Classic Albums: Pink Floyd   The Making of 'The Dark Side of the Moon'

Classic Albums: Pink Floyd The Making of 'The Dark Side of the Moon'

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റിലീസ് വിവരങ്ങൾ

Pink Floyd The Making Of Dark Side Of The Moon BONUS 2003 1080p BluRay x264-LOUNGE [PublicHD]
കമന്ററി എഴുതിയത് majovid

ടാഗുകൾ

BluRay
x264
1080
HD
പ്രസിദ്ധീകരിച്ചത്: 2018-01-05
ഡൗൺലോഡുകൾ: 50
ശ്രവണ വൈകല്യമുള്ളവർക്ക്: No

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ആദ്യത്തെ 200 വരികൾ.

Dark Side of the Moon foi uma manifestação

de uma empatia política, filosófica e humanitária desesperada por se exprimir.

Us

and them

And after all

we're only ordinary men.

Dark Side, acho que... sinto que todo o grupo trabalhou em equipa.

Foi um período muito criativo. Estávamos também muito abertos.

Acho porque ainda tínhamos um objectivo comum:

ficar ricos e famosos.

Money

so they say

is the root of all evil today

As ideias que o Roger andava a explorar

aplicam-se a todas as novas gerações.

Ainda têm a mesma relevância que tinham.

And if the cloud bursts,

thunder in your ear

You shout and no...

- Recomeça e baixa o volume um pouco. - Sim, como queiras, baixa um pouco.

Acho que uma das razões do sucesso de Dark Side é o facto de ser muito rico.

Há muitas canções e muitas ideias, tudo comprimido num só disco.

Ainda me recordo nitidamente

daquele momento em que nos sentámos e ouvimos toda a mistura do princípio ao fim.

E de pensar: Meu Deus, fizemos mesmo uma coisa fantástica.

All that you love

And all that you hate

All you distrust

All you save.

And all that you give

And all that you deal

And all that you buy,

beg, borrow or steal.

Acho que foi o disco de todos os tempos,

permanentemente nos tops durante 750 semanas,

quase 14 anos.

Foi um álbum formidável.

Formidável não apenas em termos de vendas, mas em termos da sua influência.

Foi esse o momento em que a música alternativa, o rock progressivo

se tornou popular.

Era um álbum com valores tradicionais da pop, podias cantar essas canções.

Mas era também

algo que te levava numa viagem, se o ouvisses num quarto às escuras.

É talvez o perfeito álbum conceptual, porque o conceito está lá,

as canções estão lá, o espaço e a música estão lá, mas não te impedem a imaginação.

Depois de o Syd enlouquecer, em 1968, e de o Dave se juntar a nós

andávamos todos à procura,

às apalpadelas, interrogando-nos como poderíamos continuar, porque

ele era o tipo que fazia todas as canções

e era uma espécie de coração da banda.

A saída do Syd projectou uma longa e enorme sombra de acontecimentos.

Acho que grupo tinha realmente uma enorme determinação em continuar

depois da perda do seu principal motor criativo.

Concepção da capa do álbum

Quer dizer, foi a primeira vez que tiveram de fazer escolhas, não foi?

Não se podiam sentar e dizer: "Pronto, vamos dar isto ao letrista."

Depois da saída de Syd a música tomou-se mais

uma espécie de paisagens do que canções.

Jornalista

Tens de trabalhar as tuas qualidades.

E foi uma coisa boa não podermos compor singles.

Poderíamos não ter feito algum do trabalho interessante que fizemos.

Depois de o Syd sair de cena, os "Floyd" bloquearam.

Editor Chefe – Revista "Rolling Stone"

Deixaram tudo em aberto.

Vi os "Floyd" pela primeira vez no Verão de 68,

a sua primeira digressão americana com o David Gilmoure.

E eram extraordinários.

Era "Let There Be More Light",

era "Sets the Controls for the Heart of the Sun", era...

rock espacial total.

Comecei

a perder o interesse por

aquele tipo de material psicadélico simplório.

Na altura ainda

tocávamos muita música instrumental

e isso seria metade do álbum.

Mas estávamos sempre em busca de uma direcção.

Uma luta entre o desejo de alargarmos um pouco as fronteiras

e o desejo de avançar numa forma experimental,

mas, ao mesmo tempo, o desejo de conservar a melodia.

Quando chegámos a "Meddle" e claramente em "Echoes",

isso revela

a direcção para a qual nos movíamos.

Segundo me recordo, o resto de "Meddle" eram canções.

E no lado B estava uma peça de 20 minutos.

a) Era um conceito;

e b)

foi o começo de toda a escrita sobre outras pessoas.

Strangers passing in the street,

by chance two separate glances meet,

and I am you and what I see is me

Foi o começo de uma empatia, se quiser.

Como "two strangers passing in the street, by chance two passing glances meet,

and I am you and what I see is me".

É uma linha condutora que me influenciou em tudo desde então.

E teve uma enorme erupção em Dark Side.

É preciso lembrar o contexto da época. Estávamos no ponto alto do glam rock.

Havia Mark Bolan, T-Rex e David Bowie, com "Ziggy Stardust",

vendendo porta a porta uma espécie de fantasias pop.

E chegam os "Floyd" com um álbum sobre aqueles temas pesados.

Ele criou uma história, ele criou uma... basicamente uma peça de teatro

sobre o que era viver no mundo moderno.

Estávamos lá os quatro e discutimos como poderíamos organizar o álbum

e como o faríamos "temático", ou seja, o que agora se chama álbum conceptual.

Há uma série de coisas que influenciam um indivíduo.

Que dão cor à sua visão da existência.

Há forças que são capazes de te empurrar numa direcção ou noutra.

E estas são algumas delas e...

quer te empurrem para a loucura, morte, empatia e

ganância, ou para o que quer que seja...

há algo sobre a visão newtoniana dessa Física

que pode ser interessante... E é disso que este disco trata.

Foi um daqueles excelentes momentos que a maior parte dos grupos experimenta,

quando todos estão em sintonia e todos gostam da ideia

e há um acordo sobre quem ia fazer o quê.

Dark Side of fhe Moon começou numa sala de ensaios em Bermondsey.

Creio que pertencia... um armazém que pertencia aos "The Rolling Stones",

onde fizemos uma espécie...

uma espécie de composição improvisada,

chame-se-lhe o que se quiser.

Não sei quanto compusemos lá.

Vamos tocar em Mi menor ou em Lá durante uma ou duas horas.

Oh, isto soa bem, já temos 5 minutos.

Gravação de ensaio, 1972

Muitas das ideias musicais surgiram

das improvisações naquelas salas de ensaio.

Obviamente o Roger trazia as letras.

Porque tinha coisas para dizer.

E foi a primeira vez que ele escreveu todas as letras.

O Roger era uma espécie de força motora.

A forma como Dark Side of the Moon articula uma espécie de

Jornalista e radialista

desencanto dos jovens adultos é intemporal.

Ouvi-o outra vez recentemente e espanta-me sempre que

eu tenha ido em frente com ele, porque é tão adolescente e, tu sabes...

"breathe, breathe in the air, don't be afraid to care".

Acho que, no contexto da música e no contexto do álbum no seu todo,

as pessoas são preparadas para aceitarem aquela exaltação simples:

Estarem preparadas para baterem o pé e tentarem viver a vida de uma forma autêntica.

Eu venho do jazz. Adoro...

É a minha música favorita, a minha inspiração.

E o interessante desta canção, já falei no jazz,

é que há um certo acorde...

que é...

Foi totalmente retirado de um acorde que ouvi num álbum do Miles Davis.

Kind of Blue, que é...

este acorde! Este acorde que adoro.

E, quando estávamos a construir "Breathe",

estávamos em Sol, eu estava em Sol,

e como regressar a Mi?

Bem, geralmente faz-se...

Mas lembrei-me deste acorde e de o ter trabalhado em casa

a ouvir o disco e pensei...

Breathe, breathe in the air.

Don't be afraid to care.

O Dave era brilhante a dobrar as vozes.

Podíamos tê-lo feito com a electrónica, mas há uma diferença.

Look around

and choose your own ground.

Há também uma secção de harmonia...

Long you live and high you fly

Engenheiro de som

É assim que é cantada...

And smiles you'll give and tears you'll cry

And all you touch and all you see

Is all your life will ever be.

De volta ao grupo.

Agora surgem duas partes de órgão...

Run, rabbit run

Dig that hole,

forget the sun,

Andavam a tocar esta peça, chamada "Eclipse", há alguns meses, creio,

antes de virem para Abbey Road para iniciarem as primeiras gravações.

O que fez que as interpretações estivessem bem apuradas

e não tão difíceis de conseguir.

Quando se trabalha num grupo e se toca uma coisa com frequência,

quer se queira quer não ela desenvolve-se e muda.

Gravação ao vivo, Brighton Dome, 1972

Antes da era das gravações piratas, esta era

obviamente a melhor e mais eficiente maneira de fazer as coisas,

porque se ia para o estúdio já ensaiado.

Já a andávamos a tocar ao vivo, daquela maneira, há uns tempos,

como uma peça de improvisação de guitarra.

Acho que nenhum de nós estava totalmente satisfeito com ela, como peça musical.

E quando arranjámos este sintetizador...

Este Synth EA, que tinha um pequeno teclado incorporado

e um sequenciador... Foi o primeiro sequenciador, creio.

Liguei-o e comecei a tocar uma sequência

e o Roger imediatamente eriçou as orelhas e disse: "Isso soa bem!"

Aproximou-se e começámos os dois a brincar com ele.

E ele acrescentou-lhe uma outra sequência de notas

e tudo se desenvolveu a partir daquilo.

Uma série de notas tocadas lentamente...

acrescenta-se um gerador de ruído e osciladores

e então, acelera-se.

E já está, basicamente.

E isto, claro, imediatamente soou muito mais excitante e novo

do que o que correntemente fazíamos.

Foi a primeira banda que realmente tentou fazer música do futuro.

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