ആദ്യത്തെ 200 വരികൾ.
A velha atracção pelas causas raciais, sexuais ou religiosas extremas,
e ao nacionalismo radical, está a começar a desaparecer.
A questão de quem sou eu, ou se sou bom ou mau, se tenho sucesso ou não,
tudo isso é aprendido ao longo do caminho.
É apenas uma passeio,
podemos mudar de direcção em qualquer altura.
É apenas uma escolha. Sem esforço, sem trabalho, sem economia de dinheiro.
Eu descobri que jogava de forma errada.
O jogo era descobrir o que eu já era.
Estavamos a dizer
o quanto é importante
trazer para a mente humana
a revolução radical.
A crise, é uma crise de consciência.
Uma crise que não pode mais
aceitar as velhas normas,
os velhos padrões,
as antigas tradições.
E, considerando o que o mundo é hoje,
com toda a miséria,
conflito,
brutalidade destrutiva,
agressão,
e por aí fora...
O homem
ainda é o que era.
Ainda é brutal,
violento,
agressivo,
aquisitivo,
competitivo.
E, ele construiu uma sociedade
dentro destas linhas.
Não é um sinal de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente.
A sociedade hoje
é composta por uma série de instituições.
Desde instituições políticas,
instituições legais,
instituições religiosas.
A instituições de classe social,
valores familiares,
e especialização profissional.
É óbvia, a profunda influência que estas tradicionais estruturas têm
na formação de nossos entedimentos e perspectivas.
Apesar disso, de todas as instituições sociais, entre as quais nascemos,
pelas quais somos conduzidos e condicionados...
Parece não existir outro sistema dado como adquirido,
e incompreendido,
como o sistema monetário.
Alcançando proporções quase religiosas,
a instituição monetária estabelecida existe
como uma das mais incostestáveis formas de fé que existe.
Como o dinheiro é criado,
as políticas pelo qual é controlado,
e como realmente afecta a sociedade,
são interesses inexistentes na grande maioria da população.
Num mundo onde 1% da população detém 40% da riqueza do planeta.
Num mundo onde 34 mil crianças morrem todos os dias
de pobreza e doenças evitáveis,
e, onde 50% da população mundial vive com menos de 2 dólares por dia...
Uma coisa é clara.
Alguma coisa está muito errada.
E, estando ou não conscientes disso,
o sangue que dá vida a todas as nossas instiuições,
e também à própria sociedade,
é dinheiro.
Portanto, entender esta instituição de política monetária
é um factor crítico para entender porque é que as nossas vidas estão como estão.
Infelizmente, a economia é muitas vezes encarada como confusa e tediosa.
Fluxos intermináveis de jargão financeiro, juntamente com matemáticas intimidantes,
rapidamente detêm as pessoas que tentam entendê-lo.
Porém, a verdade é:
A complexidade associada ao sistema financeiro é uma simples máscara.
Projectado para ocultar uma das estruturas que mais impede o avanço social,
que humanidade já conheceu.
Nínguem é mais escravizado do que aqueles que erroneamente acreditam ser livres.
Johann Wolfgang von Goethe- 1749-1832
Há alguns anos atrás, o banco central dos Estados Unidos, a Reserva Federal (FED),
produziu um documento entitulado "Mecânica Moderna do Dinheiro".
Esta publicação detalhava a prática institucionalizada da criação de dinheiro,
como utilizada na Reserva Federal e na rede global de bancos comerciais que suporta.
Na primeira página, o documento declara o seu objetivo.
O objetivo deste documento é descrever o processo básico da criação de dinheiro
num sistema bancário de reserva fraccionário.
Mais adiante, descreve este processo de reserva fracionária
através de várias terminologias bancárias.
Uma tradução do que está descrito será algo como isto:
O Governo dos Estados Unidos decide que precisa de algum dinheiro.
Então, pede à Reserva Federal, por exemplo, 10 biliões de dólares.
A FED responde: "ok, nós compramo-vos 10 biliões em títulos do governo".
Então o governo pega nalguns pedaços de papel,
imprime alguns símbolos oficiais,
e os denomina-os "títulos do Tesouro".
Então atribuem um valor a estes títulos, correspondente a 10 biliões de dólares
e os envia-os para o FED.
Por sua vez, a FED gera alguns pedaços de papel impresso.
Mas desta vez, denomina-os "notas da reserva federal".
Igualmente atribuindo um valor de 10 biliões de dólares.
A FED então troca estas notas pelos títulos do governo.
Assim que a troca seja feita,
o governo pega nos 10 biliões em notas da reserva federal,
e deposita numa conta bancária.
E com este depósito, as notas tornam-se oficialmente dinheiro legal.
Adicionando 10 biliões de dólares à reserva monetária dos EUA.
E lá está ele! 10 biliões em dinheiro acabaram de ser criados.
Evidentemente, este exemplo é uma generalização.
Porque, na realidade, esta transacção seria feita eletronicamente.
Sem o uso de papel.
Na verdade, apenas 3% da reserva monetária dos EUA existe em dinheiro vivo.
Os outros 97% existem apenas nos computadores.
Portanto, os títulos do governo são, por natureza, instrumentos de dívida.
E quando a FED compra estes títulos,
com dinheiro que essencialmente criou a partir do nada,
o governo está a comprometer-se pagar
esse dinheiro à FED.
Por outras palavras, o dinheiro foi criado a partir de uma dívida.
Esse aparente paradoxo, de como dinheiro ou valor
pode ser criado a partir de dívidas,
ou endividamento, tornar-se-á mais claro
quando avançarmos neste exemplo.
Então, a troca foi feita.
E agora, 10 biliões de dólares estão numa conta de um banco comercial.
É aqui que as coisas ficam interessantes.
Porque, baseado no processo de reserva fracionária,
esse depósito de 10 biliões de dólares
torna-se instantâneamente parte das reservas bancárias.
Tal como acontece com qualquer outro depósito.
E, no que diz respeito a requisitos de reserva,
assim está escrito na "Mecânica Moderna do Dinheiro":
"Um banco é obrigado a manter reservas legalmente exigidas
igual a uma determinada percentagem dos seus depósitos ".
O documento então quantifica esta porcentagem, declarando:
"De acordo com os actuais regulamentos,
a reserva mínima relativamente à maioria das contas é de dez por cento."
Isto significa que com um depósito de 10 biliões de dólares,
10%, ou 1 bilião,
é mantido como reserva mínima.
Enquanto os outros 9 biliões são considerados uma reserva excessiva,
e podem ser usados como base
para novos empréstimos.
Desta forma, será lógico assumir, que estes 9 biliões
estão literalmente a sair do já existente depósito de 10 biliões de dólares.
No entanto, este não é o caso.
O que realmente acontece, é que os 9 biliões
são simplesmente criados do nada,
por cima do já existente depósito de 10 biliões de dólares.
É assim que a reserva monetária é expandida.
Como declarado na "Mecânica Moderna do Dinheiro":
"É evidente que eles" - os bancos -
não fazem empréstimos utilizando o dinheiro recebido nos depósitos.
Se o fizessem, não era criado dinheiro adicional.
O que eles fazem ao emprestar dinheiro
é aceitar notas promissórias
contractos de empréstimo -
em troca de crédito - dinheiro -
que vai para a conta corrente daquele que recebe o empréstimo".
Por outras palavras, os 9 biliões podem ser criados do nada.
Simplesmente porque existe procura por um empréstimo como este,
e porque existe um depósito de 10 biliões para satisfazer os requisitos de reserva.
Agora vamos supor que entra alguém neste banco e
leva emprestados os novíssimos 9 biliões de dólares.
Esse alguém irá de seguida, muito provavelmente, depositar esse dinheiro
na sua conta bancária.
O processo então repete-se.
Como este depósito passa a fazer parte das reservas do banco,
10% é isolado e 90% dos 9 biliões,
ou 8,1 biliões, são criados e estão agora disponíveis para novos empréstimos.
E, evidentemente, que 8,1 biliões podem ser emprestados e depositados novamente,
criando 7,2 biliões adicionais... e 6,5 biliões... e 5,9 biliões... etc...
Este ciclo de criação de dinheiro, tecnicamente, pode ir até ao infinito.
A média matemática resultante é que, aproximadamente, 90 biliões de dólares podem ser criados a partir dos 10 biliões originais.
Por outras palavras:
Para cada depósito que ocorre num sistema bancário. aproximadamente novo vezes o seu valor pode ser criado do nada.
Nervosos pelo dinheiro, peçam ao gentil Banco da América uma jarra de
dinheiro tranquilizante instantâneo.
D-I-N-H-E-I-R-O, na forma de um conveniente crédito pessoal.
Portanto, agora que sabemos como é que o dinheiro é criado por este sistema bancário de reserva fracionária,
uma questão lógica, porém ilusória, vem à mente:
O que é que na verdade está a dar valor a este dinheiro recém-criado?
A resposta: o dinheiro que já existe.
O novo dinheiro essencialmente "rouba" valor da reserva de dinheiro existente,
já que a quantidade total de dinheiro aumenta independentemente da procura por bens e serviços.
E, como oferta e procura requerem equilíbrio,
os preços aumentam, dominuindo o poder de compra de cada dólare individual.
Isto é normalmente referido como inflação.
E a inflação é essencialmente uma taxa escondida do público geral.
Qual é o conselho que geralmente recebemos? inflacionar a moeda.
Eles não dizem: degradem a moeda. Eles não dizem: desvalorizem e moeda.
Eles não dizem: enganem as pessoas que estão seguras. Eles dizem: baixem as taxas de juros.
A verdadeira decepção é quando distorcemos o valor do dinheiro.
Quando criamos dinheiro a partir do nada, não temos economias. Ainda assim existe o tão conhecido "capital".
Por isso, a minha questão resume-se a isto: Como raio podemos esperamos resolver os problemas de inflação?
Isto é: aumentar a oferta de dinheiro, o que gera mais inflação.
É claro que não podemos.
O sistema de reserva fracionária de expansão monetária é por natureza inflacionário.
Porque o acto de aumentar a reserva monetária, sem que haja uma
aumento proporcional de bens e serviços na economia,
irá sempre desvalorizar a moeda.
Aliás, uma rápida olhada nos valores históricos do dólar americano,
versus a oferta monetária,
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