
eu ouço.
Chegámos.
Sim?
Somos da JASA.
Identificação?
Mitsuki Yamato, Diretora de Projeto, SST Systems.
Estou aqui para assumir o comando operacional.
Abram o portão imediatamente.
"Diretora de Projeto"?
"SST Systems"?
Há vinte minutos,
o Director Hashimoto e o Administrador Kouda
enviaram um email a ordenar a cedência do comando a Mitsuki Yamato.
Sessenta segundos depois, este complexo perdeu as comunicações com a sede.
O que fizeste?
Nada de especial.
Não.
Vamos ser presos.
Mitsuki.
Que pretendes fazer?
Entrar em contacto.
Ahmed.
Ahmed? Vá lá, Ahmed.
Porra!
Ele vai morrer?
- Está a magoá-lo. - Não.
Vá lá.
- Respira. - Papá!
Respira, raios!
Não!
Tu salvaste-me a vida.
Obrigado.
Não tens de quê.
Que se passa?
Faltam algumas horas até Cabul. Diga-lhes para racionarem.
- Ele tem sede. - Sim, tem sede.
Ainda faltam umas horas. Diga-lhe para aguentar.
Diga-lhe que espere.
Isso foi muito estúpido.
Mas ele não sabe isso. E não precisa de saber.
Se o puder ajudar, é isso que devo fazer.
Sim?
E daqui a uma hora, quando ele tiver sede, que lhe vai dizer?
Digo-lhe que estamos quase lá.
A esperança é como a água.
Não fazem ideia do que se passa, pois não?
Fazem.
Mas parecem bastante descontraídos,
dado que há uma invasão alienígena a acontecer neste preciso momento.
Sabe, a Sahar nasceu em 2010,
dois anos após o aumento de homens e armas vossos.
O Ali, o meu filho, nasceu em 2013,
dois anos depois de matarem o Bin Laden, quando ainda cá estavam 50 mil soldados.
Viveram sob uma invasão toda a vida.
Não conhecem outra coisa.
Bem, esta é diferente.
Já ouvi isso antes.
- Que idade têm os seus? - Quê?
Que idade têm os seus?
Conheço bem os olhos de um pai.
É por isso que vai para casa, não é?
Yamato- san !
Bem-vinda, é um prazer.
Chamo-me Yoshi Fujimoto.
Partilhamos dados com o Ministério da Defesa e com os americanos,
mas os dados têm sido quase só ruído.
Mas o Comando Global quer
todos os radiotelescópios virados na mesma direção.
Não temos informação muito detalhada.
No comments yet. Be the first to leave one.