ആദ്യത്തെ 200 വരികൾ.
Seis anos.
- Não, espere. - Levem-no.
Mudança de lei.
- Não fiz nada. - Fale com o Imperador.
Sou um turista.
ANTERIORMENTE EM ANDOR
Bem-vindos a Narkina 5.
Estão em instalações fabris Imperiais.
Foram avaliados como mão de obra útil.
É a dona da oficina em Ferrix.
Procura o Cassian Andor. A mãe dele adoeceu.
Pode ter uma pista.
Ou é o SSI que controla o rádio.
- Estás com suposições. - E tu a falhar.
Chamo-me Kino Loy.
Sou o diretor da Unidade 5-2-D.
Os 49 homens desta sala estão às minhas ordens.
Vês as luzes brancas? É o piso.
Branco é frio, vermelho é quente.
Duplicaram as penas no mês passado.
A DROP.
Ele nunca ouviu falar.
- A revisão de sentenças. - Não sei nada sobre isso.
Nunca olhes para o número.
- Estás aqui até seres dispensável. - Melshi.
Percebes? As preocup...
Eu disse, chega.
Suscitou a curiosidade do SSI.
Só quero limpar o meu nome.
Pensava que queria esquecer Ferrix de uma vez.
Pensou mal.
Caleen.
Bix Caleen.
- Foge. - Apanhem-na.
- Não, não, não, não. - Ele matou-se.
- Quem? - O Veemoss.
És tu que vais ter menos um amanhã.
Pensem nisso antes de se fritarem.
Olá, Bix.
Não gosto de perder tempo.
Mas é preciso cuidado.
Puxamos a rede e o mais fácil,
o mais rápido,
é assumir que tudo o que arrastámos para terra é peixe.
Os meus colegas pensam que é o mais prudente
na defesa do Império.
Mas eu sigo uma perspetiva diferente.
Eu tento.
Faremos o seguinte, Bix.
Eu digo-te tudo o que sei
e talvez te convença a cooperar sem ter de intervir.
Se isso falhar,
temos o Dr. Gorst,
que criou um sistema de interrogatório que nos deixou entusiasmados.
Como sabes, trouxemos o Salman Paak a noite passada.
Encontrámos um rádio escondido na oficina
e pensámos que cooperaria sem incentivo.
Para um homem com pouca atividade rebelde,
ele foi muito resistente,
o que nos leva a pensar que há mais para descobrir.
O que leva a uma sessão mais longa.
E de repente, já é manhã.
E aqui estamos, a perder tempo.
No fim, foi uma péssima decisão da parte dele.
Ficámos a saber o que precisávamos
e sinceramente, não valeu o preço que pagou por isso.
Esteve numa reunião separatista em Jondora, há dois anos,
onde conheceu uma mulher que sugeriu que levasse a política a sério
e fosse a ligação em Ferrix, quando regressasse.
Enviaram-lhe o rádio fractal que usaste ontem à tarde.
Essa mulher desconhecida, que o recrutou para a causa,
parece menos interessada na atividade política de Ferrix
e mais na posição comercial única deste planeta
para obter equipamento Imperial roubado.
Sabias que o Salman Paak era pago para manter o rádio ligado?
Sabias que só tu o usavas?
Sabias que o comprador, o teu contacto,
só conheceu o Paak uma vez, antes de negociar contigo?
Caíste na minha rede, Bix.
És um peixe ou uma ladra?
É uma pena acabares no cadafalso,
se a tua motivação é o dinheiro.
Não há registo de envolvimento político.
És dona de um negócio.
Eu preferia conversar em vez de usar o Dr. Gorst.
Mas tudo depende de ti.
És do SSI, não és?
O pior dos piores.
Vais contar-me tudo o que sabes sobre o comprador.
Tu gostas disto.
E contar-me tudo sobre o Cassian Andor e a relação deles.
Não existe uma relação.
Vais dar-me
um registo detalhado de todas as peças
de equipamento Imperial roubado que vendeste.
De onde veio, quem foi corrompido
e para onde foi.
Não conheço o comprador.
- A sério? - A sério.
O Salman Paak disse que falaram seis vezes pelo menos.
Disse que ficas horas naquele rádio.
Envio o sinal.
Às vezes responde, vem, compra e vai-se embora.
Seis encontros cara a cara.
Ele e o Andor rebentaram edifícios e mataram guardas.
Ficaste ferida ao tentar avisá-los.
O teu colega foi morto a tentar ganhar a tua liberdade.
O Andor e o comprador fogem juntos.
Parece-me uma rede de relações.
Quando falaste com o Andor pela última vez?
A pior coisa que podes fazer agora é aborrecer-me.
Não vais acreditar em mim, pois não?
Não.
Acho que não.
-É toda sua, Dr. Gorst. - Obrigado.
Virar.
Preparados?
O teu lado. Virar.
A mesa três.
Não vão ficar o dia todo com menos um.
Vai chegar um novo homem.
Podemos vencer o turno, se acelerarmos.
- Superámos a Quatro. - Quero uma refeição decente.
Dois já é uma ameaça.
Ulaf?
O que dizes, velhote?
Falta pouco.
Corremos para a vitória?
A minha mão. Vou precisar de ajuda.
- Troca comigo. - O quê?
- Anda. - Ele tem razão. Troca.
- Porquê? - Ele é mais rápido.
- Há uma forma melhor de o dizer. - A mão.
- O que é isto? -É um pequeno ajuste.
- E... - Ulaf, quanto falta?
Faz 41 turnos amanhã.
Tu és o próximo a sair.
Com a sentença mais curta.
A troca foi ideia tua?
Minha? Não. Foi do Taga.
Estás a brincar?
- Virar. - Boa decisão.
O Ulaf vai para casa.
Vão ter um novo homem?
É sempre no dia seguinte, certo?
Já sabes as regras.
Não tenhas medo das amarras.
É mais seguro para ti se estiveres amarrada.
Não há nada intrinsecamente físico neste processo,
mas houve alguns ensaios caóticos.
Há uma Lua na Orla Exterior chamada Dizon Fray.
Existe uma espécie senciente invulgar.
Muito hostil ao conceito
de um centro de reabastecimento que ia ser construído.
Digo "ia", porque criaram tal confusão,
que os comandantes tinham permissão para usar todos os meios possíveis.
O que realmente nos interessa hoje
é que o massacre dos Dizonites
foi transmitido e gravado como prova da missão.
Emitem um som ao morrer.
Uma espécie de súplica agonizante em coro.
Nunca se tinha ouvido nada assim.
Eram três oficiais de comunicações a monitorizar a gravação
e foram encontrados amontoados, três horas depois
em diferentes estados de stress emocional,
num espaço exíguo debaixo da ponte da nave.
Pegámos nas gravações
e modificámo-las ligeiramente com camadas e ajustes.
E encontrámos uma parte do que acreditamos ser crianças,
que tem o seu efeito peculiar.
Não demora muito.
Para ti, vai parecer o contrário. Mas...
Avisa-me, quando quiseres cooperar.
E se tiveres dificuldade em falar, abana a cabeça.
Vais querer cooperar totalmente, Bix.
São as repetições que causam os piores danos.
Estamos prontos?
Vamos despachar isto.
Tirar broca.
Vou fazer a minha pausa.
Programar.
Novo homem no piso.
Mantenham as posições.
Novo prisioneiro no piso.
Manter posições.
Entra no elevador e para.
Dois homens atrás. Duas armas.
- Avança. - Sem botas.
No elevador.
Silêncio.
Tocou no corrimão.
Já acreditas em mim?
- O elevador não está ligado. - De pé.
O que mexe não te pode fritar.
Tive uma ideia.
Não esperamos.
Atacamos quando descerem.
Agora.
- Eles voltam para cima. - Não.
Fazemo-lo parar.
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