ആദ്യത്തെ 200 വരികൾ.
Por favor, nos ajude! Por favor!
Shailajamma!
Pratap! Acorde!
O sonho acabou, e as férias também.
- Por quê? - Vá logo.
- Ei, irmão, espera aí! Por favor, cara. - Anda!
- Só mais um dia. - Mandei andar!
- Terei saudade. - Calado!
Tenho uma vida boa aqui.
Acha que é dono do lugar? Saia!
Nunca mais apareça aqui! Vá!
PRESÍDIO CENTRAL DE BHOPAL
Que crime eu cometi? Por que me soltaram?
Ei, Pratap!
- O quê? - Aqui.
Tio!
Você ainda está vivo?
Vim lhe entregar esta maleta.
- O que é isso? - Era do seu pai.
- Meu pai? - É.
- Que se dane. - Ei!
São as escrituras de terra do seu pai.
- Escrituras de terra? - É.
- Achei há uns dias. - Por que não disse logo?
Sabia que aprontaria…
Pare o veículo! São minhas escrituras!
Ei…
Cadê a maleta?
Estava bem aqui.
Papai levado!
QUARENTA HECTARES
É isso!
Nem o ônibus vai até lá.
Não vai render nem 12.000 por hectare.
Kuberapuram.
É o genro do Prasad, madame. Um artista notável.
Ele pediu 3.000, mas fechei em dois.
É o nosso Pratap perfeito.
Oi, olá. Sou o Pratap.
Ele chegou. Chego aí em cinco minutos.
- Entre. - Quem é?
Oi, com licença!
Sabia que eu viria?
Eu viabilizei o negócio.
Negócio? Que negócio?
Quando vou receber o dinheiro?
Vou falar com a Sra. Renu sobre isso.
Quem é Renu?
Ela é a chefe da cidade inteira.
- Tá, ligue o ar-condicionado. - O quê?
Não funciona.
E isto funciona?
Ei! O que você está fazendo? Segure o volante!
Desligue isso.
- Quem é você? - Ele odeia música.
Não suporta música. Um chato!
- Ei… - Ei!
Preparar para impacto.
Quem plantou a árvore no meio da estrada?
Seus irresponsáveis!
- Ei! - Meu Deus!
A árvore está bem?
Ninguém tem um pingo de decência.
- Olha! Um arranhão! - Ei, quem é?
- De onde vem a voz? - Droga!
Entre!
Saia daí! Saia do veículo!
Não tenho tempo para discutir. Tome estes 500.
- Ei, Gowri! Gowri! - Ei!
- Gowri! - Primeiro, desça e peça desculpas.
Depois, eu devolvo suas chaves.
Ela é doida?
Ei!
Me chame de doida de novo e te quebro!
Gowri, ele não é da nossa cidade.
Ele não entende a sua obsessão por…
Não entende o seu amor pelas árvores.
Saiba o seu lugar e aja de acordo.
MADAME RENU
Gowri!
Temos pressa. Pode descer, por favor?
Tá bom, Gowri. Desculpa!
Não para mim.
Desculpa, árvore.
Assim está melhor.
- Ela é estranha. - Chaves.
Confirmado.
- Gowri! - Ei!
Pode deixá-lo na mina?
Só se ele pedir desculpas.
Então…
Ei, quem pede desculpa a uma árvore?
Ela não te dará escolha.
- E eu com isso? - Quer o dinheiro ou não?
Desculpa, árvore.
Assim não.
Aquela é a estrada para a mina, não é?
Não, aquela é a mina antiga. Ninguém volta de lá.
- Quer que eu te deixe lá? - Não, valeu.
Olhe pra frente, eu cuido de trás.
- Renu. - Sim?
Será que esse é o cara que vai comprar a mina?
O que foi? Ainda não começaram a trabalhar?
Madame, a Gowri nos disse para não ir lá até que a fiação fosse trocada.
Então, ela que pague seus salários.
- Voltem ao trabalho. - Sim, madame.
- Pai. - Sim!
Pai, olha o que eu fiz!
Isso não é nada, pai.
Vou fazer melhor da próxima vez. Acredite.
- Um templo. Pare a moto. - Estenda a mão.
Que seu casamento seja abençoado.
A divindade está bem aqui. Por que rezam pro rato?
Rato, não. Mangusto. O monte sagrado de Kubera.
Nosso povo acredita que Kubera vive no alto da colina.
Dizem que se refugiou lá, incapaz de suportar o mal ao redor.
- Você é novo aqui? - Sou.
Como se chama?
Pratap.
Venha, vamos ao médico. Depressa!
Irmão Prasad? Ei, cai fora!
- O que houve? - Sai logo.
- Irmão. Pare! - Ei. Pra onde eu vou?
MINA DE OURO KUBERA
Trinta anos atrás, meu pai fundou a mineradora.
O vilarejo é rico em ouro.
Está fazendo um ótimo negócio, Sr. Swahili.
Cadê o outro proprietário?
Sabe que não há negócio sem ele.
Só acredito em algo quando vejo com meus próprios olhos.
E não vejo o outro dono aqui.
- Aceita um chá? - Não.
Especial de Nilgiri.
Especial de Nairóbi.
Cinco minutos.
E acreditem, não vão querer me ver irritado.
Irmão! Prasad! Irmão!
- Acorda. - Choque elétrico de novo?
Quem mandou ele entrar?
- Renu… - Ela está em reunião. Aguarde aqui.
É sério?
FUNDADORES MINA DE OURO KUBERA
Papai?
Dono da mina de ouro?
Com tanto ouro, por que vendia golgappas, pai?
- Olá. Sabe quem são eles? - Sei.
Tio Brahmayya à direita, pai da Renu.
O fundador da Vina Kubera à esquerda.
- Vina? - Eu disse mina.
Uday Mannem. Meu pai.
- Ei! Uday Mannem é seu pai? - Sim.
Sou o único e orgulhoso filho dele.
- Qual é o seu nome? - Pratap!
- Sim? - Sim?
Madame, não é só um. São dois.
Como assim, dois?
- Ei! - Sim?
Sou Pratap Mannem. E você?
Se você é Pratap Mannem,
- então sou Pratap Sunnam? - Não encosta!
- Que ótimo. - Madame.
- Estou aqui. - Ei, quem é você?
- Ei… - Pratap…
- Sou eu! - Sou eu!
- Subba Rao! - Sou eu.
Eu sou Subba Rao.
- Sou eu. - Você disse Pratap.
- Sou Subba Rao. Sou eu! - Quem é você?
Quem são vocês?
Ei, eu cuido dele. Pode subir.
Desconfiei quando pediu ar-condicionado.
- Vou dar um aviso a ele. - O que foi agora?
Pratap Mannem. Filho de Uday Mannem.
- Entendeu? - Ei, me solte!
Veja a semelhança na foto.
Um gato pode gerar um tigre?
Ei!
Levanta daí!
Somos jovens, com o coração ainda ativo.
Uma alma destemida que alcança o céu.
Rompendo barreiras com um estilo brilhante.
Aceita um chá?
Chá… Chá… Chá! Não quero o seu maldito chá!
- Café? - Quer saber? Eu vou embora.
- Perdi meu tempo! - Espere. Ele chegará logo.
Quando será esse momento?
Sou eu… Subba Rao.
Droga! Sou eu…
- Pra… - O quê?
- Pratap? - Pratap?
Sim, Pratap.
- Swahili. - Olá, Sr. "Sualili".
Chega de aperto de mão. Vamos lá.
Mina?
Por que está lendo os documentos?
Só receberá 2.000 rupias por isso.
- Qual é o negócio? - Por que lhe contar?
Por que age como se fosse o dono?
O Subba Rao certamente não é o dono.
Eu sou Pratap… Mannem.
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